História A Besta - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
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Palavras 3.884
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom gente aqui e o final desse primeiro livro espero que tenham gostado eu sou escritor novo então não me matem e minha primeira historia mais eu adoro o que faço, mês que vem eu começo a continuação

Capítulo 15 - The End?


Julian

         Vocês devem se perguntar o que eu faço nesse fim de mundo? A resposta com o passar dos anos o castelo ia mudando e se modernizando sozinho, mesmo que esse monstro não pudesse ter uma rede social pela questão feiura não me impedia de ver o que ocorria por fora dos murros do meu palácio, vi a Guerras a criação do computador e do celular se passarem bem diante de mim, amo o wifi mais do que minha alma, não sei como conseguíamos viver sem isso, fora que o palácio às vezes e chato então essa besta aqui tem que tentar ser um pouco normal.

         Ai vem outra pergunta como consigo mexer num celular, tablet, ou num computador sem destruir com as garras?  Posso te contar um segredo? Não conte a ninguém, ah uma brecha na minha maldição durante a sextas feiras e aos domingos eu me transformo em humano por um dia todo, são os melhores momentos da minha vida, ganhei essa liberdade quando ajudei um animalzinho e tapei as trouxas das guardiãs dos sentimentos.

         Fato elas reduziram meu castigo depois de quinhentos anos eu fui voltando a ver como eu era meus olhos, meus cabelos, tudo em mim me fazia falta maldita hora em que meu ego foi maior que meu raciocínio, como uma senhora de pouca idade subiria o alto da colina ater meu palácio sem dinheiro pro cavalo? Passou pelo portão sem escalar nem nada? Ou ate mesmo passar pela guarda real? Realmente eu estava bêbado a ponto de não notar isso, não me julguem todos cometem erros.

         O lado bom de eu estar te contando isso e que hoje e sexta feira e eu e meus empregados voltamos ao normal, esse e um dos poucos momentos da minha vida aonde eu sei que nem tudo esta perdido.

         Os primeiros raios de sol surgem anunciando que mais um dia ira surgir, as frestas batem a cortina de seda dando mais luminosidade ao quarto, e a escuridão que tomava minha vida desapareceu, pois eu era humano de novo.

         Olho para minhas mãos e de presas e garras meus dedos estavam normais cada um deles, meu corpo como sempre bem cuidado e sem mais nenhum pelo tinha em mim, toco delicadamente em meu rosto suspirando por sentir a barba rala em meu rosto começando a crescer, parece que tudo esta normal, muitas vezes confirmo para não ter certeza que aquelas mulheres não me passaram a perna, não se pode confiar em anjos.

         Levanto com o animo renovado e pronto para mais um dia, toco a campainha que tem em meu quarto para avisar a um dos empregados que estou pronto para meu desjejum, depois de dez minutos uma mulher gordinha entra em meu quarto seus cabelos brancos são irreconhecíveis, Madame Helena com seus 60 anos era como da família, seu aspecto infantil  me dava vontade de prendê-la em um potinho, seu corpo gordinho e sua pele branca começando a enrugar, tudo estava como da ultima vez parece que eles haviam congelado no tempo, pois nada em seus aspectos mudou, a senhora a minha frente foi minha baba e é governanta ate hoje do castelo, ela preencheu o vazio dos meus pais em minha vida, pois quando eu mais  precisei ela se manteve ao meu lado e não meus pais, logo saio dos meus pensamento quando madame Helena me da um beijo na bochecha esquerda e diz: 

- Bom dia menino como se sente? – diz a senhora deixando meu desjejum indo abrir a cortina.

- Estou bem mãe. – digo indo em direção à bandeja de prata e tentando olhar seu conteúdo, mais logo recebo um tapa de sua mão.

 - Julian! – exclama ela seria – onde estão seus modos? Você nem trocou de roupa ainda, e por acaso o senhor já lavou as mão? – perguntou de canto de olho o que me fez abaixar a cabeça e negar mostrando a ela meu sorriso de criança levada que estava pronta para fazer uma estripulia.

- Ainda não mãe, juro que assim que trocar de roupa eu faço tudo isso ok. – digo rápido abrindo a bandeja vendo à senhora olhar distante e se virar  sendo tapeada pela minha pegadinha.

