História À Beira Mar - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Personagens Originais
Tags Bruno, Havaí, Moda, Musica, Romance, Skylar
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Palavras 4.695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu não disse que voltava? então aqui estou!

boa leitura <3

Capítulo 28 - Baby girl never more, parade and dinner


Fanfic / Fanfiction À Beira Mar - Capítulo 28 - Baby girl never more, parade and dinner

Skylar P.O.V’s

 

Enquanto os empresários chatos falavam sem parar eu não prestava atenção em nada, só conseguia pensar em um certo cantor que estava na minha cama a algumas horas.

Era incrível como eu ainda sentia o cheiro dele no meu corpo, que foda maravilhosa.

-Senhorita Wright? Você entendeu?

-Sim. -Não!

-Eles estão nos propondo que coloquemos modelos um pouco diferentes nessa campanha. -Matt me alertou.

-Diferente como?

-As modelos do Victoria fashion show do ano passado parecem boas pra mim. -Um dos engravatados falou.

-Mas nós já temos modelos assim.

-Bem, queremos uma campanha mais “limpa” se é que você me entende, nossos clientes não veem só as roupas mas veem os corpos onde elas estão, elas desejam ter aquele corpo para vestir aquela roupa é assim que vendemos.

-Senhor...Simpson? -Olhei no papel e ele assentiu. -Eu acho que você não sabe do que está falando, por conta desses padrões idiotas muitas pessoas são escravas do próprio corpo, de dietas mirabolantes e treinos na academia até a exaustão. A minha marca preza que todos sintam-se bem com as minhas roupas, independente se são modelos VS ou não. Eu quero que as pessoas sintam-se bonitas sem precisarem destruírem a si mesmos no processo, a colaboração dos senhores é muito importante pra mim mas não fara com que eu abdique dos meus ideias.

-Eu sinto muito então.

-Com licença tenham um ótimo dia. -Peguei minhas coisas sobre a mesa. -Vem Matthew.

-Sim senhora, com licença. -Saímos da sala e eu estava quase explodindo de raiva daquele ser idiota, eu não vou usar do sofrimento de ninguém pra subir. -Respira.

-Você viu o que aquele cara falou? Quem ele pensa que é? -Ele me entregou um copo de água. -Anos nessa indústria e eu não consigo me “acostumar” com isso.

-Ninguém se acostuma com preconceito. -Deu de ombros. -Mas infelizmente ele existe.

-Senhorita Wright?

-Sim? -Um homem de seus 60 anos estava parado a minha frente. -Eu sou Jason Turner.

-Jason Turner? Da Turner Entertainment's?  -Matt esbugalhou os olhos.

-Eu mesmo. -Sorriu. -Gostei muito do que você falou lá dentro, eu tenho esposa e ela sempre fica me falando que está gorda e velha, e isso a deixa muito triste o que você disse é exatamente o que ela precisa.

-Obrigada, mas é muito difícil fazer sem uma equipe de marketing. -Suspirei.

-Toma aqui. -Me entregou um cartão preto com letras douradas. -Ligue para a minha secretária o nome dela é Andrea, marque um horário e vamos conversar.

-Claro, muito obrigada você não vai se arrepender.

-Eu sei que não. -Sorriu. -Com licença.

-Toda. -O observei entrar no elevador e ele se fechar.

-Ai meu deus. -Eu e Matt nos abraçamos.

-Eu não acredito. -Sorri animada.

 

<><><> 

 

Cheguei em casa pra lá de cansada, entrei e estava um silêncio sepulcral.

-Mãe? -Coloquei a sacola cheia de besteiras encima da mesa. -Pai?

-Oi querida. -Ele desceu até o meio da escada.

-Por que eu não estou em casa relaxando na minha banheira? -Coloquei as mãos na cintura. -O que a Zöe tem?

-Eu não sei ela não abre a porta.

-Trouxe todas as besteiras que ela gosta, vamos descobrir. -Joguei meus sapatos no tapete e segui pelo corredor.

-Abre a porta filha.

