História A Batalha - Capítulo 18


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Categorias A Seleção, Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais
Tags A Seleção Jogos Vorazes
Exibições 29
Palavras 1.772
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Capitulo 15


 Depois do momento de que passei ainda sentindo dor fui ver o que as meninas estavam fazendo.

 - Stella! – disse Cristal me abraçando – Ainda bem que você acordou!

 - Por quê? O que houve?

- Nada de mais, mas é que estávamos vendo os materiais do distrito sete e eles são muito bons – diz Scarlett.

- Onde estão as outras meninas? – pergunto.

- Estão de guarda. – responde Ashley.

Olho para os materiais que as meninas pegaram, vejo um cabo de aço, duas arma com gancho, algo que nós estávamos precisando muito no primeiro momento, e também havia seis armas a mesma que a nossa, a colt M4A1, mas a delas tinha algo de diferente.

 - O que é isso? – pergunto pegando uma arma.

- Lança-granadas – responde Kaylee – Isso faz um belo de um estrago! – diz ela se agachando perto dos materiais.

- Conseguimos também essas duas armas com gancho, acho que devia ser da maleta.

- Não havia nada mais de diferente? – pergunto.

- Rá! Ai é que está a surpresa! – diz Scarlett – Aquelas vadias possuíam um mapa desse campo, mas apenas o mapa – Ela pega ele e abre no chão.

- É, mas o mapa não há a identificação de que grupo entra em quais portões, só mostra o número dos portões e outros pontos.

- Sim dá para ver olha aqui na legenda mostra que esses locais com os pontos pequenos são ruas bloqueadas.

- É mais só tem isso! – Natalie fala – E acredito que deve possuir alguma jogada por trás desse mapa, por que não indica aquela armadilha que pegamos logo no primeiro dia – Natalie fala e apontando com o dedo o possível local em que pegamos a armadilha.

- Sim, pode ter isso também, ele pode estar desatualizado, por que só está mostrando as ruas bloqueadas os números dos portões e as áreas verdes – digo olhando para a legenda – Ou pode ser de propósito também – proponho  - Acho melhor não usarmos ele, assim como vocês disseram, pode ser uma emboscada! Pode ajudar a gente mais a se atrapalhar do que ajudar, não quero isso agora – digo pensando na morte de Clarie e Sofia. E agora só temos três oportunidades não podemos vacilar mais.

 - Vamos ficar ou sair? – pergunta Grace saindo do seu posto de guarda. De repente ouvimos um barulho de explosões com uma sequência de tiros. Todas ficamos de pé e paradas, apenas ouvindo.

 - Parecem muito perto! – diz Lisa.

 - Rápido vamos ver! E vocês procurem guardar as coisas – digo apontando para Scarlett e Ashley.

 Subo ainda com a perna machucada em um ponto mais alto da casa, vejo apenas uma nuvem de poeira subindo. Fico preocupada temos que sair daqui rápido, por que além de estar perto o local e muito vulnerável.

  - Vamos sair daqui! – digo descendo do ponto de visão.

 - Mas a sua perna? – pergunta Kaylee.

 - Se formos ficar paradas aqui por causa dela vamos nos fuder! Passa um rádio para as outras e vamos sair daqui logo!

 - Já está tudo arrumado! – diz Scarlett colocando sua mochila, quando volto.

- Já comuniquei as outras – diz Kaylee se preparando para sair também. Todas já estamos reunidas e repasso algumas coisas.

 - O.K, todas estão aqui?

 - Sim – diz Grace contando.

- Vamos nos dividir em dois grupos.

- Stella se a gente se dividir novamente pode dar merda, e só temos mais três chances! Ninguém quer arriscar! – diz Mia preocupada.

- Sim, eu sei, mas um grupo grande também não vai ajudar muito e pode ser perigoso. Por isso vai ter uma sub-comandante. Scarlett você acha que consegue? – pergunto olhando pra ela, que fica com uma expressão preocupada. Acho que por ela ser durona e até ter várias habilidades, ela pode ser a mais capacitada.

- Eu aceito, mas o que eu tenho que fazer?

- Eu estava pensando em dividir em com um grupo fica com sete meninas e outro fica com seis – começo a explicar - Quando sairmos daqui vamos nos dividir, com cada grupo em uma lateral da rua, sempre de olho em tudo e esses dois grupos, um vai ser comandado por mim e outro pela Scarlett. Vamos ter os rádios comunicadores divididos pra ter sempre a comunicação. Em caso de algum grupo perceber alguma armadilha comunique um ao outro rapidamente, assim todas paramos. E sempre todo mundo de olhos bem abertos, como já fizemos, outros grupos também podem ter tido a ideia de atiradores surpresa. Por isso os dois grupos nas laterais das ruas e duas comandantes.

 - E as armadilhas? – pergunta Grace.

- Sim, esses dois grupos para ser mais rápidos podem designar pessoas para espalhar as armadilhas e outras ficam de olho. Ah e antes que eu me esqueça, é bom sempre, sempre, escolhermos locais que tenham uma saída rápida. Se algo acontecer não vamos deixar o grupo para trás. Comunicação sempre, por favor. O.K? – todas afirmam com a cabeça – Quero ver alguém parar a gente nessa desgraça!

 Todas preparadas revemos algumas coisas. Mia, Violet, Sarah, Cristal, Evelyn e Lillian estão no grupo da Scarlett, no meu vão Kaylee, muito boa com as armadilhas, Ashley, sabe lidar com as estratégias e armadilhas, Lisa, que vai me ajudar a cuidar da minha perna e também dar apoio, Natalie, muito boa com armas e ótima atiradora e Grace para ajudar Kaylee com as armadilhas. Saímos no que parece ser umas três da tarde, vamos já em alguns pontos espalhando as armadilhas. Entramos em uma rua onde as maiorias das casas estavam em uma condição de abrigo melhor do que as outras, mas ainda sim havia muitos escombros no meio da rua, olhos para um extremo no final da rua e vejo prédios maiores, talvez estejamos perto do centro da cidade.

