História A Besta - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
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Palavras 1.602
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom gente aqui acaba a narrativa do Julian logo mais ele ta de volta e aqui acaba as atualizações mais pretendo postar em breve

Capítulo 11 - Capitulo 10


Julian

         Saio dos meus pensamentos, e me pergunto como cheguei aquele ponto mesmo? A resposta simples, eu fui traído de uma maneira que jamais pensei que seria eu nunca fui amado de verdade, meu amor me deixou, deixou nossos planos, nossa historia e nosso sonho de futuro.

         Saio do meu quarto e caminho pela ala leste do meu palácio e percebo a destruição que deixei daquele lado do meu castelo, mais do que adiantava eu destruir se tudo voltava a ficar como antes somente para ver e me fazer lembrar-me dos fantasmas do passado. Segui pelos corredores e me lembro de quando eles eram cheios de vida, e eu tirei ate isso minha vida e a de todos que ali viviam, eu sempre fui um monstro tanto por dentro como por fora, a única coisa que eu mais amava me deixou.

         Desço ate o salão de bailes aonde fui amaldiçoado e observo os nobres petrificados alguns com medo em seus olhos, outros com seus olhares firmes como se não tivessem medo do que lhes aguardasse, mais um porem em todos eles todos mortos sem vidas estatuas que jamais voltariam a ser as pessoas que já foram um dia, mais pouco me importo eles so me admiravam por eu ser o único rei que eles tinham que seguir a amizade deles era somente de interesse e nada mais, sigo entre as estatuas e me lembro das valsas, das grandes festas regadas de comida e bebida aonde os nobres viviam os pecados como gula, avareza, luxuria, orgulho como eu mesmo ainda vivo, a ira e a inveja que todos tinham de mim, fecho meus olhos e consigo enxergar as pessoas dançando a musica que envolvia seus corpos, as crianças correndo, mais e so eu piscar que eu vejo os gritos e olhos de medo e dor.

          Saio desses devaneios quando vejo uma pessoa se aproximar, seus olhos azuis como os céus abatidos como se tivesse passado as noites em claro, sua pele branca como a neve mais branca do que nunca como se tivesse tomado banho de lua, seus lábios não ousavam se mexer e nem esboçar qualquer emoção para qualquer pessoa, seus cabelos loiros estava presos em uma trança com uma fita de ouro, e seu corpo usava um vestido creme com detalhes verdes, se fosse um vestido de baile com certeza teria chamado a atenção dos convidados, ela se aproxima de mim como se fosse um lobo vendo sua caça para o jantar, seu olhar predador me faz ficar parado porque se eu me mexesse sabia que teria que arcar com as consequências falo isso por experiência própria, a doce tristeza estava La no meu palácio e observava os meus movimentos como se analisasse o que eu faria a seguir com sua chegada mais nada aconteceu a não ser o meu silencio e desprezo por aquelas bruxas das emoções, tristeza se aproxima de mim e quando esta bem perto ela toca meu rosto e eu desvio meu olhar dela, mesmo assim ela deixa um carinho em meu rosto e diz:

- Quem diria que um dia você já foi o homem mais desejado dos reinos do sul, quem te viu quem te vê Julian. – disse tristeza com sarcasmo na voz.

- Eu devia falar o mesmo pra você minha cara tristeza, os anos passam e você continua a mesma vadia solita... – mal consegui terminar e sentia o ar faltar em meus pulmões à maldita bruxa estava me fazendo pagar.

- Não termine, eu vim aqui com as melhores das intenções meu caro. – disse com voz recheada de ódio.

 - Porque não me mata? Hein não perderia nada com isso. – disse com ironia na voz.

- Tenha certeza de uma coisa falta de vontade não é. – disse com voz recheada de sarcasmo e continuou – mas não vim aqui para falarmos das minhas vontades e sim de você. – disse com falsa inocência na voz.

- O que quer comigo, você e suas irmãs já tiraram tudo de mim. – disse com ódio na voz.

- Mais ainda sim quero mais que sua dor, quero ver você se remoer e implorar por clemência. – disse com voz sádica. 

- Vai pro inferno sua vadia.- disse com todo o desprezo acumulado em mim, mas logo me arrependo quando sinto uma dor tremenda fazer meu corpo desabar.

- Ah Julian pobre Julian, se eu fosse você eu não falaria tanta asneira lembre-se que somos nos que mantemos o que você é, mesmo sendo essa fera horrenda viva. – disse com voz de falsa pena.

