História A Besta - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
Exibições 15
Palavras 3.444
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente o primeiro livro esta chegando ao fim mais mês que vem com fé em deus eu começo a postar a continuação

Capítulo 14 - Capitulo 13


Belo

         Acordo pronto para mais um dia de vida monótona, pois não há muito que se fazer por aqui, sai do quarto e vou em direção à cozinha e sinto um cheiro agradável de café fresquinho, e logo vejo no recinto minha mãe que estava fazendo meu café, logo que a vejo me lembro do porque ama-la tanto, uma mulher guerreira, batalhadora, nunca desistiu de seus sonhos e fora que sempre cuidou e me apoiou na minha vida não tenho palavras para descrever o quão sou grato por ela existir, pois não vejo minha vida sem ela presente.

         Minha mãe engravidou nova aos trinta anos ela me trouxe ao mundo e hoje com seus quarenta e sete anos ela aparenta estar firme e forte, seus cabelos castanhos estão começando a ficar grisalho mais nada que tinta não resolvesse, sua pele branca estava intacta sem sinais de rugas ou olheiras, seu corpo normal como ela costumava dizer mais mesmo assim uma bela mulher, muitos perguntam sobre meu pai tenho costume de falar que ele morreu só que na verdade ele nós abandonou quando minha mãe estava grávida, ele disse que não podia assumir sua vida como pai, pois tinha sonhos de ser pintor e logo sumiu de nossas vidas, o que foi bom, pois não sinto sua falta para nada, porque minha mãe já cobre a falta que ele faz.

         Fico perdido nos pensamentos de quando era bebe, do meu primeiro aniversario, ou ate mesmo quando cai pela primeira vez, todas essas lembranças minha mãe estava presente, ela e o exemplo de força que eu quero seguir ao cuidar dos meus filhos, mostrar que o amor esta em todas as pequenas coisas e não nas grandes, saio dos meus pensamentos quando minha mãe se vira para mim e abri um sorriso dizendo:

- Bom dia filho já acordado?- pergunta com um singelo sorriso nos lábios.

- Bom dia mãe sua bênção, sim já estava acordado ia preparar o café quando senti esse cheiro fresquinho vindo daqui. – disse me sentando-se à mesa em minha frente.

- Deus te abençoe meu filho, estava preparando um mexidos pra você tomar café, estava indo te acordar quando vi você parado atrás de mim perdidinho no mundo da lua. – disse sorrindo e continuou – o que pensava? – perguntou pondo um prato com pão e ovos mexidos a minha frente.

- O quanto sou grato por ter a senhora em minha vida. – digo a vendo conter o choro no canto os olhos e continuou – sabe não a vejo sem a senhora sou sempre grato por tudo que você me faz, desde as coisas mais simples ate as mais difíceis, a senhora sabe o quanto lhe amo e não trocaria a vida que nos temos por nada. – disse e logo após dei uma mordida no meu pão e olhando depois em seus olhos e vendo as pequenas gotinhas escorrendo em seu rosto, pego uma em minhas mãos e logo me levanto para lhe dar um abraço.

- Há meu filho você não sabe o quanto agradeço a Deus por ter me dado você meu companheirinho de todas as horas, eu também te amo demais e não vejo a minha vida sem você, pois você é especial e espero que o futuro lhe reserve algo maravilhoso e que todos os seus sonhos sejam motivos de sorriso para Deus e o mundo. – disse ela me fazendo chorar junto e logo estávamos nos dois chorões, momentos depois minha mãe se desfaz do abraço e seca seu rosto e o meu e logo continua – Bem acho melhor me arrumar, bom ia te deixar um bilhete mais já que esta de pé vou te avisar agora, eu irei viajar por uma semana para uma convenção de estudiosos para melhorar minha carreira.

