História A Bet With A Virgin - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Deborah Ann Woll, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Deborah Ann Woll, Justin Bieber, Sex, Sexy, Teacher, Virgin
Exibições 1.124
Palavras 3.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NÃO ME MATEM! Okay, eu deixo vocês me matarem um pouquinho hehehehe Dessa vez eu exagerei no tempo para att 🙈
Até falei no grupo do Whats que ia postar até domingo, mas infelizmente não consegui, então sorry little people.
Eu tive alguns problemas em casa e uma certa falta de inspiração por isso acabei demorando tanto, não era minha intenção demorar tanto assim, mas para compensar escrevi um capítulo de 4 mil palavras! Yeah!
Também quero agradecer cada comentário que recebi no capítulo passado. Deus, vocês não imaginam minha felicidade kkkkkkk Sem contar o número de favoritos😱
Perdoem os erros, mas não revisei detalhadamente, só passei o olho hahahaha
Bom, obrigada por tudo e vou parar de enrolar porque vocês tem um capítulo esbanjando fofura para ler hahahaha
Vejo vocês lá embaixo <3

Enjoy it! <3

Capítulo 29 - Chapter XXVI - Treat You Like A Queen


Fanfic / Fanfiction A Bet With A Virgin - Capítulo 29 - Chapter XXVI - Treat You Like A Queen

Amélia sorria maliciosamente para mim. Só seu sorriso já era suficiente para eu saber o que estava por vir. Eu não estava com medo de meus segredos serem revelados. O que ela quisesse saber, eu  contaria. Eu era algo a ser modelado em suas mãos naquele momento. Eu não hesitaria em responder nada do que ela perguntasse. As vezes eu me maravilhava como Lia podia me ter em suas mãos com tanta facilidade.

– Certo. Quantas garotas você já levou para cama?

Surpreendi-me com sua pergunta. Não era exatamente o tipo de pergunta que eu esperava.

Lia olhou avidamente para mim em busca de uma resposta enquanto começava a desabotoar botão por botão de minha camisa. Eu fiquei quieto, só esperando o que estava por vir. Meus pensamentos estavam começando a desaparecer. Duvidaria muito que eu conseguiria ficar respondendo suas perguntas se ela continuasse em cima de mim. Passei a língua em meus lábios secos e pensei em uma possível resposta. Não acho que seja algo que ela gostaria de saber.

– Você quer mesmo saber? – perguntei meio apreensivo.

– Não tem nada sobre você que eu não queria saber.

Suas palavras fizeram com que meu coração falhasse uma batida. Eu não sei ao certo a sensação que deu em mim, mas segundos depois eu já estava completamente envolvido nos simples e poucos movimentos de Amélia. Ela tinha algo sobrenatural que conseguia fazer eu me envolver. Por um momento, não me importei com nada mais além de nossos corpos unidos, como parecia tão certo estar. Meu coração acelerou e eu sabia que estava com uma cara de bobo naquele momento.

Amélia abriu cada botão de minha camisa, mas não fez sinal de que pretendia tirá-la, invés disso, ela seguiu para minha calça, a abrindo e a puxando pelas minhas pernas. Eu estava completamente a sua mercê.

– Muitas – me limitei a falar.

– Fale de uma vez – seu lábio foi mordido levemente.

– Eu não sei quantas.

Apesar de tudo, isso não deixava de ser uma verdade. Eu nunca parei para contar quantas mulheres passavam pelas minhas mãos. Elas simplesmente passavam. Eu não era o tipo de cara que contava isso pra se vangloriar; todos sabiam que as garotas se jogavam para cima de mim sem eu me esforçar ou sair contanto para todo mundo. Então eu não estava mentindo quando eu dizia que não sabia quantas. Eu perdi a conta quando eu ainda estava no colegial. E nisso já haviam sido algumas poucas dezenas.

Olhei de forma piedosa para Lia. Não teria mesmo como eu responder essa pergunta.

– Então um número aproximado.

Ela sentou em minhas coxas e começou a passar as unhas de uma de suas mãos na barra da minha cueca, enquanto a outra descansava próxima ao meu umbigo, apoiando todo seu peso. Lia estava sexy daquela forma. Ela estava distraída esperando minha resposta, eu podia ver em seu rosto que ela não estava tentando me seduzir. E mesmo assim ela conseguia. Ela esbanjava inocência. E sua inocência me seduzia.

