História A Batalha - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção, Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais
Tags A Seleção Jogos Vorazes
Exibições 11
Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Capitulo 14


Andamos por um bom tempo o sol já está apino, todas caladas, ninguém quer falar nada para não quebrar o silêncio. Mas não era para ter acontecido aquilo, como o rei disse esse tipo de combate deve acontecer apenas com os dois ou quatro últimos grupos já no final da batalha.

- AHHH! – grito de dor, minha perna esta sangrando muito.

- Stella posso ver sua perna? – pergunta Lisa.

- Sim, sim – digo não aguentando a dor que parecia que havia algo queimando.

- Meninas, acho melhor a gente parar! – diz Lisa com uma expressão procurada.

- O que foi? – pergunta Cristal – Caramba! Stella você está se sentindo bem? – pergunta ela.

- Um pouco, o que foi? – pergunto. Todas pareciam ter ficado preocupadas. Minha perna  estava sangrando muito e estava com uma queimação.

- É melhor a gente achar um local o mais rápido possível acho que a bala do tiro deve estar alojada na sua perna – diz Lisa – Você também está perdendo muito sangue! VAMOS GENTE! – grita ela e Grace vem ajudar Lillian a me carregar. Entramos em uma rua onde havia um buraco enorme e mais escombros, havia algumas casas que estavam totalmente acabadas.

- RÁPIDO NESSA! – grita Scarlett.

Entramos na casa havia várias coisas quebradas mais a mesa da cozinha ainda estava inteira, Grace e Lillian me colocam nela, estou me sentindo muito fraca, acho que deve ser por causa da perda de sangue.

- Rápido Lillian pegue alguma toalha, Grace traz água! – Lisa passa ordens rapidamente para as meninas.

- As meninas devem ficar de guarda! Rápido! – falo deitando na mesa, a dor está insuportável.

- Aqui Lisa! – diz Lillian.

- Rápido! Olhe o que tem nas coisas de primeiros socorros!

- Gaze, Esparadrapo, Curativos, Ataduras, Algodão, Pinça, álcool, um termômetro, Soro fisiológico, Luvas descartáveis, um kit de seringas.

- Aqui a água – diz Grace com a garrafa dela e outra cheia de água.

- Vou ter que rasgar sua calça Stella – fala ela, mas não estou muito bem, sinto uma tontura.

- Sim, sim, tudo bem! – apenas falo isso e fecho os olhos para passar.

- O que mais tem ai Lillian, tem alguma tesoura?

- Sim aqui! No kit com as seringas vem um manual de instruções, acho que deve ter alguns analgésicos.

- Vê se há alguma anestesia?

- Sim tem aqui, essa é apenas local, diz aqui e o tempo de ação é de apenas uma hora e meia.

- O.K vamos aplicar essa, tudo bem Stella? – pergunta ela e apenas concordo com a cabeça.

- Vai precisar cortar? – pergunta Lillian.

- Sim, por que não sei a que profundidade a bala está alojada.

- Como você garante que não vai matar ela? – pergunta Grace.

- Minha mãe trabalha no centro médico de trabalhadores da mina e ela me ensinou alguns procedimentos, e cuidar de uma pessoa baleada foi um dos primeiros, sabe-se lá o que pode acontecer no futuro! Depois vieram as outras aulas de medicina que ela falava que a base da educação dela na medicina veio antes da guerra e a prática durante. – Lisa fala quanto mexe em algumas coisas, depois de um tempo não sinto mais a queimação, a anestesia deve está fazendo efeito.

- Tenho uma boa e uma má noticia comandante – diz ela vindo do meu lado abro os olhos – Qual você quer ouvir primeiro?

- A má

- A gente não tem outra coisa para cortar então vou ter que utilizar a minha faca, mas claro que vai estar esterilizada! E também que era para ser de raspão.

- Aquela filha da puta! Antes de morrer tinha que ferir alguém!

- Filha da puta mesmo! – diz ela com um pequeno sorriso no rosto – E a boa e que ela não está  alojada muito profundamente então não vai ser preciso fazer um corte profundo. Já posso começar?