-Não, eu quero a Sky. -Minha mãe estava na porta do banheiro tentando convence-la mas não adiantava.

-Cheguei. -Dei um beijo na minha mãe. -Zöe?

-Oi?

-Sou eu, abre a porta vai. -Ela destrancou a porta e eu entrei. -O que aconteceu meu amor? Por que você está chorando? -Sequei seu rosto.

-Eu estava deitada ai eu senti uma coisa, e ai quando eu fui ver estava toda suja. -Ela chorava inconsolavelmente, tadinha.

-Nós já conversamos sobre isso Zo, uma hora iria acontecer.

-Mas eu não quero, é chato e dói. -Fez careta.

-Eu sei mas é inevitável todas nós temos.

-E agora?

-Toma um banho, eu vou pegar um absorvente e uma roupa pra você. -Ela assentiu limpando o rosto. -Está sentindo muita dor?

-uhum.

-Vou pegar um remedinho. -Sai do banheiro e segui para o seu quarto, peguei um pijama e um dos absorventes que eu havia dado a ela.

-E ai o que ela tem? -Mamãe e papai estavam sentados no sofá.

-Mãe, pai. -Respirei fundo. -Zöe agora é uma moça.

-Ah meu bebê. -Minha mãe se derreteu toda.

-Não entendi, o que aconteceu?

-Esse homem é biólogo mesmo?

-Ela menstruou Tom.

-Ah, Coitada. -Rimos da cara de dor dele.

-Vou pegar um remédio pra ela. -Peguei minha bolsa e subi de volta para o quarto dela.

-Que ódio. -A coitada estava se despedaçando em lágrimas. -Por que eu estou chorando?

-Me pergunto isso todo mês. -Procurei minha nécessaire dentro da bolsa. -Não estou encontrando.

-E agora?

-Vou pedir pro papai ir comprar é rapidinho, não chora. -Ela jogou um travesseiro em mim.

-Odeio ser mulher, queria ser homem. -Tive que ri.

-Comprei um monte de besteira pra você, vou lá pegar e a gente vê uns filmes alternativos depressivos ok? -Ela assentiu e eu voltei a descer as escadas, vou ficar com uma bunda gostosa assim.

-Que foi agora?

-Compra lá esse remédio pra ela. -Entreguei um papel para ele.

-Tá. -Levantou-se pegando as chaves do carro.

-Toma cuidado. -Senti meu coração apertar lembrando do Peter.

-Eu sempre tomo meu amor. -Ele saiu pela porta e eu fiquei meio coisada.

-O que foi?

-O Peter sofreu um acidente ontem. -Sentei-me na poltrona.

-O que? Como assim?

-Tá tudo bem não foi nada grave ele está até em casa já.

-E como ficou sabendo?

-Me ligaram do hospital. -Meus olhos marejaram só de lembrar. -Foi horrível ter de ouvir aquilo de novo, “ele deu entrada”, “ele sofreu um acidente”, “não temos notícias”, “tenha calma”, o mesmo hospital. -Respirei fundo.

-Por que não ligou pra alguém?

-Eu estava nervosa demais pra isso, não queria assustar ninguém e depois que vi que ele estava bem Bruno pediu pra não preocupar ninguém. -Mexi na barra do meu vestido. -Fiquei com muito medo.

-Imagino meu amor, você sozinha lá sem notícias dele. -Seu olhar era reconfortante.

-Eu vou levar as besteiras da Zöe, quer vir assistir filmes com a gente?

-Que tipo de filme?

-Filme Hipster. -Fiz uma pose engraçada.

-Claro. -Subimos para o quarto da ex bebezinha, e fomos ver os filmes acabou que paramos numa série sobre médicos que eu nunca vi mas era boa.

-Ele vai morrer eu já vi esse.

-Mãe! -Falamos juntas.

