História A British Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HAAAYYYY!!!
Como estão??
Para quem nunca leu minha fanfic anterior "Nina in London": https://spiritfanfics.com/historia/nina-in-london-5755884

Capítulo 1 - Preparing for changes


Fanfic / Fanfiction A British Love - Capítulo 1 - Preparing for changes

- Megan, porque não terminou de arrumar suas malas? – escutei minha mãe e a olhei na porta do meu quarto, visivelmente nervosa.

- Já vai... O voo é em cinco horas, mãe. – ela revirou os olhos e saiu do meu quarto.

O fato básico de eu amar Moscou, a cidade onde nasci, faz eu me sentir completamente desanimada para me mudar para Londres, porém sei que é importante para meu pai, afinal ele consegui uma proposta de emprego, em que ele vai ganhar mais do que o dobro do que ganha aqui, sendo que já é muito. Meu pai nascido no Brasil, Vitor, trabalha concertando a imagem de celebridades, e tirar um famoso do fundo do poço, praticamente sozinho, fez com que uma empresa famosa de Londres tivesse um interesse grande por seu trabalho.

Minha mãe, Marla, e meu pai são duas pessoas bem diferentes, que nunca consegui entender como funcionam tão bem juntos. Enquanto meu pai ama ficar em um escritório resolvendo especulações e cagadas de famosos, minha mãe é uma médica cardiologista com clínica própria no centro de Moscou. Tenho certeza que o fato de nossa família, durante muitas gerações, sempre ter muitos problemas cardíacos, a fez criar um interesse particular por essa área arriscada da medicina.

E tem também a minha irmã, a provavelmente mais animada de todos nós em ir para Londres. Minha irmã, Lauren, é a típica menina de onze anos, viciada em bandas e ídolos Teen, ela sabe qualquer coisinha da vida de todos eles, e faz de tudo por eles. Apesar de não entender como eu, uma viciada em jogos, pode ter uma irmã tão aleatória quanto ela, agradeço por ela estar na minha família, uma família com condições para leva-la em todos os shows que ela quiser, e comprar todos os álbuns originais que ela sentir vontade. Esse é o mimo dela, enquanto o meu, são todos os jogos que eu quiser comprar.

Claro que meus pais sempre colocaram limites em nós duas. Eu não ganho meus jogos se minhas notas ficarem baixas, e minha irmã não vai aos shows ou ganhar seus álbuns se suas notas caírem, é assim que funciona e sempre deu muito certo. Nós nos esforçamos, e como recompensa pelo nosso trabalho, ganhamos o que queremos, é justo, afinal, escola não dá salário.

Continuei a preparar minhas malas para a viagem de hoje, que será nessa madrugada, e parece que minha irmã não entende que é de noite, e nem todo bairro irá viajar em algumas horas como nós, e achou uma brilhante ideia colocar uma música pra tocar no último volume. Levantei do chão do meu quarto e fui até o dela, e encontrando dançando abraçada a um pôster de uma boyband chamada One Direction:

“And we danced all night to the best song ever

We knew every line now I can't remember

How it goes but I know that I won't forget her

Cause we danced all night to the best song ever” – One direction, Best song ever

- Lauren, não pode por música alta! – eu falei arrancando o aparelho de som da tomada.

- Sua estraga prazeres. – ela disse irritada.

- Vai levar todos eles? – perguntei me referindo aos incontáveis posters que preenchiam as paredes de seu quarto. Ela comprou um novo mês passado e o colou no teto porque não tinha mais espaço nas paredes. Ela me olhou de uma maneira de como se a resposta fosse óbvia – Vai precisar de umas três malas só para seus álbuns e posters, que provavelmente vão amaçar.

- Você também vai presar de umas três malas para seus jogos.

- Não, eu comprei porta CD’s e só precisa de uma. Por que não compra posters novos? – ela me olhou desacreditada e eu já me preparei para um discurso.

- Alguns deles são exclusivos! – ela falou como se fosse algo realmente inimaginável – E outros não vendem mais, sem contar que alguns só se pode comprar nos shows, que não vão acontecer de novo!

- Tá tá, mas não chora depois! – bufei e saí do seu quarto.

Entrei no meu novamente e terminei de arrumar minhas malas, tomando todo o cuidado com meus preciosos jogos. Olhei para meu computador e achei que iria chorar. Meu pai disse que comprou um melhor para mim, e então esse iria ficar, mas sei lá, a gente cria carinho pelas coisas sabe?

Tomei um banho rápido e me arrumei deixando meu cabelo solto. Peguei minhas malas e as levei para o andar de baixo, porém precisei de duas “viagens” para conseguir levar todas elas. Depois me sentei no chão mesmo, já que a sala está sem sofá, e esperei meus pais e minha irmã descerem. Não levou muito tempo, e meu pai descia com duas malas da minha irmã, que descia as escadas atrás dele tagarelando como nunca.

Às vezes eu queria que ela fosse muda.

Precisamos chamar dois taxis para conseguir levar tudo, temos realmente muita coisa aqui, mas mais de 80% delas já estão em nossa casa em Londres. De acordo com meu pai, a casa é grande, em um local bonito e seguro. Ele não nos mostrou uma foto se quer do lugar para fazer uma grande surpresa.

Na viagem, sentamos em duplas. Nossos pais sentaram-se nas poltronas a nossa frente e eu sentei com minha irmã, que não largou o site de fofocas no celular. Ela ficava comentando o tudo o que ela achava, mas eu não entendia bulhufas. Numa hora ela leu uma notícia “bombástica”, e começou a gritar feito louca, e a aeromoça deu um xingão nela que eu me arrependi de não ter gravado. Seria ótimo usar a filmagem para a convencer, vulgo usar como ameaça, para abaixar o som da musica, que ela provavelmente vai colocar no último voluma enquanto guarda suas coisas, para inaugurar a casa nova.

Eu vou precisar de tampões de ouvido.

Quando chegamos a Londres e estávamos no taxi indo para a maravilhosa casa nova, e Lauren olhava pela janela maravilhada, e soltava um berrinho, a cada segundo que via um ponto turístico e um possível famoso. Até mesmo com paparazzi ou pessoas que pareciam apenas muito ricas ela comentava feito louca:

- Que estresse... – cochichei colocando minhas mãos nos meus ouvidos, e minha mãe me olhou nervosa.

- Lembre-se do que combinamos! – ela disse.

No dia em que recebemos a noticia de que viríamos para Londres, eu quase tive um treco, e meus pais me chantagearam. Eles falaram que se eu não ficasse reclamando o tempo todo, e aceitasse o fato de que iríamos nos mudar, eles me dariam um carro de presente. Sim, um carro. Obviamente eu ganhei a restrição de precisar levar Lauren para a escola, mas acho que isso eu consigo aguentar. Afinal, fala sério, é um carro só meu.

De acordo com meus pais, eles já tinham comprado meu carro, e estava na nossa nova casa, juntamente com o carro deles, mas eu só poderia “colocar o pé da estrada” depois que eu terminasse de arrumar todas as minhas coisas. E também me falaram que eu não poderia sair, caso meu plano fosse fugir para algum lugar.

Mas eu nunca faria isso... Acho...


Notas Finais




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