O problema era que eu realmente não tinha ideia de quantas garotas já haviam gemido meu nome. Ao contrário, eu diria. Não era como se eu conseguisse mentir para Lia em um momento daqueles.

– Eu costumava ficar com uma garota diferente por semana no colegial. E isso não mudou muito quando me formei. Não sei um número próximo.

Lia pareceu contrariada a aceitar meu argumento, mas bastou alguns segundos com ela se distraindo com a barra da minha cueca para que ela considerasse minha resposta e assentisse levemente com sua cabeça, apesar de ainda demonstrar sua hesitação.

– Certo. Fale então de uma mulher que você nunca se esquecerá.

Pensei por alguns segundos e não consegui outra resposta senão a mais óbvia que estava sendo esses últimos dias. Lia foi a primeira e única opção que veio em mente. Quer dizer, nenhuma outra garota havia me impressionado ou me prendido tanto a si quanto ela. Essa era a única resposta plausível. Não teria como eu inventar outra sendo que nunca existiu outra.

Sem contar que eu não conseguiria mentir com Lia em cima de mim daquela forma.

Fiz questão de olhar bem em seus olhos para responder.

– Você.

Por instantes, Amélia perdeu sua concentração e corou levemente. Sorri diante sua pequena vergonha. Já ela desviou os olhos de volta para a barra de minha cueca, continuando a brincar com suas unhas.

– Não me iluda. Diga outra – sua voz saiu bem baixinha.

Eu estava muito longe de tentar iludi-la. O que eu mais odiava era iludir uma garota. Por isso sempre deixei claro que não teria um futuro com as mulheres que eu ficava. Mas Lia era diferente. Droga. Por que Lia tinha que ser diferente?

Eu pensei em tentar contestar e dizer que Sobeziki realmente havia me marcado, mas achei melhor não. Talvez assim ela suspeitasse que eu havia perdido a aposta. E isso eu não queria. Pelo menos ainda não. No final das contas, eu também não podia ficar espalhando que ela havia me marcado. Não era como se eu estivesse apaixonado ou algo do tipo. Era apenas atração pelo seu corpo. Uma atração filha da mãe que só me fazia querer mais e mais.

Não havia alguém que realmente havia sido uma marca para mim, pelo menos não de forma amorosa. Nunca havia me apaixonado, então eu não conseguia lembrar de nenhuma garota que valia a pena ser destacada na minha vida. Lia estava sendo a única. Mordi os lábios pensando no que eu iria responder. Ela não queria escutar que ela era a única.

– Não existe outra – fiz questão de aprofundar meu olhar contra o seu.

– Então você nunca se apaixonou?

– Não.

Amélia me olhava com um misto de confusão em sua face. Acho que ela até havia esquecido que estava me despindo. Eu pouco me importava naquele momento. Eu realmente queria conversar.

– Nem sei dizer se isso é bom ou ruim. A sensação de estar apaixonado é incrível, mas quando não é recíproco é a pior coisa do mundo.

Lia mordeu os lábios e se remexeu em cima de mim, provavelmente desconfortável pelo assunto. Achei que aquela seria a oportunidade perfeita para tirar uma de minhas dúvidas logo. O assunto Allan era delicado, mas eu precisava saber. Eu também queria conhecer melhor aquela mulher ruiva que se encontrava sentada em minhas coxas.

Coloquei minhas mãos em seus quadris e a puxei levemente mais para frente.

– Aquele Allan... Você ainda é apaixonada por ele? – perguntei de forma delicada, não querendo deixar a situação ruim. Apesar de tudo, eu ainda não havia tido uma confirmação vinda de Lia sobre isso.

– Achei que eu faria perguntas primeiro – ela espalmou as mãos em meu peitoral e olhou para mim com uma cara de quem estava desolada.

– Responde só essa agora.

Uma de minhas mãos seguiu para sua bochecha, deixando um leve carinho e a encorajando a falar. Ela sorriu fracamente em minha direção e tombou a cabeça para o lado.

– Sim. Eu ainda o amo, apesar de tudo. Ele foi a melhor pessoa na minha vida durante muito tempo para ser facilmente esquecido.

Algo em mim se apertou. Eu não gostava de saber que Lia ainda amava aquele homem estúpido. Eu não gostava dele sem ao menos tê-lo conhecido. Só o fato da existência dele me incomodava.

– Você vai superá-lo.

– Acho que estou começando...