-É brincadeira. -Ela abraçou a Zöe que encostou a cabeça em seus seios, aliás porque eu não tenho seios assim? Injustiça o nome. Depois papai chegou e ficamos todos juntos assistindo, sentia falta disso, até do meu pai não entendendo nada e minha mãe tentando explicar e falhando miseravelmente, a Zöe comendo toda a pipoca e me deixando sem, e eu só apreciando a beleza do momento e fazendo um monólogo mental tipo agora. Meu celular tocou e eu fui atender, pode ser do trabalho nunca se sabe, você sai da empresa mas a empresa não saí de você.

-Alô? -Atendi no escuro depois de ler o nome dele na tela.

-Oi baby.

-Oi.

-Sentiu minha falta?

-Eu não. -Sai do quarto fechando a porta e seguindo para o lado de fora.

-Mentirosa, eu senti se você quer saber.

-Bom pra você.

-Podia vir aqui?

-Melhor não.

-Qual o problema com a minha casa?

-Ela não cheira bem. -Ele riu. -Território inimigo.

-Ah é claro. -ficamos em silêncio por um tempo. -Está em casa?

-Estou na casa dos meus pais. -Sentei-me na piscina colocando os pés dentro da água.

-Ah, ok.

-O que está fazendo?

-Estou aqui fora vendo as estrelas com o G e você?

-Vendo as estrelas sozinha. -Olhei para o céu que estava lindo, a brisa leve que vinha do mar me acalmava, ah eu amo a noite.

-Preciso de uma ajudinha.

-Hum, fala. -Deitei-me na grama.

-Eu vou fazer um tributo ao Prince no Grammy desse ano, e quero que faça meu figurino.

-Nossa. -Suspirei. -Uau, você confia mesmo em mim.

-Confio minha vida a você Sky.

-E eu a minha a você. -umedeci os lábios. -Mesmo que talvez numa situação de perigo você tente fugir e me deixar pra morrer.

-Você faria isso, eu não consigo correr muito. –Gargalhei.

-Sabe que vai sair bem caro né?

-Eu sou rico.

-Ainda quero ir.

-Então eu te levo, te levo onde você quiser.

-Por que está fazendo essas cantadas cafonas? -Gargalhei.

-Estou tentando ser sedutor já que nossa relação deu um passo importante.

-Já que tocou no assunto...

-Não, se for dizer que foi tudo ótimo mas não rola, somos amigos e tal nem fala nada.

-Ontem foi incrível, eu estava cheia de sentimentos pelo o que aconteceu, e você estava ali mais perto do que esteve nos últimos messes. -Senti um frio na barriga e meus nervos tremerem.

 -Você me causa sensações que eu não sei explicar, nosso sexo é maravilhoso, somo perfeitos na cama e eu não quero parar.

-Eu também não baby, eu só penso em você desde que te deixei eu penso em te ver de novo e te ter de novo.

-Eu só penso no seu pau e que quero sentar nele até ficar toda assada. -Ele suspirou e depois soltou uma risada baixa e rouca.

-Você consegue me deixar de pau duro sem nem estar aqui, vê? Eu preciso de você agora.

 -Bate uma pra mim. -Fiz a voz mais sexy que podia.

-Eu já bati muitas. -Riu safado.

-Eu tenho que ir agora. -Só pra deixa-lo na vontade.

-Tem mesmo?

-Sim, boa noite P divirta-se.

-Você me paga.

-Tchau. -Encerrei a chamada e corri para o banheiro, fogo na boceta é o que não me falta e o Peter sabe disso, além do mais ele sabe como apaga-lo também.

 

Bruno’s Ponit of view

 

-Ai! -Senti o alfinete espetar minha pele. -Cuidado.

-Já mandei ficar quieto. -Ela estava concentrada colocando cada alfinete em seu devido lugar, era como um plano de ataque de um exército cada um tinha seu lugar específico.

-Vai ficar lindo. -Ela terminou de colocar os alfinetes e pediu para eu tirar o terno, agachou-se para pegar as coisas no chão e eu logo vi que estava sem sutiã, seus seios eram tão lindos e empinados, com suas aureolas marrons e seus mamilos duros, e aquele maldito piercing que os deixava ainda mais gostosos.

