História A Bet - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amizade, Amizade Colorida, Amor, Aposta, Bebida, Colorida, Dança, Festa, Ficção, Heterossexualidade, Hot, Imagine, Imagine Hot, Justin, Justin Bieber, Novela, Nudez, Original, Romance, Sexo, Strip, Strip Tease
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Palavras 2.535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Nudes


Pressionava sua cintura a forçando para trás, na tentativa de afasta-la de mim. Mas ela havia cravado suas unhas em meus cabelos por dentro de meu boné, que certamente já estava levantado, e me puxava pra mais perto com força. Ela estava literalmente me obrigando a beija-la.

Abro meus olhos, e vejo Mia no mesmo instante, acho que meus olhos já tinham foco automático para ela. A vi de longe, e meu coração se quebrou em mini pedaços. Ela estava sem reação ao me olhar, com duas tequilas nas mãos. Empurrei Linda agora com toda a força que tinha, sem me preocupar, e fui em direção à Mia. Devo ter quebrado alguma coisa dentro daquela garota, pela força que usei em seu corpo, mas ela havia merecido. E eu já não me importava mais. Ando em passos rápidos, e a vejo sumir em meio as pessoas daquela festa. Merda. Onde Mia iria? Eu tinha duas opções: a saída e ela já estaria pedindo um taxi pelo celular, ou o terraço. 

Decido arriscar ir ao terraço primeiro, se eu não a encontrar lá saio daqui cantando pneu até sua casa. 

Subo e grito seu nome. Não escuto nada. Ando mais um pouco, e a vejo encolhida encostada numa mureta. Graças a Deus. 

- Mia.

Ela estava com suas duas mãos no nariz, como se tivesse o machucado. Me aproximo, ficando agachado em sua frente, e noto vidros quebrados no chão ao lado de seu corpo, mas sem bebida alguma. Ela bebeu as tequilas que segurava. Ela havia bebido quatro tequilas no total, em menos de meia hora. A vejo limpar suas lágrimas.

- Agora não, Vinicius. Me deixa sozinha.

Nunca. Jamais a deixaria sozinha naquele estado. 

- Mia, por favor, me deixa explicar. Ela praticamente me obrigou.

Ela olha para mim, com fogo em seus olhos castanhos.

- Parecia mesmo que você foi obrigado, Vinicius. - ela disse, sendo sarcástica, e se levanta. - E se você me seguir, eu juro por Deus, eu procuro Isaac onde quer que ele esteja, e o beijo do jeitinho que você a beijou.

Ela se vira e vai em direção as escadas, pisando torto em passos rápidos. Ela disse isso porque sabia que eu a seguiria, mas eu precisava correr esse risco.

- Mia! - grito, me levantando e indo em direção a ela.

Chego na escada giratória, e a vejo descendo no final. Porra, com aquele salto e quatro shots de tequila, ela não caiu. Numa escada giratória. Correndo. Aquilo realmente havia me impressionado muito. Desço correndo tentando alcançá-la, a vejo ir em direção à Isaac. Ela realmente estava disposta a me fazer pagar pelo crime que me fizeram. 

Vamos lá, a segui até ele me preparando para o camarote. Ela o puxa pelo colarinho, e o beija com vontade. Essa é a minha garota. Puta que pariu. Quase bati palmas ali mesmo, assistindo a cena. Ela desceu as mãos dele sua cintura, para sua bunda. Oloco. Tava quase batendo uma ali pros dois, na moral. Ainda o beijando, ela se vira pra mim, e abre seus olhos. Seus lindos olhos castanhos, agora passam a encarar minha cara de trouxa, assistindo a cena. 

Mia havia ido longe demais. Muito, muito longe demais. Ela fecha os olhos de novo, me dando a deixa para ir buscar uma camisinha pros dois no carro. Ando em passos rápidos até o elevador, e aperto para descer. Eu é quem queria descer. Da terra.