Sobeziki abaixou seu tronco e começou a distribuir beijos em meu pescoço. Eu apenas fechei os olhos e aproveitei sua carícia. Ela beijava minha pele com calma e ternura com uma pitada de sedução. Perdi-me facilmente em seus toques. Era como se eu estivesse indo para um universo paralelo onde tudo girava ao redor daquela ruiva gostosa e doce, ao mesmo tempo.

– Então você não teve um primeiro amor? – ela perguntou baixinho na altura do meu ouvido.

– Não – minha resposta saiu mais como um gemido. Aqueles leves beijos estavam tão gostosos.

– Certo. Próxima pergunta: por que você não se seduz por virgens?

Parei um pouco para pensar no assunto. Não era que de fato eu não me seduzisse, mas sempre que eu sabia que a garota era virgem, eu já perdia o interesse. Eu preferia as que tivessem mais experiência sobre o assunto. As que me faziam gemer mais alto e me levavam a loucura sem fazer muito. Era gratificante estar transando com alguém experiente.

E novamente, Lia era a única exceção. Apesar de sua virgindade, na maioria das vezes parecia que ela sabia muito bem o que estava fazendo. Ela possuía uma mistura intrigante sobre saber sobre sexo ao mesmo tempo que não deixava sua inocência de lado. Ela sabia tudo em teoria, mas nunca havia praticado, isso era o que mais me deixava preso em sua pessoa. Sobeziki possuía algo que eu ainda não conseguia descrever em palavras de tão bom que era. E esse algo só me prendia cada vez mais.

Suspirei e tentei explicar da forma mais simples possível o que eu achava. Eu não queria chegar na parte que Lia era diferente das outras virgens.

– Elas são inexperientes demais. Eu gosto das que sabem o que estão fazendo.

– Logo, eu sou inexperiente? – Lia fez uma cara de pensativa, parando um pouco suas carícias em meu pescoço.

– Nunca disse isso – sorri sacana, conseguindo arrancar um sorriso dela também.

– Mas achava quando fizemos a aposta.

– Talvez.

Amélia sorriu levemente e se remexeu por mais uma vez em cima de mim, voltando a sentar em minhas coxas.

– Faremos assim então: me conte sobre você, pode começar pela sua infância – ela mudou drasticamente de assunto. – Quanto mais você contar, mais você vai ser recompensado. Se você parar de falar, eu paro o que estou fazendo. Combinado?

Olhei de forma interrogativa para ela, sem saber ao certo do que ela estava falando. Ela apenas sorriu, o que entendi como um incentivo para começar a falar sobre a minha infância.

Coloquei as mãos de baixo de minha cabeça e soltei um suspiro pensando no que eu poderia falar. Não havia nada de muito interessante nessa época que fosse digno de eu contar para ela. Minha infância havia sido bem normal. Fechei os olhos e tentei me focar nas lembranças.

– Não há muito o que falar. Fui um criança normal e bem mimada, na verdade. Meus pais sempre... – parei de falar e abri os olhos rapidamente quando senti minha cueca sendo puxada para baixo. Lia sorriu maliciosamente e pegou meu membro com ambas as mãos. – O que você está fazendo?

– Não escutou o que eu disse? Se você parar, eu paro.

Finalmente compreendendo suas palavras, eu não pude evitar certa surpresa. Porém não demorou nada para que a surpresa desse lugar a excitação crescendo cada vez mais. Eu só sorri e voltei a fechar meus olhos para aproveitar melhor as sensações que estariam por vir. Só as mãos de Lia paradas segurando a base de meu membro já era uma sensação e tanto.

– Meus pais sempre me deram o que eu queria e me deram muita atenção, não tenho do que reclamar.

Senti suas mãos começarem a se mover levemente, para cima e para baixo, pegando um ritmo constante e leve. Gemi baixinho quando senti seu polegar passar em minha glande.

– Então você não tem problemas com seus pais?

Abri os olhos vendo uma cena que sem dúvidas eu não esqueceria tão cedo. Uma cena magnífica, por assim dizer. Lia fazia movimentos com as mãos para cima e para baixo, mas não foi isso que prendeu minha atenção. Foi seu olhar de curiosidade que ela lançava para meu membro enquanto o fazia. Eu podia ver em seus olhos o quanto ela realmente estava curiosa e olhava para meu pau por completo, gravando cada detalhe. E sua cabeça tombada para o lado só completava a cena, como se aquilo que ela estivesse fazendo fosse a coisa mais inocente do mundo.

