História A Bet - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amizade, Amizade Colorida, Amor, Aposta, Bebida, Colorida, Dança, Festa, Ficção, Heterossexualidade, Hot, Imagine, Imagine Hot, Justin, Justin Bieber, Novela, Nudez, Original, Romance, Sexo, Strip, Strip Tease
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Palavras 3.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, peço que vocês me digam o que estão achando da fic, nos comentários. Se querem que eu continue, se não.. Vai ser muito importante pra mim! Obrigada <3

Capítulo 6 - The talk


- Mia. Não é mais. Você era. Era minha irmãzinha, e minha melhor amiga também. Agora é só melhor amiga. E você nunca me disse que sentia alg... 

Escrevo e apago. Mais uma vez. Eu não sabia o que dizer. Ela realmente havia me deixado sem palavras.

"Relaxa, eu sou só sua irmãzinha mais nova mesmo". O que eu poderia dizer? Eu realmente havia dito aquilo. Logo após ter confirmado naquele maldito grupo que havia ficado com Bernardi. Não só ficado, graças ao queridíssimo Lucas.

E agora, eu não era capaz nem de escrever uma mensagem decente para responde-la.

Vejo uma mensagem nova de Mia chegar, e a leio imediatamente.

- Não precisa me responder nada. É pra relaxar, mesmo. Tá de boa, você transou com ela antes de mim. Foi bom pra ganhar mais experiência. E obrigada por ter me feito chorar. 

Eu li direito? Eu a fiz chorar? Mia? Eu fiz MIA chorar? Meu coração doía em meu peito, só de imaginar a cena. Como pude ser tão imbecil? "Foi bom pra ganhar mais experiência", ah não, Mia. Não, não, não, não, NÃO. Droga. Sinto vontade de chorar. COMO VOCÊ PÔDE SER TÃO IDIOTA, VINICIUS?

Podemos nos encontrar amanhã? Quero falar pessoalmente sobre isso. -

A envio, já sabendo de sua resposta, que era obvia. Mas eu precisava tentar mesmo assim. Mia não podia saber em partes sobre aquilo. E eu não poderia a explicar via mensagem, tinha que a olhar nos olhos.

Uma mensagem nova dela chega, e eu a leio no mesmo instante.

- Tá brincando né? Só pode estar brincando.

- Fica de boa, Vinicius. Fica na sua, que eu fico na minha. Já demos um fim nessa palhaçada mesmo. 

"Fica na sua". 

Ela disse "Fica na sua". 

Eu lia e relia aquela parte, até passar a ler e reler o que ela havia dito depois. "palhaçada". Palhaçada? Fala sério. Enxugo uma lágrima que escorreu em meu rosto, com raiva. Bloqueio a tela de meu celular. Poxa, Mia. Palhaçada? O que havíamos feito nesse final de semana foi tudo, menos palhaçada. 

Desbloqueio meu celular, e abro a nossa conversa. Começo a digitar.

Tudo bem. Tem razão, já tava desgastante mesmo. - envio.

Eu tava puto. Jamais a enviaria aquilo, se não estivesse tão puto. Recebo outra mensagem dela, no mesmo instante.

- Demais.

Bloqueio meu celular e fecho meus olhos, na intenção de dormir. E é claro, que falho miseravelmente. Seu olhar não saía da minha mente, enquanto sua gargalhada ecoava. Eu não estava nem um pouco pronto para deixa-la assim, tão fácil. 

...

Acordo sozinho, e pego meu celular para olhar a hora. 10:15. Minha mãe abre a porta em seguida.

- Ah. Eu já ia te acordar, que bom que já acordou. Levanta, vem fazer companhia para Nancy.

- Já vou. - digo, com a voz grossa, e me viro para o outro lado.

Ouço ela caminhar até a mim e sinto suas mãos me chacoalharem em seguida.

- Nada disso, não vai dormir de novo. Anda, levanta.

Afundei minha cabeça em meu travesseiro e gemi:

- Já vou.

Ela sai do quarto e eu desafundo minha cabeça do travesseiro, me levantando da cama, e indo em direção ao meu banheiro. 

