História À Beira Mar - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Personagens Originais
Tags Bruno, Havaí, Moda, Musica, Romance, Skylar
Visualizações 29
Palavras 4.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY, EU SEI QUE DEMOREI SORRY! Mas agora estou aqui e logo, logo posto o próximo pra não atrasar o cronograma da fic.

Boa Leitura!

Capítulo 27 - Fright and Desire


Fanfic / Fanfiction À Beira Mar - Capítulo 27 - Fright and Desire

“Num piscar de olhos, num suspiro de fumaça, você pode perder tudo

a verdade é que você nunca sabe..”

Like i’m gonna lose you, Meghan Trainor feat. John Legend

 

 

 

 

18 de janeiro de 2017

 

Estava sentada no chão da sala, com milhares de papéis espalhados pelo chão e o notebook no colo. Meu primeiro desfile está chegando e já sinto um frio na barriga, estou organizando os últimos detalhes para que tudo fique perfeito e nada saia do meu controle e está ficando lindo.

-Matt falou com os caras do telão? Eles vão substituir?

-Sim, vão amanhã. -Sentou-se ao meu lado com duas xícaras de café em mãos.

-Ótimo tá dando tudo certo. -Bati palmas animada. -Ah eu estou tão animada.

-Percebi. -Sorriu.

-Faz tanto tempo que uma coisa não me anima assim, a última foi minha loja.

-Estar ficando bem rica não te anima?

-Bastante. -Gargalhamos.

-Que tal pedirmos comida?

-Frango Xadrez?

-Não massa. -Fez bico.

-Matt.

-Lasanha?

-Está bem, pode ser. -Olhei no relógio meio dia em ponto o sol lá fora brilhava intensamente o céu estava azul pelo menos era o que dava pra ver pela minha janela, uma corrente de ar gelado invadiu a sala e soprou todos os meus papéis os deixando mais bagunçados ainda.

Senti um arrepio tomar conta do meu corpo e meu peito apertou, uma sensação ruim, como um nó na garganta impedindo minha respiração.

-O que foi? Você está pálida.

-Uma sensação ruim, um aperto no peito. -Respirei fundo sentindo meus olhos arderem.

-Está passando mal? Quer ir no PS?

-Não estou bem. -Olhei para o céu azul.

-Vamos parar.

-Não precisa Matt estou bem. -Levantei-me. .

-Precisa sim.

-Acho que vou tomar um banho com sal grosso. -Ele sorriu. -Volto já.

-Tá. -Segui para o meu quarto e procurei um calmante, está bem sei que não devo ficar tomando essas coisas mas estou nervosa.

-Sky seu celular.

-Ai meu deus. -Meu coração disparou e eu sai correndo para a sala. -Alô?

-Aurora é você?

-Vó?

-Eu mesma.

-Quanto tempo a gente não se fala. -sentei-me no sofá. -Como você está?

-Estou morando em Boca Raton agora.

-Cansou de Miami?

-É, a florida está me cansando. -Rimos.

-Sabe que pode vir pra cá quando quiser não é? Na minha casa não tem espaço mas mamãe e papai compraram uma bem grande, eles estão ricos.

-Estava pensando em você agora Aurora, então te liguei, está bem?

-Sim. -Eu e vovó conversamos bastante, parece que ela sábia que eu precisava disso me ajudou a relaxar e eu contei todas as novidades. Matt foi embora e deixou meu almoço sobre a bancada da cozinha mas eu não comi, estava sem fome e com um sono terrível, isso que dá ficar a noite toda acordada. Resolvi tirar um cochilo já que não tinha muita coisa pra fazer, tirando o trabalho minha vida anda bem parada e isso é chato não tenho mais vontade de ir pra baladas com a frequência que ia antes acho que agora é real preciso mesmo de férias.

Acordei com o telefone da casa berrando eu não sei quem liga pra essa merda já que poucas pessoas tem o número.

-Já vai. -Me arrastei até a sala. -Alô?

-Alô, Skylar Wright?

-Eu mesma quem fala?