         Ao dizer aquilo algo em meu corpo vibrou foi como se algo me pedisse para que mina mãe ficasse ao meu lado, que ela não fosse embora, um grande vazio se fez em meu peito, mas acabo somente concordando com a minha mãe e torcendo para que esse meu sexto sentido fosse so um mal pressagio da minha cabeça, vejo minha mãe sumir de minha vista e voltar para o quarto, tomo meu café sossegado mais do nada meu apetite tinha morrido, não entendi o motivo.

         Alguns minutos depois minha mãe desce pronta para partir, com suas malas de porte médio, ela estava bem vestida com um vestido longo azul marinho o mesmo que ela havia usado na minha formatura, aquele pensamento me deixou alegre na hora, minha mãe vem ao meu encontro e pergunta:

- Ficou Bom? – perguntou dando uma voltinha.

- Maravilhosa. – digo mais logo continuou – quem sabe não acha algum professor que arrase seu coração. – disse dando risada ao ver minha mãe corar.0

- Belo! – me repreendeu o que me fez rir mais.

- O que so falei a verdade. – disse dando os ombros.

- Só você meu filho. – disse me dando um beijo na minha testa e continuou – bom meu filho, deixei a dispensa cheia, tem dinheiro na sua conta, e o cartão ta no meu quarto o que precisar e so pegar ta, a mamãe vai sentir saudades, nada de ficar aprontando e qualquer coisa seu tio estará por perto okay? Cuida-se filho. – disse minha mãe me dando mais um beijo e indo para a porta aonde eu a acompanho ate a porta, mas antes dela partir percebi que ela iria de cavalo, estranhei por não ir de carro então perguntei antes de partir.

- Mãe porque vai a cavalo? – perguntei curioso.

- A Convenção e há uma hora pela estrada da floresta, então pedi para que seu tio me separasse um cavalo para eu ir montando. – disse sorrindo e logo montando na garupa do alazão e continuou – bom filho e isso a mãe tem que ir logo estarei de volta em casa ok, à mamãe te ama fica com Deus, mais antes de eu ir deseja algo da cidade? – perguntou me dando um beijo no topo da cabeça.

- Fica com ele mãe não desejo nada, mas se puder me traga uma rosa. – disse vendo minha mãe me olhar comum olhar confuso.

- Uma rosa. – disse e logo continuou – bom se isso que deseja trarei uma rosa. – disse dando partida com seu cavalo indo em direção à floresta.

         Por mais que eu soubesse que minha mãe conhece aqueça floresta com a palma da sua mão algo me deixava desconfortável não sei o porquê, logo minha mãe some da minha vista me dando certo vazio a casa vai ficar muito silenciosa, suspiro voltando para entrar em casa, quando de repente sou chamado “Belo” quase como que num sussurro aquela voz me fez ter calafrios, era doce e autoritária ao mesmo tempo, o que me dava um misto de medo e alegria ao ser chamado daquele jeito.

         Quando viro meu corpo eu vejo algo muito peculiar uma moça parada mais a minha frente do outro lado da rua, parecia tão perto mais mesmo assim tão distante, como se algo nos separasse como um abismo, por um momento eu fiquei com medo, mas logo um sentimento de felicidade tomou conta de mim como se ela fosse uma conhecida minha de anos, fiquei perdido em seus olhos verdes como a campina cortada, seus cabelos ruivos como as brasas do fogo queimando, ela trajava um vestido delicado de cetim verde seu comprimento batia ate o seu calcanhar deixando a mostra uma parte de seus pés via que a própria estava descalça somente com uma espécie de algo dourado em volta dos seus pés não sabia identificar o que era mais parecia que seus pés não tocavam o chão, por um momento lembrei-me de meu ultimo sonho, o que me fez engolir o seco e fazer minha respiração pesar, mas do que o normal nossas trocas de olhares parecia não ter fim por um momento eu me esqueci do tempo e do local que estávamos, mas logo ela me chama de novo “Belo”, mais algo me impressionou vejo que sua boca não se mexeu, parecia um tipo de telepatia que ela usava mais fazia o que me deixava cada vez como mais medo e alegria em meu corpo, parecia que o Belo tímido não existia, e um novo belo tomou conta do meu corpo um Belo que tomou coragem e respondeu em sua mente algo que fez a moça se impressionar “o que você quer”, a mulher parecia ter ouvido o meu pensamento, e logo ela soltou um sorriso que me fez ter um pouco de arrependimento de ter dito aquilo para ela, mais me mantive firme em minha pose.