...

Termino de usar banheiro e saio dele de toalha, enquanto secava meu cabelo com outra.

Vejo Nancy me olhar assustada. Tadinha, já tinha me visto de toalha ontem, e agora hoje, de novo. 

Ela com certeza era aquela garota santinha do colégio, que os garotos tinham medo de chegar, por temer ouvir um "não" dela. 

Suas bochechas, agora coradas, me fizeram lembrar as de Mia. Depois que ela tirou sua camiseta para mim, eu as notei corar, mesmo com o olhar fixo em seus seios fartos. Lindos, por sinal. Afasto-me de meus pensamentos, quando ouço Nancy falar.

- A s-sua mãe me pediu para vir te acordar. Mas eu acho que você já tá acordado, né. - ela sorriu de um jeito tímido.

TÃO. BONITINHA.

- Relaxa, quer sentar? - inclino minha cabeça para minha cama. - Eu só vou me vestir, rapidinho.

- N-não Vini, eu te espero lá embaixo. - ela arregala ainda mais seus olhinhos redondos, se virando imediatamente, indo em direção a minha porta.

Eu ri.

Ela sai de meu quarto e eu vou procurar uma roupa para vestir. Me visto de um jeans e uma camiseta, como de costume, e olho meu perfume em cima de minha estante. O pego e o passo em áreas específicas do meu corpo, pensando em Mia. Eu iria à sua casa hoje a tarde para conversar, na esperança de que quem me abrisse a porta, me deixasse entrar.

Desço e vejo meus tios, Nancy e minha mãe sentados na mesa da cozinha. Me aproximo e vejo que eles estavam conversando sobre Nancy, pelas suas bochechas já coradas.

- Bom dia, lindo! - minha tia disse, e fez sinal para a cadeira vaga ao seu lado, para que eu me sentasse ali.

Ela realmente me achava lindo. E fazia questão de me lembrar disso sempre. Lembro quando eu estava em minha a pré-adolescência/adolescência, ela sempre pedia para que me minha mãe me inscreve-se num concurso de modelos. O que era muito engraçado, porque eu não era tudo isso.

Me sento ao seu lado e fico a escutar a conversa, que já rolava.

...

Termino de comer e subo para o meu quarto.

Planejava ir à casa de Mia depois do almoço, para que ela não pensasse que eu tava muito nem aí, mas ao mesmo tempo não muito aí para ela.

Desci na hora do almoço para almoçar e depois subi para o meu quarto, escovei meus dentes, e me joguei na cama de pernas abertas. Olhei o relógio, ainda eram 12:50. Pretendia ir umas 14:00. Espero o tempo passar, inquieto, checando minhas redes sociais. Até que recebo uma mensagem, de Chloe Fintzburg. Abro para ler em seguida.

- Bora colar na festinha do Igor hoje, bonitão? 23:00, na casa dele.

Era uma segunda-feira. A tarde. E Chloe me chamava para ir a uma festa. Típico dela. Sorrio e começo a digitar.

- Não tô no clima, gatinha. Se der eu colo lá.

Conhecia Chloe desde o ensino fundamental. Nos chamávamos de bonitão e gatinha, na zoeira, desde que nos aproximamos mais, no último ano do ensino médio.

Finalmente, olho em meu relógio: 14:00. Era a hora. Levantei de minha cama e senti minha barriga embrulhar. Fui me olhar no espelho para ver se tava tudo certo, ajeito meu cabelo mais um pouco e vou descer as escadas.

Desço e vou em direção a minha porta, quando ouço meu tio falar atrás de mim, me fazendo virar para ele.

 - Nesse sol? Tem que estar muito apaixonado.

Sorrio. É, eu estava.

- Não... Preciso ir resolver uma coisa.

Ele assentiu com a cabeça.

- Vai lá.

Me viro, abro a porta e a fecho atrás de mim em seguida, saindo de casa. Caminho até a casa de Mia, e entro pelo seu portãozinho.