-É do Hospital geral de Los Angeles. -Senti meu sangue sumir das veias, parecia que eu estava revivendo um pesadelo. -O que a senhora é de Peter Hernandez?

-O que aconteceu? -Minha voz saiu baixa como se estivesse sufocando. -O que aconteceu com o meu Peter?

-Ele deu entrada no nosso hospital a poucos minutos peço que a senhora venha até o local.

 -Sim estou indo. -Desliguei o telefone peguei minha bolsa e sai de casa, o elevador nunca demorou tanto e o trânsito nunca esteve tão lento como hoje, parecia que os minutos eram horas e que o hospital ficava do outro lado da terra. Tentei me controlar, talvez não tenha sido nada grave, ele pode ter caído, se cortado, pode não ter sido nada.

Entrei no PS como um furacão quase derrubando tudo e todos que estavam na minha frente, pra completar a recepção estava cheia de gente, puta que pariu eu devo ter atirado pedra na cruz pra merecer uma coisa dessas.

-Peter Hernandez. -Falei quando a moça finalmente me atendeu.

-Tem que preencher essa ficha senhora. -Me entregou um monte de papéis.

-Eu quero saber o que aconteceu com ele.

-Peter sofreu um acidente de carro. -Sabe quando você sente que a gravidade não existe mais? Que o seu corpo está flutuando no espaço? Foi como me senti, eu não ouvia nada do que a moça falava e mal conseguia vê-la, aquela luz do hospital estava me cegando, era tão branco e limpo.

-Como ele está? -De onde tirei forças pra fazer essa pergunta eu não sei, acho que ativei o modo automático.

-Ainda não sabemos mas o médico virá falar com você. -Preenchi a ficha dele como pude e sentei-me na poltrona branca perto do corredor. A cada minuto que passava eu me sentia mais angustiada, precisava avisar alguém da família o que estava acontecendo mas queria ter notícias antes, não queria assustar ninguém.

-Parentes de Peter Hernandez.

-Oi como ele está? -Parei a frente do médico.

-O que você é dele?

-Sou o número de emergência dele. -Pisquei algumas vezes. -Como ele está?

-Bem Peter sofreu um acidente de carro como já deve ter sido informada, mas não foi nada grava por contado do airbag e o cinto de segurança ele só teve algumas escoriações leves. -Soltei o ar pesadamente. -Ele está passando por alguns exames só por precaução.

-Eu posso vê-lo?

-Sim, me acompanhe por favor. -O segui pelo corredor branco até onde ficavam um tipo de enfermaria. -Peter? Seu número de emergência está aqui.

-Sky? -O olhei sentado sobre a maca com aquela roupa de hospital um curativo na testa e um soro no braço.

-Peter.  -O abracei como toda a minha força desabando, não consegui mais segurar o choro ver que ele estava bem me fez respirar de novo. -Eu, eu pensei que você, que ia acontecer de novo.

-Calma tá tudo bem.

-Eu fiquei com medo eu não sábia o que fazer nem sei como cheguei aqui, eu, eu... -O abracei com mais força ainda. -Eu não sei o que faria se te perdesse.

-Eu estou aqui você não me perdeu. -Olhei em seus olhos. -Calma, respira.

-Como você está? Está sentindo dor? -Apalpei seu corpo procurando um machucado.

-Eu estou bem. -Segurou meu rosto entre as mãos. -Olha pra mim, não se preocupe não vai acontecer nada comigo.

-Mas, é que eu... -Os soluços mal me deixavam falar.

-Já passou, tá tudo bem agora. -Sua mão segurava levemente minha nuca enquanto a outra estava na minha cintura, ficamos um bom tempo abraçados, meu rosto estava em seu pescoço enquanto meus dedos acariciavam seu ombro esquerdo, minha outra mão estava envolta em sua cintura o trazendo mais perto, eu senti tanto medo que agora estava em choque. -Quer sentar?

-Não.

-Quer comer alguma coisa? -Neguei mais uma vez e ele suspirou. -Não deveria ter colocado seu número na emergência.