- Ah bom quando fizer tudo isso... – não termina seus pensamentos percebendo a pegadinha do menino e quando volta seu olhar para trás o mesmo esta devorando a comida como um animal o que a faz soltar um resmungo e logo corrigir me

- JULIAAAAN PODE TRATAR DE DEIXAR A COMIDA AI E IR  FAZER O QUE TE MANDEI, E PARE DE COMER COMO UM ANIMAL PARECE QUE EU NÃO TE DOU EDUCAÇÃO MENINO. – disse a senhora já com seu rosto vermelho de raiva por não ter sido desobedecida, o que me faz rir e logo ir ao encontro de Helena depositar-lhe um beijo em seus cabelos e vê-la ficar mais tranquila.

- Calma eu já vou.- digo dando meu melhor sorriso maroto, e ir em direção do banheiro, e ouvindo outro resmungo da mesma .

- E trate de se limpar direito ouviu? Quando te vires quero ter certeza que esta limpo. – diz e logo não escuto mais nada ela havia se retirado do quarto.

 

         Assim que termino de fazer minha higiene pessoal, fora comer meus desjejum me apronto para aproveitar meu dia que se iniciara, saio pelos corredores do meu palácio que logo vejo tomarem luz e cor, os empregados estão pra lá e pra cá varrendo, esfregando, tirando a poeira, arrumando isso e aquilo, pois sexta e dia de faxina no palácio.

         Desço as escadas sentindo a energia de ser eu mesmo de novo percorrer meu corpo sendo a pessoa mais feliz do mundo, nada poderia estragar meu dia, passo o grande salão de danças e me dirijo para meu santuário secreto, era uma coisa que eu mandei construir para alguém especial, so de lembrar meu coração já se apertava se você pensou em Felipe esta certo, pois é o próprio entro no quarto e vejo a luz e a claridade baixa se acostumarem a minha vista, vou em direção da cortina de seda e a abro vendo a claridade tomar conta do local revelando a sala simples com o piso de madeira de carvalho branco, as paredes feitas de desenhos contando às aventuras que eu e ele tivemos, e no centro da sala uma estatua deitada no chão em volta de um jardim e a face do meu doce belo estampada em um singelo sorriso, o único sorriso amor verdadeiro que me deram.

         Aproximo-me da estatua me abaixo ficando face a face da mesma, deixo um carinho na bochecha da estatua, ainda posso ver em sua face mesmo sorrindo a magoa em seus olhos por eu ter destruído nosso felicidade e a que preço perdi tudo o que eu realmente amava e o que importava, mas estou disposto há um dia te reencontrar e tentarmos quem sabe em outra vida sermos felizes, saio dos meus pensamentos quando vejo uma sombra, cobrir a claridade do quarto e logo vejo a sombra de Christopher, Ele continuava o mesmo homem Alto e atlético, seus cabelos castanhos continuam em maneira medieval em um rabo de cavalo presos por uma fita amarela fira as roupas de mangas meio bufantes que o deixavam com um ar de nobre, por mais que eu tente fazê-lo mudar ele diz que gosta de se manter a tradição antiga, Christopher logo continua com seu olhar sobre mim diz:

- Sabia que o encontraria aqui Mi lorde. – disse com seu sotaque Frances inclinando levemente seu corpo para frente.

- Ótimo agora  que me encontrou me diga o porquê de estar aqui? – perguntei com meu humor diminuindo gradativamente e logo continuei – sabe que detesto ser incomodado, principalmente nesses momentos. – digo voltando meu olhar para Christopher que mantinha a serenidade em seus olhos era isso que me irritava.

- Sinto muito por interromper mas gostaria de saber se o senhor quer que abram as cortinas da ala leste para ter um pouco de luminosidade...

- Não! – exclamo já com raiva.

- Mais Mi lorde tente entender a rosa...

- Chega Christopher isso não lhe diz respeito saia daqui agora antes que eu faça algo que me arrependa depois. – digo com sangue em meus olhos.

- Tudo bem Mi lorde. – disse o homem em um suspiro logo se retirando me deixando novamente sozinho com meus pensamentos.  

         Olho mais uma vez para a estatua da única pessoa que um dia amei e ela me faz ter vontade de chorar, mas nunca faria isso, pois chorar e para os fracos e eu não sou um fraco, pelo menos não na frente dos outros poucos me viram chorar e esses poucos guardam meus segredos como ninguém, pois eu tenho medo de realmente demonstrar que tenho sentimentos e sair magoado de novo.

         Saio do santuário me sentindo um pouco mais aliviado, sigo para dentro do castelo e vou para o meu antigo escritório que não entrava há tempos, chego à frente daquela sala e uma angustia me toma por todo o corpo, pois foi naquele local aonde me machucaram profundamente, mas tinha que encarar meus medos de frente.