-Agora é só passar as costuras. -Pegou a roupa das minhas mãos e colocou dentro da mala que carregava.

-Que bom que acabou. -A abracei por trás beijando sua linda nunca.

-É. -Retirou minhas mãos de seu corpo e afastou-se.

-O que? Eu fiz alguma coisa? -Ela negou simplesmente juntando todas as suas coisas sobre a mesa. -Então?

-Já disse que aqui não. -Olhou ao redor.

-Território inimigo? -Ela sorriu. -Podemos ir para outro lugar então?

-Tenho que terminar isso aqui ainda. -Falou manhosa quando a abracei novamente.

-Posso ir pra sua casa então?

-Pode. -Me deu um selinho.

-Amor cheguei. -Nos afastamos rapidamente e eu fingi ajudá-la a pegar suas coisas. –Olá?

-Oi Amb. -Amber veio me beijar mas eu desviei dando um beijo em seu rosto, Skylar não me beijaria depois seu eu fizesse principalmente em sua frente.

-O que estão fazendo crianças? -Sky estava de costas mas eu sei que ela revirou os olhos.

-Minha roupa do tributo ao Prince. -Sorri animado, eu estou realmente muito animado pra isso é uma baita responsabilidade e por isso estou ensaiando todos os dias sem exceção.

-Ah eu estou tão animada. -Laçou meu pescoço. -Eu já estou vendo a minha roupa também.

-Hum. -Skylar riu, essa demônia gosta de botar fogo nas coisas. -Eu já vou.

-Eu te levo. -Peguei minhas chaves. -Tchau Amber.

-Tchau amor. -Saímos pela porta e ela tinha um sorriso divertido nos lábios.

-O que? -Abri a porta do carro para ela.

-Eu não vou se ela for. -Arqueou uma sobrancelha.

-Skylar. -Entrei do lado do motorista e dei partida. -Não dificulta.

-Você quer ver a oficial e a amante na plateia e se sentir o fodão por isso, mas eu já te adianto que não vai rolar. -Piscou pra mim com aquele sorriso sacana no rosto. -E outra o máximo que ela pode fazer é te deixar sem sexo, mas enquanto eu estiver aqui a foda é garantida.

-Reconfortante.

-Quero almoçar. -Prendeu os cabelos no topo da cabeça deixando alguns fios soltos, essa mulher tem noção do quanto ela é sexy?

-Você não vai entrar num restaurante assim.

-Assim? Linda? -Arqueou uma sobrancelha.

-Você está sem sutiã.

-Ah, eu não preciso de sutiã. -Apertou os peitos. -Eles são pequenos e ainda não caíram, e melhor ainda eu posso exibir meu novo piercing.

-Meu deus. -Paramos no sinal e ela me mostrou o pequeno piercing dourado em forma de flecha.

-Não é lindo?

-É maravilhoso. -Apertei seu seio e ela sorriu.

-Então vamos almoçar. -Paramos num restaurante de comida mexicana perto da casa dela e comemos, muitos tacos, nachos e Tamales depois fomos pra casa dela.

-Você deveria ter um bichinho. -Sentei-me no chão do seu pequeno ateliê.

-Eu já tenho você. -Falou concentrada na máquina de costura.

-Um bichinho tipo um cachorro, ou um gato, um porquinho talvez. -Ela riu.

-Não tenho tempo nem pra cuidar de mim imagina de um bichinho, passo praticamente o meu dia todo fora. -Arrumou os óculos no rosto e continuou costurando o tecido púrpuro que ganhava formas.

-Urbana me perguntou por que não pedi para ela fazer minha roupa do tributo também. -Falei olhando o celular onde havia uma mensagem.

-Por que eu sou melhor. -Falou simplesmente.

-Já percebeu o quanto você soa arrogante as vezes?

-Pelo menos eu tenho talento para justificar minha arrogância, quando eu digo que faço melhor é porque eu realmente faço. -Me olhou séria. -A crítica não mente e nem é legal com ninguém, se cheguei aqui é porque eu sou melhor do que a maioria.