Vejo Bryce correr até o meio do corredor, ofegante, e me pedir para segurar o elevador, QUE NEM TINHA CHEGADO AINDA.

Ele chega até a mim.

- Relaxa, mês que vem a gente desce.

Ele ri. E eu permaneço com a cara fechada desde o espetáculo.

- Por que já tá indo embora?

- Acho que bebi demais, to meio tonto. - falo com a emoção de um senhor de 90 anos, à beira da morte.

- Oloco, nem vi você beber.

Odiava tratar Bryce assim, mas eu não conseguia, até tentei forçar uma carinha melhor para o responder, mas não consegui. E ele ficou sem resposta. Se bem que, nem foi uma pergunta.

Finalmente, aquela porra abriu, e nós entramos.

A porta fecha, e Bryce me pergunta:

- É pela Mia e o Isaac?

Mia. Aquele nome me destruía. Sinto meus olhos arderem contra a minha vontade e nego com a cabeça, sugando minhas bochechas. Eu não era capaz de falar.

Bryce me abraça.

- Eu vi. - ele disse, num tom baixo.

Não aguentei segurar. Chorei igual um recém nascido em seu ombro.

A porta abre e caminhamos até a porta, ele me para, me segurando pelo braços. 

- Espera, cara. Me conta isso direito. - ele disse, se soltando de mim.

- Ela poder descer atras de mim. - olho para o elevador. - Eu preciso ir. - digo me virando para sair e ele me impede, de novo.

- Se ela descer eu atraso ela, e você sai.

Respiro fundo, e olho para baixo.

- Foi Linda. - Aquela filha da puta. Levanto meu olhar. - Ela quase arrancou minha boca, e a Mia viu. 

- A força?

Assenti com a cabeça. Olhei para baixo, e senti meus olhos arderem de novo, me lembrando do olhar de Mia para aquela situação. Levo meus dedos aos meus olhos.

- Calma, cara. É só a Mia. Ela pode ser linda, mas não é tudo. Não pode chorar por ela assim, Vinicius.

"É só a Mia."

- É, pode ser. Isso aí que você falou. - meu olhar estava perdido.

- Então, porra. Você é o Liberato, caralho. Honra esse sobrenome. 

Olhei para ele e assenti com a cabeça. 

Ele assentiu de volta. 

- Quer que eu vá com você? - inclinou sua cabeça para à porta. - Pego um táxi pra voltar, sei lá. Eu também já to indo embora.

Eu amo esse cara. "Também já to indo embora." Não era nem 00:00. Uma festa só começa às 03:00 para Bryce.

Forço um sorriso.

- Não, valeu. Tá de boa. 

- Vinicius! 

Ouço Mia gritar, saindo do elevador. Olho para ela.

- Eu.. - ela para de falar.

Olho para Bryce rapidamente, e saio do prédio.

Caminho em passos rápidos até meu carro. Eu poderia voltar sem ela, ela tinha amigas lá. E um celular na mão. E Isaac. Ela tinha Isaac.

Enfim, posso ver meu carro, e ouço Mia gritar atrás de mim.

- Vinicius!

A ignorei completamente.

- Vinicius!!! - ela gritou mais alto. - AAAAI.

Eita caralho, tava demorando. Olho pra trás e a vejo no chão, me segurei para não rir, e não ir ajuda-la. Ela se levanta com dificuldade, mancando até a mim.

- Vinicius, por favor, me espera.

Sinto minha expressão se fechar novamente, e a espero. 

Ela chega até mim.

- Eu.. Eu disse que faria o mesmo que você, se me seguisse.

- É.. Pareceu mesmo, que você foi beijada a força, Mia. Eu notei sua surpresa, quando ele agarrou sua bunda. - disse, num tom sarcástico.

- Vinicius, eu vi você mexendo a cabeça enquanto beijava ela. - ela disse, rispidamente, tentando enfrentar meu tom.

- POR QUE EU TAVA TENTANDO PARAR, PORRA. - gritei, e a notei tentar disfarçar seu olhar assustado. - Eu tava tentando parar, Mia. - disse, quase sem reação, de tão sério.

