História A Caçada - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~safadondoboxe

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ficção, Hentai, Hot, Mistério, Personagens Originais, Revelaçoes, Traição
Visualizações 10
Palavras 1.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Harem, Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pantera cor de rosa: OLAAAAAA MEUS KIRIDOS, quanto tempo!!
Então esse capítulo ficou meio grande, por isso vai ser divido em duas partes. Ainda vou pensar quando irei postar a parte dois mas não vai demorar muito, fiquem tranquilos. E desculpem qualquer erro.
Fiquem com este malaviloso capitulo. Beijos e boa leitura 😘.

(Foto do capítulo é a Júlia 😉)

Capítulo 3 - Podemos conversar? - Parte 1


Fanfic / Fanfiction A Caçada - Capítulo 3 - Podemos conversar? - Parte 1

POV Carina Walker Ambrósio

Mas do nada ela começa a chorar e fala que se sente triste e sozinha, e sentindo tão usada por alguém e que só precisava de um abraço. Por motivos de " quero sair daqui"  me voluntariei e, a abracei, ali sentada mesmo, mas tentei olha para onde estava a chave, e como eu não enxergava me abaixei mais ainda, com o movimento que fiz ouvi uma risadinha vindo por cima e dizendo:

-Se olhou tem de levar.

E repentinamente me empurrou para seus seios onde acreditem ou não eu conseguir ver a chave e como precisava dela, eu tentei morder a chave e puxa para fora, mas isso apenas a fez me puxar mais e mais, até que aquilo começo a fica um pouco mais estridente, pois a qualquer movimento, Júlia gemia e aquilo me deixava constrangida por nunca ter ficado com uma mulher e ver que eu a estava fazendo gemer, me deixava meio apreensiva como se fosse um primeiro beijo. Depois de várias tentativas peguei logo a chave com uma mordida decidida e corri até a porta, mas ao tenta encaixar a chave, ela me pegou por trás agarrando meu seio, mordendo minha orelha e dizendo:

- Você vai sem me deixar retribuir a sua mordida?!

Com isso me viro contra a parede e ela começa a acariciar meu rosto enquanto descia levemente com a sua mão, e começava a morder meus lábios dizendo:

- Eu só quero um pouco de amor - Quando da porta a voz vem.

-Caçando usando os sentimentos que clichê para você Júlia não acha que pelo menos deveria me enfrentar de igual para igual?

Quando meus olhos revirados se posicionam e olham para porta onde tinha o rapaz alto encostado na porta com um sorriso sarcástico me fazendo pular e fica na linha de guerra onde percebi um clima tenso com a resposta de Júlia:

-Cada um encanta como pode, já que você diz que não tenho o que você tem, eu dou o que você não dar. E que feio! Será que um governante não tem educação para bater numa porta?! - ela diz em um tom de desafio.

- Não acho necessidade quando é minha propriedade que se encontra aqui, não é querida Júlia.- fala olhando-a com as sobrancelhas arqueadas.

Não tinha condições de fica ali quando apenas estava voando, e ficava cada vez mais constrangida por ter sido pega num momento tão íntimo, tentava sair silenciosamente, se eu não tivesse tão ofegante. Chegando no meu quarto confirmei que as portas se encontravam bem trancadas. Meus únicos pensamentos eram tentar entender que merda foi aquilo, mas para descobrir teria que retornar a Júlia, que pelo visto não estava em nenhuma condição de fala nada... Ou foi isso que ela queria mostra segundo Bryan, ou ele queria apenas me confundir com isso ou apenas estou me tornando esquizofrenica é melhor eu ir tomar um banho já que estou um pouco suada com tamanha pressão. Um banho, apenas um mas aí o chuveiro queima e quase morro congelada! Será que até o chuveiro está contra mim? Penso revirando os olhos. E vamos volta em Júlia para ver se conseguimos um chuveiro bom, então dirijo-me ao quarto onde encontro ela  totalmente diferente do que estava antes como se fosse outra pessoa e nada tivesse acontecido, e como ela estava agindo assim eu apenas fingir que não tinha visto ela naquele dia

-Bom dia Júlia.

-Bom dia

-Você poderia me ajuda com o chuveiro? Acho que queimou...

-Claro vai demora um pouquinho mas da qui a pouco alguém vai lá mas se quiser pode tomar banho no meu quarto.

-Não! Não! Obrigado eu espero.

-Tem certeza? Isso pode demorar um pouco.

-Tenho sim, vou esperar lá no meu quarto.

E novamente caminho de volta a meu quarto. Me jogo no tapete e fico olhando para o teto que por sinal precisa de uma nova retocada na pintura.

Hum tantas sensações aquele toque, não tenho certeza que gostei, mas foi algo estranho enquanto eu não conseguir ter reação e apenas estava inerte naquele momento, durmo em meus pensamentos se já não estivesse dormindo de olhos abertos, mas infelizmente alguém bate a porta e vejo um pequeno rapaz com uma maleta e que provavelmente veio concerta o chuveiro. Vamos deixa o rapaz concerta o chuveiro e toma àquele banho. Tempo vai tempo vem o rapaz grita e xinga o chuveiro mas diz que finalizou e que está tudo bem. ele vai embora e começo meu banho quando o chuveiro se solta e bate na minha cabeça me nocauteado...

Ai minha cabeça dói... Onde eu tô? Tô sendo carregada para algum lugar, a olha, o Bryan... Oxe!! O BRYAN?!

- Hououou! Me solta!

Mas nem ao mínimo consigo fica de pé...
Estou numa cama parcialmente molhada quando sinto uma mão vindo pela minha cabeça e colocando algo gelado.

- Onde eu estou?

Sinto algo de couro nas costas provávelmente um sofá e olhando o teto vejo que ele espelhado e consigo sentir os detalhes daquela sala então escuto uma voz meio rouca.

-Você parece ter desmaiado no banho e começou a desce muita água do banheiro, então fui lhe ajuda, mas infelizmente não tenho roupas aqui por isso você está nua.

Assim eu me sento encaro os olhos de Bryan, onde encontro conforto por ele ter me ajudado ou teria enxergado o que eu queria enxerga. Fico vermelha enquanto o olhar dele começa a mudar drasticamente e o clima esquenta. Ele lentamente se aproxima me fazendo sentir sua respiração tocar meus lábios, e meus olhos a deseja, o sorriso estampado em sua boca que ele faça por algum motivo. Ele me deitar novamente enquanto me acaricia e faz um cafuné mas em nenhum momento deixa de desviar o seu tranquilo olhar do meu. De repente encaixa sua mão no meu quadril e morde minha coxa, indo em direção ao meu quadril, indo em busca do meu ponto, mas antes dele chegar lá eu já me sentia extasiada por ele, e aquilo que eu achei que ele faria, que seria uma simples foda poderia ser amor (?) mas começo a chegar em meu ápice, e com isso ele se posiciona numa posição banal, a fazer ela se torna especial, encaixando lentamente e me puxando pela auréola do peito me dando pequenos selinhos em cada parte do meu peito enquanto começava a da pequenas estocadas lentamente, como se quisesse que eu sentisse cada parte do seu corpo e querendo ou não naquela semana eu só queria alguém em mim me aliviando...

                 

                  

                    CONTINUA...


Notas Finais


Don Jefinho: mais um passo em nossa história gostaria de lembrar que se vocês tiverem alguma sugestão podem deixa nos comentários eu agradeço e obrigado até aqui.


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