História A bottle of whiskey - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Vinar

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fuga, Intriga, Romance, Saturnofanfics, Sequestro, Tentativas De Assassinato, Violencia
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Palavras 2.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yo. Flores lindas, maravilhosas e pra lá de cheirosas do meu jardim -q. Oia eu aqui de novo depois de alguns dias (prefiro nem contar) sei que demorei DE NOVO, então me desculpem ;~;. Ces não tem idade do quanto estou felizaça por não ter visto o the monio em nenhum desses dias de aula XD
Boa leitura s2 .gomen por qualquer erro e sim a Azu NÃO PRESTA. XP

Capítulo 5 - Perdition


 

- Vão pra onde? Posso saber? -

Abrir um enorme sorriso ao ouvir a voz da Ella. Nunca pensei que ouvi-la me deixaria tão feliz. Mas perai quem ela acha que tá enrolando com esse “teatrinho” de quem não ouviu nada? Bem... ah mim que não é. Opa! Minha atenção se voltou pra algo mais interessante, no caso o saquinho que ela segura. Comida. Muito bem me alimente, serva.

- Ora vejam se não é Elliot Collins – a líder das jogadoras de basquete fala de maneira irônica. Oooooooohhhhhh (me imagine imitando o Mordecai e Rigby) alguém esta pedindo pra não querer encontrar certa macinho em um beco escuro ou rua vazia, estando sozinha, tão cedo. Tenho pena de Amanda se Ella decidir fazer com ela o mesmo que fez com um carinha do qual me pegou no fraga beijando.  

Olho de escanteio pra “sumida” e posso notar (sem fazer esforço algum) que sua irritação e bem visível. Uma veia salta perto do seu pescoço e tenho certeza que varias “coisinhas” acabaram de se acumular em sua garganta ao ponto de fazer um bolo. E ah é ela deve ter acabado de xingar Amanda mentalmente nesse exato momento.

Sim nos conhecemos bem, bem ate de mais diria.

Decido falar algo antes que se de inicio a terceira guerra mundial.

- Onde ando,  bakamono? – okay “ofender” não e a melhor forma de acalma toda via foi á primeira coisa que veio em mente. Serio não consegui pensar em nada melhor...

- Fale direito comigo – Ok mamãe. Tive que me “controlar” pra não chama-la de estupida. – Eu estava comprando comida pra mim – Pra minha surpresa ela não bateu em Amanda nem nada do gênero ao invés disso focou sua atenção em mim.

Acabei por morde os lábios levemente, quase inconscientemente, sem deixar ninguém perceber. –E nem teve a consideração de comprar pra mim? – Bufei internamente me controlando pra não chama-la de Elliot tenho que confessar que esse jeito tão “controlado de ser" da Ella me irrita ás vezes. Chega a dar vontade de sacudi ela ate conseguir deixa-la furiosa.

- Tá me achando com cara de Itaú? – bufo agora de maneira audível. Então aproveito meu momento de “raiva” pra catar minhas coisas da mesa dando a deixa pras outras duas fazerem o mesmo e sai deixando El pra traz. Foi assim que só nos vimos horas depois no momento de ir embora. Estupido da minha parte? “Talvez” porem não estava pensando direito no momento. Ella enrolou tanto apenas para pedi comida e eu queria que ela se sentisse tão “largada” quanto me senti.     

Depois de alguns minutos andando em silencio no meio de Amanda e “Va” em direção á saída do museu a “raivinha” passou e eu finalmente percebi a proporção da burrada que fiz.

Então olhei pra traz esperando em vão ver a macinho me seguindo, mas ela nem estava mais ali. Quero dizer... NÓS seguia.  Suspirei inconformada não quero continuar aqui, no entanto  também não quero fica com essas duas. Muito bem Azura esta fechando sua "cota" de idiotice anual em um dia só.  

-Tudo bem Azu? Você parece esta procurando por alguém... e ao mesmo tempo frustrada  - Fala Amanda com ar de “preocupação”. Azu? Azu!? Posso saber que intimidade e essa, que eu não dei?  Apenas Ella pode me chamar assim! Quero dizer... Só as pessoas próximas.

- Oh. Não e nada... – menti, um certo ser com certeza não acreditaria.

- Não e o que par... – antes que pudesse continuar (sobre o olhar de reprovação de ”Va”) eu me toquei que estamos muito perto da portaria e as puxei pra traz de uma coluna. A lidezinha abriu a boca pra discutir só que logo a fechou ao percebe que a professora acabara de passar por ali mexendo no celular. OPA! E impressão minha.... Ou vi a foto de uma das esculturas (vocês sabem que tipo)  na tela? Tá tão complicado assim sensei? Ironizei mentalmente.

- Não podemos andar por ai assim – pensei alto mudando o foco das minhas ideias antes de continuar a pensar merda sobre os "gostos exóticos" da nossa professora.