-Por que? -Levantei o rosto.

-Olha pra você, está gelada e tremendo ainda.

-Eu só fiquei com medo, é compreensível. -Brinquei com sua mão.

-Totalmente, mas eu não queria que ficasse assim. -Acariciou meu maxilar e eu fechei os olhos aproveitando seu toque.

-Com licença. -O médico entrou na sala e nós nos separamos. -Acabaram de sair os resultados dos seus exames e está tudo bem não sofreu nenhuma fratura ou contusão.

-Graças à deus. -Respirei aliviada. -Quando ele pode ir?

-Logo, só vamos deixa-lo em observação até as seis e vocês podem ir. -Ele sorriu.

-E as minhas coisas? O Carro você tem alguma informação?

-A polícia rebocou seu carro e bem eles querem falar com você. -Bruno assentiu.

-Tudo bem pode ser agora?

-Sim, vou pedir pra entrar. -Eu não pude ouvir o “depoimento” então fui até a lanchonete e comprei um frapuccino, voltei para o local onde ele estava e havia uma enfermeira tirando sua pressão.

-Vamos tirar o soro agora não precisa mais dele. -Ela sorriu.

-Por que o soro? -Me intrometo e ela me olha.

 -Ele estava um pouco tonto e com algumas dores quanto chegou então administramos um analgésico no soro.

-Hum. -Tomei meu café enquanto os observava conversar, ele estava todo sorrisinhos para ela, vou contar pra sua namorada Peter. Falando em namorada onde está a cobrinha de jardim que não está aqui com o namorado dela? Que por um acaso ela esfrega na cara de todos como se fosse um troféu.

-Descanse um pouco, com licença. -A moça saiu e eu olhei para o Peter.

-O que? -Arqueou uma sobrancelha.

-Tá tudo bem mesmo? -Você não vence a Skylar no jogo da Skylar.

-Estou ótimo. -Sorriu. -A enfermeira cuidou muito bem de mim.

-Que bom. -Segui até perto da cama e deixei o copo de café na mesinha. -Posso deitar aqui?

-Claro. -Me deu espaço e eu deitei.

-Como aconteceu? Você se descuidou?

-Não eu estava atento, o sinal abriu pra mim e quando fui atravessar a pick-up bateu em cheio no lado do passageiro. -Fez um gesto com as mãos. -Agora só quero ir pra casa.

-Por que não ligou pra Amber?

-Porque ela está viajando. -Fechou os olhos encostando a cabeça em meu peito.

-Quando foi que ela virou aeromoça? -Ele sorriu. -Nem eu viajo tanto.

-Ela está trabalhado. -Acariciei seus cabelos até que caísse no sono mas eu não consegui dormir, minha cabeça está a mil só de pensar no que podia ter acontecido sinto minha cabeça girar. As seis o médico o liberou e seguimos para minha casa, insisti para que ligasse para alguém da família e avisasse o que havia acontecido mas ele disse que amanhã ligaria.

-Toma aqui. -Entreguei uma das minhas blusas e uma cueca pra ele que entortou os lábios. -O que? Se não gostou da cueca eu posso pegar um fio dental.

-De onde saiu essa cueca?

-Da loja, é minha o que você pensou? -Ele deu de ombros.

-Por que usa cueca de homem?

-Porque eu quero, agora vai logo tomar esse banho. -Ele seguiu para o banheiro social e eu para o meu, tomei um banho pra me livrar do cheiro de hospital que parecia estar empreguinado em meu corpo. Lavei bem os cabelos e os sequei somente com a toalha, sem vontade de usar secador. Segui para a cozinha e precisava preparar algo para nós, estava morrendo de fome e meu estômago chegava a doer.

-Acho que tenho que refazer isso. -Apontou para o curativo na testa.

-O que você quer comer?

-Não estou com fome. -Sentou-se no sofá com a toalha em mãos.

-Vou fazer uma sopa.

-Não. -Choramingou. -Tudo menos sopa.

-O que quer então? Acho que tenho lasanha, hambúrguer, frango, salsicha. -Contei nos dedos.

