História A Bruxa Negra - Capítulo 13


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Matt Donovan, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Vincent Griffith
Tags Bruxas, Lobisomens, The Originals, The Vampire Diaries, Vampiros
Visualizações 58
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, guys!

Eu trago para vcs a história da Kim, aproveitem.

Capítulo 13 - Capítulo XII


Fanfic / Fanfiction A Bruxa Negra - Capítulo 13 - Capítulo XII

 Autora 


 Kim estava deitada na cama tentando dormir. Depois que Maya a mordeu, três dias atrás, estava difícil dormir a noite. Leo dormia com ela todas as noites, ele se tornou mais presente durante os últimos meses, isso foi um empurrão para que eles engatassem em um relacionamento. 


Pensando sobre o acontecimento de três noites atrás, Kim se sentiu mal. Ela foi para cima de Maya sabendo que a amiga não tinha total controle, porém a coreana também não estava no seu perfeito juízo. Maya saber sobre o seu passado a machucava, não queria que Maya a olhasse diferente por conta disso. Saber que Maya tinha entrado em sua mente e mexido com ela só piorou as coisas, Kim não quis saber de nada apenas avançou contra a amiga. Quando sentiu Maya morder seu braço ela ficou verdadeiramente assustada. A ação da amiga surpreendeu Kim, que mandou Maya ir embora. 


Leo se deitou ao lado de Kim e abraçou-a, puxando-a para deitar no seu peito. Ele acariciou os cabelos da coreana observando-a.


— Tem certeza que está se sentindo bem? — Leo perguntou pela sexta vez no dia. 


— Estou sim, amor. — Kim falou gentil sorrindo para o seu... amigo? Namorado? Quem sabe. — Obrigada por sempre estar comigo. — Leo concordou beijando a testa dela, o coreano fechou os olhos adormecendo.

 Tudo começou a onze anos atrás, quando as coisas começaram a desmoronar. Kim era apenas uma jovem que adoraria conhecer o mundo.


Onze anos atrás, Filadélfia.

 Kim caminhava pelas ruas junto de suas amigas. Tinham acabado de jantar no novo restaurante da cidade. Sua vida estava perfeita: tinha entrado na faculdade de música e logo se mudaria para o campus saindo de perto da mãe.

  — Tudo bem, acho que passamos da conta bebendo aquelas três garrafas de vinho. — Audrey, a garota que se apoiava em Kim, falou.


  — Fazer o que se os cavaleiros da mesa ao lado fizeram o favor de pagar a terceira garrafa. — Lana disse enquanto tentava não cair. Ela andava nas pontas dos pés tentando manter o equilíbrio. 


 Kim era a que estava sóbria. Por isso era responsável de levar as duas para casa em segurança. Lana e Audrey moravam juntas, eram duas bruxas do clã que havia em Filadélfia, o único clã que aceitou Kim mesmo ela sendo um sifão. Kim ficou com elas até que estivessem dormindo. Então saiu do apartamento trancando a porta com a chave reserva que possuía. Sempre quando a mãe de Kim aparecia bêbada ela se escondia na casa das duas amigas, passava tantos dias na casa das duas que no final acabou por fazer uma chave reserva. 


 Quando Kim chegou em casa ela tentou fazer o mínimo de barulho possível, para não acordar a mãe que, provavelmente, descansava no sofá. Ganda, a mãe de Kim, era cheia de problemas, um deles era o vício na bebida. Sempre que Ganda chegava bêbada ela gritava com a filha, fumava e depois caia no sofá apagando logo em seguida. 


 Kim passou pela sala esperando encontrar sua mãe deitada no sofá, porém ela encontrou algo muito assustador. Havia sangue no sofá todo, como se tivessem pego um tubo de ketchup e jogado por todo sofá. Aquilo não era Ketchup, não parecia Ketchup. Havia mais sangue, como se alguém tivesse sido arrastado em direção a cozinha. Kim seguiu o rastro de sangue até a dispensa, onde encontrou a cena que ainda lhe causava pesadelos: sua mãe ajoelhada com um homem ao seu lado, os dois devoravam uma jovem, que era provavelmente da idade de Kim.


  — Kimberly que bom que chegou. Este é Dominique seu novo padrasto, dê um oi.

 

A mãe dela falou o nome da filha com tanto sarcasmo e desprezo que Kim passou a odiar seu nome. Kim se virou e correu, ela sabia que se sua mãe quisesse ela poderia pega-la facilmente. Correr era inútil, tentar se esconder também. Ela só viu uma alternativa: ir até o conselho das bruxas. 