- Assim como? – questionou Vanessa. Perai ela e capaz de questionar?  Ou melhor. De pensar?– Ae. Obrigada por impedir de sermos pegas – Ela sorriu. Faça me o favor. Só estava livrando minha própria pele e imagem. O que ela pensaria se me visse com as duas ao invés de Ella? Que já deve estar no ônibus alias. Só pra esclarecer (estou pouco me fodendo pro que acham de mim) ser “amada” pelos professores e pra lá de útil na maioria das vezes, principalmente quando se gosta de aprontar. Se e que entendem...

- Azu? – Amanda me trouce de volta pra realidade.

- Com a blusa de farda. Vanessa, com a blusa de farda –

- Tem razão Eveli! Que bom que trouce meu casaquinho – ela exclamou como se dissesse “como não pensei nisso antes?”. Amanda concordou falando algo sobre uma jaqueta em sua mochila. Comecei a rir.

- Tá rindo do que? – ambas disseram em uníssono.

- De algo que me lembrei. Nada de mais – Elas se entre olharam (claramente não acreditando) sem dizer mais nada.

Dito isso verifico se ninguém (que pode nos incriminar) esta passando e aceno de maneira positiva ao ver que não, dando sinal verde pra irmos.

O único “percalço” que tivemos foi o porteiro perguntando se estamos com a excursão escolar (maldita farda). Agora que reparei não vi mais ninguém da nossa sala além dessas duas e Ella desde que a sora nos deu a “licença de libertação”. A forma que nos livramos disso não me surpreendeu nem um pouco bastou Valesca quero dizer Vaca a foda-se a líder de torcida jogar um “charminho”, a jogadora piscar e eu dizer (com a voz “melosa”) que íamos para o ônibus, termina o relatório pedido pra ele nos deixar passar.

Tão fácil. Que chega a ser ridículo.    

O resto das minhas horas com ela passou em um “borrão”. Nos fingimos ir ate onde realmente deveríamos ir (pelo menos eu) pra depois desviar o caminho. Pra cobrir a blusa da escola eu vesti meu moletom, a líder o casaquinho do qual falara antes e Amanda sua jaqueta. Como “Va” não tinha certeza de onde fica o tal bar tivemos que pegar carona com três motoboys.

Bem... As outras eu não sei, mas pedi para o que me levou ir o mais rápido possível, ele nem chegou a hesitar antes de obedecer.  Ao chegar nós deparamos com um local ate que “elegante” pra um antro de coisas que não prestam. Se não estou enganada o nome era Perdition (que significa “Perdição” em inglês) não prestei muito atenção nisso. Amanda os pagou.

Descobri que o que me dera carona se chama Cam, pois ele deu em cima de mim quase o caminho inteiro e como queria me diverti um pouco fomos pra um lugar “mais reservado” onde ficamos. Ao termina, trocamos o numero (dei um falso obviamente) e ele me deu seu colar (do qual não ficaria surpresa caso descobrisse se tratar de um presentinho que ganhara de outra ficante). Francamente não quero imagina o que os outros quatro fizeram nesse meio tempo. Apesar de nem precisar pensar muito...

Nos despedimos dos rapazes e finalmente entramos, dessa vez quem pagou foi Va já que a ideia fora dela (O “bar” em questão estava mais pra uma mistura de “boate”, “cassino”, karaokê e... bem, bar). Mal colocamos o pé ali e Amanda foi logo me puxando ao local onde se pede as bebidas pra tirar “a prova dos nove” se bebo mesmo.  Fui logo pedindo uma dose da bebida mais forte ela por sua vez pediu algo mais leve. Alegando que fica bêbada fácil (o que foi "útil" saber) já “Va” foi direto pra um espaço parecido com uma pista de dança. Assim que terminei o terceiro copo de uma bebida arroxeada me juntei a ela. A jogadora foi uns minutos depois, após sua segunda dose.

Depois de um tempinho e de beijar sei lá quantas pessoas (tanto garotas quanto garotos, dos mais velhos aos mais novos que eu) e BEBER muito (balinha pra disfarça o bafo tá na minha mochila pra isso, afinal, nunca se sabe) o decidi arriscar ver o que tinha na lista do karaokê e quase, quase. Soltei um grito ao ver Mantaza no meio, sem pensar pedi pra cantar a musica clube dos canalhas, não que eu saiba cantar, MAS eu AMO essa musica.

Pra minha surpresa geral gostou e pediu pra que cantasse outra, um carinha ate que bonito perguntou se podia me acompanhar tocando guitarra. Apenas concordei e foi assim que dei meu pequeno “show” junto a ele.

Em algum momento entre isso tudo as duas sumiram, no entanto eu ignorei e decidir curtir, em bora não possa negar que pensei em Ella a cada garota de cabelos curtos que via. Após o show outras pessoas decidiram cantar e me juntei a uma roda punk junto com o cara que tocara comigo. Conversamos ao ponto de eu perde as horas ao me lembrar, que já era hora de ir, me despedi dele e fui procurar as duas pragas.

