História A Besta - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
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Palavras 2.351
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


De volta com mais um capitulo U.U

Capítulo 12 - Capitulo 11


Belo

         Por mais que meus sentimentos por Bernard fossem fortes é ele fosse um fofo comigo algo me fazia eu não me entregar por completo para ele, nas acho que ele estava disposto a mudar as minhas opiniões sobre ele, estávamos comendo nosso piquenique, havia muita coisa de sanduiches e salgados, a doces como morangos com chocolate, ah bolo de chocolate, comemos um pouco depois conversamos sobre assuntos variados, desde escola ate os sonhos mais escuros habitados em nossos corações, naquela tarde eu pude me aproximar verdadeiramente de Bernard, ver que ele não era so um rostinho bonito como aparentava ser, pelo contrario ele amava arte e musica, adora os animais desde os grandes ate os pequenos ele sempre acha algo para falar de animais, tem fascínio por filosofia seu sonho e de ser um dia advogado, e eu acreditava em seu potencial que não era pouco.

         A tarde passou em um piscar de olhos, fiquei feliz em saber que Bernard havia respeitado meu espaço, havia visto um cavalheirismo em suas palavras e em seus gestos acho que ele queria mostrar um lado dele que mostrava para poucos seu lado humano, seguimos o caminho para minha casa em silencio, mas qualquer coisa que víamos já virava motivo de conversa para ambos os lados, depois de risadas e tapas de brincadeira, eu enxerguei a fachada da minha casa, minha mãe estava sentada no banquinho a frente fazendo palavras cruzadas ao nos avistar acena nos recebendo com carinho, eu olho nos olhos de Bernard que esta com um brilho satisfeito nele, então aconteceu algo que eu não esperava, ele entrelaçou nossas mãos em um gesto de carinho como se fossemos irmãos ele pegou sua mão e levou ate meu rosto e com o polegar fez um carinho e me olhando nos olhos disse:

- Belo obrigado pela tarde. – disse corado.

- Eu que agradeço me senti feliz por poder passar mais tempo com você, parece que as coisas nunca mudaram entre a gente. – disse num fio de voz, abaixando minha cabeça devia estar na cor de um pimentão.

- Ei não precisa abaixar a cabeça. – disse puxando minha cabeça para cima e continuou – não precisa ter vergonha de nada, bom mais uma vez obrigado. - disse se retirando mais eu o puxo pelo braço, e ele volta seu olhar para trás com uma expressão confusa.

- Boa noite. – disse abraçando ele e sentindo o calor de seu corpo ao meu.

- Boa noite. – ele disse largando meu corpo com delicadeza, mais o que não esperava aconteceu ele ergueu minha cabeça para encara ló, seus olhos estavam penetrantes, com um brilho especial, então com o pingo de coragem que ainda tinha tomei seus lábios em um selinho rápido, mas que com certeza marcou sua vida, ficamos nos observando mais saio dos meus sonhos quando alguém me chama.

- Belo filho vamos entrar ta tarde. – disse aparecendo de surpresa na sacada da casa.

- Já vou. – disse acalmando a minha mãe que estranhava minha demora olho para Bernard e continuou- Bem ta tarde tenho que entrar te vejo na escola amanha? – pergunto com, medo da resposta.

- Claro vou contar as horas. – diz ele num sussurro e me rouba mais um selinho sem eu perceber, coro na hora vou em direção da minha casa mais quando chego à porta me atrevo a olhar para trás e vejo Bernard me encarando com um sorriso bobo no rosto.

 

         Entro dentro de casa com o coração na mão, não acredito que fiz isso acho que foi a primeira vez que tive contato com ele, depois de anos ele ainda mexe comigo como pode, ele foi tão fofo eu to agindo como uma virgem, não que eu não seja, mas eu não sei ele fica horas ao pé do meu ouvido falando que me ama que eu sou único e se isso for verdade, será que ele me ama? Eu o amo? Ai, como eu fui me meter nessa, mas que foi bom foi ele é único que vontade de fugir com ele.