-Lasanha. -Peguei a que Matt havia pedido mais cedo e eu não comi que estava na geladeira e coloquei para esquentar no micro-ondas.

-Vou pegar o Kit pra refazer o curativo. -Segui para o banheiro social e peguei a pequena maleta vermelha escrita primeiros socorros, voltei para a sala e ele estava sentada num banquinho olhando o celular. -Que foi?

-Nada. -Colocou o aparelho sobre a bancada e a tela estava destruída. -Vou ter que mandar pro concerto.

-É, deixa eu ver isso. -Retirei seu curativo que estava um pouco molhado, eca, e coloquei no lixo. -Eita.

-O que?

-É bem fundo. -Umedeci o algodão com antisséptico e pressionei sobre o corte.

-Ahh, Skylar. -Segurou minha mão. -Você tem a sutileza de um cavalo.

-Para de reclamar você chora demais. -Limpei o ferimento e passei uma pomada analgésica pra princesa não reclamar que está doendo depois, me concentrei em fazer o melhor que podia para “vedar” o ferimento.

-Valeu. -Olhei em seus olhos e ele me encarava com um sorriso. -Eu sábia que não ia me deixar.

-A lasanha já está pronta. -Me desvencilhei de seus braços e segui até o micro-ondas, o jantar foi silencioso liguei a televisão e fiquei no sofá enquanto ele comia no balcão.

-Eu queria me deitar um pouco.

-Vai lá pro quarto eu já arrumei a cama pra você.

-Valeu. -Seguiu sem nem olhar direito pra minha cara, ok. Terminei de comer e quando fui colocar a louça na pia vi que seu celular tocava, Amb foi o que eu consegui ler na tela toda trincada e não me contive.

-Alô?

-Alô quem ta falando?

-Skylar. -A ouvir bufar.

-O que está fazendo com o celular do meu namorado?

-Peter não pode atender agora está descansando, liga depois. -Desliguei na cara dela e ri só de pensar como ela estava agora comecei a rir, o que? Foi divertido. O celular voltou a tocar e eu o desliguei largando lá mesmo, eu adoro provocar não posso evitar o meu espirito de discórdia é mais forte do que eu. -As pessoas são divertidas. -Entrei no quarto e Bruno estava deitado na cama com o lençol até a cintura, cabelos bagunçados e olhos atentos na televisão.

Ele é tão bonito, não era assim quando o conheci e com certeza o tempo o fez muito bem, mas ele nunca perdeu a feição de menino o nariz pequeno e bem desenhado, as bochechas gordas com covinhas, mas o seu olhar parece ter mudado bastante ou talvez só a maneira que ele me olha. Ele diz que me deseja sem abrir a boca só com o olhar ele revira minha alma e minha cabeça, é como se ele soubesse que cada vez que me olha e eu quero me entregar.

-Vai ficar ai me olhando? -Despertei do meu tranze com suas palavras.

-Só quero saber se precisa de alguma coisa, se está sentindo algo.

-Não sou uma criança se precisa de alguma coisa te chamo. -Voltou o olhar para a televisão. -E eu estou bem.

-Parece tenso. -Me aproximei sentando na cama ao seu lado.

-Já disse que estou bem.

-Tá bom então Peter. - Levantei-me indo até o closet e pegando um lençol e um travesseiro. -Amanhã você vai embora.

-Espera Sky, me desculpa. –Suspirou. -Como você está?

-normal. –Dei de ombros.

-Tem certeza? –Segurou minha mão, e eu senti meus olhos arderem. –Vem cá. –Me puxou para um abraço apertado. –Sinto sua falta.

-Eu também. –Apertei mais ainda os braços aos redor de sua cintura.

-Eu penso, no nosso beijo todos os dias. –Separei nossos corpos o olhando logo em seguida.

-Eu... –Ergueu o indicador me impedindo de continuar.