         Adentro a sala e instantaneamente as lembranças se tornam mais fortes, o corpo no chão a tristeza me possuindo, se eu tivesse chegado a tempo quem sabe eu não o tivesse salvado, quem sabe eu não estaria velinho com ele ao meu lado ate hoje, porque eu me importava com o que os outros queriam? E não fui feliz, tudo a que custo a custo de nada, as poucas pessoas que ainda se importam em me ver feliz estão amaldiçoadas, tudo por causa do meu ego.

         Logo me pego chorando a culpa e o remorso me tomam por inteiro e caio no chão sentindo o peso do mundo em minhas costas, tudo podia ser to mais fácil se eu tentasse, logo caio no choro como uma criança que precisa de colo, ser mimada ate que o choro se extinguir, mais quem faria isso por mim?

         Saio dos pensamentos e me levanto, quando volto meu olhar para a porta vejo a silhueta de uma mulher extramente atraente, mas com um ar sombrio a sua volta como se algo a impedisse de encontrar a luz, olho o rosto da bela moça a minha frente mesmo aparentando não ter mais de 20 anos seus traços parecem se envelhecer a cada vez que nos vemos, quando ia pensar em falar algo a angustia tomou a frente falando cortando meus pensamentos:

- Bom te ver Julian. – disse com um sorriso sínico em seu rosto.

- Não posso dizer o mesmo para você. – disse me enfezando com a presença da angustia naquele local.

- Sabe o que eu acho mais engraçado? – perguntou com ironia na voz.

- Não, é não me importa. – digo quase que num rosnado.

- Mesmo assim vou falar. – disse logo continuando – Esse local ele não te trás lembranças? – perguntou, mesmo não olhando em seu rosto tinha certeza que ela estava sorrindo.

- Sim este local me trás lembranças. – digo entre os dentes.

- Então sabe que a vida de uma pessoa foi tirada aqui? De quem era mesmo ah sim do garoto que você não soube amar. – disse irônica e cheia de si.

- CALA A BOCA. – grito tacando a primeira coisa que vejo em minha frente, mais vejo que acerto a parede, procuro a silhueta de angustia pela sala e logo a vejo sentada em cima da minha mesa de pernas cruzadas, exibia suas pernas de uma maneira seduzente, mais senti repulsa ao vela daquela maneira.

 - O que vai dizer que nunca viu as pernas de uma mulher? – perguntou com certo desdém na voz e logo continuou – aposto que se fosse à perna de um garoto de 17 anos chamado Felipe aposto que estaria Agarrando não é? – perguntou com um sorriso malicioso em seus lábios.

- JÁ DISSE PRA CALARA A BOCA. – disse indo em direção da moça sentada na mesa mais logo ela some e aparece na porta.

- Espero você na biblioteca. – disse sumindo do meu campo de visão.

- E se eu não for. – desafio, mas não obtenho resposta.

         Sigo em direção à biblioteca com o coração na mão, pois sei que é muito estranho uma guardiã vir me visitar imagina quando as três vêm e na mesma semana havia algo errado, ou algo iria acontecer so espero que não seja o pior.

         Sigo os corredores da ala norte aonde havia a biblioteca e via que aquele local já estava limpo, o que significava que os criados já deviam estar indo em direção à ala leste a onde eu fico a maior parte do tempo, isso é bom, pois não queria ser interrompido em minha conversa com aquela mulher.

         Chego à frente da porta da biblioteca e vejo a porta meio entre aberta o que significa que alguém já havia entrado, entro e logo vou andando por entre as prateleiras de carvalho e chego ao centro da biblioteca que esta vazia, vou em direção ao segundo andar subo as escadas e assim que chego a parte superior da sala vejo angustia sentada em uma poltrona observando o fogo calmamente, como se entendesse o que se passasse com o fogo saio desses pensamentos quando angustia diz:

- Vai ficar ai parado Julian, se aproxime. - disse angustia sem voltar seu olhar para trás.

         Aproximo-me lentamente dela e assim que me aproximo vejo-a de pernas cruzadas, com a calmaria em seu olhar, há tempos não via essa expressão em seu rosto, trato de sair desses pensamentos e chamo sua atenção dizendo:

- Bem aqui estou eu. – disse me sentando na poltrona ao seu lado.

- Demorou mais tudo bem. – disse angustia com seu olhar agora vidrado no meu.