Acabei as encontrando se pegando no banheiro feminino e tive o desprazer de se convida pra um ménage, neguei dizendo que o ônibus estava pra sair. Elas se vestiram (depois de se “lavarem”) contrariadas e tive que beijar Amanda que se negou a sair do lugar e de brinde aturar Vanessa dizendo que queria um beijo também a beijei na testa (MORENDO DE NOJO) e arrastei ambas. Sobre as bebidas um carinha qualquer que decidiu da um de “rico” pagou.

Já estava saindo quando o cara que apelidei mentalmente de Matt Anzar (suuupeeer criativo eu sei) segurou meu pulso e me levou pra um canto dizendo que gostara muito desse tempo que passamos juntos (como se tivesse sido muito) e que queria me dar algo pra me lembrar dele.

O “algo” no caso foi um beijo que fez derrubar a minha mochila (sim estava com ela todo esse tempo) quando o folego faltou nos separamos e ele tirou seu casaco me dando como mais uma forma de recorda. Sorrir pedindo desculpa por não ter nada pra oferecer em troca ele apenas respondeu que não precisava (me beijar e o momento fora bastante), pegou minha mochila com isso me lembrei do presentinho do badboy motoqueiro a tirei e entreguei pra ele. Afinal não e como se o outro fosse saber que não fiquei com ela.   

Já do lado de fora Amanda reclamou que pra quem estava apressada eu demorara demais. Felizmente Va a cortou dizendo que iria ligar pros quem nos deram carona (sim a safada pegou o numero de um deles, mas quem sou eu pra julgar), não demorou nem um minuto pra chegarem, Cam me beijou e eu lhe presenteei com o casaco de Matt, agora vocês estão “quites”; não quero ter que explicar pra El como conseguir ele.

- E uma bela jaqueta. Tem certeza que não quer fica com ele? –

- Tenho. Não quero ter que dar explicações pra uma, certa pessoa de cabelos curtos -

Ele me olhou como se dissesse “você tem um namorado?!” apenas rir e montei na garupa.

Logo chegamos no local do qual nem devimos ter saído. Antes de qualquer um poder fala algo segurei em uma das mãos de cada uma e sai correndo em direção ao ônibus.

Entrei primeiro indo direto profundo a onde encontrei Ella dormindo... NADA tranquilamente. Suor escorre por sua testa e meu primeiro impulso foi enxugar, mas ela acordou assustada antes de poder fazer isso, me causando um pequeno sobre salto.

O medo, confusão, fragilidade, receio tão visíveis em seu rosto fizeram meu coração aperta, me senti uma completa idiota eu enchendo a cara e ela aqui... desse jeito...

- D-Desculpe te incomodei ? – eu que devia esta pedindo desculpa pensei me sentido muito culpada por te lá deixado sozinha ou “melhor” por ter a “trocado”/”largado” tão facilmente. El limpou o suor com o pulso tentando desfaçar. Tsc como se isso fosse servi pra algo. No entanto sei que não adianta de nada...

- Você sumiu. O que aconteceu? – sei que e ela quem devia pergunta isso, mas minha cabeça doe por causa de tanto álcool no organismo e mal consigo pensar direito, agora que as bebidas estão começando a ter realmente efeito.

- Não foi nada – El sentou se ajeitando no assento assim dando vaga pra eu sentar. Seu olhar desviou para janela e meu coração apertou mais ainda minha cabeça latejando não ajudou muito.

- Você não consegue mentir pra mim. Sabe disso. –

- Sabendo que eu quero mentir, não seria fácil de deduzir que eu não quero falar a verdade? – não sei se ela percebeu, mas sua voz soou tão fria que chegou a me assustar.

- Não quer ou não pode? – sussurrei em um fio de voz desanimado. El me ignorou e tirou os fones do ouvido junto com o celular.

- Não consigo –disse por fim, dando um “ponto final” na discursão.

A machinho passou a dar atenção ao celular e eu suspirei pegando o meu.

- Não se preocupe comigo. Eu supero um dia – Ella murmuro de modo que quase não entendi.

- Ella... – falei baixo sabendo que de um jeito ou de outro a outra não ouviria. Sem mais o que fazer me virei para o outro lado pegando meu próprio celular, que por algum milagre não fora roubado, pluguei o fone os colocando no ouvido e dei o play deixando que uma das musicas da Lorde invadissem minha cabeça latente e uma lagrima escorresse pela minha face.

Depois de um tempo olhando a paisagem acabei por pega no sono. Acordando horas depois com Ella me dizendo que chegamos no nosso ponto de saída. Um "quero explicações" ficou escondido na frase. E essa conversa vai ser longa. 

 

 

 

 

     

         

   

 

       

 


Notas Finais


Bem e isso... Espero que tenham gostado ^^.

Kissus de jujuba e ate a próxima.


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