História A Besta - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei espero que gosteem do capitulo de hoje.

Capítulo 5 - Capitulo 4


Bernard

         Os meninos deixaram de lado a nossa estranha conversa, pois poucas pessoas sabem do meu passado com o Belo por mais que eu o tenha magoado ele já era ferido de corpo e alma e tinha medo de se entregar, mais mesmo assim não desisto dele? Por que ele é diferente de todas as pessoas que já conheci na vida e tinha certeza que era ele quem eu queria, prestei atenção nas três Maria que vinham em minha direção com um sorriso de orelha a orelha, o bom humor delas só significava uma coisa elas vão aprontar alguma, saio de meus devaneios e vejo as pessoas entrarem no estacionamento e logo todo mundo está em cima de mim e do meu carro, bando de baba ovos não podem ver nada que já vão em cima, com toda a multidão em cima de mim não consigo ver a pessoa a quem eu queria impressionar, que merda viu fico olhando de um lado para o outro a procura de Belo mais não o vejo, só que de repente Maria Lucia me da um cutucão não entendo porque de começo mais depois percebo que o dono do meu sorriso havia chegado, ele viu as pessoas em cima e logo se aproxima para ver o que está acontecendo, quando ele observou o carro pensei que ele ficaria impressionado, mas não era bem assim esqueci que com o Belo não precisa se impressionar com muito, mais sim com poucos gestos droga estraguei meus planos de novo, Belo pensou que eu não o havia enxergado então estava saindo de fininho, só que não contavam com as marias que gritaram em coro:

- Bom dia Belo! – disseram as três ao mesmo tempo

         A multidão logo se voltou para Belo, uma coisa que ele odiava era ser o centro das atenções, então ele só murmurou de volta:

- Bom dia. – e logo foi se retirando.

         Vendo que ele estava sumindo do meu campo de visão meu coração se entristeceu, então resolvo ir falar com ele chego perto dele e cutuco seu ombro e logo seu olhar se volta para mim, seus olhos estavam com um brilho de cansaço, ele devia ter estudado até tarde Saio dos meus pensamentos quando olho para ele e o mesmo esta com cara de “o que você que?” Então resolvo arriscar e chama – ló para sair era agora ou nunca não adiantava eu ficar com medo tinha que insistir e se ele desistisse dessa vez ia parar de procura – ló então começo:

- Belo. –chama sua atenção – Gostou do meu carro novo? – Pergunto com certo receio na voz.

- Claro. – respondeu sem animo – É um belo carro, muito caro por sinal. – disse observando o carro a minha frente.

- Sim ele é mais bem mudando de assunto eu queria saber se... – estava pensando em como tentando terminar a frase.

- Se o que? Bernard. – disse meio recioso

- Se você não gostaria de sair comigo. – disse com cara de cachorro que caiu da mudança. 

- Bernard já conversou sobre isso você pode ter quem quiser acho que não sou... – não o deixo terminar

- Eu acho que você não tem que decidir por nós Belo, eu gosto de você gosto de verdade. – disse com cara de dar dó.

- Não adianta fazer cara de cachorro que caiu no caminhão da mudança que não vai mudar sua situação - disse fazendo uma pausa estava quase perdendo as esperanças quando ele continuou - vamos fazer assim, depois da aula me pega em casa as três, tomar um café e conversar mais é só um café. – disse com um sorriso irônico no rosto, como eu o amo sabia que acabaria cedendo.

- Ok, pode deixar só um café. – piscou para ele e dou um sorriso vitorioso e vou embora.

         O dia passa sem nenhuma novidade conto aos meus amigos que ficam boquiabertos com a novidade, principalmente as três marias que pensavam que Belo jamais aceitaria um convite meu, mais provei o contrario, e outra ainda pude ouvir os comentários dos patetas do João e do Marcos que zoaram comigo dizendo “olha lá o Don Juan finalmente conseguiu conquistar o Belo” dizia João fazendo biquinho “Logo mais vão estar de mãozinha dada como dois namoradinhos” dessa vez quem zomba e Marcos, mais logo dou um tapa na cabeça dos dois e ficamos rindo, mais no fundo queria que eles tivessem razão é que entre mim e Belo houvesse algo, pois sei que não há amor maior do que eu sinto pelo Belo, so de dizer seu nome algo em mim mudava , acho que é coisa da minha cabeça mais quem se importa o importante é que meu Belo aceitou sair comigo e preciso fazer com que ele seja meu, de tarde as 2:30 eu estava com tudo pronto para sair com Belo, estava todo produzido para encontrar o dono e motivo dos meus sonhos e sorrisos, mal sabe ele que terá uma surpresa ao sair comigo, passando pelas ruas até a casa de Belo e vejo uma lojinha bem simples de acessórios paro ali para comprar algo para Belo, entrando na loja eu vejo uma mulher alta com cabelos ruivos como o sangue, e um sorriso belo em seus lábios a ponto de fazer qualquer pessoa sorrir sem motivo, me senti feliz ao lado dela algo em sua alma a fazia levitar como se ela andasse nas nuvens do céu ela era uma anjo, mais não se comparava a Beleza de Belo ele era único e por mais que aquela mulher fizesse de tudo para chamar a atenção de outros homens ela nunca conseguiria minha atenção, pois ela já tinha dono, saio dos meus pensamentos quando a moça chega ao meu lado me perguntando:

- Em que posso ajudar? – disse com um dócil sorriso nos lábios.

- Ah sim queria um presente especial. - disse sorrindo para ela.