Bato na porta, sentindo meu coração palpitar a ponto de rasgar o meu peito. Que não seja Mia, que não seja Mia, que não seja Mia. Não demora muito, e a porta se abre. 

Era Mia. 

Ela me olha com seu rostinho inchado, sem reação e fecha a porta em seguida. Merda. Seu rostinho estava INCHADO, Vinicius. Babaca. Fico triste ao me lembrar que a tinha feito chorar, e volto para casa. Eu tentaria de novo, quando o sol baixasse. 

Passo o resto de minha tarde ansioso, olhando uns vídeos em meu celular, sem conseguir ter foco em nenhum, claro. Meu foco estava nela, o tempo todo. 

...

Bato em sua porta e, graças a Deus, quem abre é o seu pai.

- É.. Oi, Sr. Walker. A Mia está?

- Ela me pediu para dizer que não. - ele diz, forçando seus lábios um contra o outro.

- Ah... - olho a escada atrás dele, e volto meu olhar para ele em seguida, para terminar minha fala. - Eu preciso muito falar com ela.. Como ela tá? - pergunto, já sabendo de sua resposta, mas eu havia sentido a necessidade de perguntar, mesmo assim.

- Ela tá muito mal, desde que acordou. Não esboçou um sorriso hoje. 

- Ah.. Eu acho que preciso resolver o que eu fiz pessoalmente, Sr. Walker. Por favor, me deixa falar com ela. - o implorei.

Ele pensa um pouco, e logo me responde.

- Tudo bem, só porque eu te conheço muito bem, Liberato. Não me faça arrepender disso. - ele diz, me dando espaço para entrar.

- Valeu, Sr. Walker. - digo, entrando e indo em direção às escadas.

Subo suas escadas, e vejo sua porta fechada em minha frente. Respiro fundo, e levanto minha mão direita para bater. 

Paro meu punho fechado no ar. Conseguia ouvir sua voz aveludada cantar dentro do quarto, ela cantava "Somewhere only we know". Eu nunca havia ouvido Mia cantar, em todos esses anos. Ela cantava como um anjo. Abaixo minha mão e fico a ouvi-la, esperando terminar, para que eu não a assustasse ou atrapalhasse ao bater em sua porta.

"And if you have a minute why don't we go

Talk about it somewhere only we know?

This could be the end of everything

So why don't we go

Somewhere only we know?"

Ela para de cantar. E eu bato em sua porta, três vezes.

Não demora muito e ela grita:

- Quem é?

Não respondo. 

- Eu não quero conversar, Vinicius. - ela grita.

Abro a sua porta, entro e a fecho atrás de mim.

- Eu não te autorizei. - ela diz, com um olhar mortífero em minha direção, ainda gritando, usando fones de ouvido em seus ouvidos.

Ela estava sentada em sua cama, segurando seu celular nas mãos, com uma coberta cobrindo suas perninhas de índio. Usava uma camiseta branca larga com um nó na barriga, que realçava seus mamilos ouriçados. Ela estava sem sutiã. 

Engulo em seco e continuo a olhar seu rostinho, que já não estava mais inchado, graças a Deus, e me aproximo um pouco de sua cama, ficando no meio de seu quarto.

- A gente precisa conversar, Mia.

Ela revira seus olhos e volta sua atenção para o seu celular. A vejo aumentar o volume em seu fone, me fazendo ouvir a música alta que tocava em seus ouvidos. 

Me aproximo ainda mais e tiro um de seus fones, me sentando na beirada de sua cama, de frente para ela.

 - Mia.

 Ela desce o olhar para minha mão segurando o fone que eu havia tirado, furiosa, e o sobe para meus olhos em seguida.

- Quem deixou?

Aproveito que ela estava olhando para mim e tiro seu celular de suas mãos, puxando seu outro foninho junto. O coloquei em baixo de minha perna rapidamente, me sentando por cima.

- AI!!! VINICIUS! - ela disse, levando sua mão para seu ouvido direito, que eu havia tirado o fone à força. - Me devolve. Agora. - estendeu a mão direita para mim.

- Desculpa. Mas não. Não até a gente conversar.