- Sim, médica Harris – digo olhando para o nome no colete dela, que apenas dá um sorrisinho.

- O.K,  Lillian e Grace vou precisar da ajuda de vocês!

- Como está ela? – pela voz percebo que é Kaylee.

- Está bem nada muito grave, mas vamos começar logo por causa da anestesia, ela pediu para vocês ficarem de guarda – diz Lisa.

- Sim já estamos nos preparando até por que esse lugar é bem vulnerável.

- Não entendo, não era para ter acontecido esse combate frente a frente logo agora – diz Grace – Isso é contra as regras do rei.

- Nada é contra as regras do rei quando há a nossa morte no meio. – diz Kaylee que acho que sai da sala logo depois.

- Vamos começar! – diz Lisa. Logo depois só há silêncio algumas vezes Lisa pede alguma coisa para as meninas. Meus olhos estão pesados por um momento não presto muita atenção nas coisas.

 

 

Abro os olhos e vejo que dormi, acho que não por muito tempo o sol ainda forte, talvez fosse de tarde.

- Stella! – diz Lillian chegando perto de mim.

- Oiii – digo – Já terminou? - pergunto.

- Sim, já faz um bom tempo para falar a verdade – diz ela com um pequeno sorriso no rosto.

 Procuro me sentar de uma forma cautelosa, e sinto a minha perna ainda dolorida, e vejo que ela está enfaixada.

- Você quer alguma coisa? – pergunta Lillian.

- Apenas água – ela pega a minha garrafa dentro da mochila - Onde estão as meninas?

- De guarda e as outras estão descansando e algumas planejando armadilhas, você quer alguma coisa para comer?

- Não está bom. Você acha que temos chance? - pergunto de cabeça baixa.

- O quê?

- Se temos chance de ganhar, por que estou com medo, estou vendo as meninas morrerem de uma forma muito rápida, estou com receio de acontecer tudo muito rápido e quando eu ver...

- Stella para com isso, já te disse que não é culpa sua, até por que somos quatorze meninas, e você sozinha não vai dar conta de todas nós, todas temos que trabalhar juntas, se não nada acontece.

- Eu sei, mas sinto que não estou fazendo meu papel de comandante estou apenas colocando vocês em risco, acho que seria melhor se vocês continuassem sem mim.

- O que você quer dizer com isso?

Coloco minha mão na arma que estava no coldre, e meu coração acelera.

- Acho que há meninas aqui no nosso grupo que tem mais capacidade para comandar o grupo do que eu.

Lillian olha para a minha mão que estava no coldre.

- Stella para com isso! – ela fala com uma expressão preocupada.

- Não Lillian, acho que já acabou para mim também.

- Stella – diz ela tirando minha mão da arma – Independente do que já aconteceu até agora você não pode fazer isso pense na sua mãe, na sua irmã até na Pipper, que você se voluntariou no lugar dela por achava que ser a comandante de todas nós, participar de tudo isso talvez seria demais para ela.

Penso um pouco nas palavras de Lillian e ela tem razão, não posso me deixar pelo pensamento de culpa, devo ser forte, por se prestarmos mais atenção pode ser que nenhuma menina a mais morra. E como pude pensar nisso logo agora depois de tudo que passei como pensei em jogar todo o meu esforço pelos ares logo agora.

- Obrigada Lillian! – digo.

- E para isso que os amigos servem – ela me abraça – Para estar nos momentos mais difíceis.

Depois do abraço dela percebi que talvez seja bobeira da minha parte ficar me culpando pela morte das meninas,mas é claro que poderia ter salvado Sofia, mas agora pensando melhor Lillian tinha razão se fosse salvar ela, o meu grupo poderia acabar ficando sem mim. E fico pensando também em como esse pensamento de me matar passou pela minha cabeça, fecho os olhos e respiro fundo não quero que esse pensamento venha mais a minha cabeça.


Notas Finais


Obrigado por lerem até o próximo capitulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...