-Eu te quero Skylar, e sei que também me quer então porque dificultar as coisas? –Engoli seco e pisquei algumas vezes rapidamente, é claro que eu o queria, mais que qualquer coisa nesse momento eu só pensava nele, desde o segundo em que acordava até quando ia dormir.

-Eu não quero mais mentir pra mim mesma. –Falei lentamente. –Eu sinto tanta saudade de você, do seu cheiro, do seu corpo, e eu...

-Shh, não precisa falar mais nada. –Falou já trazendo meu corpo para perto do dele e aproximando nossos lábios, nossas línguas massageavam-se suavemente enquanto suas mãos passeavam por meu corpo, apertando e acariciando cada parte dele. Joguei as pernas ao redor de sua cintura e me sentei em seu colo já sentindo um volume considerável pressionando minha intimidade.

 

How do I make the phone ring?

Why do I even care?

How are you all around me

When you're not really there?

When you're not really there?

 

Tratei logo de me livrar de sua blusa e ele fez o mesmo comigo.  -Adoro essas tatuagens. -Beijou minhas costelas subindo pelos seios até a boca.

-Hum... -Me deitou na cama enquanto beijava minha boca com desejo, tirei a blusa do seu corpo passando as unhas por seu peito nú. Minhas mãos desceram por sua barriga até seu membro que estava duro, acariciei dando leves apertões e ele gemeu baixo pra mim seus dedos brincaram com a lateral da minha calcinha e ele ameaçou tira-la algumas vezes, sorri quando ele sugo o pequeno piercing do meu mamilo esquerdo.

 

How do I feel you on me

When you're not on my skin?

Why do you say you want me

Then tell me "I'm not coming in"?

Baby, just come on in

 

Seus beijos desceram por meu abdômen até minha intimidade encharcada a cheirou por cima da calcinha e passou a língua suavemente, o que já foi mais que suficiente para eu quere gozar. Retirou a calcinha com a boca e a jogou no chão, sua língua quente tocou minha intimidade e eu me contorci de prazer, enquanto ele sugava meu clitóris seus dedos faziam um trabalho maravilhoso na minha entrada.

-Porra! -Agarrei os lençóis arqueado as costas e rebolando pra ele, Bruno ajoelhou-se na cama acariciado seu membro por cima da cueca, estou sedenta.

 

Cause every time I'm with you

I go into a zone

And I remember all the places you wanna go

Take me all the way

Ain't nobody gonna touch it

Touch it, touch it

Cause every time I see you

I don't wanna behave

I'm tired of being patient

So let's pick up the pace

Take me all the way

Ain't nobody gonna touch it

Touch it, touch it

 

 Puxei-a para baixo e seu membro pulou para fora lindo e brilhante, sim era um pau bem bonito eu não me lembrava disso. Sua glande rosada estava úmida e brilhante, massageei fazendo movimentos de vai e vem e observando sua pele fina movimentar-se para cima e para baixo, não vou colocar na boca sabendo que ele enfia isso naquela lá.

Me estiquei pegando um camisinha no criado mudo e o entreguei, Bruno vestiu com uma habilidade surpreendente ele realmente não gosta de perder tempo. Fiquei de quatro na cama e ele segurou meus cabelos com uma das mãos enquanto a outra auxiliava seu pau na minha entrada. Gemi alto quando ele entrou por completo, caralho que tesão, Bruno ia fundo lentamente enquanto eu tentava não fazer muito barulho o que não adiantou muito, o barulho dos nossos corpos se chocando me deixava excita pra caralho esse homem é incrível.

 

How do you know I'm breathing

When I'm holding my breath?

Why don't we face the danger

Just for the night and forget?

Baby, let's just forget

Remind me why we're taking a break

It's obviously insane

Cause we both know what we want

So why don't we fall in love?

Baby, let's fall in love

 

Suas estocadas ficaram mais rápidas e duras e ele desferia tapas dolorosos na minha bunda enquanto fazia isso, encostei o rosto no travesseiro a fim de abafar meus gemidos e gruinidos que ficavam cada vez mais altos a cada estocada dele. Deitou me na cama agora de barriga para cima, acariciou meu rosto retirando os fios de cabelo que estavam grudados nele por conta do suor e segurou me pescoço, continuou me fodendo como se não houvesse amanhã eu podia sentir toda a vontade que ele estava de fazer isso porque eu também estava.