         A bela moça se virou de costas e eu chamei sua atenção pensando “ei aonde vai você não me chamou”, ela voltou sua cabeça e seu pensamento logo estava em minha mente “siga-me”, e logo ela foi seguindo caminho pela floresta, meu coração esta a milhão sinto como se logo ele fosse pular para fora da minha boca à moça continua caminhando logo vejo uma trilha de terra e continuo seguindo, mais a frente seguimos para o lado mais denso da floresta o que me deixou mais apavorado, pois aquela área e proibida diziam que as pessoas iam e não voltavam, logo chegamos a uma arvore muito estranha eram dois carvalhos um ligado ao outro criando uma bifurcação, assim que ela passou por ela, eu não via mais a moça o que me fez pensar “eu a sigo ou volto meu caminho” mais logo a moça pensou de volta “você vem ou não?”.

         Porque estava com medo era so uma floresta o que podia me fazer de mal, mais algo em sua voz na hora da pergunta me fez desconfiar de sua voz, por que tudo isso esta acontecendo a pensar que tudo isso começou por causa de um livro da Bela e a fera, e meu desejo de encontrar meu príncipe será que... Pare de pensar essas coisas Belo se foca na arvore a sua frente, logo sigo meu caminho e passo a árvore, quando estou do outro lado uma grande luz surge sobre meus olhos e quando eles se abrem me dão a visão do paraíso.

         O lugar que havia entrado é maravilhoso, com arvores frondosas e altas, como se pudessem tocar o céu, a relva cortada com as gotas de orvalho brilhando com a maneira que a luz do sol tocava elas, parecia que havia chovido naquele local, pois o ar estava leve e puro, como depois de um dia de chuva bem forte que o ar vem bem limpo, no centro daquele espaço havia um lago cristalino, a sua volta havia pedrinhas brancas como cristal que mudavam de cor pela maneira que o sol refletia nelas, tudo naquele lugar me dava uma sensação de conforto, como se no meio de todo o desespero algo me dissesse que estava tudo bem, era um sentimento estranho mais maravilhoso de ser sentido, logo mais a frente vejo uma mesinha com um par de cadeiras, e sobre a mesa chá de camomila seu aroma era de que havia sido feito agora, fora uns doces diversos sobre a mesa que faziam minha boca encher d’água.

         Assim que meu olhar se volta para as cadeiras levo um susto muito grande, pois quem estava sentada em uma delas adivinhem sim a moça que estava seguindo, só que dessa vez ela estava com uma roupa diferente, seu vestido era do mesmo tom que o outro so que com detalhes em dourado, o que a deixavam com uma aparência de mais jovem, quando eu ia pensar em chamar sua atenção por pensamento, ela é mais rápida e diz suas primeiras palavras:

- Aqui não é preciso ter medo de falar Belo. – disse ela em tom doce e calmo.

- Ahh. – digo sem graça e continuo – o que é aqui? – pergunto olhando a moça a minha frente.

- Aqui é o a minha casa, mais o sábios antigos o chamavam de oráculo perdido. – disse com calma.

- Oráculo? – perguntei confuso e continuei – tipo aqueles que veem o futuro? – pergunto de novo.

- Sim e sim, aqui e fonte de sabedoria antiga, segundo a lenda quando este lugar foi criado durante a lua cheia e quando pronto uma estrela caio do céu, bem dentro daquela fonte de água, diz que quando olhamos o nosso reflexo podemos ver o que o futuro nos reserva. – disse com voz terna e continuou – o nosso lugar no mundo.