Ela percebeu que eu a estava olhando e corou violentamente, ficando meio distraída e parando os movimentos, mas sem tirar suas mãos de mim.

– O que foi? – perguntei ao fato dela ter parado.

– Isso eu que te pergunto. Por que está me olhando assim?

Lia corou mais ainda, o que só me fez dar risada. Ela, por sua vez, fechou a cara e apertou meu membro em suas mãos, me fazendo ir ao delírio e gemer o mais alto que consegui. Encarei-a indignado enquanto ela apenas sorria vitoriosa para mim.

– Qual o problema de eu olhar para você?

– Nenhum. Mas você estava me olhando diferente... – voltei a sorrir e senti mais um aperto em meu pau. – Não ria de mim!

– Desculpe, não estava rindo de você. Estava rindo de como você... – consegue me seduzir. Agradeci mentalmente por não ter completado aquilo em voz alta. Tudo estaria indo por água a baixo se eu dissesse aquilo à Lia. Ela com certeza teria percebido que eu perdi a aposta. Eu ainda não me encontrava seguro de que deveria contar a ela.

– De como eu o quê?

Ela parecia realmente interessada.

– Nada, esqueça.

– Se é sua vontade – Lia voltou a olhar para o meu amiguinho em suas mãos. – Você não respondeu minha pergunta.

Seus movimentos voltaram, dessa vez um pouco mais rápidos. Às vezes Lia parava os movimentos para dar apertadas em meu membro, antes de continuar com seu trabalho em seguida. Aquilo era realmente bom.

– Sobre meus pais? Meu relacionamento com minha mãe é muito bom e somos bem próximos. Só com meu pai que facilmente temos opiniões diferentes, mas também não é nada muito grave. Nós dois temos o temperamento forte, só isso.

– Hm... Se você pudesse viver novamente, o que faria diferente? Isso é: o que você mais se arrepende?

Amélia voltou seus movimentos lentos e precisei fechar meus olhos por mais uma vez para me concentrar em suas palavras. Não era exatamente fácil pensar em uma resposta para sua pergunta quando ela estava me masturbando daquela forma.

Ela me olhou esperando ansiosamente por uma resposta, e quando essa não veio, ela só aumentou mais ainda os movimentos. Gemi baixinho tentando reunir toda a concentração que ainda sobrava em meu corpo.

– Não me arrependo de muitas coisas, se é isso que quer saber. E sinceramente, não consigo pensar em algo agora.

Escutei sua risada levemente antes que ela acelerasse ainda mais os movimentos. Se instantes antes eu já não conseguia raciocinar, imagina agora que suas duas mãos percorriam a extensão de meu membro com uma velocidade incrível. E a filha da mãe estava se divertindo com tudo aquilo.

Meus gemidos aumentavam gradativamente. Começando bem baixinhos e aumentando conforme suas mãos aumentavam os movimentos. Droga Lia, se você continuar assim eu vou gozar em instantes.

– Certo... não sei mais o que perguntar.

 – Talvez eu possa fazer algumas agora. Depois você continua – minha fala saiu com dificuldade.

– Pode perguntar então.

Lia parou abruptamente seus movimentos, me fazendo abrir os olhos e encará-la de forma indignada. Por que ela tinha que fazer isso? Só mais um pouco e eu iria gozar. Amélia apenas sorriu sapeca enquanto mordia os lábios.

– Por que parou?

– Você me parou de contar sobre você – ela explicou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. Revirei meus olhos e lhe lancei um olhar furioso.

– Você tem certeza que quer jogar dessa forma?

– Tenho – ela sorriu maliciosamente adorando tudo aquilo.

– Ótimo.

– Ótimo.

Sem que ela esperasse, troquei a posição de nossos corpos, ficando por cima. Ela deu uma enorme gargalhada, fazendo com que eu me contagiasse também. Gargalhei com gosto antes de ficar sorrindo e a encarando. Não demorou nada para Lia voltar a corar sob meu olhar. Meu sorriso aumentou mais ainda e comecei a distribuir vários beijos pelo seu rosto, enquanto ela só ria. Aquele estava sendo um momento perfeito.

Amélia tentava me deter com seus braços em frente a sua face, mas eu era mais forte e mais ágil, a fazendo rir mais ainda, como se meus beijos a causassem cócegas. Ficamos por bons minutos nisso até que ela finalmente cansou de se proteger e eu enfim pude beijar seus lábios doces e macios. Sobeziki ainda sorriu durante o beijo para depois me empurrar para longe si, mas eu se quer me mexi. Ri mais ainda enquanto me separava bem devagar.