Ela abaixa sua mão, e me olha com fúria em seus olhos.

- Fala logo o que tem pra falar, e me devolve. - ela olha o celular embaixo de minha perna por um instante.

Respirei fundo.

- Mia. Eu não devia ter te mandado aquelas imagens. Como eu já disse, foi desnecessário. E eu s...

- Me mandar as imagens ou foder a Bernardi? - ela me interrompe, cerrando seus olhos ao falar.

"Foder". 

- Os dois. Eu só.. eu só fodi..  - abaixo meu olhar, era constrangedor falar a frase que eu estava tentando falar, para Mia. - Eu só fodi ela porque.. - levanto o meu olhar novamente. - Porque ela ficou se insinuando pra mim a noite toda. 

Ela abaixou o olhar e soltou um suspiro.

- Tá.. Relaxa. - ela disse, subindo seu olhar novamente. Agora, ele não estava mais furioso. Estava triste, muito triste.

Respiro fundo.

- Mia.. Não tem como relaxar... Quer me perguntar alguma coisa, sobre o que aconteceu?

Ela pensou um pouco, e assentiu com a cabeça.

- Pode perguntar.

- Olha.. Eu não vou te perguntar se foi bom.. Porque com certeza foi. Mas... - olhou para baixo por um instante. - Foi muito bom?

- Não, Mia.

Ela olha para minha boca, e solta um suspiro triste. 

- Você mentiu. - subiu o olhar para mim, de novo.

- Não menti.

- Mentiu de novo. Eu sei quando você mente, Vinicius. - ela disse, num tom triste.

Merda. 

- Como?

- Eu não vou te dizer, né. - se virou para frente, e abaixou o olhar, de novo. - Mas relaxa. - respirou fundo. - Já passou. - ela disse, baixinho.

Vejo sua boca tremer. Droga. NÃO CHORA. Por favor, não chora.

- Mia, você tem razão. Olha pra mim.

Ela sobe seus olhinhos, agora cheios d'água, para os meus. E eu umedeço meus lábios de nervoso, com medo de vê-la soltar aquelas lagrimas na minha frente.

- Já passou. Já foi. Tá no passado. Eu to com você, agora. Eu sempre estive, não estive?

Ela fecha seus olhos com força, assentindo, deixando uma lágrima escorrer em seu rosto, me fazendo levar meu dedão até onde havia escorrido para limpar em seguida. Abriu seus olhos para mim, novamente.

- Então. Eu gosto de você, Mia. Você.

- F-foi melhor com ela? - ela me perguntou, soluçando.

- Não. Claro que não.

Eu não menti dessa vez, e ela sorriu. Finalmente, ela sorriu. De um jeito tímido, e ainda sem os dentes, mas sorriu.

- C-com você também f-foi melhor, que com Isaac. - ela diz, ainda soluçando.

Seu narizinho agora estava rosado. 

- Foi? - forcei um sorrisinho sem dentes.

Ela assentiu com a cabeça.

 - Que bom. 

Limpo outra lágrima que escorre em seu rosto, com outro dedão.

Olho em seus olhos novamente, notando que ela estava sem aquele tracinho preto, com uma pontinha puxadinha no final, que ela sempre usava.

- Agora que eu notei, você tá sem maquiagem?! - digo, fazendo uma expressão de estranheza e surpresa ao mesmo tempo.

Ela molha seus lábios rapidamente e sorri, agora com os dentes.

- Só notou isso agora?

- É.. aquela coisinha preta que você faz.. - balanço meu dedo indicador para o meu olho direito. - Não fez hoje, né?

Ela faz que não com a cabeça, sorrindo sem mostrar seus dentes.

- Você também fica linda sem. - EU DISSE ISSO ALTO? 

Ela sorriu ainda mais, ainda sem mostrar seus dentes e olhou para baixo. Quando levantou seu olhar novamente, veio em minha direção com cuidado, colocando uma mão em minha nuca. Ela olhou para a minha boca, me deu um selinho e se afastou, tirando sua mão de mim.

Sorrio.

