História A Bet - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amizade, Amizade Colorida, Amor, Aposta, Bebida, Colorida, Dança, Festa, Ficção, Heterossexualidade, Hot, Imagine, Imagine Hot, Justin, Justin Bieber, Novela, Nudez, Original, Romance, Sexo, Strip, Strip Tease
Visualizações 61
Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - P-p-p-party


Vini sai de meu quarto e eu me levanto em seguida, indo tomar banho.

Entro embaixo do chuveiro e deixo a água escorrer sobre meus cabelos. Fecho os olhos. Relaxa, Mia. Vai dar tudo certo. É muito melhor que escola. Me lembro de Vini me pedindo pra ficar tranquila, e sorrio. Não me lembrava dele ser assim, tão carinhoso. Talvez por nunca deixar que isso acontecesse, né Mia? Abro os meus olhos, e termino o meu banho. 

Saio do banho de toalha e olho para meu cobertor amassado em cima de minha cama. Sorrio ao me lembrar dele. Tão cuidadoso. Ele parecia usar luvas nas mãos, o tempo todo. Em cada toque que dava em mim. E que toque. Sorrio mais uma vez. 

Visto uma roupa confortável, e desço para comer antes de sair.

Como, me despeço da minha mãe gritando, e saio de casa.

 ...

- Eaí, como foi?! - minha mãe me perguntou, curiosa.

- Foi bom. Estranhamente bom. - digo, deixando as chaves e minha bolsa em cima da mesinha da sala, me sentando no sofá em seguida.

- Estranhamente?

- É. O pessoal lá é tranquilo. Achei que seria um bicho de sete cabeças. Até fiz amizade com uma garota, Isabel. - digo, olhando de volta para ela.

- Que bom! Claro que não seria um bicho de sete cabeças. Eu poderia ter te tranquilizado antes do seu primeiro dia, se alguém já não tivesse feito isso. - ela diz, levantando seus ombros e levando seus olhos para a tv.

- Mãe..

Ela olha para mim.

- Ele não me tranquilizou. E eu não precisaria que você me tranquilizasse. Eu tinha que passar por isso.

- Minha menininha já está tão crescidinha. - ela disse, apertando minha bochecha esquerda.

Sorrio, e me levanto do sofá.

- Bom.. Eu vou lá me arrumar. - digo, indo em direção a escada. 

- Onde você pensa que vai, mocinha?

Paro de andar, e me viro para ela.

- Ah é.. Eu esqueci de pedir.

- Ah é.. Você esqueceu.

- É.. Vai ter uma festa hoje.. Na casa do Igor. Posso ir com o Vini?

- Quem vai dirigir?

- Ele, provavelmente.

- E ele vai beber? 

- Eu não sei, talvez ele saia da festa apoiado em meu ombro. - faço um bico de "não sei" levantando um ombro, olhando pro lado e olhando pra ela em seguida.

- Engraçadinha. Se ele beber uma gota de álcool, você me liga e eu vou buscar vocês dois.

- Então você deixa? - digo, dando um sorriso largo.

- Deixo, Dona Mia. Eu deixo. - ela diz, levando sua mão para a escada, para que eu subisse.

- Valeu. - digo, ainda sorrindo e me viro, indo para o meu quarto.

Visto uma blusa preta larga meio transparente, e por cima uma saia de cintura alta justa e preta, com uns brilhos dourados, que ia até o meio de minhas coxas. Coloco também um salto 15 meia pata, claro. Preto também. Amava usar salto alto. Por ser baixinha, e por eles sempre realçarem minhas panturrilhas. Me visto, e me olho no espelho do armário. Uau. Ajeito um pouco meu cabelo com a mão, e vou ao meu banheiro. 

Me olho no espelho do banheiro, e me dou dois tapinhas no rosto com minhas mãos de leve. 

- O que vamos fazer aqui, hoje? - me perguntei, em voz alta.

Olho para minhas maquiagens na pia, e começo a usa-las em meu rosto. Preferi deixar meu cabelo liso como já estava, após ter secado com o secador, antes de sair. 

E enfim, eu estava pronta. Fiz uma maquiagem leve em meus olhos e coloquei um batom seco rosa escuro.

Pego o meu celular: eram 23:34. Começo a digitar uma mensagem para Vini.

Tô prontaaaa. -

O envio e ele me reponde no mesmo instante:

- Posso ir?

Sim. -

...

Abro a porta e vejo Vini. 

Ele sorri ao me ver, sem mostrar os dentes, mostrando apenas sua covinha no canto de sua boca.

- Você tá.. - ele se afasta um pouco pra me olhar de cima a baixo, e sobe seu olhar para mim novamente. - Wow. - soltou uma risadinha, se aproximando de mim.

Sorrio.