Abri os olhos o observando, seus cabelos molhados de suor grudados na testa como os meus, as pequenas gotas que escorriam por seu peito, os lábios comprimidos contendo seus gemidos roucos, porra que homem gostoso da porra se eu soubesse, ou melhor se eu lembrasse não teria demorado tanto pra isso.

 

-Me fode baby. -Gemi e ele sorriu indo mais rápido ainda.

 

Cause every time I'm with you

I go into a zone

And I remember all the places you wanna go

Take me all the way

Ain't nobody gonna touch it

Touch it, touch it

Cause every time I see you

I don't wanna behave

I'm tired of being patient

So let's pick up the pace

Take me all the way

Ain't nobody gonna touch it

Touch it, touch it

 

 Senti que estava quase lá quando ele deitou-se sobre meu corpo, beijei seus lábios com vontade quando senti meu corpo explodir em prazer não controlei meus gemidos o deixei saber o quanto eu havia gostado, ele veio logo depois enfiando o rosto em meu pescoço e gemendo gostoso, porra eu poderia ouvir esse homem gemer o dia todo.

 

Baby, ain't nobody gonna touch it

Touch it, touch it

 

Ficamos naquela posição por alguns minutos, ele saiu de dentro de mim e então ficamos só abraçados sentindo um o calor do corpo do outro, acariciei seus muitos cabelos enrolando um dos caracóis no dedo, sua boca espalhava beijos molhados por meu pescoço e boca e aquilo era muito bom.

-Precisamos de um banho. -suspendeu o corpo sobre os dois braços que estavam ao lado da minha cabeça, seus olhos me analisavam eu devo estar horrível mas ele está lindo, nunca o vi tão lindo.

-Suas costas ainda doem? -Acariciei-as e ele sorriu.

-De modo algum. -Beijei seus lábios com carinho.

-Você é incrível. -sussurrei ainda com nossos lábios próximos.

-Nós somos baby. -me deu um selinho.

-Agora entendo sua indignação por eu não lembrar sobre Vegas.

-Hum, esqueça Vegas não chegou aos pés do que tivemos agora. -Sorri o abraçando.

-Banho. -enrolei as pernas em sua cintura e ele levou-me até o banheiro, tomamos um banho rápido sem muitas carícias e melação mas muitas brincadeiras, enquanto eu procurava roupas para nós ele trocou os lençóis da cama.

-Não sábia que tinha um piercing. -Sorriu travesso quando joguei uma das minhas bermudas pra ele.

-Faz pouco tempo. -Levantei a blusa mostrando os peitos pra ele.

-Dói?

-Bastante quando fura, depois fica dolorido por alguns e dias e para. - o observei vestir a bermuda.

-Por que ai?

-Nossa que curioso. -Rolei os olhos. -Acho bonito.

-É bem bonito. -Deitei-me na cama e ele deitou ao meu lado, joguei a perna por seu quadril e encostei o rosto em seu pescoço sentindo o cheiro de homem que emanava daquele ser. -Boa noite baby.

-Boa noite P.

 

Bruno’s point of view

 

Abri meus olhos lentamente ouvindo uma música baixa, sentei-me na cama coçando os olhos e me espreguiçando.

-Sky? -Levantei-me seguindo até a cozinha de onde vinha a música. Ela estava fritando ovos e bacon enquanto fazia uma dança no mínimo engraçada ao som de Shape of you.

-Oi. -passou manteiga de amendoim na fatia de pão e depois geleia. - está se sentindo bem?

-Ótimo. -me aproximei a abraçando pelas costas e beijando seus pescoço.

-Dormiu bem? -virou-se para mim.

-Não, você me chutou a noite toda. -Fiz bico e ela riu. -Podia jogar futebol sábia?

-Irei investir. -Suas mãos laçaram minha cintura. -Fome?