         O dia amanhece e eu me arrumo com muita vontade de ir para a escola, acho que é a anciã de saber o que eu vou fazer ao encontrar ele, porque eu sou tão covarde? Anda belo você nunca teve medo dele ele é so um garoto, o garoto mais belo que existe na cidade e é a fim de você e que quer tirar sua inocência ai deus o que eu faço? Porque tudo acontece comigo, saio de casa e sigo meu caminho normal ate a escola, quando chego à frente vejo um alvoroço acho que as pessoas estão esperando algo, quando me aproximo da multidão eu vejo o porquê, o mesmo motivo dos dias normais Bernard, mas havia alo diferente nele ele estava mais arrumado e seu perfume era do um cheiro único, saio dos meus devaneios quando vejo Bernard se aproximar de mim, um frio tomou conta da minha barriga, isso não é normal algo em mim esta mudando será que isso é... Não, não pode ser eu não estou sentindo nada e so coisa da minha cabeça.

         Bernard se aproxima de mim e abri um sorriso de orelha a orelha, seus olhos estavam com um brilho diferente, seus lábios mais claros e seus dentes tão brancos quanto às nuvens do céu, meu santo deus porque eu estava pensando nele dessa maneira para com isso belo, nos paramos na frente um do outro e ele soltou um sorriso e depois pegou nossas mãos e entrelaçou, como se precisasse nos manter unidos, eu olho seus olhos e abro um sorriso, nem uma palavra foi solta somente sorrisos e olhares intensos, depois de um tempo Bernard solta uma risada nasal chega perto do meu rosto e me da um beijo na bochecha esquerda, seus olhos miram os meus e vejo um olhar de criança travessa em Bernard, o que me fez sorrir, depois disso ele simplesmente me fala com a voz rouca o que me faz arrepiar inteiro:

- Bom dia! – disse com um sorriso de ponta a ponta

- Bom dia! – sorri de volta.

         Nessa nossa troca de carinhos nem percebi que a escola estava toda mirada em nos, alguns olhares mirando amor, outros nojo, alguns ate inveja, mais também quem não teria ao ter um homem daquele ao seu lado, fico corado ao ver o olhar das pessoas da escola, Bernard para de segurar minha mão e solto um resmungo em reprovação, o mesmo me olha com um sorriso sínico no rosto, isso me fez corar a um nível alto como, ele tem esse poder? Porque eu coro quando estou perto dele? So dele, isso me irrita.

         O dia passou tranquilamente, a cada aula eu me pegava pensando nele, de como ontem foi bom, de como seus lábios são macios, de tudo nele, nem na aula de historia eu estava prestando atenção o que era algo raro, os professores falaram que eu hoje estava diferente com um brilho no olhar que eles não sabiam o que era mais eu sim, acho que é amor.

         O intervalo estava meio tumultuado, as pessoas falando e me olhando querendo saber do porque a troca de carinhos minha e do Bernard, já que todos sabem que eu nunca dei um chance a ele, o ti ti ti tava demais, estava distraído com um livro qualquer em minha mão, mais logo sou interrompido quando algum ser humano toma meu livro das minhas mãos, quando eu ia xingar o bendito, eu olho pra ver quem é e adivinhem, a pessoa que me fez suspirar hoje o dia todo o motivo dos meus sorrisos bestas e pensamentos absurdos sobre o que eu sinto, mais nada mais importava, olho pra ele com cara de bravo e o mesmo ri de mim eu tento tomar o livro de suas mãos, mais Bernard e maior que eu então tive que pular para tentar tomar o livro dele, cansado daquele jogo de gato e rato eu comecei a berrar:

- BERNARD ME DEVOLVE.- disse pulando e continuei – VAI GAROTO ME DEVOLVE MEU LIVRO.- disse já ficando com raiva.

- Ta gritando por quê? – perguntou com a voz recheada de sarcasmo e continuou – eu não to gritando com você, pede com carinho e eu devolvo simples. – disse com um sorriso cínico nos lábios.

- Ta bem. – respiro profundamente e continuou – Bernard por favor me devolva meu livro. – disse com voz mansa e terna.

- Ta ate devolvo, mas se... – prolonga a fala.

- Se o que?- pergunto curioso pela sua resposta.

- Se você cantar agora no intervalo comigo. – disse rápido

- Não!- exclamei continuando – Não mesmo e m da meu livro – digo com a mão na cintura, como se tivesse autoridade sobre o mesmo.

- HAHAHA.– Bernard riu de mim – acho que você não esta em condição de me pedir nada.- disse a ultima parte sussurrando em meu ouvido

- Bernard por favorzinho, vai não seja mal me devolva. – disse fazendo bico.

- Então vai cantar comigo? – perguntou com anciã da resposta. Que merda o livro nem meu é e agora ai que raiva vou ter que sede a chantagem dele

- Ta mais so uma musica. – disse para caso ele abusasse de mim.

- OK. – disse mostrando as mãos em rendição.

