História A Borboleta Azul || Suga - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga
Tags 20 Sp, Abs Do Jimin, Agust D, Imagine Suga, Imagine Yoongi, Min Yoongi, Mixtape, Suga, Suga Loiro, Wings World Tour, Yoongi
Exibições 34
Palavras 1.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, Gente estou tentando o máximo dar o meu melhor nessa reescrita.Tenho bons planos pra ela.Comentem o que estiverem achando,cliquem em favoritar e me ajudem com os erros :)

Boa leitura <3

Capítulo 2 - Capítulo Um


Todas as noites antes de dormir eu ficava sobre a sacada,observando as folhas das árvores cairem durante aquela noite fria e obscura.As folhas secas e amareladas caiam uma a uma,deixando nítido que o outono estava chegando ao fim.
     Enquanto balançava  meus pés e encolhia minhas longas e magras pernas doloridas, pego meu livro abrindo-o na página setenta e sete.Era incrível o quanto a personagem do livro se parecia comigo.Ela vivia como eu, como se estivesse presa na escuridão,solitária.Se sentindo vazia.

É, eu ainda sinto falta dele.Dos seus beijos de boa noite,do seu sorriso alegre quando me fazia cocegas em cima do sofá.Eramos felizes!

Dói, ainda dói muito permanecer a sua ausência por todos esses anos.Sendo criada apenas pela a minha mãe.Uma mulher pobre,e sem trabalho,que cortava lenha sobre o sol escaldante para criar dois filhos pequenos.
   Não sei se poderei perdoa-lo,mas de qualquer forma eu sinto a sua falta.

O relógio de ponteiro da parede do quarto marcavam pontualmente dez para as onze, o carro do meu padastro já fora encostado em frente a casa e minha mãe terminava de prepara o jantar.
— Fryda! O jantar está pronto! — a voz suave da minha mãe ecoava pelos corredores do andar de cima.Fecho meu livro,arfando.Meu quarto estava quase vazio,a maioria das caixas já tomavam conta do lugar.

  Desci as escadas com pequenos saltos até o último degrau.O meu padrasto,Will, parecia um pouco preocupado com o seu trabalho, enquanto tedd assistia alguns seriados na televisão.
— Venha querida, sente-se aqui — minha mãe parecia nervosa e um pouco tensa,eu diria.Tanto ela quanto tedd não estavam muito felizes com a perspectiva de eu estar indo embora.

   Puxei a cadeira fazendo range-lá com o som da madeira ecoando no chão de verniz.Me sentei sem dizer uma palavra e minha mãe sentou ao meu lado e logo Will e tedd se juntaram a nós.
— Precisa que eu te ajude com alguma coisa Fryda ? — minha mãe toca carinhosamente minhas mãos que estavam descansando ao lado do talher que eu encarava sem toca-lo.
— Não, obrigada mãe — respondo rapidamente e Will me olha por cima dos óculos equanto coloca um pedaço de cenoura na boca.
— Eu posso lhe dar uma carona até o aeroporto antes de ir ao trabalho — Will propõe sério e eu balanço a cabeça positivamente agradecendo em seguida com um pequeno sorriso fraco nos lábios.
  
   Após o jantar,ofereci minha ajuda a minha mãe para lavar os pratos,a mesma recusou, mas eu insistia em fazer isso.Minha mãe parecia um pouco triste e eu sabia que algo estava encomodando-a,mas preferi não perguntar.
— Obrigada querida — minha mãe pousa seus lábios na minha testa guardando o último prato que restara.

[...].

Tudo parecia do mesmo jeito que eu havia deixado.Pinturas antigas cobertas com setin   branco que já não era mais tão brancos devido o tempo que permaneciam ali. Pincéis espalhados pelo chão e uma grande cortina dourada cobrindo as grande janelas por onde o sol entrava.Eu passava a pontas dos meus dedos por todos os quadros,puxando os tecidos abruptamente fanzendo-os escorregarem até o chão.
   Porque as lembras desse lugar eram tão dolorosas? Pego um pequeno pincel que estava jogado no chão marcando uma  pequena mancha no chão.
   Meus dedos tremulos  seguravam aquele pedaço de medeira enquanto deslisava a ponta do mesmo pela tela branca que estava a minha frente.
— Freya! você vai se atrasar — a voz da minha mãe ecoa até o ateliê abandonado com um tom abafado fanzendo-me levar um pequeno susto.
— E-eu já vou! — respondo em seguida soltando o pincel e correndo até a porta de saída.