- O que foi isso? Achei que a gente era.. - digo, com uma expressão confusa.

- A gente é. - ela me interrompe, levando seu lábio inferior para dentro de sua boca, fazendo meu olhar cair para ele.

Levanto meu olhar para os olhos dela novamente, mas eles agora encaravam a minha boca.

Me aproximo mais de seu corpo, levando minha mão para seu pescoço, acariciando-o, e encosto nossos lábios, começando a beija-la com desejo.

Ela pega a minha mão apoiada na cama e a leva para um de seus seios, o aperta de leve e a tira dali, deixando só a minha. Paro de beija-la por um momento para sorrir, e continuo. Massageio seu seio enquanto a beijava por um tempo, e me afasto. Puxo a coberta até o meio da cama e a puxo para baixo enquanto ela desfazia suas perninhas de índio, a deitando na cama.

Me deito por cima de seu corpo, e deixo minha parte íntima, já completamente rígida, roçar em sua coxa. Volto a beija-la e a massagear seu seio direito com uma mão. Ela enterra seus dedos em meus cabelos, os puxando pra mais perto de si, com força.

Desgrudou nossos lábios e me sussurrou, quase sem fôlego:

- Você é muito quente aqui em baixo, Vini. - abaixou seu olhar para encarar minha parte íntima por um instante.

Eu apenas sorrio, e volto a beija-la com fervor.

Desço minha mão direita de sua nuca, e ainda beijando sua boca carnuda, faço um caminho pelo seu corpo com meu dedo indicador, até chegar em sua parte íntima. Viro minha mão, agora com meus dedos virados para baixo, e a encosto em sua parte íntima, apertando com firmeza, ainda por cima de seu short de pano.

Ela para de me beijar para soltar um gemido baixo, e olha para minha mão em sua parte íntima.

- Vini... - ela sussurra, ainda olhando para minha mão.

Coloquei minha mão por dentro de seu short e de sua calcinha, e a desci até encostar meu dedo do meio em sua abertura, comecei a brincar com a região já completamente úmida sem penetrar, enquanto Mia se contorcia em baixo de mim.

Subo meu dedo do meio para seu clitóris, e começo movimenta-lo ali com cuidado. Ela levou suas mãos para os meus braços, fincando suas unhas e tombou sua cabeça para trás.

- Aw Vini... awh.. - ela gemeu num sussurro.

- Gosta assim? - sussurro em seu ouvido.

- Awh.. Gos.. Gosto.. Muito. - ela sussurra, me respondendo.

Desço meu dedo novamente para a sua abertura, brincando com ele por toda a região, sem penetra-la.

- Vini.. Por favor. - sussurrou.

- O que? - sussurrei de volta em seu ouvido, me fazendo de desentendido. 

Amava vê-la naquele estado, ainda mais sendo culpa minha.

- Coloca logo. - ela me sussurra.

Sorrio.

- Seu pedido é uma ordem. - sussurro, posicionando minha mão mais pra baixo, afundando meu dedo dentro dela, o movimentando em seguida.

Ela fecha seus olhos e começa gemer baixinho, virando sua cabeça para esquerda, e deixando seu pescoço completamente à mostra, me fazendo ataca-lo no mesmo instante.

Movimentava meu dedo dentro dela enquanto a ouvia gemer baixinho. As vezes gemia "Vini", as vezes "Vinicius", as vezes "mais rápido".

Tiro meu dedo dali e subo para seu clitóris de novo, o massageando, quando escuto baterem na porta. 

Dou um pulo, tirando minhas mãos de seu corpo no mesmo instante, ficando numa posição de flexão. A olho assustado e ela retribui o olhar, virando seu rosto para a porta em seguida. Viro meu rosto para porta também, e escuto sua mãe gritar:

- Mia? Vini? Tá tudo bem?

Saio de cima dela rapidamente, e me sento na beirada de sua cama. Cruzo minhas pernas, e fico a olhar para a porta.

- É.. Tá, mãe. - Mia gritou.

E como já era de se esperar, sua mãe abre a porta. Ela olha minha minhas pernas cruzadas e dá um sorriso sem graça. 

