História A Blonde Police - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Exibições 42
Palavras 1.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá :3, demorei para postar? Sim!, mas, como avisado anteriormente, quando eu não estivesse com boa criatividade, demoraria um pouco mais, e foi isso que aconteceu, desculpas <3

Capítulo 4 - Entre Morte e Atração


Fanfic / Fanfiction A Blonde Police - Capítulo 4 - Entre Morte e Atração

"Reza a lenda, que um bater de asas de uma borboleta hoje, pode causar um furacão no outro lado do mundo amanhã"

 

Ah! O efeito borboleta, algo tão temido, e mesmo assim inevitável, inevitável assim como eu, não importa onde esteja, eu sempre estarei lhe acompanhando, mesmo nas coisas mais fúteis do dia a dia, eu estarei lá, sempre a espreita, lembra-se daquele arrepio que sentiu hoje, talvez ontem? Aquele estranha sensação de ser observado? Sou eu. Mesmo que não me veja, eu vejo você, posso lhe sentir, posso lhe ouvir, alguns me temem, outros não, mas não se preocupe caro companheiro, não vim lhe buscar ainda, fui convidada humildemente para observar essa história.

 

Rogue Cheney havia acabado de desembarcar em Washington, uma cidade cinza, completamente o contrario de Nova York, que até mesmo o mais esfarrapado poderia cantar e dançar em plena passarela aérea a qualquer momento

Adentrou seu magnífico e confortável Zentorno, ativou o modo vertical, e saiu cortando os ares tão rápido quanto os próprios raios que caiam pela manhã

[...]

Já hospedado em Washington Hotel, que aliás, também era sua propriedade, entrou no chuveiro ordenando os jatos a 25 °C, e se pôs a pensar nos recentes acontecimentos, tinha de admitir, ainda estava perturbado pelo modo como seu amigo atendera o Tele-Link, ele parecia morto, seus olhos, pareciam assustadoramente frios para alguém sempre tão caloroso

Esfregou os cabelos como se aquilo pudesse, de alguma forma, expulsar esses pensamentos. Seguiu em direção ao Closet enorme feito somente para ele, e decidiu usar o básico, uma blusa social branca, seu blazer risca de giz preto, a gravata preta, e as calças sociais pretas feitas sob medida juntamente com sapatos perfeitamente polidos, amarrou o cabelo como geralmente fazia e seguiu em direção ao saguão

Olhou o relógio de pêndulo feito inteiramente de prata, e viu que ainda faltavam 4 horas para o enterro, tempo suficiente para que cuidasse de alguns contratempos, afinal, a terra dos negócios não era para qualquer um, e ele tinha pena daqueles de coração e intenções puras, que tinham seus sonhos destroçados pela realidade daquele lugar podre e certamente horrível 

 

A Tenente havia acabado de adentrar sua sala minúscula no departamento, seu posto lhe permitia um escritório maior, mas quanto mais espaço, mais pessoas poderiam entrar. Ali era um lugar perfeito, não passava de um cubículo que cabia duas pessoas e meia, dois armários, sua pequena mesa com sua sucata, que as pessoas insistiam em chamar de computador, e uma janela pouco maior que a palma de sua mão, bem ao lado de uma via aérea, onde a cada 10 minutos, passava um ônibus extremamente barulhento, e sacudia tudo dentro da sala

Sentou-se na cadeira, colocou os pés na mesa, e programou o auto-chef para fazer um café bem forte e puro, que mais parecia terra junto a água de esgoto, ligou o computador a tempo de quase se ver cega pela tela vermelha fluorescente que apareceu, lhe bateu com o punho, e viu o monitor voltar ao normal

“Caso número 339, Acompanhante de Luxo, Sorano Agria” Disse em voz alta, e pôde ver o computador abrir a pasta do caso, viu as poucas informações encontradas, e nela leu novamente o nome da arma do crime

“Uma S&W .500 Magnum, mas não faz sentido, as únicas armas que restam são de colecionadores, e é possível que alguém seja tão burro ao ponto de usar esse tipo de arma? Bom, meu trabalho é somente garantir que esse imbecil esteja preso, computador, quero uma lista de todos os colecionadores que possuam essa arma, limite-se aqueles que sejam de Nova York, e tenha mais de 25, e menos de 70” Se recostou na cadeira, lembrando todas as cenas possíveis do vídeo “Tinha de ser pessoal, ele curtiu todo o processo, e fora seu primeiro assassinato” lembrou-se de como a pessoa atrás da câmera agiu “As mãos tremeram, e a respiração se tornou acelerada, nunca sujou as mãos, mas isso não quer dizer que não tenha feito outros sujarem-nas” Pensou

Ao ouvir a maquina engasgar e tremer, lembrou-se mentalmente de mandar aquele lixo para os técnicos, bateu-lhe mais uma vez com o punho e viu a maquina começar a listar os nomes