- Ah vejo um jovem apaixonado – disse com um sorriso maior que o anterior e continuou – quem é a felizarda de ter conseguido flechar o coração de um jovem tão bonito. – disse com um tom de felicidade na voz

- Ah é felizardo – disse e continuei – seu nome e Belo. – disse com voz de bobo apaixonado

         O rosto da dócil moça desapareceu em seu rosto por um instante, mais logo retomou ao normal, ela ajeitou seu vestido e disse para eu esperar, que pegaria uma coisa muito especial, uns minutos depois ela retornou com uma caixinha de veludo preto ela chegou perto de mim e disse:

- Abra! – exclamou em tom de ordem e eu a obedeci, abri a caixinha e dentro dela tinha um pingente lindo de prata feito à mão e o adorno dele era uma rosa vermelha pintada a mão a bela moça olhou o pingente e me continuou a sua fala – esse pingente e muito especial quando você me disse o nome desse garoto Belo me fez Lembrar-me de a Bela e a Fera, então me lembrei deste belíssimo presente. – disse com um sorriso amplo no final da sua fala.

- Muito obrigado. – disse pegando a carteira mais a mesma me censurou dizendo.

- Não precisa disso querido é um presente pode ficar com ele era algo que estava ai enrolando na loja nunca foi vendido às pessoas não se importam muito com as coisas simples e belas da vida, por isso quero que fique com ele depois me conte a reação dele tudo bem? – perguntou piscando para mim.

- Tudo bem. – disse me despedindo da moça e indo em direção à casa de Belo.

         Chegando lá bato a porta com certa anciã de saber como Belo esta vestido, se me produzi demais ou se ele desistiu de ultima hora, era um misto de sensações se misturando com o medo que era o principal deles mais quando a porta se abriu, foi como se tudo dissesse para mim ta tudo bem respira, a mãe de Belo abriu a porta para mim e disse que ele estava terminando de se arrumar, e eu disse que tudo bem que não tinha pressa que demorasse o tempo que fosse necessário, mas no fundo estava louco para vê – ló, quando ele desceu as escadas e seu olhar foi de encontro ao meu foi como se uma corrente elétrica tivesse percorrido todo meu corpo e sei que ele deve ter sentido isso também olho para ele e digo convicto das minhas palavras:

 

- Você esta lindo Belo. – disse com um sorriso maravilhosamente branco

- Obrigado você também. – disse corando ele não costuma ouvir esse tipo de coisa.

- Obrigado. – disse tentado decifrar para onde ele olhava e viu que era para a caixinha preta ele me olhou e sorri para ele – Há sim isso e pré você. – disse abrindo a caixinha cuidadosamente e seu olhar curioso viu dentro dela o presente que eu havia comprado para ele – Eu estava passando numa loja para comprar umas coisas e vi esse pingente e lembrou-me você. – disse meio corado.

  - Obrigado. – disse Belo corado - mais não posso aceitar. – falou recusando o lindo presente, ai meu deus ele não pode fazer isso tenho que o fazer aceitar.

- Por quê? – disse tristonho.

- Por que não temos nada, e não somos nada. – disse me convencendo da realidade, mas queria que o fundo ele completasse ou dissesse algo a mais como “mais podemos ser algo mais no futuro” ou “mais quem sabe não podemos ser algo” entre outras coisas.

 

         Belo se virou para espelho eu o observava ele ficou muito mais rubro do que já estava, eu o olhava como se soubesse de todos os seus segredos como se pudesse ler sua alma me senti estranho aposto que ele também, aos poucos fui me aproximando dele com leveza em meus passos como se seus pés não tocassem o chão nem percebi quando estava ao seu lado, observei o espelho com atenção às feições de Belo seus olhos estavam mais castanhos do que de costume, sua pele mais pálida do que os livros e seus cabelos estavam tão castanhos como as avelãs no outono, depois de prestar atenção nele observei a mim mesmo, depois prestei atenção em nós seriamos um casal bonito aquele de se posar para o retaro em família sinto que Belo pode e vai me fazer muito feliz, não sei explicar por que as vezes sou ele é tão grosso comigo, acho que é o medo de se entregar e depois ser usado e descartado, depois de observar bem percebi a mão tocar seu ombro como se eu o consolasse mais era mais que isso, minha mão subiu em direção ao seu pescoço quanto mais sua mão subia mais sentia um calor subir ao meu corpo creio que não só meu corpo pois vi Belo fechar os olhos e se deixar perder pelas minhas caricias como se ele estivesse em combustão pronto para explodir, minha mão foi subindo cada vez mais e mais ate chegar em meu rosto onde eu depositei um carinho com o polegar em sua bochecha ele respirava forte e rápido sentia sensações estranhas ao estar com ele sentir ele me olhar pelo reflexo do espelho, mas como tudo que é bom dura pouco parei o carinho e senti um vazio atingir meu corpo olhei para ele através do espelho que ainda estava em nossa frente ele peguei levemente sua cabeça para o lado e o beijei na bochecha pode parecer estranho mais me senti feliz por aquele simples gesto que fiz com ele me sentisse um cavalheiro que sabia respeitar o limite de sua dama, queria e fazer com que eu o respeitasse mais pois  estava me esforçando para respeitar o  também o seu limite, mais queria saber ate onde eu poderia Chegar com ele, ele então pegue a Corrente e a coloquei com a maior delicadeza em seu pescoço e sussurrei:

- Mesmo que nós não temos algo posso te dar um presente como um amigo e se um dia esse colar nós dar a chance de sermos algo a mais serei mais grato ainda. – disse olhando para os pés.

- Tá bom. – disse corando.

         O que o deixava muito fofo, era por isso que eu o amava porque por mais que eu tentasse esquece – ló eu não conseguia minha mente me brincava comigo e me fazia ficar em um circulo vicioso e a droga que me vicia e você Belo só você.


Notas Finais


Bom gente é isso por hoje Bjjs U.U


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