Ela olha para o meu carro a uns passos a frente de nós, e volta a me encarar. 

- E você ia me deixar aqui? - ela disse, ainda num tom ríspido.

- Como se você não tivesse celular, né Mia. - cerrei os olhos ao falar. - E o Isaac tem carro. - digo me virando, e indo em direção ao meu carro.

Ouço os saltos de Mia me seguirem.

Aperto o alarme para abrir as portas, e entro. Mia entra em seguida, e começa a falar comigo:

- Eu não quero ter que ligar pra minha mãe a essa hora, e eu também não queria..

Piso o pé no acelerador, a fazendo virar para frente no mesmo instante, e colocar o cinto. 

- E eu também não queria voltar com Isaac! - ela grita, olhando para mim.

Eu a ignoro completamente, e ela volta a se olhar para frente. Passamos o resto do caminho em silêncio até minha casa. 

Chego em casa, e dou uma freada brusca. Ela tira o cinto, e sai do carro, batendo a porta com força. Eu também saio, indo em direção à minha porta. 

...

Sem forças para tomar um banho, ou trocar de roupa, apago a luz, tiro meus sapatos e me deito na cama de bruços. Tiro meu celular do bolso, o deixando do meu lado, e começo a me lembrar do que eu havia acabado de ver. Isaac literalmente comendo Mia, bem na minha frente. E eu ainda assisti tudo, de camarote, sem impedir. Não vou negar que até pensei em impedi-los, e desfigurar a cara daquele filho da puta no soco. Mas Igor era um cara muito legal, pra eu acabar com sua festa assim. Sinto meu sangue ferver de novo, ao lembrar das mãos de Isaac pelo corpo de Mia. De minha Mia. 

Vejo meu celular brilhar do meu lado e pego para ver o que era. Mia havia me enviado uma imagem. Quando penso em arrastar para ver, recebo outra mensagem dela. Deslizo para ler.

Era uma imagem de um sutiã de renda rosa claro envolvendo seus seios. Seus grandes seios. Seus puta seios. Clico na foto e me sento na cama, para analisa-la. Depois de analisar cada detalhe, saio da foto e vejo que ela havia me mandado uma mensagem de texto em baixo:

- Acha que Isaac vai gostar?

PORRA. ISAAC? 

Ela realmente havia passado dos limites naquela festa, mas agora, ela havia ultrapassado quilômetros dele, ela já estava em um outro continente longe dos limites. 

Começo a digitar.

Eu não sei, Mia. O corpo é seu, a foto é sua, o celular é seu. Faça o que quiser. - envio.

É, eu sei. Eu havia acabado de enviar literalmente tudo que uma pessoa não deveria enviar para uma menor de idade bêbada, com uma foto dela mesma seminua no seu celular em mãos. Mas ela já havia me provocado demais. E no fundo, eu sabia que aquilo não passava de mais uma provocação naquela noite, e ela não faria nada com aquela foto, de fato.

Outra imagem chega, clico nela no mesmo instante em que a vejo. Puta que pariu. Dessa vez, seus seios estavam sem o pano de renda que os cobria. Estavam totalmente expostos. Era a visão do paraíso. Eles eram lindos, extremamente lindos. 

Finalmente saio de sua foto, e leio a mensagem que ela havia me mandado em seguida:

- Relaxa, não vou mandar pra ele. Essas são exclusivas só pra você...

Eu sabia.

Tá bom, Mia. Agora vai dormir. Amanhã a gente conversa. -

Ela visualiza, e me responde em seguida:

- Promete?

Prometo. -

Bloqueio a tela do meu celular. 

Não demora muito, e ele brilha em minhas mãos novamente. Ela havia me enviado outra imagem. Deslizei para ver. 