Jesus Cristo. Ele já era lindo. Mas hoje.. Ele havia se superado. Vestia uma camisa social cinza escuro com as mangas puxadas até acima dos cotovelos, e um boné bege estampado virado para trás, deixando sair um pouco de seu cabelo na frente. 

- Eu to wow? - digo, e solto uma risadinha também.

Ele assentiu com a cabeça, sorrindo.

Percebo que ele estava com aquele cheiro maravilhoso da camiseta.

- Droga. Eu esqueci meu perfume. Vou lá colocar rapidinho, já volto. - digo e me viro, indo em direção a escada. Me viro de novo. - Quer entrar? - seguro o riso após notar que ele estava olhando para minha bunda quando eu me virei.

Ele passa a segurar o riso também.

- Não

Me viro de novo e subo as escadas correndo. Caraca. É difícil subir as escadas correndo, de salto alto. Chego ofegante em meu quarto e passo o meu perfume em áreas específicas do meu corpo.

Desço e me despeço da minha mãe de novo, agora gritando.

Passo pela porta e me viro para fechar, mas ele a alcança antes de mim, e a fecha.

Paro em frente à porta.

- Quem vai dirigir?

- Eu posso levar.

- Tá. Vou guardar a chave.

Entro em casa de novo, deixo a chave em cima da mesa e saio, agora já fechando a porta.

Caminhamos até seu carro. Ele abriu as portas pelo controle da chave, dando a volta para entrar, e nós entramos.

Ele olha pra mim, e eu retribuo o olhar. 

- É bom poder olhar para frente pra falar com você. - ele diz, mostrando sua covinha num sorrisinho de lado. Ele se referia a minha altura.

- Vai se foder, Vinicius. - digo, colocando o cinto, me virando para frente.

Ele dá uma risadinha.

- Prefiro foder você. - coloca seu cinto, se virando para frente, colocando uma mão no volante, e outra na marcha.

Me viro para o encarar, mas ele permaneceu olhando para frente, saindo da vaga onde o carro estava. Volto a olhar para frente, e ela pisa seu pé no acelerador. 

Tocavam músicas do seu celular no rádio, que era via bluetooth, num volume baixo. Quando de repente, começa a tocar The Hills, do The Weeknd. Ele aumenta o volume e sorri pra mim. Era a música do meu strip.

Olho para o rádio, e para ele em seguida, que estava a sorrir para mim igual bobo. 

 - Ah não, Vinicius. - levo minha mão direita para o meu rosto, o tampando de vergonha, e me virando para frente, encostando meu cotovelo em sua porta.

- Ah sim, Mia. - ele disse, se virando para frente de novo.

         ...

Ele para num semáforo. 

A música ainda tocava, e eu finalmente tiro minha mão de minha testa, me desencostando da porta, ainda olhando para frente com minhas bochechas provavelmente já totalmente coradas.

Ele se inclina para frente para olhar o semáforo e tira sua mão direita do volante, a pousando em minha perna.

Olho para ele no mesmo instante, mas ele permanece com seu olhar fixo no semáforo. 

Ele volta a se encostar em seu banco olhando para frente, e eu viro meu rosto também. Engoli em seco. Ele desceu sua mão para a parte interna de minha coxa, e a apertou levemente, levando seu olhar a mim. Eu permanecia a olhar para frente, agora sentindo o meu rosto ferver ainda mais, sabendo que agora ele estava me encarando. 

Ele sobe um pouco mais com sua mão ainda na parte interior de minha coxa, e a para bem perto de minha calcinha, me fazendo encara-lo no mesmo instante. Seu olhar caiu de meus olhos para a minha boca, e apertou minha coxa novamente, agora com a palma inteira de sua mão com força, e dificuldade, por ter minha outra coxa colada no dorso de sua mão.

Dou um pulo ao ouvir a buzina do carro atrás de nós, o fazendo rir e subir o seu olhar para os meus olhos, olhando o semáforo em seguida, que já estava com o sinal verde. 

Ele tira sua mão de onde ela estava e a leva à sua marcha, pisando o pé no acelerador em seguida, e eu ajeito a minha saia.

Passamos um tempo em silêncio, até ele abaixar o volume do rádio e quebrar o gelo, me fazendo uma pergunta:

- Mas e aí, como foi o primeiro dia? - olhou para mim por um instante.

- Ah.. Foi bom, até. - digo, ainda um pouco sem graça pelo que havia acabado de acontecer.

- Mesmo? - olhou para mim, de novo.

Assenti com a cabeça.

Ele volta a se olhar para frente. E depois de não muito tempo, finalmente chegamos na rua da casa de Igor.

Ele estaciona atrás de uma fileira de carros e nós tiramos nossos cintos, e saímos do carro.

Andamos um pouco, e enfim chegamos no prédio de Igor. Vini segurou a minha mão, entrelaçando nossos dedos, e apertou o interfone com outra. Aquilo foi tão fofo, que não consegui conter o sorriso que se formou em meu rosto, olhando nossas mãos juntas por um momento.