  Subo as escadas com saltos medianos fazendo com que minhas botas de couro ecoassem pelo chão maciço.Minha mãe abraçava tedd com um olhar triste enquanto Will jogava sua jaqueta por cima dos ombros.
— Vamos Fryda, antes que perca o vôo — meu padrasto ajeita os óculos no rosto e pega um cordão em cima da mesa de centro onde continha suas chaves.
   Sai de casa de mãos dadas com minha mãe que tinha lágrimas nos olhos,a mesma alisa minhas mãos com seu dedo polegar direito como gesto de compreenção.Me aconchego em seus braços por alguns minutos.
— Eu voltarei logo — disse perto do seu ouvido, o suficiente para somente ela ouvisse. Minha mãe limpa as poucas lágrimas que deixara cair com a palma das mãos.
   Pouso meus lábios no topo da cabeça de Tedd que sorri tristonho.
   Will faz barulho com a buzina para que eu entrasse no carro, aceno para a minha mãe que agora se encontrava quase em prantos.Aliso minha face ao sentir uma lágrima cair quando fecho a porta do carro.Will liga o carro pisando no acelerador tirando o carro do lugar.Minha mãe acena e logo está fora da minha visão.
— Está tudo bem ? — Will pergunta me olhando pelo retrovisor.Apenas aceno positivamente e o mesmo volta a atenção na estrada.

[..]..

Abro os olhos de um pequeno cochilo enquanto Will falava ao telefone,desligando rapidamente ao me olhar, ainda estavamos a caminho do aeroporto, o que parecia uma eternidade.
— Tenha uma boa viagem Fyda! — Will para o carro no estacionamento do aeroporto e eu me preparo para sair e ir até o balcão fazer o check-in.
  Bato a porta do carro arrastando minha mala com a mão direita.Will acena de longe me fazendo sorrir fraco.
  Caminho até o balcão onde uma moça alta dos cabelos ruivos sorri gentilmente.Não demorou muito para que meu voo fosse chamado.

  Ajeito a alça da minha mochila nas costas enquanto caminho até minha poltrona que parecia impossível de achar.Agradeço mentalmente por a mesma ser ao lado da janela.Jogo minha bolsa para apenas um ombro e sento-me, enquanto arrumo meus fones de ouvido.
  Pessoas circulavam naquele meio de transporte imenso enquanto eu permanecia sentada com os olhos fechados,Sinto-me mãos encostando meu pulso me fazendo abrir os olhos.
— Oh, me desculpe! — o garoto dos cabelos castanhos senta ao meu lado,e abre um livro enquanto se sente envergonhado.Eu o olho por alguns minutos e me sinto corada,ignoro o sentimento e viro-me em direção a janela.

[..]..

Abro meus olhos assustada pairando o lugar ao qual me encontrava.Pessoas circulavam com suas malas para fora do avião.

Oh!

Eu havia chegado! não nego que o lugar era fantástico.Levanto-me enquanto faço leves exercícios de abrir e fechar com minhas palpebras.Jogo minha mochila nas costas e caminho até a saída lateral do avião.
  Meus pés eram responsável pelos meus longos e atrapalhados passos medianos.

Diferente da califórnia, no balcão de check-in de Seul havia uma moça alta com lábios grandes e vermelhos que sorria docemente para um garoto dos cabelos pretos.Não pude ver o seu rosto, pois o mesmo permanecia de costas.
  Espero calmamente atrás atrás do moreno enquanto segurava meus passaporte com dedos tremulos.
— Muito obrigada! — Ele diz para a moça que sorri lhe entregando seu passaporte.O mesmo se vira,e sinto colidindo-me com uma parede de músculos que me lança para trás arrancando os papéis que estavam entre meus dedos.Antes que pudesse fechar os olhos e sentir o contato com o chão maciço,mãos grandes e frias tocam minha pele me causando arrepios.
— Perdão, você está bem? — O mesmo toca uma das minhas faces, e contudo pude ver seu olhar penetrante e culpado.Mas eram o melhor par de olhos que já vi na vida.







Notas Finais


Sem revisão, então Sorry se tiver algum erro!

Anyeong :)


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