-Tudo bem eu não quis ofender, só não acho legal você se achar melhor que ninguém e pensar que pode pisar nas pessoas.

-uhum. -Colocou o terno no manequim. -Por que você não vai dar lição de moral na sua namoradinha senhor humildade?

-Eu não vou falar mais nada.

-Você sempre fala. -Colocou a fita métrica em volta do pescoço e andou até mim. -Somos perfecionistas de maneiras diferentes.

-Que maneiras?

-Você nunca se acha suficiente, já eu acho que sou muito melhor e sempre tento fazer tudo à altura do meu talento.

-Eu mal consigo te ver por trás desse ego enorme. -Ela sentou-se no meu colo.

-Devo fingir ser humilde pra você? Te deixaria excitado? -Rebolou em meu colo.

-Você não tem jeito mesmo. -Agarrei os dois lados da sua bunda e ela me beijou deliciosamente, sua boca era gostosa de mais, sua língua macia massageava a minha, numa dança sensual seu corpo rebolava sobre o meu me deixando pra lá de excitado.

-Vamos pro quarto. -Falou levantando e seguindo pelo corredor até seu quarto, a peguei no colo a jogando na cama e ela deu um gritinho rindo logo depois.

-Shi... -Subi encima dela e comecei a puxar seu vestido para cima até tira-lo completamente de seu corpo. Ela estava tão linda ali deitada com aquele sorriso no rosto esperando para ver qual séria meu próximo passo, beijei sua barriga a lambendo logo em seguida subi até seus seios e os suguei com vontade a fazendo soltar leves gemidos.

Minhas mão desceu até sua calcinha que estava encharcada, comecei a massageá-la enquanto ainda sugava seu seio.

-Hum, P. - Segurou meus cabelos me fazendo olha-la e me dando um beijo gostoso, suas mãos abriram os botões da minha camisa rapidamente a tirando do meu corpo e jogando no chão, ela passou a mão por meu peito dando beijos molhados.

Me fez deitar na cama e abriu os botões da minha caça a retirando, sua mão acariciou meu membro rígido por cima da cueca e eu arfei, ela logo foi para junto das outras peças de roupa e eu estava nu, suas mãos massageavam-me num delicioso movimento de vai e vem que estava me deixando completamente maluco. Retirou a calcinha rapidamente e sentou-se sobre mim sem penetrar ela rebolava sobre meu pau duro o que era delicioso, apertava seus seios e gemia pra mim como uma verdadeira puta deve fazer, seu sorriso era a coisa mais excitante que eu já vi principalmente quando sua face contorcia-se num gemido de prazer e logo ele voltava quando via que eu havia gostado.

Estico-me pegando a camisinha no mesmo lugar de sempre, no criado mudo ao lado da cama, rasgo com a boca e sento-me a vestindo em meu membro com rapidez, a puxo novamente para o meu colo e acaricio sua boceta encharcada. A penetro vagarosamente enquanto ela segura meus cabelos fortemente e geme alto. Choraminga quando me coloco totalmente dentro dela, sua carne macia e molhada estava deliciosa e por qualquer movimento sua vulva contraia-se ao redor do meu pênis. Auxilie seus movimentos com as mãos em sua cintura, logo ela já estava cavalgando sobre ele com maestria, beijei entre seus seios e seu pescoço enquanto envolvia meus braços ao redor de seu corpo.

-Isso baby assim. -Beijei seus lábios.

-Eu vou gozar. -Mordeu o lábios.

-Goza pra mim Sky, hum, isso baby rebola.

-Ahh porra. -Ela me abraçou fortemente gemendo alto, seu corpo estremeceu por completo, ela contraia-se violentamente ao redor do meu pênis não aguentei mais e gozei também. Deitei-me na cama, exausto, ainda com ela em meu colo saí lentamente de dentro dela e a abracei beijando seus lábios.

-Você é incrível. -Beijei seu pescoço acariciando seus cabelos. Ficamos um tempo ali, deitados fazendo carinho um no outro e aproveitando nosso tempo juntos.