   - Stella, para! – diz Kaylee olhando para frente.

  - Meninas parem agora! Repito parem agora! – diz Kaylee pelo rádio comunicador.

  - O que houve? – pergunta Natalie.

 - Tá vendo algo brilhando, bem ali, e vê também não ah escombros naquela parte.

 - Sim – responde Natalie.

  Kaylee observa de longe e vai se aproximando e fica olhando para os lados por um tempo, depois volta.

 - Alguém tem alguma coisa que corta fácil? E não vai usar?

Me lembro da maçã que havia pegado no último dia então procuro nos bolsos.

 - Isto serve? – digo mostrando pra ela a maçã com a metade podre.

 - É perfeito.

Ela pega e vai para perto do local que ela tem suspeitas, todas ficamos preparadas, ela joga e a maçã se desfaz em vários pedaços. Ela volta correndo rapidamente.

 - Rápido! Temos que sair daqui – diz ela quando volta.

 - Por quê? O que houve? – pergunto.

- Algum distrito pegou a ideia da minha armadilha e deve estar por perto.

- Rua bloqueada! Repito rua bloqueada! – ela passa para as outras meninas.

Voltamos para a rua principal, ouvimos novamente tiros, dessa vez em uma sequência muito maior e demorada. Vamos andando com muita calma, os tiros param e ouvimos um grito. Scarlett que estava do outro lado da rua olha para mim. Ela dá mais dois passos e ouvimos um estralo, já ouvimos isso antes e não é bom. Já era final de tarde e vemos algo, ou melhor, várias coisas como bolas de fogo caindo.

 - RÁPIDO, CORRE! – os dois grupos saem em disparada pela rua, mas é difícil de correr quando a sua perna está machucada e a rua está cheia de pedaços enormes de concreto bloqueando a passagem. Conduzo o meu grupo para dentro de um prédio.

- Scarlett, procurar ponto seguro repito, procurar ponto seguro! – digo a ela pelo rádio comunicador da Grace.

 - Entendido! Repito, entendido! – ela repassa novamente.

Fico observando as bolas de fogo cair e lembro-me do que Scott havia falado aquilo era uma armadilha da coroa. Coquetéis molotov flamejantes caiam levantando uma nuvem de fogo na hora que quebravam.

 - Você acha que distrito pode ter feito isso? – pergunta Grace.

- Não foram os distritos, foi a coroa, foi Scott – digo ainda olhando para fora da loja.

- O quê!? Como você sabe?

- Scott havia me falado sobre algo em relação a eles quando entrássemos na batalha, que éramos para ficar de olho.

- Como estão vocês ai? – ouvimos Cristal pelo rádio.

- Estamos bem, repito estamos bem! – diz Grace.

Observando melhor o local parecia ser uma loja de alimentos, tinha várias prateleiras com pacotes de comida.

  - Stella, cuidado, pode ter armadilhas por aqui – orienta Kaylee com uma expressão preocupada.

 - Sim – ando cautelosamente e vejo uma escada, parecia não estar bloqueada – Gente vamos subir.

 - Cuidado pode ter armadilha! – diz Lisa.

Subo a frente com cuidado e elas vêm atrás, no segundo andar não havia muita coisa, parecia ser mais um local de vista, mas possuía um balcão, algumas prateleiras quebradas, cadeiras e mesas destruídas e outras que estavam cheias de poeira. Vou até a grade com uma parte destruída e olho para o local onde há os prédios maiores parece não estar longe.

  - Kaylee fala pra Scarlett, que não devemos estar longe do centro!

  - O.K, Scarlett estamos vendo o centro, não está longe. Estamos no prédio da frente rápido venha pra cá – Kaylee passa o rádio.

Estou na frente do prédio e vejo-as saindo. No mesmo momento vejo algo se movimentando na esquina ao lado, outro distrito. Pego rapidamente o rádio da Grace.

  - Rápido grupo inimigo se aproximando, repito grupo inimigo se aproximando!

Elas começam a correr desviando dos coquetéis ainda em chamas.

  - Vamos rápido, sai daí Stella – diz Kaylee me puxando para detrás do balcão.

 Silenciosamente as outras meninas chegam ao segundo andar, todas parecem bem, a não se julgar pelo braço da Mia que havia sido atingido pelo coquetel.

  - Tudo bem com vocês? – pergunto para Scarlett.

 - Sim, apenas a Mia foi atingida.

 - Rápido Lisa cuide do braço dela, enquanto esperamos o grupo sair.

- Mas que horas eles vão sair? – pergunta Natalie.

- Já devem estar indo, só estão passando pela rua ao la... – sou interrompida por barulho de tiros, e estes estão acontecendo na rua a nossa frente.

- Que porra é que está acontecendo agora!? – diz Kaylee irritada, recarregando a sua arma.

- Não sei, mas vou descobrir – saio de trás do balcão e vou rastejando até uma parte perto da grade. Vejo uma mesa e deito-a de lado rapidamente para servir de escudo e também para que eu possa observar a situação melhor e fico atrás dela, o distrito que eu tinha visto está trocando tiros com o outro, não dava para ver muito bem, mas eu e meu grupo estávamos em um fogo cruzado.


Notas Finais


Obrigado por ler! Até o próximo capitulo!


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