História A Baleia - Automutilação. [GumLee/Yaoi][Shortfic] - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Beemo "BMO", Bruxa da Floresta, Cake, Canelinha, Dona Tromba, Finn, Fionna, Hudson Abadder, Jake, Lady Íris, Lord Monocromicórnio "Lormo", Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Personagens Originais, Princesa Caroço, Princesa Frozen Yogurt, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada, Rei Gelado
Tags Ansiedade, Automutilação, Depressão, Finn, Flamme, Gumball, Gumlee, Hora De Aventura, Lemon, Marshall, Romance, Yaoi
Exibições 80
Palavras 1.370
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fim?
Sim
Do nada?
Sim
Mas é q tudo se encaixou perfeitamente nos meus planos e estou bem com isso, eu gostei e espero que gostem também. Boa leitura e obrigada pelo apoio até aqui, amo vocês <3

Capítulo 7 - Amor (final)


Fanfic / Fanfiction A Baleia - Automutilação. [GumLee/Yaoi][Shortfic] - Capítulo 7 - Amor (final)

Amor [substantivo masculino];; Sentimento afetivo; afeição viva por alguém ou por alguma coisa; afeto; Sentimento apaixonado por outra pessoa.;; Sentimento de devoção direcionado a alguém ou ente abstrato; devoção, adoração.

[...]

Estavam sozinhos no carro de Marshall, o moreno dirigia a mais ou menos duas horas enquanto Gumball se concentrava em dormir ou apenas olhar a estrada.

Seus momentos mais felizes eram com Marshall, mas não podiam voltar de jeito nenhum. Os dois se amavam cada dia mais, mas não podiam voltar de jeito nenhum. Os dois sofriam cada dia mais por estarem um longe do outro, mas não podiam voltar de jeito nenhum.

Porque Gumball estava definhando, se afundando na própria merda e se afogando como um verme comedor de merda, engolindo toda a merda da própria vida.

Estava adoecendo e enlouquecendo, caminhando lentamente em direção a uma morte estúpida e sem valor algum, esse era seu fim inevitável.

Seu coração doía de ter que deixar Marshall, mas era melhor do que arrastá-lo para o fundo junto de si, tinha que ser consciente e responsável.

A mão máscula de Marshall desviou do volante por um segundo, indo até a perna de Gumball, a apertando levemente e massageando, perto da virilha do menor, deixando-o arrepiado.

Gumball olhou para seu ex, que tinha o olhar fixo na estrada.

_Está pensando em quê? Sua carinha está tão triste... _ Marshall perguntou, baixinho.

_Sobre tudo... _ Suspirou. _As coisas são difíceis...

_Estariam mais fáceis, se estivéssemos juntos e eu pudesse te apoiar. _O moreno lamentou, passando a mão pelos cabelos. _Por que disso tudo? Todo esse afastamento sem motivo...

_Eu não posso dizer... _ A voz de Gumball era chorosa.

Marshall grunhiu, arrancou com o carro até o acostamento, parando com violência, o tranco foi tão grande que a única coisa que impediu Gumball de sair voando pelo vidro da frente foi o cinto de segurança.

O príncipe olhou para o rei, confuso com ato tão repentino, o vendo abrir a porta e sair do carro, contornar e abrir a porta de Gumball, desabotoando o cinto do menor e o puxando para fora do carro.

Fechou a porta e trancou o veículo com a trava automática, e então se sentaram perto de um dos pneus, se sentando no chão da estrada.

O rosado estava confuso com aquilo, mas não questionou nada, apenas encarou os olhos vermelhos de Marshall, sentado logo a sua frente, com uma expressão firme de preocupação.

_Você vai me contar tudo. Nem que fiquemos aqui até amanhã. _ Marshall cruzou os braços.

_Marshall... Não...

_Não? Seis meses atrás você me ligou e pediu para eu ir na sua casa, você simplesmente disse que estava tudo acabado e não me deu explicação. _ Sua voz era autoritária e firme. _Eu te dei uns dias pra você ter certeza e permaneceu com essa ideia tola sem me dizer o porquê, e eu aceitei, mesmo ainda te amando, mesmo sabendo que você ainda me ama. _ Seu tom era realmente firme. _Eu exijo a resposta, você é inteligente o suficiente para poder dizer isso.

Gumball suspirou, sem escolha, fechou os olhos e apertou o tecido de sua calça, entre os dedos, abrindo os olhos e vendo seu ainda amado ex namorado.

A barra de proteção da estrada e atrás uma grande floresta, uma vegetação alta com o silêncio completo os rodeando. O céu estava laranja, já era de tarde, e demorariam poucas horas para anoitecer.

E o príncipe sabia que Marshall realmente ficaria ali até amanhã, ficaria para sempre, para poder obter respostas.