-Já vai? -Perguntou quando fiz menção de me levantar.

-Preciso me limpar, alguém ejaculou além de mim. -Deu um tapa em meu ombro.

-Quer tomar banho?

-Quero. -Seguimos para o banho, ela parecia cansada e mesmo que nossa foda tenha sido maravilhosa não acho que seja só por isso.

-Vem cá. -A coloquei de costas para mim e massageei seu couro cabeludo com as pontas dos dedos, depois a ajudei a enxaguar e esfreguei suas costas, ela fez o mesmo comigo tirando a parte de lavar os cabelos.

-Quer sua roupa ou outra? -Falou enquanto mexia no closet.

-Outra. -Ela voltou com um shorts de tecido e uma blusa, a observei colocar uma cueca e uma blusa que eu penso ser minha. -O que?

-Essa blusa é minha.

-Não é nada. -Sorriu divertida. -Agora é minha.

 -Por isso a minha coleção de blusas do Mickey está sumindo, é você.

-Nem vem. -Olhou para a escova e fez uma careta.

-Vem deixa que eu penteio.

-Muito gentil da sua parte P. -Sentou-se na cama.

-Eu sou um cavalheiro.

 

Skylar’s point of view

 

-Pronto, uma obra de arte. -Meu maquiador Bretman me virou para o espelho e eu estava linda, uma super maquiagem que me deixou maravilhosa.

-Olha que linda a filha da Beyoncé. -Gargalhei.

-Eu sou a Knowles perdida. -Olhei minha roupa no espelho. -Estou nervosa.

-Fica calma mulher vai dar tudo certo. -A cabeleireira Alexis arrumou minhas madeixas as deixando no lugar.

-Vai sim. -Respirei fundo. -Cruzem os dedos crianças.

-Com licença? -Ouvi batidas na porta e Bruno estava lá, todo gostoso de terno e chapéu, quero. -Posso entrar?

-Claro. -Sorri para ele.

-Nos vemos depois. -Eles saíram e nos deixaram sozinhos.

-Uau. -Aproximou-se sorrateiramente com um sorriso de lado. -Você está linda.

-Obrigada, você também está uma delícia. -Le dei um selinho segurando seu blazer.

-Nervosa?

-Nah, imagina. -Bati em seu ombro. -Eu acho que vou vomitar.

-Vai dar tudo certo, suas roupas são ótimas e está tudo nos conformes. -Segurou minha cintura. -Esse terno está maravilhoso em você.

-Me diz como eu não fico maravilhosa? -Arrumei meu blazer no corpo.

-Vermelho é sua cor. -Apertou minha bunda e eu mordi sua orelha. -Baby.

-Vai no meu jantar né? -Beijei seu pescoço.

-Claro comida de graça.

-Gordo.

-Na cama você nunca reclamou.

-E nunca vou reclamar. -Beijei seus lábios.

-Está sem calcinha? -Olhou minha bunda pelo espelho.

-Não, é que ela é bem pequena e deve estar perdida no meu rabo. -Apertou os dois lados da minha bunda e depois deu um tapa.

-Vamos tirar uma foto igual aqueles casais do twitter. -Pegou o celular no bolso e tirou uma foto no espelho apertando minha bunda. Tiramos mais algumas bem menos comprometedoras e uma delas ele disse que iria postar me desejando boa sorte.

-Sua namorada não vai gostar? -Retoquei meu batom que ele já havia borrado com seus beijos quentes. -Não posta uma mísera foto com ela tadinha, em compensação ela expõe o trofeuzinho dourado o tempo todo.

-Sky, não seja implicante. -Me olhou feio.

-Ah tá bom não vou mais falar da sua namoradinha perfeita. -Revirei os olhos.

-Podemos não falar dela?

-Por que? Tem peso na consciência?

-Você não?

-Não, principalmente quando você me faz gozar ai eu fico tão leve. -Suspiro e consigo arrancar um sorriso daquele carrancudo.

-Eu sempre te faço gozar.