De repente, algo veio em minha cabeça. Eu poderia fazer as perguntas agora. E eu sabia o que eu queria perguntar primeiro. Era delicado, mas eu estava curioso. Se ela não quisesse responder, eu entenderia perfeitamente.

– Se você quiser, pode não responder, tudo bem? – perguntei passando os dedos em sua bochecha corada.

– Mas eu já disse; quero que sejamos amigos. Eu vou responder.

Suspirei e assenti levemente. Remexi-me incomodado com a cueca me apertando e tentei pensar em outra coisa. Mesmo que agora fosse minha vez de explorar o corpo de Lia. Só de olhá-lo eu já sentia meu pau apertar, imagina explorá-lo? Eu precisaria de todo meu autocontrole. Sorri e comecei beijando-a mais uma vez.

– Quero saber sobre seus pais. Eles morreram mesmo?

– Sim – Lia suspirou e se contorceu quando passei meu nariz gelado pela sua clavícula. – Quer saber como?

– Só se você quiser contar.

Continuei a acariciando com meu nariz, passando para seu pescoço e esperei sua resposta.

– Meu pai era policial. Ele estava ajudando em um caso para prender um grupo de assassinos. Acontece que o responsável por esse grupo, não gostou de saber que eles estavam sendo investigados – ela deu uma pausa para suspirar novamente. Agora eu descia minhas mãos pelo seu corpo enquanto deixava minha respiração pesada em seu pescoço. – Eles mataram todos os envolvidos na investigação e suas famílias. Eu só escapei porque um dia antes havia me mudado para Toronto para fazer minha faculdade.

Parei com tudo e encarei o rosto choroso de Lia. Ela estava igual o dia que a encontrei em sua casa dançando. Frágil e delicada.

– Sinto muito – foi a única coisa que consegui falar antes de tomar seus lábios para mim por mais uma vez.

Amélia me abraçou e me puxou mais para si. Eu fui de bom grado aceitando seu abraço e a abraçando também.

– Não sinta. Já foi há anos. Vamos nos focar no agora.

Sorri e encarei aquilo como um passe livre para eu fazer o que eu quiser com seu corpo.

– Outra pergunta então?

– Pode ser – um sorriso singelo surgiu em seu rosto, me alegrando um pouco também.

– Um sonho? – perguntei sorrindo tentando mudar o clima.

Lia sorriu de uma forma misteriosa e eu aproveitei para continuar explorando aquele delicioso corpo totalmente a minha disposição. Eu não podia perder aquele oportunidade. Com Sobeziki, cada oportunidade se tornava única.

Puxei sua longa camiseta para cima e ela apenas levantou os braços, me ajudando. Sorri e encarei seus seios cobertos pelo sutiã. Este era simples e azul claro, mas me peguei fantasiando com um daqueles inúmeros conjuntos sensuais que Lia possuía em seu closet. Meu olhar não desviava de seus peitos subindo e descendo conforme sua respiração pesada.

– Formar minha própria família.

Pisquei duas vezes para poder compreender suas palavras. Essa não era uma resposta que eu esperava.

Evitei que ela percebesse meu desconforto sobre sua resposta e desci meus lábios pelo seu corpo. Ela se contorceu sob meu toque. Sorri sacana recuperando minha posição ali. Não poderia deixar que Lia soubesse que eu era muito apreensivo na questão de montar minha própria família.

– Então você sonha em se casar? – prolonguei o assunto só para não deixar na cara que eu queria falar de outra coisa.

– Sim. Você não?

– Na verdade não. Nunca pensei sobre isso – menti na cara dura. Era óbvio que eu já havia pensado. E isso me causava uma insegurança desgraçada.

– Você não sonha em ter várias crianças correndo pela casa enquanto você tenta alcançá-las?

Desci minha boca até a barra de sua calça de moletom. Eu não estava nenhum pouco a fim de continuar falando sobre aquilo. O melhor a se fazer era me distrair com outra coisa.

Retirei sua calça a deixando somente de lingerie. Foi impossível impedir de sorrir antes de deixar um beijo bem no meio de suas pernas. Amélia se contorceu levemente ao meu ato. Mordi os lábios, encantado com a forma que Lia recebia seu prazer. Era delicioso de se ver.

– Não – respondi categoricamente, me impedindo de revirar os olhos.