-Muita. -Seus lábios tocaram os meus com carinho, suas mãos seguraram meu rosto aprofundando o beijo.

-Vem, eu fiz tudo que você gosta. -Me puxou pela mão até a mesa.

-Tudo?

-É ovos e bacon. -Ri. -É tudo que sei.

-Obrigado baby. -Apoiou o rosto na mão esquerda e ficou me encarando. -Sou bonito né?

-Eu poderia dizer que sim mas ai você ia ficar se achando. -Arqueou a sobrancelha umedecendo os lábios.

-Você é linda baby.

-Eu sei baby. -Me mandou um beijinho, comi meu café da manhã que estava uma delícia diga-se de passagem enquanto ela me observava, depois disse que teria que trabalhar e foi se arrumar.

-Baby onde estão minhas roupas?

-Na lavanderia. -Segui para a pequena lavanderia e peguei minhas roupas que estavam dobradas sobre a máquina, as vesti deixando a que ela havia me dado no mesmo lugar. Quando voltei para a cozinha ela já estava pronta tirando a mesa, que mulher linda do caralho.

-Vai me dar carona né?

-Não, vou deixar você ir correndo assim perde peso. -Sorriu, bruxa.

-Ontem você não reclamou. -Coloquei as mãos no bolso.

-Touché. -Rimos. -Vamos? Se não eu me atraso.

-Vai trabalhar sempre assim?

-Assim? -Olhou para a roupa que cobria seu corpo.

-Assim elegante.

-Eu sou elegante. -Colocou a chave embaixo do jarro de plantas.

-Você entendeu.

-Tenho uma reunião hoje. -Seguimos para o elevador. -É bem importante.

-Relaxa você vai se sair bem, nunca vi uma pessoa tão articulada e persuasiva na minha vida. -Pisquei pra ela.

-Sabe o que significa persuasiva Peter? -Me ofereceu um sorriso sarcástico.

-Mas é uma bruxa mesmo. -O caminho até em casa foi ótimo, conversamos bastante sobre muitos assuntos sobre a tour que irá começar em poucos dias, sobre o trabalho dela e as viagens programadas, parecia tudo ótimo.

-Em casa, agora por favor liga pra suas irmãs e avisa o que aconteceu. -Acariciou meu rosto e eu assenti. -Pede pra alguma delas virem aqui.

-Tá bom. -Ganhei um selinho carinhoso, preciso dizer que estou adorando isso? -Vou perguntar.

-Não. -Jogou a cabeça para trás.

-Vou sim. -Tirei o cinto. -Estamos bem? Estou perdoado?

-Está.

-Voltamos a nos falar?

-Uhum.

-Tudo ótimo então. -Desci do carro e observei ele descer a rua e sumir, nunca estive tão bem tirando o acidente é claro quando eu pensei que iria morrer, juro que pensei no Sean naquele momento por algum motivo eu só conseguia pensar nele e aquilo me manteve calmo o tempo todo. Entrei em casa e estava aparentemente tudo calmo, aparentemente porque assim que fechei a porta um tsunami de gente veio pra cima de mim.

-Onde você estava? Estou te ligando a horas e nada Peter? –Tiara berrou.

-Como aconteceu? Por que não nos ligou? –Jaime veio até mim tocando meu rosto carinhosamente.

-Da pra responder?

-Ei, estão me deixando tonto. -Sentei-me no sofá. -Como ficaram sabendo?

-Foi a primeira notícia do TMZ hoje de manhã.

-Droga. -Suspirei. -Não foi nada grave como podem ver estou bem.

-E por que não ligou para nenhum de nós?

-Ligaram para a Skylar lá do hospital, ela foi me buscar. -Dei de ombros. -Ela tá nos números de emergência.

-Você é um irresponsável mesmo, nem pra ligar e avisar a gente. -Presley jogou-se no sofá.

-Foi mal não queria preocupar ninguém, eu estou bem olhem pra mim.

-Vaso ruim não quebra. -Eric brincou e nós rimos.

 


Notas Finais




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