-Por isso mesmo. -Segurei sua mão. -É só diversão, no final das contas você sempre volta pra ela e eu durmo sozinha. -Ele parou por alguns segundos parecendo pensar no que eu havia dito.

-E se isso acabar mal? -Falou num suspiro.

-Não sabemos como vai acabar, então só não crie más expectativas sobre o futuro. -Beijei sua mão. -Certo?

-Certo. -Sorriu.

-Sky as modelos entram em cinco. -Ele acenou positivamente com a cabeça e sorriu me encorajando, ganhei mais um beijo e um boa sorte e segui para a parte lateral da passarela onde as modelos iriam entrar.

-Tudo bem meninas? Estão prontas?

-Sim. -Responderam em unimos, dei uma última checada em alguns looks e começou, eu estava tão nervosa minhas mãos suavam a cada modelo que entrava e saia.

-Ok temos um problema. -A moça falou. -Cadê o enfeite da cabeça dela?

-Meu deus. -Me desesperei, era uma coisa pequena mas que com certeza faria falta no conjunto, e agora?

-Aqui achei. -Alexis colocou rapidamente e ela entrou, ficamos observando se ele iria cair mas no final deu tudo certo.

-Tudo bem se alinhem vocês vão entrar todas juntas. -As moças fizeram uma fila dupla e entraram. -Agora você.

-Ok. -Respirei fundo.

-E agora a responsável por esse show de arte e plasticidade que vocês acabaram de presenciar, a criadora e dona da marca Skylar Wright. -Entrei ao som de muitos aplausos, havia muita gente ali, muita gente importante e a maioria estava sorrindo e isso é ótimo.

-Obrigada. -Agradeci enquanto todos me aplaudiam, jesus que sensação maravilhosa acho que nunca senti algo tão bom é quase um orgasmo auditivo todos esses aplausos.

-Sky foi incrível. -Zöe me deu um abraço apertado e um beijo no rosto.

-Obrigada minha bebê. -Acariciei seus cabelos, olha o tamanho dessa garota.

-Você está linda.

-Estamos combinando. -Papai aproximou-se ele estava também de terno mas o seu era preto.

-Cadê a mamãe? -A procurei com o olhar.

-Acho que ela está perdida por ai. -Meu pai virou-se e depois fez um sinal com a mão.

-Acho que me perdi no meio de tanto tuli. -Sorriu alegremente. -Oi amor, mamãe está tão orgulhosa de você.

-Obrigada. -A abracei.

-A gente vai jantar?

-Zöe você é tão esfomeada. -Revirei os olhos e ela me mostrou a língua. -O Peter já foi?

-houve um pequeno problema e ele foi direto pro restaurante. -Meu pai falou beijando o topo da minha cabeça, fiquei preocupada com o que havia acontecido ele não iria sair por nada sem falar comigo antes. O caminho até o restaurante foi animado, eu e Zöe cantávamos as músicas que tocavam na rádio e papai tentava acompanhar mesmo não sabendo nenhuma.

-Pai você é muito ruim. -Zöe gargalhou.

-Olha garotinha eu era o melhor da minha época não era amor?

-Há controvérsia. -Ela sorriu prestando atenção no trânsito.

-Amor. -Rimos da cara dele, ao chegar ao restaurante todos já estavam lá, quase a minha família e amigos.

-Baby. -Bruno não esperou nem eu atravessar a porta e já estava em meus braços. -Desculpa não ter ido falar com você, mas houve um problema.

-Tudo bem, o que aconteceu?

-Uma legião de fãs malucas. -Philip aproximou-se. -Parabéns Sky estava tudo lindo.

-Obrigada. -O abracei. -Vamos?

-Claro. -Seguimos para a mesa e nos sentamos, era ótimo estar perto das pessoas que me fazem tão bem comemorando o meu sucesso com elas.

-Champanhe? -O Somalie serviu e eu agradeci. -No jantar de hoje teremos uma entrada de torradas com patê e azeite de ervas finas, o prato principal é faisão ao vinho branco acompanhado de arroz e legumes levemente cozidos e de sobremesa temos figos flambados com sorvete de creme e farofa de nozes.

