História A Cabana do Mistério. - Capítulo 14


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Categorias Gravity Falls
Exibições 13
Palavras 637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Peço desculpas pela demora. Estava com sérios problemas pra ter boas ideias. Eu realmente espero que estejam gostando.

-Boa leitura ;)

Capítulo 14 - A Loja de Conveniência


Fanfic / Fanfiction A Cabana do Mistério. - Capítulo 14 - A Loja de Conveniência


Aquela viagem era para ser feita com o intuito de esquecer algumas coisas, dar um tempo da cidade e talvez até para Marina e Alan se sentirem aliviados. Não porque seus filhos estariam se divertindo, ou descansando, mas porque seriam responsabilidade de outra pessoa. Já fazia um tempo que começaram a ter uma vida cheia de compromissos e filhos insatisfeitos. Mabel e Dipper eram muito gratos pelo o que tinham, mas o que queriam mesmo era passar mais tempo com os pais. E agora estavam em Gravity Falls, longe de casa. A curiosidade de Dipper agradecia a floresta por ser tão misteriosa e cheia de segredos. A imaginação de Mabel ficava feliz ao poder correr entre os corredores enormes das lojas de decoração. 
No começo, tudo estava normal e feliz, até que Mabel começou a agir daquele jeito estranho. Dipper estava com medo da própria irmã, que sentava ao seu lado no banco de trás daquela van cheia de adolescentes. Queria muito descobrir o que acontecia. Queria pelo menos esntender. Mas como? Foi tudo de repente e não sabia mais como falar com ela. 
-E aí, Dipper? Tá tudo bem? - Wendy o encarava do banco à sua frente, com um sorriso bonito e seus cabelos ruivos. 
-Tudo. Mas... o que pretendem fazer quando chegarmos?
-Vamos ver se é verdade uma lenda que algumas pessoas estão contando por aí.
-Que lenda?
-Bom... Tinha uma menina que era bem arrogante e estressada. Seus pais eram donos da loja de conveniência. Digamos que ela nunca foi de agradecer pelo o que tinha e adorava esnobar. Até que um dia um meninho pediu a sua ajuda para pegar seus doces, que caíram no chão enquanto andava de bicicleta. Ao invés de ajudar, ela quebrou a bicicleta e pegou todos os doces. O menino voltou chorando pra casa e um dia depois, seu pai apareceu na loja. Alguns falam que ele era um tipo de bruxo, mas sei lá. Enfim, esse cara fez tipo uma maldição. E agora, dizem que se você for na loja e disser as palavras corretas, a menina aparece.
-Que maldição? - perguntou Mabel, que estava muito interessada e prestava atenção em todos os detalhes.
-A menina terá que sentir a mesma dor que o menino que ela não ajudou por anos. Ou seja, chorar e chorar e chorar... - respondeu Robbie, no banco do passageiro. 
Thopson pareceu querer falar alguma coisa, mas tinham chegado e não queria atrasar a turma. A loja era grande, com um letreiro apagado e sujo. Suas portas de vidro eram cheias de poeira e teias de aranha. O grupo de adolescentes seguiu em frente, tentando descobrir como entrariam sem fazer barulho. 
-Aqui, gente. - um pouco ao longe, ouviram a voz de Nate. A seguiram para trás da loja. - Podemos entrar pela janela do banheiro.
-Eca. E se tiver alguma coisa morta ai dentro? - disse Thompson, um pouco enojado.
-Acho que a única coisa podre ai dentro vai ser
-ROBBIE! Chega. - Wendy já estava com meio corpo para dentro quando deu a pequena bronca.
Quando todos estavam dentro, se juntaram para olhar tudo. Ficaram maravilhados com a quantidade de coisas que a loja tinha para vender. A variedade era grande e os preços pequenos. Depois de analisar tudo, acenderam as velas. Dipper assistiu cuidadosamente enquanto Wendy tirava um pedaço de papel velho e amassado do bolso. Ela começou a ler o texto, que parecia ser em latim, elevando a voz em algumas partes.
De repente, as portas da loja se abriram. Todos olharam, com medo e curiosidade. Nada. Suando frio, tremiam e tentavam ficar um pouco mais próximos. O silêncio tomou conta de tudo e todos, mas foi quebrado pelo som de alguém chorando. Olharam para o lado e viram uma menina encolhida em uma canto escuro, chorando. 
 



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