_Eu... _ O rosado não encontrava palavras. _... Eu estou definhando, Marshall. Todas essas tarefas do reino estão me tirando a sanidade, eu já não sou capaz de me reconhecer como o garoto de cinco anos atrás. Estou doente, Marshall, eu me sinto mal o dia todo, sinto vontade de ficar dormindo ou de apenas morrer. Eu sinto um desejo excruciante de me machucar e me ferir, eu tô afundando na minha própria merda e tô me afogando, e eu não quero te levar junto, eu não quero te machucar... _ Ele chorava e soluçava enquanto falava. _Mas eu não posso abandonar o reino, mesmo que isso tudo me deixe louco, pirado... Eu não posso abandonar uma nação e eu não devo te ferir, Marshall...

O moreno suspirou, fazendo que não, segurando o menor e o pondo em seus braços, em seu colo. Marshall virou um ninho e Gumball um pássaro desgarrado e machucado.

_Gumball... Você precisa me ouvir atentamente agora, e absorva as informações. _ Marshall sussurrou, acariciando os cabelos cor de rosa com calma. _Eu era seu namorado, e apesar de termos terminado, eu ainda sou eu amigo, seu amante, o seu protetor, o amor da sua vida. Eu jamais me afundaria, porque eu iria te trazer para a superfície junto comigo. Meu amor... Eu só quero que você melhore. Eu preciso de você, eu preciso que você esteja comigo.

_Eu vou te machucar, Marshall... Dá mesma forma que eu me machuco...

_Oh Gumball pelo amor de Deus cala a boca. _ Marshall pediu. _Você jamais me machucaria, você me ama...!

Gumball encarou ao maior, com os olhos marejados.

Sim, era verdade, eles se amavam. Era verdade que Marshall era o único capaz de salvá-lo.

Tudo era Marshall, era o amigo, parceiro, amante, protetor, o herói e o único e grande verdadeiro amor de Gumball.

Então por que perdia tempo?

[...]

Haviam passado alguns meses, era como se um furacão tivesse passado e tivesse lavado toda a merda que sujava tudo.

Mas na verdade, foi apenas Marshall que salvou o dia mais uma vez depois de tanto tempo.

Aconteceu que Marceline e Bonnibel estavam governando a Noitosfera, Marshall e Gumball governavam o reino doce, Flamme estava casado com Finn e Fionna não falou mais com Marshall ou Gumball depois do incidente da festa.

Mas estava tudo bem, tudo ótimo.

Porque Marshall curou o menor naquela uma semana no hotel, foi como um milagre pois Gumball virou outra pessoa.

E estava, naquela tarde, olhando em seu calendário, vendo que, a seis anos atrás, Marshall o havia pedido em namoro na escola.

Havia sido um pedido desajeitado, mas havia ganhado rosas e um morcego de pelúcia, era tudo muito lindo e novo, era demais para esquecer.

Sorriu, em seu escritório, se levantou da cadeira e iria sair para o quarto, mas a porta se abriu, Marshall estava lá, com uma camisa xadrez vermelha e jeans rasgada no joelho.

Gumball usava um moletom rosa e calças brancas.

_Boa tarde, Príncipe Gumball. _ O moreno sorriu, galanteador.

_Oi meu amor... _ Sorriu, calmo.

_Queira me acompanhar até o terraço, por objeção. _ Estendeu a mão.

_Você quis dizer obséquio? _ Gumball riu baixinho, segurando a mão do maior.

_Ah, eu não sirvo para aprender palavras novas. _ Suspirou.

_Hmm... E o que quer fazer no terraço? _ Perguntou, curioso.

_Quando chegarmos lá você vai ver. _ Sorriu.

_Na última vez que você disse isso meu quarto pegou fogo...

Os dois riram, lembrando-se do dia em que Marshall acendeu um rojão no quarto de Gumball para comemorar o terceiro ano de namoro, e então incendiou o cômodo.

Eram tempos felizes e que voltaram com tudo, e não iriam embora.

No terraço, haviam velas no chão e pétalas vermelhas espalhadas, o pôr do sol e o silêncio, a visão de Marshall e o coração do rosado que palpitava.

_Marsh...? _ Perguntou, ansioso.

_Seis anos atrás... Eu fiz o pedido de namoro mais desastroso que o mundo já viu... _ Riu, coçando atrás da cabeça. _Mas foi a melhor decisão da minha vida. Você é lindo, gentil, tem bom coração e eu te amo. Eu odeio te ver chorar, eu desejo estar do seu lado o tempo todo e preciso de você. Eu faria tudo só pra ver seu sorrisinho lindo, eu daria minha vida por você...

_Amor... Isso é lindo... _ Gumball colocou as duas mãos sobre o peito.

O moreno se afastou, buscando um buquê de flores e uma pequena caixinha branca, caminhando até o menor, e lhe deu as flores.

_Eu não suportaria o amanhã se não fizesse isso hoje... _ Marshall se ajoelhou aos pés do menor.

_Amor... Levanta, o que você tá fazendo...? _ O rosado estava com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios, já imaginando o que seria.

Marshall abriu a caixinha branca, haviam duas alianças de ouro rosa, brilhantes e simples. Eram perfeitas.

_Gumball, você é minha vida... É por isso eu quero saber... Se você aceita se casar comigo. 

_Sim Marshall, eu aceito.




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