-Uau. -Zöe fez uma careta e todos rimos.

-Obrigada, já pode servir. -Ele assentiu gentilmente e retirou-se.

 -E então Sky qual o próximo passo?

-Eu estou cheia de ideias mas ainda preciso investir nos projetos que já estão em andamento, como a próxima loja. -Serviram a entrada junto com um vinho rose leve que casou muito bem diga-se de passagem.

-Nuca imaginei que torrada com patê fosse chique. -Bruno sussurrou em meu ouvido e eu tive que rir.

-Na França é, e tem uma coisa também lá você pega o molhinho do prato com o pãozinho. -Coloquei na boca dele. -Pros francês molho é tudo, só perde pros italianos nessa obsessão.

-E você é obcecada pela França. -Tocou minha coxa.

-Existe algum lugar melhor? Comidas deliciosas, moda, arte, francês. -Deitei em seu ombros. -Monsieur Mars.

-Os fãs lá são bem calorosos, só perdem pros da América latina claro.

-E os de hoje? -Sorri.

-Eu não sei como descobriram que eu estava lá.

-Talvez pela foto no instagram?

-Ah droga. -Bateu na própria testa.

-Tudo bem, no fim deu tudo certo. -Segurei sua mão. -Estou pensando em tirar férias.

-Faz muito bem a senhorita anda camelando sem necessidade.

-É porque você não faz ideia do que é administrar uma empresa.

-Não mesmo. -Tomou um pouco do seu vinho.

-Com licença. -Serviram o prato principal, estava tudo uma delícia e depois da sobremesa ainda tomei umas três taças de vinho, o que? Me deixa.

-Tenho uma coisa pra você. -Falei em seu ouvido e ele sorriu, já está animado.

-Ótimo. -Acariciou minha mão que repousava sobre sua coxa.

-Gente o jantar estava maravilhoso mas agora eu tenho que ir. -Levantei-me. -Aproveitem o resto da noite e obrigada por virem.

-Eu te dou carona. -Bruno levantou-se.

-Então vamos, tchau gente.

-Tchau.

-Tchau Zöe. -Bruno beijou seu rosto fazendo cócegas. –Dre, vamos para? –me olhou.

-Minha casa. -Ele assentiu e deu partida seguindo para o meu apartamento, o caminho foi rápido e logo estávamos no elevador.

-Adoro o cheiro da sua casa.

-Ela cheira a limão, já a sua cheirar a creme de pepino e cigarro. -Joguei meus sapatos no tapete e tirei meu blazer.

-Você adora me humilhar é incrível.

-É terapêutico. -Servi duas taças de champanhe. -Vem?

-Pra onde? -Subi as escadas e ele me seguiu.

-Terraço. -Abri a porta e saímos no topo do prédio.

-Uau, nunca vim aqui antes.

-Eu vinha com muita frequência mas ai fiquei atolada no trabalho e quase não venho mais.

-É lindo, dá pra ver a cidade quase toda.

-Não é? -o abracei de lado.

-Por que me trouxe aqui?

-Porquê não? -Beijei seus lábios. -Eu queria fazer algo aqui, tipo um jardim.

-Ficaria ótimo, pode pôr uma churrasqueira também.

-Você só pensa em comida Peter. -Sentei-me no chão e ele fez o mesmo sentando-se ao meu lado.

-Eu penso em você também baby. -Beijou meu pescoço. -Sua calcinha continua perdida no seu rabo?

-Sim.

-Posso procura-la? -Gargalhei.

-Claro. -Tomei um pouco do meu champanhe e o beijei.

-Champanhe de morango.  -Sussurrou em minha orelha.

-Sorte sua que é disso que eu gosto. -Soltou sua gargalhada rouca e eu acabei rindo também. -Até hoje não vi os lucros dessa minha composição maravilhosa.

-Você verá. -Abriu os botões da minha camisa e fiz o mesmo com a dele.

-Tem outra coisa que quero ver agora.



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