– Pois eu sonho em ter uns cinco filhos. Imagina o quão maravilhoso seria ter gêmeos? Ou melhor ainda! Trigêmeos!

A alegria dela era palpável no ar. Confesso que estava começando a me envolver naquela atmosfera alegre. Definitivamente, Sobeziki mexia com minha cabeça. Se fosse com qualquer outra mulher eu só estaria preocupado em comê-la.

– Imagina o trabalho que dariam também – respondi rindo. Eu não conseguia me imaginar correndo atrás de vários pirralhos me tirando a paciência. – É assim que você se vê no futuro? Casada e com vários filhos? – a pergunta saiu de uma forma estranha. Só assim eu consegui me tocar. Nós possuíamos planos completamente diferentes para o futuro.

Não era assim que eu me via. Eu não conseguia me ver com uma família. Algo dentro de mim se apertou. Não era assim que eu me via. Logo, não era comigo que Lia se via no futuro. Amaldiçoei-me completamente pelo rumo dos meus pensamentos.

E daí que Lia não me via com ela? Eu não tinha nada haver com isso. O que nós tínhamos não passava de uma aposta. Mesmo que eu achasse que não quisesse mais isso somente.

– Com certeza. E você? Como se vê?

– Assumindo a empresa de meu pai, talvez. Não sei, não muito diferente do que estou agora.

Subi meu corpo e voltei a encará-la nos olhos. Algo amargo se apossara de mim. Eu não tinha certeza se conseguiria continuar a explorar seu corpo. Não naquele momento, ao menos. Eu havia perdido a completa vontade, mas também não poderia simplesmente sair de cima da ruiva e dizer que eu estava triste porque não teríamos um futuro juntos.

Suspirei reparando que Lia também não continuava contente.

– Hm – ela resmungou insatisfeita com minha resposta.

Fiquei a encarando por incontáveis minutos antes que finalmente algo aparecesse em mente para mudarmos de assunto. Ambos claramente estávamos desconfortáveis com o rumo da conversa.

– Tem algo mais que eu deva saber sobre esse tal Allan?

Lia hesitou. Suspirei mais uma vez, caindo ao seu lado e voltando a fechar meus olhos. Havíamos mudado de um assunto ruim para um pior ainda. E a culpa era minha.

– Infelizmente sim.

– Diga-me. Estou aqui para ser seu amigo – minhas palavras nunca soaram tão falsas. Era óbvio que eu não queria ser só amigo de Lia.

– Allan não foi simplesmente uma pessoa que passou pela minha vida. Ele me marcou. Ele dizia que me amava e me tratava como uma princesa. Mas ele já tinha uma namorada. E essa mulher passou anos me diminuindo. Foi difícil me formar na faculdade quando todos ao seu redor faziam de tudo para eu desistir.

– Não se preocupe. Eu estou aqui agora.

Puxei uma Lia seminua para os meus braços, fazendo com que sua cabeça se apoiasse em meu peito. Naquele momento fiz uma promessa a mim mesmo que nunca decepcionaria Lia ao ponto de ela pensar em me comparar com aquele cretino que eu só sabia o primeiro nome.

– Obrigada Drew. Depois de Allan eu achava que nunca iria encontrar um amigo novamente. Nem com Isabelly eu consigo me sentir tão bem – não. Suas palavras não fizeram me sentir melhor. Eu não gostava de saber que eu era somente seu amigo.

– Você disse que Allan a tratava igual a uma princesa – comentei me lembrando de algo.

– E o que tem isso?

Amélia levantou a cabeça e encarou meus olhos do jeito que ela mais gostava: profundamente.

– Eu só peço uma chance.

– Para quê?

Fiquei mudo por um instante. Eu não sabia se falava ou não. Então algo dentro de mim simplesmente acionou o dane-se. Apesar de eu não querer assumir ainda que havia perdido a aposta, eu não ficaria negando mais que Lia me atraía.

– Para te tratar da maneira como você merece. Te tratar como uma rainha.


Notas Finais


Então? Gostaram? Odiaram? Acharam muito meloso esse final? Confesso que não resisti e precisei escrever isso no final hahahaha

Grupo do Whats: https://chat.whatsapp.com/DWgB4TFxDYH9gDIIz6id2X

Missing Mirror: https://spiritfanfics.com/historia/missing-mirror-6771875
Explicit desire: https://spiritfanfics.com/historia/explicit-desire-6358877

Comments? xx


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