História A bruxa da cidade - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias The GazettE, Versailles (Banda)
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Palavras 1.003
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei mas chegay ;D

Capítulo 12 - 12- Epílogo


12- Epílogo:

 

                Depois de tantos anos juntos muitos casais iam esfriando, deixando de se gostar, ficando juntos mais por companheirismo do que por qualquer outra coisa. Mas não aqueles dois. Ah, não... toda a paixão ainda estava ali, todo o desejo, toda a admiração.

        O quarto da choupana era iluminado apenas por algumas velas acesas enquanto incensos queimavam, deixando um agradável aroma de flores no ar.

Quase quinze anos. Como ainda conseguiam se amar tanto?

Estavam sobre a macia cama no centro do cômodo, admirando um ao outro como na primeira vez em que fizeram amor. Hizaki estava sentado no colo de Masashi, uma perna em cada lado de seu corpo.

Os dois se encaravam com sorrisos ternos. As mãos de Hizaki acariciando o rosto agora um pouco mais envelhecido e Masashi afagando a cintura fina, que parecia não ter mudado em nada com o decorrer dos anos.

Hizaki aproximou seus lábios do outro, iniciando um beijo lento e sensual, que sabia agradar.

Aquilo tudo era tão puro. Hizaki era o único que tinha o privilégio de ver o lenhador daquele jeito, com a guarda baixa, o coração aberto e um leve sorriso no rosto.

As mãos grandes desceram espalmadas pela curva da coluna do loiro, apertando as nádegas e um de seus dedos achando abrigo na cavidade quente. Hizaki gemeu contra seus lábios.

Masashi encontrou tudo aquilo que nem mesmo sabia que lhe fazia falta naquele ser sentado em seu colo. Todo o carinho, a dedicação, as gentilezas e a delicadeza... ah, a delicadeza. Como aquele homem bruto apreciava aquilo.

Os cabelos longos e cacheados caíram como uma cascata pelas costas curvadas quando Hizaki jogou a cabeça para trás, deixando sua pele ser explorada pela boca atrevida que lhe causava tanto prazer há muitos anos.

Masashi segurou seu falo rígido, grosso e de veias saltadas, o posicionando na entrada apertada que já estava preparada, o esperando.

Hizaki arranhou os ombros largos e mordeu levemente o pescoço de seu amante quando sentiu o enorme volume o adentrando lentamente.

Suas mãos passearam, delicadas, pelo corpo bem definido e de pele repuxada. Aquelas marcas das antigas queimaduras apenas o faziam lembrar a todo momento o quanto aquele homem valia ouro.

Os movimentos eram lentos e fundos, o moreno sempre tomando cuidado para não machucar Hizaki, embora às vezes fosse quase impossível com todo aquele tamanho entrando e saindo.

Os lábios se encontraram de novo, sedentos, abafando os gemidos um do outro. Sentiam o orgasmo próximo, o que chegou bem rápido quando o moreno começou a masturbar seu amante lentamente.

Quando gozaram, sentindo-se ofegantes e satisfeitos, permaneceram na mesma posição, acariciando um ao outro. Masashi era um homem de poucas palavras, não estava o tempo todo dizendo o quanto amava Hizaki, que por sua vez sabia muito bem o quanto era amado.

 

(...)

 

Yumi’s P.O.V

 

- Isso é idiotice, não funciona. Com alguns trocados você compra um Paracetamol e sua dor de cabeça passa em um piscar de olhos.

- Paracetamol é uma droga. As ervas funcionam da mesma maneira, só que de forma natural, sem destruir seu fígado, por exemplo.

- Está tudo bem, não preciso tomar nada...

- Não vai desmanchar um fígado tomando medicação ocasionalmente.

- Ocasionalmente... É o que todo mundo diz até se tornar um viciado.

- Não é cocaína, Hizaki, é só um Paracetamol, até criança toma.

- É uma droga, sim. E minhas crianças não tomariam.

- Eu realmente não preciso de nada, já estou até me sentindo melhor...

- Ah, eu sei bem disso. A coitada da Yumi teve que crescer tomando chá pra se curar quando ficava doente, sendo que podia acabar com tudo com um simples antibiótico.

- Isso é um absurdo! Se ela tem uma saúde tão boa hoje em dia é por minha causa, que ensinei ela a se cuidar direito, sem precisar de drogas...

        Sorri, observando minha família em mais uma de suas intermináveis discussões. Hizaki e meu pai sempre discordando e Takanori tentando apartar.

Estávamos todos reunidos para o almoço de final de semana, que sempre acontecia na choupana de Hizaki e Masashi. Toda a semana eu vinha da capital com meu pai e Takanori para visita-los.  

        Eu amava aquele lugar, passava todos os finais de semana e as férias inteiras ali. Era uma mistura perfeita da rusticidade da madeira, representando Masashi, e da delicadeza de Hizaki, com seu lindo jardim e enfeites por todo o lugar.

        Meu pai e Takanori tinham nossa casa na capital, trabalhavam e meu pai sempre comentava o quanto achava adorável depois de tanto tempo Takanori ainda ser tão encantado com o movimento da cidade grande.

        Eu não gostava muito, preferia ter um contato maior com a natureza em um lugar tranquilo e cheio de boas energias como onde nos encontrávamos agora, mas tinha que estudar e também não conseguiria ficar longe daqueles dois que eram meus pais.

        Tinha aprendido, desde muito pequena o que significava a palavra “gratidão”, que eu tinha por meu pai, por Takanori - que era como um segundo pai - por Hizaki, que além de me dar muito amor, me ensinou tudo o que sei e por Masashi, que sempre me protegeu e salvou minha vida.

        Muitas pessoas na escola me excluíam pelas minhas crenças, saias longas e cabelos desgrenhados, mas aquilo realmente não me afetava.

        Me acomodei em uma das cadeiras de madeira, vendo Hizaki colocar sobre a mesa um lindo prato de salada enquanto Masashi colocava ao lado uma bandeja com carne assada.

        Observei os quatro rostos que me rodeavam, sentindo-me a pessoa mais sortuda do mundo por ser criada por pessoas tão especiais.

        Quando sentou-se ao meu lado, Masashi me sorriu muito levemente, o que era um privilégio que somente Hizaki e eu tínhamos.

        Meu pai segurou a mão de Takanori sobre a mesa e Hizaki sentou do outro lado de Masashi.

        No outro extremo da choupana, encostado ao lado da lareira, repousava um machado vermelho.

        Não éramos uma família convencional, mas eu não podia imaginar uma melhor.

 

~Fim. 


Notas Finais


E o último recado que eu quero deixar nessa história é:.............. O Masashi tá velho mas ainda tem p** grande riariaria –q Mentira, não é isso.
Anyway, muito obrigada à todas as limdas que comentaram, me incentivando e dando sugestões em mais uma jornada de sofrência da Tia Lumi, gostei muito de escrever essa história e fiquei muito feliz que tenham gostado também, espero que o epílogo tenha agradado. Nos vemos por aí <3~


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