Porra. Clico na foto no imediato momento em que a vejo. Agora ela estava deitada, com a metade da mão dentro de sua calcinha. A foto só mostrava essa região, coberta por um mini pedaço de pano de renda rosa claro. E eu achando que ela tinha cansado.

Saio da foto, e vejo que ela havia me enviado outra mensagem embaixo:

- Mas essa é pra ele, haha. 

Caralho, eu vou mesmo ter que ir até aí pegar o seu celular??? Mas que porra. - a envio, e saio do quarto, descendo as escadas correndo.

Saio de casa. Estava frio pra porra.

Bato em sua porta, e não demora muito, sua mãe me abre.

- Ah, oi Vinicius.. Já tá tarde, não pode falar com ela amanhã?

- Na verdade não, Sra. Walker.. É muito importante. - digo, com uma expressão de pelo amor de Deus me deixe entrar.

Ela pensa um pouco, e me dá espaço para entrar.

- Não demore.

- Obrigado. Não vou demorar. - digo, indo em direção às escadas.

Subo e bato na porta do quarto de Mia. Não demora muito, e ela grita:

- Quem é?

Não a respondi.

Depois de um momento, ela me abre a porta. Meu olhar cai instantaneamente para os seus seios expostos na minha frente. Eles eram ainda mais lindos ao vivo, e ainda mais fascinante os olhar, estando completamente sóbrio. Desço meu olhar mais um pouco, e vejo que ela ainda estava só de calcinha na parte de baixo. 

- Quer?

- Que? - subo meu olhar para seus olhos castanhos, com dificuldade.

- O que você quer, Vinicius?

- E-eu.. - desço meu olhar para os seus seios novamente. Estava impossível concluir minha missão ali, com ela seminua na minha frente. - Quero..

Vejo a porta vir em minha direção, e a seguro com força, subindo meu olhar, e a abrindo novamente.

- Mia, não.. Seu celular. Eu quero seu celular. - disse, estendendo minha mão direita, ainda segurando a porta com a outra.

Ela olha para minha mão estendida em sua direção, e dá um sorriso safado. Ela se vira, e vai em direção à sua cama. E eu aproveito para entrar, e trancar a porta. Ela pega seu celular e se vira para mim, o balançando ao lado de sua cabeça.

- Quer isso aqui?

Sinto minha mandíbula se enrijecer. Na verdade, eu queria mesmo era outra coisa que estava bem na minha frente.

Assenti com a cabeça. Só Deus sabe o quanto estava sendo difícil a encarar nos olhos naquele momento.

Ela coloca seu celular dentro de sua calcinha, e meu olhar finalmente desce de novo.

- Vem pegar.

Porra, Mia. Não faz isso. Hoje não. 

Me aproximo de seu corpo, e subo meu olhar para seus olhos.

- Mia.. Por favor.. Me dá seu celular.

- Vinicius.. Eu já disse.. Vem. - ela leva minha mão direita á sua parte íntima. - Pegar.

Nunca a vi com um olhar tão safado na vida. Cada segundo que passava, ficava ainda mais difícil manter meu autocontrole. "Ela está bêbada, Vinicius. Não faça nada.", se repetia em minha mente desde que ela abriu a porta de seu quarto pra mim.

Ela tira sua mão de cima da minha e eu a coloco dentro de sua calcinha para pegar seu celular. O pego e levo para o meu bolso de trás no mesmo instante, dando um passo pra trás, depois outro. E finalmente me viro, indo em direção à sua porta. 

- Vinicius.

Cacete. O que foi agora? Paro e me viro para ela.

Ela caminha até mim. 

- Ainda é cedo para ir para casa. - colocou seu dedo indicador dentro de minha calça, ficando ainda mais próxima de mim. - Não acha?

Ela ainda me olhava com aquele olhar safado, me deixando cada vez mais louco. E agora seu corpo seminu estava praticamente colado ao meu.

- M-Mia.. Eu não posso.. A gente não pode..

- Relaxa. - ela disse, e se agachou com seu olhar ainda fixo no meu, ficando de joelhos na minha frente.



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