“Computador, imprima os nomes em lista, descarte todos que não sejam dos Estados Unidos” Esperou a lista sair, e pode aproveitar tomando o seu repugnante e asqueroso café

Após observar a lista sair, retirou-a, viu o relógio pendurado sobre a porta, e viu que faltava exatamente uma hora para o enterro, seguiu a passos lentos pelos corredores de baias onde os novatos do departamento se encontravam, e pôde sorrir internamente pelos olhares amedrontados, a respiração falhada e a ausência de coordenação motora quando passava ao lado deles, bom, isso era ótimo, já era péssimo que esses malditos fizessem tanto barulho quando estava dentro de sua sala, eles já deviam ter ouvido histórias sobre ela, Rufus adorava amedrontar os novatos, contando-lhes que, uma vez, quando adentrou o departamento, um brutamontes que certamente dava quase duas dela, tanto em altura quanto em massa, estava arranjando briga com os novatos, ameaçando-os algo como liberta-lo, ou iriam ser fodidos eternamente depois disso, Lucy não era alguém de extrema paciência, chegou bem perto do gorila, e lhe deu um gancho de esquerda tão forte, que ele caiu no chão com a mandíbula deslocada, e certamente desacordado, okay, talvez tenha fraturado o pulso pela tamanha força que usou contra aquela placa de carne de 2 metros de altura, mas a satisfação e o alívio que sentiu por ter feito isso, valeu a pena

Adentrou novamente o veículo, e enquanto seguia o caminho para casa, checou a lista, riscando alguns nomes desnecessários, e só percebeu quando chegou ao seu quarto, quando deu de cara com Juvia sem seu sofá, vestindo uma roupa... Um tanto quanto Juvia

“LUCY! AMOR DA MINHA VIDA QUANTO TEMPO!”

Juvia era um tanto quanto escandalosa, principalmente quando o assunto era Lucy, afinal, melhores amigas são feitas para serem assim

“Olá Juvia, quanto tempo! Aliás, o que é isso que está usando?” Observando melhor a roupa da amiga, viu o top colante em tons de rosa e laranja fluorescente, com alguns detalhes em verde, seu short, tão minúsculo quanto a própria calcinha de Lucy, vinha também em material colante em uma cor de rosa choque, usava botas que chegavam até sua coxa, na cor azul igualmente colante, no pescoço, um colar lembrando uma estrela, e seus cabelos azuis, estavam agora com as pontas rosas, sim, uma roupa literalmente Juvia

A baixinha a sua frente, arregalou os olhos, e bateu com a mão na testa

“Fala sério! É a mais nova onda, material colante! Porra Lucy, eu lhe mostrei a revista semana passada!”

É, a Tenente lembrava algo como uma Juvia tagarelando com uma revista em mãos, enquanto ela engolia um pote de sorvete de creme, e prestava atenção em um jogo que passava no telão

“De qualquer forma Juvia, não tenho tempo agora, que tal mais tarde? Preciso ir á um enterro em Washington” Disse de forma acelerada enquanto ia em direção a seu guarda roupa, e vestia seu blazer preto, por cima de uma blusa social cinza, juntamente com uma calça cinza, e suas inseparáveis botas

“Okay, mas não seja uma vadia Heartfilia! Quando chegar, é para se arrumar e ir diretamente ao Flamingo Vermelho, me entendeu?”

“Claro, agora cai fora, olhar para suas roupas me dá dor de cabeça”

Teve tempo de ouvir um grito, rir e se abaixar quando algo foi arremessado em sua direção, terminou de prender seu coldre e colocar sua arma

“Nada melhor que uma Juvia em nossas vidas

Pensou enquanto seguia seu caminho em direção ao aeroporto, onde levaria cerca de 40 minutos para estar em Washington

 

Rogue havia acabado de sair da reunião, faltava  exatamente duas horas para o enterro, já trajava todo o necessário, então apenas se pôs a esperar o velório em uma lanchonete próxima ao cemitério, após tomar o café, e comer um pouco do delicioso bolo de chocolate com avelã que serviam ali, se sentiu mais uma vez pensando naquele estranho sentimento que há muito tempo não vinha a tona, seu sinal de perigo parecia alerta

E acredite, que quando algo se torna um desafio perigoso para Rogue Cheney, ele não irá descansar até domar esse problema

Mas há uma questão, e se esse problema não quiser ser domado? Existe uma coisa que Rogue Cheney não é capaz de domar, esse problema possui nome e sobrenome, e acredite, ele está de longe de adivinhar que Lucy Heartfilia, será na verdade, os maior desafio de toda sua vida, e, cá entre nós, Cheney não viveu um mar de rosas...

 

 

 

 


Notas Finais


Oie :v DEMOREI? SIM, pode me bater? PODE!

mentira gente, me ataca não, que eu dou louca :v


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