- Por que toda vez que encontro um estranho ele fala sobre meu lugar no mundo, primeiro aquela mulher dos meus sonhos e depois...- sou interrompido.

- Mulher? Como era essa mulher? – pergunta curiosa.

- Bom mais ou menos do seu tamanho, branca como as paginas de papel, cabelos negros e olhos também negros, uma voz e um olhar severo, por quê? – perguntei curioso.

- Bom vejo que conheceu a minha irmã. – disse mostrando um micro sorriso.

- Ahh. – digo entendendo o porquê da curiosidade.

- Bom vamos conversar Belo, aceita um pouco de chá? – perguntou com um sorriso.

- Sim, por favor. – digo estendendo a xícara e ela derrama um pouco de chá de camomila em minha xícara.

- Um ou dois cubos de açúcar? – perguntou pegando o pegador.

- Um só. - logo ela pega o cubinho e coloca em minha xícara e logo o açúcar se dilui ate não sobrar nada.

         Logo começamos a tomar um chá com doces estava tudo em um clima agradável, os doces deliciosos, tudo perfeito, mas a pergunta que não quer calar é por que elas estão vindo ate mim? Eu nunca as vi na minha vida, mais elas me pareciam tão familiar como rostos amigos que não via há anos, me pego perdido em esses pensamentos, não podia haver mais duvidas tinha que saber o porquê de tudo isso estar acontecendo, então começo dizendo:

- Desculpa, mais qual seu nome? – pergunto recioso com medo da resposta.

- Bom creio que isso não importa agora não pé mesmo. – disse abaixando a xícara e levando a mesa, e com um sorriso que me fez arrepiar todo e continuou – a pergunta é, qual seu dever? – perguntou com outro sorriso, so que havia certa malicia em sua pergunta.

- Não entendi. – disse confuso.

- Vou ser mais clara então. – disse continuando – qual seu papel no mundo Belo? – perguntou em tom inquisitivo.

- Posso saber o porquê da pergunta? –perguntei em tom de ordem.

- Mais e claro que pode, e deve, todos nos temos o nosso papel em contribuição enquanto vivemos, todos nos temos nossos deveres e missões a serem cumpridas, sabe quais são as suas? – perguntou em tom de desafio.

- Não sei e não quero saber. – disse me explodindo daquela conversa.

- Porque da raiva jovem Belo só estou tentando te ajudar a se encontrar. - disse com voz mansa.

- E porque isso? Eu posso descobrir por mim mesmo. – disse já me levantando da mesa.

- E falta de educação sair do local sem ao menos tentar se entender com a pessoa, agora se sente. – disse em tom áspero.

- Não vou me sentar quero saber o porquê disso? Porque todos estão me cobrando qual é o meu lugar no mundo? Olha eu não sei ta e to cansado disso, então ao menos que queira que eu vá embora e acabe com essa palhaçada, e melhor me explicar. – disse me irritando mais pelo sorriso estampado em seu rosto, quase como num tom de deboche.

- Belo vamos resolver isso calmamente como duas pessoa civilizadas, agora se sente. – disse mais não me movi – eu disse se sente. – disse em tom frio, e logo a obedeci.

- Ótimo. – disse ela pegando um pedaço de torta de limão e colocando em seu prato, logo ela olhou para mim e continuou – o querido não seja tímido pode comer o que quiser.- disse levando um pedaço de torta de limão na boca.

- Perdi a fome. – disse escárnio.

- Que pena esta tudo tão fresquinho. – disse dando mais uma mordida de sua trota, mas logo sua atenção voltou para mim – ora vamos Belo melhore essa cara parece ate que alguém morreu. – disse me fazendo ficar mais serio ainda.

- Então eu te obedeci agora me fala o porquê de tudo isso, meus sonhos, essa historia ridícula sobre meu lugar no mundo, parece que todos debocham de algo engraçado mais não é. - digo me enfezando com seu pouco caso.

