História A Bela e a Fera - Capítulo 16


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Categorias A Bela e a Fera, Avenged Sevenfold
Personagens M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates
Tags A Fera, Avenged Sevenfold, Bela, Brian Haner, M Shadows, Synyster Gates
Visualizações 39
Palavras 944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Invasão


Capítulo 15

                Após praticamente esmurrar a porta da delegacia, Cora foi atendida por um guarda.

-              Blanchard! – o mesmo revirou os olhos.

-              Cadê o meu pai? Exijo que solte-o imediatamente!

-              Lamento. Ele foi preso por justa causa. Agora, se me dá licença... – o guarda tentou fechar a porta abruptamente, ao que foi impedido pelo pé de Coraline.

-              Justa causa? Aposto que o desgraçado do Sanders tem algo a ver com isso! Pois não saio daqui até o solte!

-              Já disse que o homem foi detido por justa causa. Amanhã será transferido para um sanatório...

-              O QUÊ? O meu pai não é louco!

-              Várias são as testemunhas de seu comportamento na Taverna. Se não me engano, ele gritava sobre a senhorita ter sido capturada por uma fera... E, veja bem, aqui está você. Então, por favor, saia desta propriedade antes que seja presa também.

-              Mas ele estava dizendo a verdade! Existe uma fera! Mas ela não é má, ela...

-              Ora, pois! Saia já daqui! – o guarda novamente tentou fechar a porta da delegacia, mas a paciência de Cora já tinha se esgotado. Com um golpe inesperado, ela derrubou-o.

                Atordoado, o homem tentava se levantar enquanto foi pego de surpresa: com uma espingarda apontada para o seu nariz, foi forçado a se algemar na mesa do xerife.

-              Quem mais está aqui? – a moça perguntou.

                Recebendo um olhar feio como resposta, golpeou-o bem no meio do rosto com o cano da espingarda.

-              Responda antes que perca as duas orelhas. – acrescentou, mirando a arma na orelha direita do guarda.

-              Apenas eu e os presos que ainda não foram transferidos para a capital...

-              Em qual cela colocaram o meu pai?

-              A última do lado esquerdo do corredor...

                Após explodir com um tiro a fechadura da respectiva cela e acordar o pai de um cochilo em um dos cantos sujos do local, Cora logo explicou:

-              Vamos papai! Vamos antes que mais alguém chegue!

-              Cora! Matthew, ele... Ele foi atrás de você no castelo!

-              O quê?

-              Ele levou homens armados, Cora! Ele vai matar todos que estiverem lá! Madame Samovar, ela...

-              Não há tempo para conversar agora, pai. Vamos. – agarrando Maurice pelo braço, Cora saiu correndo da delegacia e rumou para sua casa.

***

                Enquanto LeFou, Baker e mais alguns capangas de Sanders escalavam a parte de trás do castelo, o mesmo batia na porta.

-              Meu nome é Matthew Sanders e estou procurando Coraline Blanchard. Entregue-me a moça e se renda, Fera, e eu pouparei a vida de todos. Dificulte as coisas e seus criados morrerão junto com você.

                Havia uma dúzia de homens armados e prontos para o conflito atrás de Matthew. Tendo estudado o local e a rotina das pessoas que viviam ali, traçara um plano que poderia tanto levar a uma carnificina quanto a um acordo que acarretasse apenas na morte do homem que chamava de Fera. Assim que recuperasse Coraline, ela se casaria com ele para livrar o pai do hospício. Era um esquema perfeito.

                Dentro do castelo, os empregados que trabalhavam em turnos da noite reuniram-se em frente à lareira, sem saber o que fazer.

-              Mas isso é um ultraje! Quem esse homem pensa que é? Lumière, vá chamar o amo! – pronunciou Horloge.

-              O amo está inconsolável, Horloge. Ele não quer descer, muito menos falar com algum de nós. Teremos de lidar com este cavalheiro...

-              Ora! Lidar? Não escutou o que ele disse? Ele vai matar todos nós!

-              Oras, ele só está querendo causar uma impressão... Duvido que tenha armas!

                Madame Samovar espiou o time de Sanders por uma fresta na cortina de uma das janelas.

-              Ele tem armas. Ele tem um monte delas! Oh, meu deus, o amo tem que fazer alguma coisa!

-              Pois eu mesmo vou até lá... – resmungou Horloge.

-              ARROMBEM! – escutaram a voz de Matthew bradar.

-              Oh não! – assustou-se Madame Samovar.

                Os homens começaram a forçar a gigantesca porta de carvalho com um tronco de árvore. Horloge subia as escadas o mais rápido que podia, rumando seus passos para a ala oeste.

                Encontrou Brian fitando sua rosa mágica, que só tinha mais duas pétalas murchas. Ele estava imóvel, mesmo com o barulho ensurdecedor da porta sendo arrombada.

-              AMO! Estão invadindo o castelo! – disse o criado, suando frio por causa de seu desespero.

-              E daí? – sussurrou o patrão.

-              Mas amo! Disseram que vão nos matar!

                O barulho de vidraças sendo quebradas preencheu o quarto.

-              Eles estão entrando pelas janelas! Eles vão matar todos nós! O senhor precisa impedi-los amo, o senhor precisa...

-              Saiam daqui pela passagem na cozinha.

-              Mas amo!

-              Ande logo antes que seja tarde.

-              Mas vão matar o senhor! Vão assassiná-lo!

-              Não importa.

                Vendo que não adiantava sequer argumentar, Horloge desceu correndo as escadas e gritou:

-              VENHAM COMIGO!

-              E o amo? – perguntou Lumière.

-              O amo não vem! Precisamos sair daqui, homem! AGORA!

                LeFou e Baker já tinham conseguido entrar no castelo, e era uma questão de tempo até que a porta fosse arrombada: as dobradiças já estavam cedendo. Brian permanecia entorpecido em seus aposentos, como se já aceitasse e até esperasse seu fim. Não deu cinco minutos e foi encontrado: Baker apontava uma besta com uma flecha bem afiada para a sua nuca.

-              Andando. – pronunciou.

                Ao encarar o homem cheio de marcas e cicatrizes que ameaçava, ele se assustou tanto que deixou a arma cair. Não fez menção alguma de continuar o conflito: apenas se afastou de Brian, ao passo que este simplesmente saiu do cômodo, indo em direção à própria morte.


Notas Finais


Me digam o que acharammm gente! :)


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