- É.. Tudo bem.. Eu não quis atrapalhar. - ela diz, ainda a olhar para baixo, fechando a porta.

Olho para Mia ainda assustado, e ela me olha de volta, segurando o riso, que acabou soltando em seguida. 

- Relaxa. Ela pensa que a gente tá junto desde que me viu usando sua camiseta.

- E... Você tá de boa com isso?

Ela deu ombros.

- O que eu posso fazer? Entrar na cabeça dela e tirar esse pensamento de lá? - ela disse rindo, se sentando na cama.

Descruzo minhas pernas, e me viro para ela, sentando mais confortavelmente. Eu ainda estava rígido em baixo. 

- É... tem razão. 

Ela sorri sem mostrar os dentes.

- Mas então.. - ela disse abaixando o olhar, o levantando em seguida. - Hoje a noite vai ter uma festa.. Na casa do Igor.. Você vai?

- Tá me chamando pra sair, Mia Walker? - eu disse, arqueando uma sobrancelha, na intenção de deixa-la sem graça. 

E consegui. Suas bochechas coraram no mesmo instante.

- Claro que não. - ela ri. - Eu só quero saber se você vai.

- Você vai?

- Eu não sei... Um carinha aí me chamou. - ela disse, dando de ombros.

- Que carinha? - a pergunto, com uma expressão séria.

- Isaac.

Sinto minha mandíbula se enrijecer.

"Isaac". Ela disse aquele nome com tanta naturalidade. Como se ele não fosse o babaca que ele é.

- E você vai com ele?

- Claro que não, né. - ela ri. - Eu tô brincando. Disse que iria com você, se eu fosse.

- E você vai?

- Se você parar de se fazer de menininha difícil, do terceiro ano do ensino médio..

Dei risada.

- Não sei se posso ir com você, Mia.. Uma mina aí me chamou, hoje a tarde.

Ela fecha a cara no momento em que eu termino de falar.

- Que menina? - ela diz, com uma expressão séria.

- Chloe Fintz.

- Burg. É Fintzburg. - ela cerra seus olhos ao falar.

- Que seja.. - dou de ombros.

- E você vai? - ela disse, com uma carinha indecifrável de ciúmes.

Dei risada, de novo.

- Não, eu disse que não tava no clima de sair hoje..

- Ah.. - desceu o olhar por um instante. - Até parece que não iria se estivesse no clima. - deu de ombros, ainda com a cara emburrada.

Ri, mais uma vez.

- Eu iria, se pudesse levar uma garota comigo. Uma bem bravinha, e que morresse de ciúmes dela, de preferência.

- Eu não tenho ciúmes dela, Vinicius. E me fala logo se você vai, porque eu já tô atrasada pro meu primeiro dia de aula. - ela disse, séria.

- MEU DEUS, eu esqueci completamente. - disse, olhando meu relógio de pulso, em desespero. Olho a hora e suspiro, aliviado. - Ai, ufa. - volto a olha-la. - Anda dá tempo. Valeu por lembrar. 

- Mas então.. Eu te mando mensagem quando eu estiver pronta, e já estiver saindo de casa?! Ou você passa aqui?

- Tá bom. Eu passo aqui. E boa sorte no primeiro dia. - digo, me levantando de sua cama.

Ela respira fundo, e olha para baixo.

- Valeu.

- Ei, olha aqui. 

Ela sobe seu olhar para mim.

- Não precisa ficar nervosa. Faculdade é de boa. É tipo escola, só que muito melhor. 

Ela assentiu com a cabeça, forçando seus lábios um contra o outro.

Ela estava muito nervosa. Estava claro em seu rosto. Pelo menos eu pude fazer ela relaxar um pouco, antes de seu primeiro dia. Não tive essa mesma sorte no meu.

- Então tá.. até.

- Até.

- Fica tranquila, tá?

Ela assentiu com a cabeça novamente e eu me virei, indo em direção à sua porta, saindo de seu quarto.

         

 

        

         

         

 

          

    

         

 

 

    

 

  



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