História A British Love - Capítulo 2


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Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HAAYYYY!

Segundo capítulo de A British Love!!!

Primeiro: no geral os capítulos dessa fic serão maiores do que de Nina in London.

Segundo: faz dois dias que eu parei no plantão do hospital e eu ainda não estou muito bem, então se tiver um errinho, eu sinto muito.

Terceiro: aproveitem!

Capítulo 2 - Finally, a car


Fanfic / Fanfiction A British Love - Capítulo 2 - Finally, a car

Quando vi a enorme construção na nossa frente, quase não consegui acreditar que aquela era a nossa mais nova casa. Durante anos, nós moramos em um apartamento grande com vizinhos velhos e chatos que não suportavam um mínimo piado e faziam uma guerra mundial diária. Nunca passamos um dia sem escutar alguém quebrar alguma coisa, seja um mísero copo, ou uma cristaleira inteira.

Assim que Lauren viu a casa, começou a gritar feito maluca e a cantar uma musiquinha chata com sua voz horrível. E pensar que ela queria ser cantora quando tinha quatro anos... Coitadas das pessoas que fossem obrigadas a escutar a cantoria dela.

Assim que meu pai abriu a porta, ele disse que eu e minha irmã deveríamos conhecer a casa, e ele e mamãe levariam o restante das malas para nossos respectivos quartos. Lauren diretamente subiu para o segundo andar para descobrir qual era o seu quarto, já levando consigo duas malas, nas quais levava seus amados posters e álbuns. Já eu, segui para a sala de estar, e depois para o restante da casa, bem maior e mais moderna do que eu havia imaginado.

Assim que terminei todo o andar debaixo, subi para o segundo e comecei a olhar quarto por quatro. A casa era composta por três suítes com closet, duas suítes e um quarto normal. Nos fundos tinha uma enorme piscina, ao qual minha irmã tinha uma vista perfeita. O quarto dela era todo rosa, e quando entrei no mesmo, uma pequena parte dos posters já estavam cobrindo as paredes, que provavelmente foram inutilmente pintadas.

Quando cheguei na porta do meu quarto, respirei fundo rezando para meu pai ter mandado fazer a decoração que pedi, e não ter feito algo ridículo. Assim que abri a porta, agradeci por ele ter feito tudo que pedi e ter ficado muito melhor do que eu imaginei. Meu banheiro não tinha nada de especial, e ao lado da porta do meu closet, encontrei minha escrivaninha, que era meio que composta por duas partes, uma para por o computador novo que estava dentro de caixas e precisava ser montado, tarefa de hoje, e outra para eu usar para fazer minha lição, mas sei que logo um monte de roupas estarão aí, mesmo que pela primeira vez na vida eu tenha um closet apenas para mim:

- Ah... – falei enquanto jogava minhas costas em cima da cama – Azul Tiffany, adorei. – falei rindo. Minha cor preferida, finalmente está no meu quarto. Não mais aquele amarelo escroto que tínhamos no nosso apartamento em Moscou.

Joguei minha bolsa em cima da cama, levantei da mesma e comecei a abrir as caixas para montar meu computador. Ele é bem melhor do que eu tinha em Moscou, então vamos considerar isso um lucro. O monitor também era bem grande e ficava fixo na parede, este já estava em seu lugar assim que cheguei. Enquanto eu montava meu novo bebê, meu pai ia trazendo minhas malas e disse que eu só podia ir dormir depois que tudo estivesse em seu devido lugar e deveria deixar meu computador para depois. Apenas o ignorei, afinal, amanhã é sábado.

Assim que terminei de montá-lo, comecei a colocar meus jogos em seu devido lugar, e depois segui para meu closet, onde provavelmente eu perdi umas duas horas para deixa-lo bem arrumado. Algo meio inútil, daqui a uma semana isso daqui vai estar absurdamente desarrumado.

Quando terminei de deixar tudo arrumado, olhei para meu computar e constatei que eu não poderia arriscar ser morta pelos meus pais, então não iria liga-lo. No ano que meu vício por jogos começou, que faz cerca de dez anos, quando por algum motivo sofri algo que não chego a considerar bullying, meus pais começaram a achar que eu estava depressiva, pois eu não saia do computador e do videogame, algo incomum para uma menina de sete anos que havia acabado de ganhar uma irmãzinha.

Até hoje eu não sei exatamente o que levou as pessoas a me zoarem e ficaram me ignorando na época de escola. Por um tempo achei que era por conta do fato de eu ser muito magra, porém eu era e sou extremamente normal. Eu posso até mesmo estar um pouco a baixo no peso, mas apenas sou magra, não uma anoréxica, principalmente porque eu não tenho frescura quando o assunto é comida. De acordo com uma amiga minha, meu corpo é semelhante ao da Kendall Jenner, tenho apenas um pouquinho de mais peito e bunda que ela, ou seja, não pareço uma doente, sou apenas magra.

Deu, só isso. O que me fez desconsiderar o fato de eu ser a garota mais magra da sala durante toda a minha vida, me levar a ser zoada quando criança. É ridículo.