 Atravessou cinco quarteirões correndo, até chegar na casa enorme que tinha no final do quinto quarteirão. Ela bateu, bateu e bateu na porta até que uma senhora de noventa anos abriu. A senhora estava de pijama, uma toca cobria as orelhas. Ela fez um carranca para Kim.


  — Anciã, é minha mãe! — Kim disse ofegante. — É minha mãe e o namorado que estão matando as jovens da vizinhança. — A Anciã arregalou os olhos e puxou Kimberly para dentro.


 Em questão de minutos todas as bruxas estavam sabendo. Enquanto Kim bebia litros de água tentado se acalmar. Depois de horas a Anciã entrou trazendo notícias.


  – O namorado sua mãe foi pego. — Kim sorriu aliviada. — Porém sua mãe conseguiu fugir. Sinto muito Kimberly, mas você terá que ficar no programa de proteção as bruxas, um programa criado hoje especialmente para você. Você terá duas bruxas protetoras, um novo nome e se mudará. 


 Era isso, sua vida tinha desmoronado, bom era isso que Kim achava, ela não sabia que o pior ainda estava por vir. Por sorte ficaria bem longe de sua mãe e de toda a loucura de sua antiga vida.


 Cinco meses antes de Kim ressuscitar Maya. Espanha.


 Kimberly Halley, agora Kim Moley, morava na Espanha, bem longe de sua mãe. Tinha duas bruxas protetoras: Kat e Coraline. Ela tinha feito apenas um amigo: Leonardo, o humano que sabia sobre o mundo sobrenatural. Leo, era o seu melhor-amigo, sabia sobre sua verdadeira identidade, na verdade ele sabia sobre tudo da sua vida. Ela se abriu com ele como nunca tinha feito antes.


 Sentada de frente ao Notebook ela pesquisava notícias sobre mortes estranhas, talvez assim pudesse localizar Ganda. Depois de algumas horas ela se levantou e caminhou até o andar de baixo de sua casa, onde suas protetoras estavam.


  — Meninas já vou dormir. — Estranhando o fato de não haver ninguém na sala ela caminha até o quarto de hóspedes. — Meninas? Não!


 Na sua frente estava aquilo que ela mais temia: as suas protetoras estavam mortas e Ganda estava sentada sorrindo na direção dela. 


  — Minha doce Kimberly, eu estava procurando você. — Ganda se levantou e caminhou na direção de Kim abraçando-a. — Passaram tantos anos e você continua bonita. Sabe, depois de você ter me traído eu queria ir atrás de você e arrancar sua linda cabeça, porém com o tempo eu me acalmei, percebi que era patético querer matar minha própria filha. — Kim sentiu o alívio preenche-la, sua mãe não iria mata-la. Ganda sorriu ao ouvir os batimentos desacelerando. — Eu percebi que mata-la era pouco, eu quero ver você sofrer. O melhor jeito é fazer você virar aquilo que mais abomina.


 Antes que Kim pudesse processar, Ganda já estava mordendo o pescoço da asiática. Ela sugou o sangue de Kim até que a garota despencasse fraca, então Ganda parou. Ela mordeu o próprio pulso fazendo um corte. Colocou Kim no chão e tambou o nariz da menina fazendo-a beber o sangue. Ela destampou o nariz de Kim e observou a filha fazer de tudo para vomitar. Em uma tentativa falha de correr Kim foi pega por sua mãe que a apertou antes de olha-la nos olhos e falar:


  — Bons sonhos, minha flor. — Então o estalo do pescoço de Kim sendo quebrado invadiu o quarto.


 Atualmente


 Kim


 Acordei ofegante, eu tinha acabado de ter o mesmo pesadelo que sempre tenho. Ao meu lado Leo também acorda, esse me olha preocupado.


  — O mesmo pesadelo? — Eu assinto com a cabeça. Leo me abraça me passando um sentimento de segurança. — Calma, amor, eu estou aqui e prometo te proteger. — Com isso ele me puxou para deitar no peito dele.


 Com as mãos de Leo paradas nas minhas costas eu dormi, agora sem sonhar.


Notas Finais


Agora sabemos porque a Kim não gosta do passado dela. O que acharam dá Ganda, a mãe de Kim?

Vejo vcs no próximo.

xx Beijos da Banshee

Bye Bye


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