- O que gostaria de falar comigo? – pergunto em tom de deboche e logo continuou – acho que deve ser algo importante, pois você e suas irmãs apareceram essa semana para me ver o que eu devia para ter essa como posso dizer “grande honra”. – disse fazendo as aspas com a mão.

- Não seja tão debochado. – disse angustia e continuou – tenho noticias importantes. – disse olhando para as unhas como se não valesse a pena olhar em meu rosto.

- Pois então diga. – disse sem paciência.

- Em breve você terá companhia vinda de um lugar especial. – disse me olhando nos olhos ao terminar a frase.

- E que, seria? – perguntei com desdém.

- Vai saber. – disse se pondo de pé e indo em direção a escadaria.

- Tudo isso toda essa encheção de saco a toa. – disse esbravejando o ódio que já nutria desde a chegada da angustia.

- Julian, Julian você nunca soube levar as coisas na esportiva? Não é mesmo. – perguntou irônica.

- Não nunca é não será hoje que levarei um desaforo seu, se não há mais nada a ser dito suma daqui. – disse me virando, não vendo mais a mulher de alma escura.

- Bom não há mais nada a ser dito, so espero eu que não cometa o mesmo erro novamente. – disse o final sussurrando.

- O mesmo erro... – disse procurando a mulher mais não havia mais ninguém lá alem de mim e a solidão.

         O dia se passou tão rápido que nem percebi quando o por do sol chegou, logo todos os empregados se retiraram restando apenas Christopher, Madame Helena e James, mais conhecido como senhor Smith, os três ficaram juntos a mim na escadaria do palácio.

          Logo a lua estava no ponto mais alto, e assim que seus raios tocaram as janelas do palácio tudo começou a mudar, a escuridão tomou conta do local novamente, Madame Helena foi diminuindo de tamanho, seu corpo pálido ficou cada vez mais claro ate se tornar mármore puro, seu corpo foi diminuindo ate estar do tamanho redondinho de um bule de mármore seu cabelo se tornou uma tampa com desenhos em mosaicos em tom rosa e roxo.

         Christopher se transformou em um candelabro de ouro maciço suas mãos e sua cabeça se substituíram por velas que se acenderam sem mais nem menos como se tivessem vontade própria, e por mais que se tentasse apagar elas se acendiam de novo e de novo, digo por experiência própria 500 anos tentando apaga-la.

         Já o senhor Smith aos poucos foi diminuindo ate se tornar um relógio de antigo de cabeceira, seu corpo foi modificado a parecer um humano, mais ainda sim quando ele ficava parado ele instantaneamente se torna um relógio.

         Eu nem tenho o que falar de mim cada vez mais me desaponto com minhas transformações, eu como sempre me torno a mesma besta, minhas mãos e pés se tornaram garras, por mais que eu pudesse andar normalmente em duas patas, eu também conseguia com as quatro, meu rosto cheio de pelos com um leão mais nada parecidos, não sabia nem com qual animal me comparar, pois nem sabia se eu era um animal, me sentia como um monstro.

         Depois da transformação eu me retiro do salão e vou para a ala leste aonde eu tenho sossego, saio meu caminho normal como de costume não me dou mis ao luxo de chorar ou espernear pela minha vida de volta já que sei que elas nunca me darão, chego a meu quarto arrumado e faço questão de descontar toda a minha raiva nele de novo, e sempre assim eu destruo meu quarto, me destransformo saio do meu quarto ele é arrumado, mais quando retorno ele sempre esta arrumado, o que me faz querer destruí-lo de novo.  

         Assim que meu quarto esta revirado olho para o objeto de minha condenação uma rosa e assim que me aproximo dela cercada pela redoma vejo meu reflexo estampado nele, o ódio de saber que um dia fui o ser mais Belo que ouve em toda a historia, e uma simples maldição me tomou tudo o que tinha comigo, passo a mão pela redoma e assim que a retiro mais uma pétala se cai meu tempo estava se esgotando eu sabia disso, a cada 100 anos uma pétala cai, mais algo tem acontecido, pois as pétalas estão caindo mais rápido, acho que meu tempo esta se esgotando a cada vez mais rápido.

         Saio desses devaneios quando ouço um barulho muito estranho vindo da sala de jantar, para me certificar que estava tudo bem eu tinha algo que os criados, não sabiam que eu tinha um espelho mágico, sim forjado pelos anos ele era feito do mais puro diamante de ponta branca encontrado, assim que derretido deu se o formato do espelho,o cristal que mostra a face era tirado do monte negro onde a magia, deu origem a varias bruxas, saio desses pensamentos e dou um grito:

- Mostre-me Christopher. – disse em alto e bom som.