Mamãe quando soube, ficou furiosa. Na época, eu era uma criança chorona, e me ofendia por qualquer coisa, o que fez tudo parecer ainda mais grave. Meus pais me tiraram da escola, e eu conheci pessoas novas na minha nova escola, e principalmente, tomei a decisão de que nunca mais iria levar desaforo pra casa. As pessoas não tem o direito de me julgar, e não vou ficar calada se me ofenderem.

A medida que cresci, fui me tornando uma pessoa mais forte. Eu não tenho medo de responder, ou ser grossa com quem não me tratou do jeito que mereço. Não estou nem aí se é alguém “um nível a cima de mim” ou “alguém muito importante”, afinal, por dentro, todos nós somos exatamente a mesma coisa: carne e osso, com sangue correndo pelas veias, e temperatura corporal normal de 36,8°C.

Ninguém é melhor do que ninguém.

Sai do meu quarto e desci as escadas escutando os meus pais conversarem, provavelmente na cozinha. Não levei muito tempo para encontra-la, afinal, eu já dei uma volta na casa inteira, e apesar de grande, ela não era digamos que, confusa de se localizar. Eles realmente estavam na cozinha, minha mãe estava começando a fazer o jantar, e meu pai estava colocando seu paletó:

- Ué, vai sair? – perguntei o olhei.

- Tenho que ver se está tudo certo na empresa para eu começar na segunda-feira. E além disso, amanhã você e sua irmã, devem ir comprar seus materiais, vão começar na escola uma semana depois, e isso não é tão ruim.

- Tivemos sorte em conseguir adiantar a viagem. – minha mãe comentou – E adivinha o que é melhor? – ela perguntou e eu levantei as sobrancelhas – Seu carro está na garagem, e eu não vou precisar sair de casa e levar vocês.

- Meu carro? Sério? – perguntei animada. Então ele realmente estava lá! Finalmente vou ter um carro só meu.

- Claro, venha conhece-lo! – meu pai disse sorrindo e eu o segui.

Meu pai recebeu a proposta a dois meses, e o correto seria virmos aqui apenas no mês que vem, mas isso provavelmente prejudicaria eu e Lauren na escola, afinal, começaríamos um mês depois das aulas começarem. Porém, meu pai conversou o chefe dele, explicou a situação e ele não viu problema em entrar em contado com a empresa aqui de Londres, e conseguimos vir antes. Perdemos uma semana, porém na primeira semana, não se aprende praticamente nada na escola, é só apresentações:

- Ai, meu deus! – gritei pula em cima do meu pai, e ele me olhou assustado, provavelmente pelo fato de que não gosto de abraçar pessoas – Obrigada.

Meu mais novo bebê era um Honda HRV 2017 na cor prata. Ele era somente meu, mais ninguém iria dirigir aquele carro. Desde o dia que eu tirei carteira de motorista, eu quis um carro só meu, mas meus pais achavam desnecessário porque mamãe fazia o próprio horário, e montou um que fechava com a minha escola e a da minha irmã, mas essa viagem trouxe uma proposta dos meus pais: com bom comportamento, e não reclamando de deixar minha irmã na escola, eu ganharia um carro novo, porém não poderia escolher o modelo.

Mesmo que eu pudesse, não entendo nada de carros. O que eu entendo, são dos carros de corrida dos meus jogos, e um ponco dos carros da Honda, afinal, o carro da minha mãe sempre foi o da Honda, e do meu pai também. Então é uma marca que me familiarizo, digamos assim:

- Sinto em dizer, mas não vai poder dar uma volta com ele agora. – o olhei triste, mas logo um sorriso apareceu no meu rosto.

- Posso ir amanhã de manhã? Por favor... – ele virou a cabeça para o lado, com certas dúvidas – Eu levo a Lauren e vamos ao shopping comprar nossos materiais e almoçar, como você pediu antes!

- Está bem. – ele disse cedendo, e pulei em cima dele mais uma vez, dando um gritinho – Aqui está. – ele me entregou a chave do carro e dei três pulinhos – Tenho que ir agora, volto para o jantar.

- Tudo bem, tchau. – disse e voltei para dentro de casa, enquanto ele entrava no carro dele.


Notas Finais


Quarto:
http://www.ideasonthemove.com/size/1280x960/server2-cdn/2016/04/16/cottage-master-bedroom-decorating-ideas-cottage-bedroom-colors-7b3314d3a94ffdb1.jpg

Banheiro:
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/88/83/10/888310428d83062cc2193e4a81b9ac8d.jpg

Closet:
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/de/09/ec/de09ec2f0c01496b160843b0eda65776.jpg

Relembrando a roupa da Megan na viagem:
http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_367/set?id=199478790

A casa é a capa.

(Revisei os links, e todos estão funcionando, se um não estiver me avisem!)

Espero realmente muuuito que estejam gostando, e se não me engano, o Louis aparece no próximo capítulo! :D

BEIJOS!!!

Nina in London: https://spiritfanfics.com/historia/nina-in-london-5755884


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