...

Entramos na festa e Vini logo soltou de minha mão, indo cumprimentar Bryce. Eles falaram algo que eu não fui capaz de ouvir pela música alta, e sorriram pra mim. Vini voltou a se olhar para Bryce, e continuou a falar com ele. 

Eu então, fui procurar alguém que eu também conhecesse naquela festa. Porque se dependesse do Vinicius, eu ficaria sozinha o resto da noite. Um pensamento um pouco dramático de minha parte, mas fui andar pela festa mesmo assim, pra não ficar parada ali atrás deles. 

Ando um pouco, e ouço alguém gritar atras de mim, me fazendo virar para trás.

- MIA!!! 

- Brenda?! Meu Deus, quanto tempo! Como você tá? - eu disse, gritando.

- Quanto tempo mesmo!!! Vem cá. - ela agarrou seu braço direito em meu pescoço e me arrastou pra perto de um sofá. - Aí gente, olha quem chegou! - ela gritou.

Eu não acreditei no que vi. Era praticamente toda a minha turma do ensino médio naquele sofá. Leslie, Patrick, Jhon, Cindy, e Brenda do meu lado. Se eu soubesse que eles iriam, eu com certeza me animaria ainda mais pra ir aquela festa.

Ela desgruda de meu ombro e eu sorrio dizendo "oi" pra galera, quando vejo Cindy levantar e correr até a mim para me abraçar. 

- Menina! Você sumiu. - ela gritou, ainda me abraçando.

- Vocês sumiram! - grito, me soltando de seu abraço.

Linda e Cindy eram minhas amigas mais próximas do ensino médio. Não falava com Cindy desde a formatura, e Linda desde aquela festa, há um ano.

Brenda se aproxima de nós, nos dando dois shots de tequila que ela segurava em uma mão, deu um para cada uma, e eu o virei seguida. 

- Vocês viram Linda? - ela gritou.

- Eu vi.. ela tava lá na frente, falando com Gabe. - Cindy gritou de volta.

Brenda vai até a entrada, e eu fico a falar (gritar) com Cindy. Em tão poucos meses, já tínhamos muito assunto. Por isso sempre amei Cindy, ela era o melhor tipo de tagarela, o tipo que não te interrompe, mas também não deixa o assunto morrer. Em meio a nossa conversa, ela me grita:

- Eu não gosto de tequila. - ela me dá shot que estava em sua mão, e eu o viro em seguida.

- Vamos pegar mais bebida. - ela grita, e inclina sua cabeça para o balcão de bebidas.

Eu assenti com a cabeça e me virei, dando de cara com Vini, ele segurou nos meus braços instantaneamente e olhou para Cindy.

- Eaí Cindy. - ele fala alto, se soltando de meus braços.

- Eaí Vinicius. - ela grita, levantando suas sobrancelhas duas vezes rapidamente, olhando para mim em seguida. Ela solta uma gargalhada e, finalmente, vai em direção ao balcão de bebidas.

Ele me olha com uma expressão confusa e me puxa pela cintura, aproxima sua boca de meu ouvido, e eu levo minhas mãos segurando copinhos vazios de tequila aos braços dele.

- O que disse a ela, Srta. Walker? - ele fala alto perto de meu ouvido, e se afasta para me olhar.

Eu o respondo com um sorriso largo, e ele desce o olhar para a minha boca instantaneamente, se aproximando para me beijar. Desvio meu rosto, o fazendo cair de boca no meu pescoço. Ele me deu beijos molhados ali enquanto sugava levemente toda a região, me deixando arrepiada. Deixo meus copinhos vazios de tequila caírem de minhas mãos, sem me importar, e aperto seus braços. Aquilo tava muito bom. Ele apertou minha cintura de leve, desceu suas mãos até minha bunda, e a apertou com firmeza. Soltou, e voltou a pousa-las em minha cintura.

Ele vira seu rosto ainda me beijando pelo pescoço e sobe para a minha boca. Dou um selinho nele e me afasto, indo com a minha boca até seu ouvido para falar:

- Vou pegar bebida pra gente. - gritei.

Voltei a me olhar pra ele e ele assentiu com a cabeça, se soltando de minha cintura.

Fui pegar as bebidas ainda sentindo minhas pernas tremulas. Meu Senhor Jesus. O que foi aquele beijo? E aquela apertada monstra no meu bumbum? Deixo escapar um sorrisinho e fico a esperar na pequena fila do balcão de bebidas.

Chega a minha vez e eu pego duas tequilas, uma pra cada um. Agradeço e me viro, indo em direção a onde Vini estava. 

Dou três passos e paro, sinto meu coração congelar em meu peito no mesmo instante. De longe, vi as mãos de Vini na cintura de uma garota loira. Era um loiro vivo. Um loiro único.

Ele estava com Linda em suas mãos.



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