- Bom, já que esta assim tão bravo vou te contar uma historia... – a interrompo.

- Espera ai vocês são o que professoras?- pergunto e ela franzi o cenho.

- Como assim você e sua irmã são iguais encobrem o assunto com uma historia ou algo banal por cima. – digo já cansado daquela conversa.

- Bom se pensa assim então porque ainda esta aqui? – pergunta me afrontando – medo de mim não é, porque se fosse não estaria falando comigo desse jeito, não diga que eu tenho poder sobre você porque eu na tenho então pare de agir como uma criança mimada que perdeu um doce e agora esta chorando pelos cantos, e trate de amadurecer Belo. – disse com ódio nos olhos.

- Tudo bem então se eu sou o imaturo da historia, me diga o porquê tenho que ouvir o que você esta me dizendo? – perguntei desafiando-a.

- Muito bem então vou lhe contar uma historia “há muito tempo atrás um jovem príncipe com o orgulho maior que o amor em seu coração estava se afundando em um mundo sem fim, mais então o destino sorriu para ele e lhe deu uma chance de se apaixonar, e ele descobriu o amor em uma pessoa ele havia achado sua cara metade, por um momento o príncipe se sentiu completo e transbordando de sentimentos bons, os anos se passaram e esse amor so crescia mais e mais so que forças conspiraram contra esse amor, abalando a força, mais ele não morreu então o príncipe com medo de represarias dos outros se afastou do seu grande amor deixando de lado as promessas que havia feito se perderam, toda a felicidade havia morrido como um castelo de areia que foi arrebatado por uma onda forte que o fez se reduzir a nada, so que ambas as partes nunca se esqueceram de seu amor, so que o amor do príncipe não desistiu desse amor e foi atrás dele, mas isso foi causa de dor e destruição, pois o amor do príncipe morreu tentando provar que o amor era mais forte do que qualquer coisa, mas ele se arrependeu, pois o poder venceu o amor destruindo tudo o que demorou a ser construído, dando ao príncipe uma vida vazia e sem amor, pois ele não se apaixonou jamais”. – disse terminando em um sussurro.

- Nossa que triste, mas o que isso tem haver com o meu lugar no mundo. – digo me desviando do assunto.

- Belo certas coisas precisam como posso dizer, ai deus esqueci, aonde será que ando com a cabeça. – diz mexendo nos cabelos de forma embaraçosa, como se estivesse com medo de completar seus pensamentos.

- Bom, se você esqueceu era porque não era importante, não é?- perguntei com desconfiança na voz.

- Sim. – disse o mesmo e continuou – você esta certíssimo era so um pensamento errado, não devia ser nada demais, bom acho que já tomei tempo demais de você Belo esta na hora de você partir tenho certeza de que nos veremos de novo. – disse pegando em minha mão.

         Assim que sua mão tocou a minha eu senti um arrepio percorrer minha espinha e os pelos de todo o meu corpo se eriçaram, assim que senti o calor de seu corpo algo em mim se sentiu reconfortável como se todo o mal a minha volta estivesse sumido.

         Andamos de mão dadas ate a arvore que eu havia entrado, e logo um brilho estranho surgiu entre elas, e o medo que antes havia saído dos meus pensamentos havia se alastrado por todo meu corpo de novo, mais segui junto da moça pela bifurcação ate passarmos de pelo outro lado e logo percebi que estávamos na floresta de novo, quando dei por mim não sentia mais a mão da moça, então quando percebi estava sozinho, ainda por cima ela não havia me contado seu nome.

         Essa historia esta ficando cada vez mais estranha sei que o que o futuro me reserva e sombrio já que essas moças falam através de historias ate parecia que aquilo realmente havia acontecido, mas devia ser uma lição de moral como as fabulas, mas a cada instante sinto que algo de muito perturbador esta para cruzar meu caminho só espero que isso seja somente um pressentimento. 



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