- Ficaria feliz se me matasse de vez e parassem com essa de que posso me redimir, mas no fundo vocês sabem que eu fico cada vez pior, na avareza, pois não divido nada, na gula, pois como e quero sempre mais, na luxuria meus desejos por sexo são maiores e te foder não seria uma ma ideia vadia, meu orgulho se despedaçou como um espelho, mais ainda sim junto os cacos para me olhar nele e sabe o que ele reflete a inveja de todos aqueles que me cercam. – disse com voz cheia de escárnio para a mulher que ainda exibia um rosto entristecido como se mesmo com as minhas dores ela ainda sentisse compaixão, duvido que essa maldita sinta algo por mim a não ser ódio, tristeza me olhou e esboçou um sorriso, foi a primeira vez que a vi sorrir r isso me deu medo, pois fascínios como esse não acontecem na vida por algum acaso, a mulher a minha frente se sentou na escadaria do salão de bailes e começou a falar.

- Pobre Julian seus pecados te atormentam, ainda é o mesmo garoto mimado que por qualquer coisa se estressa ou já fala mal, não aceita perder, mais vou te contar um segredo, ninguém mais se importa com você sabe por quê? Por que quem se importava morreu. – disse com ódio na voz e continuou – e sabe o que mais você como sempre e o responsável pelos seus atos e por isso você sempre vai pagar já estamos assim há um século Julian aceite você NUNCA vai deixar de ser um monstro. – disse a tristeza me olhando com seu olhar de falsa tristeza como se no fundo sentisse pena de mim, e das palavras que jogava na minha cara mais sabia que ela amava me torturar, mas do que a própria Irmã angustia que a muito tempo não via.

- Dane-se sabe por quê? Não ligo mais para isso por mim que todos vocês se explodam, e continuem a me atormentar nada vai mudar na minha vida mesmo então que se dane.- disse saindo do salão mais antes de atravessar a porta ela se fechou com um estrondo, quando volto meu olhar para trás vejo a tristeza ainda de costas para mim sentada na escada à mesma nem se quer volta seu olhar como se não fosse digno do mesmo.

- Ainda não acabei com você. – disse com calmaria na voz, como se estivesse tentando ter uma conversa civilizada comigo.

- Mas eu já da pra você abrir essa merda de porta!- exclamei com certo receio de sua resposta, mas me mantive firme.

- Não ate você terminar sua conversa comigo ou ate eu me sentir satisfeita.- disse com voz cansada de discutir, coisa que eu também estava então estava na hora de por um ponto final.

- Tudo bem diga. – disse cansado.

- Você lembra depois de tudo você lembra-se do que Felipe foi pra você não é verdade? Lembra o quão importante ele era e o que você fez o deixou morrer a única coisa que você um dia amou morreu porque você tinha medo. – disse com ódio na voz e continuou – lembra-se você estava feliz tinha acabado de saber que amava ele, vocês tinham se entregado de corpo e alma um para o outro, juraram se amar para sempre, o que aconteceu com sua palavra de homem? Hein você lembra não é, depois daquele dia juraram um ao outro embaixo do mais antigo carvalho branco que seriam somente um do outro, os anos se passaram e vocês mal viam a hora de se encontrar de novo não é verdade trocaram cartas de amor, mais será que o amor nas suas palavras era verdadeira? Sempre me perguntei isso sabe por quê? Porque no momento em que você desistiu e viu os erros que estava cometendo já era tarde demais não é, lembro-me como se fosse ontem, você com seus 18 anos estava pronto para escolher sua noiva, seus pais estavam felizes que seu menino havia se tornado um formoso príncipe que estava pronto para assumir suas responsabilidades, e você com medo de desapontar seus pais você abriu mão do seu amor para se afundar na depressão, me lembro de quando você mandou aquela carta que dizia que desistia dele, que você não o amava de verdade que você nunca o amou você so o usou, sabe como ele se sentiu como foi a dor dele receber aquilo, a angustia que ele recebeu a dor a tristeza uma mistura de sentimentos, você partiu o coração dele meu caro, e o preço disso no céu meu querido e a passagem direto para o inferno, pessoas como você me dão nojo, raiva e varias outras coisas são como vermes que merecem morrer, sabe o que eu acho mais engraçado? É que ele não desistiu do amor que sentia por você e isso o matou será que ele realmente merecia ter sofrido tanto? Se responda quando achar necessário. – assim a moça de olhar triste se retirou deixando a besta mais uma vez sozinha.   


Notas Finais


Comentem pra eu saber o que vocês acham gente KKKK


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