História A Besta - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Romance, Romance Gay, Yaoi
Exibições 19
Palavras 1.970
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello.

Capítulo 7 - Capitulo 6


                                 Julian

 

         Muitos falam que a culpa é dos vilões, por parte isso é uma verdade mais nem tudo que acontece é por um motivo, posso dizer por experiência própria que eu já fui feliz, mais aos poucos me tornei amargurado sabe por quê? Por que amar é uma dor, posso afirmar isso, pois já senti na pele o que é amar e o que é perder seu grande amor acho que às vezes me pego nos pensamentos de como eu sou um monstro, sem amor e sem vida mais eu creio que todos os monstros já amaram um dia, vou contar a você uma historia que aconteceu comigo há muitos anos atrás, “eu tinha oito anos eu era inocente sobre tudo, só sabia que um dia seria um rei, pois era isso que meus pais sempre diziam para mim, eu era cercado por tudo aquilo que as pessoas invejavam, riquezas, poderes e tudo do bom e do melhor que se pode comprar, mais do que adiantava uma vida assim com tudo o que o dinheiro se pode comprar sem o amor dos pais, sim meus pais não me davam amor sabe porque? Por que eles era muito ocupados, sempre com deveres e coisas a fazer como cuidar da administração do reino, ou ir algum baile em outro castelo entre outras milhões de coisas que aconteciam por se ser um rei, essa não era a vida que eu queria para mim só que por mais que eu falasse que odiava a vida no palácio meus pais falavam que eu não sabia o que eu estava falando, pois era uma criança sem conhecimento da vida, assim minha vida seguiu até os 14 anos eu estudava no palácio fazia aulas instrumentistas de violino, piano e violoncelo fora as aulas de línguas falava fluentemente o inglês, Frances e italiano, tudo na minha vida era corrido minha agenda apertada, pois a todo instante o príncipe tinha que resolver problemas que o preparariam para ele se tornar o futuro rei, estava me cansando de tudo já não sorria a anos eu era sempre emburrado, por mais que nas fotos eu mostrasse um sorriso de escárnio nas fotos eu não era feliz, nada mais me satisfazia eu fazia a vida dos meus pais um inferno a cada instante queria algo a mas para me preencher mesmo que fosse só por um instante, eu olhava da janela do palácio a aldeia próxima e via as crianças correndo se divertindo ou na vila ou no bosque, ah como eu as invejava elas não sabiam como eram sortudas por não ter que viver dentro dessa grande jaula, com salas que pareciam que nunca iriam acabar minha vida parecia que estava no fim, estava pronto para me afogar naquele oceano de angustia e dor, só que algo estava para mudar em minha vida, no final de semana eu e meus pais fomos ao castelo do norte aonde havia os campos dos cervos Brancos, nunca havia visto um mais falavam que eram como guardiões e protegiam as pessoas dos perigos, olho para o castelo a minha frente lembro-me dele como se fosse ontem, suas muralhas feitas de pedras de cascalho branco a estrutura antiga e gigantesca, cheguei a pensar que fosse maior que o meu palácio só que não era as grandes janelas com mosaicos contavam historias daquele lugar mágico, sim mágico, pois quando se passava por aquele local parecia que você era atraído a ponto de não querer ir mais embora, entro no grande palácio e vejo os reis do norte com um sorriso majestoso em seus rostos o rei do norte Victor com seus olhos castanhos e cabelos escuros, sua pele branca como a neve, e seu sorriso branco como o mármore nunca o havia visto pessoalmente, assim como a rainha safira belíssima rainha safira de cabelos negros e olhos mais negros ainda, pele branca e sorriso triunfal como se ela estivesse preparada para tudo e todos, parecia que havia felicidade naquele local diferente da minha casa que era sempre tão vazia e fria, cheguei perto dos reis e fiz uma reverencia breve e eles corresponderam igualmente, entro no palácio sem ao menos perguntar se eles estavam bem ou não ou se podia entrar, simplesmente entrei, fui corredores há dentro daquele grande castelo como se algo me atraísse para algum lugar sigo sem saber por onde ir, como se uma voz me chamasse e me falasse para onde ir sigo até um corredor muito grande aonde haviam pinturas de reis e pessoas importantes da família do norte sigo em frente observando as pinturas, até que chego em um quadro interessante o rei e a rainha do norte em um quadro com bordas de ouro nas pontas do Quadro mais o que mas me impressionou não foi o ouro e sim o que havia no meio deles um lindo garoto de olhos castanhos como as de uma avelã madura, cabelos castanhos como os carvalhos mais majestosos e pele branca como o leite uma ser esplendido em beleza, depois de olhar aquilo vejo abaixo do quadro escrito família real, então me enfureci um futuro príncipe podia ser to arrogante a ponto de não receber seus convidados, devia ser só mais um entre muitos que se achava muito superior a mim coitado mal sabe que não me importo nem um pouco com ele, continuo andando pelo grande corredor ate o final, observei uma porta feita de carvalho branco com maçanetas feitas de ouro e o formato das fechaduras era de cervo, achei a sala estranha como se algo dentro dela me chamasse como se eu tivesse esperado por toda a minha vida entrar por aquela porta fosse parte do meu destino, segui até a porta e a empurrei com a maior delicadeza para não fazer muito barulho, entrei na sala vendo que era muito bem aquecida, pois o corredor frio pela brisa tardinha, ficava para fora da sala, entrei percebendo que aquele local era uma biblioteca muito grande com vários exemplares de livros alguns grandes outros nem tanto mais deviam haver livros de todas as partes do mundo, creio que aquela biblioteca sim era maior que a minha não sei porque mais aquilo me incomodou não sei por que  mais algo começou a ficar estranho dentro de mim, meu estomago se contorceu e meu coração acelerou a ponto de parecer que iria fugir pela boca, sigo pelas grandes prateleiras parecia que elas nunca teriam fim sigo até uma espécie de centro dessa biblioteca era um espaço com uma enorme lareira, mesas e sofás para se utilizar fico impressionado com a grandeza daquele local, eu segui em direção a lareira que parecia que fora acesa a pouco tempo, pois a madeira queimava consumindo suas partes por inteiro, olho ao redor e vejo num canto daquela sala próximo a lareira uma poltrona e sentada nela um garoto concentrador em seu livro, era como se nada mais existisse somente ele e o livro fossem os únicos no mundo e mais nada importasse a não ser o ali e o agora, fico encanto com a maneira que o menino tinha de sorrir já havia visto sorriso de muitas pessoas mais algo no sorriso dele me deixa perplexo, pois seu sorriso era puro e verdadeiro, acho que algo em seu livro o fazia sorrir, já cansado de ficar parado pigarreie com a garganta, o menino simplesmente continuou lendo seu livro , então fiz de novo só que dessa vez mais alto então ele começou a falar:

- Pai nem adianta começar com essa de... – parou de falar quando viu que não se tratava de seu pai mais sim de mim então ele simplesmente revirou os olhos e continuou – ah é você. – disse sem animo.

- O que tenho eu. – rebati curto e grosso

- Nada só pensei que era alguém mais importante. – disse com desdém.

- Por acaso sabe quem eu sou? – perguntei com certa ira na voz – eu sou...

- Eu sei quem você. – disse me interrompendo – e isso pouco me importa- disse com desdém na voz.

- E porque importaria pra você, não me conhece não pode me julgar sem me conhecer, sinto pena de pobres coitados como vocês que se pensam ser superior a mim e não são nada. – disse com ironia na voz.

- Eu sei o que eu penso, sabe o que penso? – perguntou desafiador na voz e continuou – Penso que pessoas como você me dão nojo sabe por que, por que pensam que só por serem príncipes ou princesas podem passar por cima de tudo e todos e nada disso para mim importa, vocês são todos iguais a ponto de serem copias nas falas na maneira de agir de pensar e falar. – disse com voz de tristeza.

- Como sabe que sou igual a eles se ainda nem me conheceu você nunca me viu não tem porque eu gastar meu precioso tempo discutindo algo inútil com um garoto mais inútil ainda com licença. – disse me retirando.

- Espera. – disse o garoto petulante e continuou – Vamos fingir que isso não aconteceu para que nossos pais não fiquem bravos conosco então temos que transparecer o que aconteceu aqui para não termos problemas para nós dois combinado. – disse dando ponto final ao assunto.

         Nem se quer o respondi segui caminho a fora daquele local, algo naquele garoto me intrigou será que ele já teve contato com os outros príncipes e princesas dos outros reinos? Por que ele pensa que sou igual a eles? Será que sou realmente igual a eles? Muitas perguntas sem respostas para uma cabeça confusa tratei logo procurar meus pais para me desculpar com o rei e a rainha do norte para que quando chegasse em casa não recebesse mais um sermão do meu pai, perguntei a um guarda aonde os reis estavam e ele olhou para mi com certo desdém até que eu o xinguei e falei que era o príncipe do reino central, logo o guarda se endireitou em sua postura e falou que eles estavam na sala do trono, eu simplesmente segui meu caminho para não me estressar mais, entrando na sala do trono vejo meus pais conversando com os reis do norte, eles percebem minha entrada, logo me torno o centro das atenções olho para o meu pai que esta com uma cara muito seria logo sabia o que ele queria, então sigo ate eles faço uma reverencia e começo a falar:

- Sinto muito suas majestades, juro que não foi minha intenção desrespeitá-los em sua casa foi somente uma crise de cansaço prometo que isso jamais voltara a acontecer. – disse com cara de quem estava arrependido.

         Os reis se entreolharam e meu pai olhou para mim com uma cara de quem agora estava satisfeito, aceno a cabeça para o meu pai e ele acena de volta, olho para a rainha safira que solta um sorriso muito bonito e me chama para mais perto deles, me aproximo com delicadeza e me sento ao lado deles à rainha me olha e diz:

- Vejo muito do meu filho em você ele tem o mesmo temperamento dele em você, sinto muitíssimo também por ele não estar presente conosco Felipe não gosta muito de companhias ele sempre foi muito centrado em seus estudos. – disse a rainha com um semblante meio triste mais logo voltou ao normal.

         Aceno a cabeça levemente e pergunto a ele aonde irei descansar eles pedem a um dos criados me acompanhar ate meu quarto, eu sigo a criada por uma longa escadaria até o corredor dos quartos, enquanto caminhava eu vi o jovem garoto indo em direção oposta a minha, trombamos de ombro um com o outro e trocamos olhares intensos eu segui para o meu quarto me arrumei e dormi, pois parecia que essa seria uma noite muito longa, e parecia que tudo estava para mudar”.


Notas Finais


Its me espero que tenham gostado


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...