         Bernard sobe no palco que tem no centro do pátio e conecta seu violão e começa a afinar ele, então ele chama atenção do pessoal do pátio dizendo:

- Bom galera que tal animarmos aqui um pouco em. – disse e continuou – então eu e o Belo vamos tocar uma musica para animar e tornar o clima mais agradável. – disse Bernard mostrando seus dentes brancos como céu.

         Dito isso todos olharam para mim como se eu fosse um ET ou algo do tipo, foi uma sensação estranha estava com medo? Claro que estava, mais a vontade de ver ate aonde aquilo iria dar me deixava mais ansioso ainda, subo no palco junto dele e indago uma questão que não saia da minha mente, e logo pus para fora dizendo:

- Ta mais qual canção iremos cantar? – perguntei em um sussurro com medo da resposta, ele me olhou soltou um sorriso e disse.

- Vai ver. – dizendo isso ele pegou o microfone olhou para a plateia e falou – Bom galera vamos lá a musica que nos vamos cantar e uma composição da Luan Santana, alguns já devem ter ouvido ela radio ou em algum lugar por mais que seja antiga e muito bela, prestem atenção no amor que ela carrega em sua letra. - disse com voz mansa.

         Logo em seguida Bernard Pegou o violão e começou a dedilhar uma melodia parecida com a batida da musica da Luan, logo ele me olhou em meus olhos, e seu olhar me transmitia segurança de como se tudo tivesse normal e que nada demais ia acontecer sabe, ele me olha de novo no fundo dos meus olhos e acena a cabeça como se fosse um sinal pra começar, eu com medo começo timidamente.

Eu não sei

De onde vem

Essa força que me leva pra você

Eu só sei, que faz bem

Mas confesso que no fundo eu duvidei.

         Olho para Bernard que esta me olhando atentamente em cada palavra, mais logo se concentra no violão começando a parte dele.

Tive medo, e em segredo

Guardei o sentimento e me sufoquei

Mas agora é a hora

Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez.

         Cantou como se fosse uma realidade em nossas vidas, logo eu nos olhamos como se soubéssemos que as palavras daquela canção nos descrevessem naquele momento único para nós, então juntos começamos.

Eu tô apaixonado

Eu tô contando tudo

E não tô nem ligando pro que vão dizer

Amar não é pecado

E se eu tiver errado

Que se dane o mundo

Eu só quero você

 

Eu tô apaixonado

Eu tô contando tudo

E não tô nem ligando pro que vão dizer

Amar não é pecado

E se eu tiver errado

Que se dane o mundo

Eu só quero você

         Nessa parte já consegui me aproximar mais dele estando um pouco mais próximo e logo meu coação parece sair pela boca, assim que o refrão termina eu começo a segunda parte da musica.

Eu não sei

De onde vem

Essa força que me leva pra você

Eu só sei, que faz bem

Mas confesso que no fundo eu duvidei

 

         Logo percebi que parecia que trocávamos em silencio palavras de carinho um para o outro.

Tive medo, e em segredo

Guardei o sentimento e me sufoquei

Mas agora é a hora

Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez.

         Cantou Bernard com mais umas da suas insinuações comigo, pois ao final da estrofe o que ele fez, me levanta a sobrancelha como se fosse um convite mudo para eu aceitar ficar com ele, logo nos olhamos nos olhos e foi como se o mundo tivesse parado tanto para mim como para ele, não havia mais o colégio La trás so nos trocando palavras de carinho um para o outro.

Eu tô apaixonado

Eu tô contando tudo

E não tô nem ligando pro que vão dizer.

Amar não é pecado

E se eu tiver errado

Que se dane o mundo

Eu só quero você

         Meu coração se apertou, pois sabia que a musica estava para terminar.

 

Ohh

Eu tô apaixonado

Eu tô contando tudo

E não tô nem ligando pro que vão dizer.

Amar não é pecado

E se eu tiver errado

Que se dane o mundo

Eu só quero você

 Ohh.

         Dissemos os dois antes de encerrarmos a musica, olhamos um para o outro e sorrimos as pessoas da escola estouram em gritos e aplausos, mas não prestava mais atenção nisso somente no menino homem que estava a minha frente, pude perceber o quão Bernard era importante para mim e eu para ele naquela canção, então eu simplesmente sabia que iria beija-lo mais tinha certo medo, então fechei os olhos, mais antes de beijar abri os olhos de novo e adivinha o que eu vi sim ele o misterioso homem e tudo...

 



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