         Logo eu vi uma imagem que não me agradou muito, eu via uma Christopher em cima de uma mesa os candelabros acessos, comida a mesa e tudo mais que se tinha direito, mais porque de tudo isso? Me pergunto mentalmente mais logo descubro o motivo, uma mulher não aparentando ter mais que 48 anos, com um vestido azul meio rasgado, seu corpo estava coberto por uma manta do palácio.

         Mais que afronta quem eles pensam que são para abrigar um estranho, perdido em pensamentos olho novamente no espelho e vejo algo que me faz enfurecer nas mãos da mulher havia uma rosa vermelha, e so havia um lugar no palácio com aquele tipo de rosas, ela não podia ela preferiu meu santuário ela pagara por isso.

         Saio do meu quarto, passo os coredores, desço as escadas e logo a fúria toma conta do meu corpo ao saber que estou perto de uma intrusa em meu palácio, paro em frente à mesa do jantar atrás da nossa convidada surpresa, quando vejo os rostos dos empregados que antes sorriam, e a me ver eles pareciam ver o rosto da própria morte.

         Logo a mulher a ver seus rostos tenta entender o porquê deles estarem daquele jeito, e assim que ela olha para cima e vê meu rosto ela se assusta e solta um grito estridente, que seria capaz de ser ouvido por todo o palácio mais não adiantava ela gritar, pois ela estava no meu palácio comendo da minha comida e agora era a ora de cobra-la mal sabia a pobre moça que o pagamento seria a eternidade no palácio, ou ate eu me cansar dela.

         Agarro seu pulso e logo a puxo junto de mim, vou seguindo pela ala oeste aonde havia a torre negra aonde eu torturava os inimigos ou espiões de reis, para fazerem soltar tudo o que sabia, mais nunca havia prendido uma mulher, acho que os tempos mudaram, mais como ela encontrou o caminho do meu palácio? Como ela chegou sem ser pega pelos lobos? Será que ela veio do mundo humano?

         Tantas perguntas sem ao menos uma resposta, mais sei que logo ela teria que me falar por bem ou por mal, subo as escadarias e chego à torre norte seu estilo caótico e medonho chegava a me arrepiar a um século não pisava lá também havia me esquecido das cabeças decapitadas penduradas ou dos corpos presos nas gaiolas, detalhes e mais detalhes que não me lembrava.

         Assim que estou na sala das selas pego uma que estava aberta e jogo a moça lá dentro sem do nem piedade, sinto-a gemer de dor ao ser impactada contra a parede por um momento me compadeço maios logo me recomponho e volto a minha visão normal de seriedade e medo, pois era isso que uma besta devia ser intimidadora e medonha fazer seus inimigos saberem que aquele era seu fim, erra isso que eu podia ver estampado no rosto daquela mulher, o medo da morte.

         Logo a mulher se levanta e fica frente a frente comigo, eu no momento de intimidador acabo andando como um animal em quatro patas, ate a frente da sela mais assim que chego perto me coloco de pé e me ponho a falar com aquele ser que a tempo não via um humano:

- O que você faz aqui? – pergunto com voz ameaçadora.

- Vo...você fala? – perguntou com  certo recio na voz.

- Me responda. – disse perdendo a paciência.

- Não sei eu peguei uma trilha diferente, não sei como foi como se algo me chamasse a vir por aqui não sei como, sei que me perdi e logo os lobos... – interrompo-a

- Então pensa que pode vir a minha casa comer da minha comida, usar uma das minhas mantas e usar essa desculpa fajuta e pensar que será livre. – disse vendo-a se encolher.

- Não esperava nada, eu so não queria ter vindo parar aqui. -  disse com remorso na voz.

- Não duvido quem gostaria de estar com uma fera como eu. – digo indo em direção ao ponto de luz fraca que batia da única janela que havia.

-... – ficou sem fala.

- Eu sabia você e como os outros, pois saiba que agora você e minha prisioneira e não poderá sair daqui jamais...-digo prolongando a voz.

- Não por favor eu lhe peço.- disse a moça segurando o choro.

- Eu não quero saber saiba que agora seu lugar e aqui e... – sou interrompido por um grito.

- Mãeeeeeeeeeeeeeeeeeeee. – diz um garoto.

- Fe... Fe... Felipe. – e o que sai de minha boca.      


Notas Finais


O fim. desse livro espero que tenham gostado U.U


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