História A Caçadora - Capítulo 7


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Categorias Jensen Ackles, Lauren Cohan
Personagens Jensen Ackles, Lauren Cohan, Personagens Originais
Tags Dean Winchester, Jensen, Sobrenatural
Visualizações 17
Palavras 1.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEGUEEEEEEEEEEEEEEEEI
TO PREPARADA PRA ATACARRRRR
QUANDO O GRAVE BATER EU VOU QUICAR AAAAA

Capítulo 7 - Capitulo 7


Fanfic / Fanfiction A Caçadora - Capítulo 7 - Capitulo 7

Passo os olhos pelas letras dos jornais, procurando algum acontecimento estranho, algum caso sobrenatural.

Paro meu olhar numa reportagem que me chama a atenção.

‘’Jenna O’conner foi encontrada morta essa tarde, pelo oficial James, que corria pela floresta. Jenna estava desaparecida há quase três semanas.

Fomos fazer algumas perguntas ao oficial James, para sabermos um pouco mais sobre o caso:

R: Qual foi a sensação ao ver o corpo de Jenna O’conner?

OJ: Foi sinistro e assustador, o estado em que seu corpo se encontrava me deixou traumatizado, literalmente. Tem que ser muito psicopata ou louco pra deixar alguém naquele estado’’

- Achou alguma coisa? – Sam aparece e se senta na cadeira a minha frente.

- Não tem muita coisa, mas achei uma reportagem interessante, pode ser algo normal, ou não.

- Cadê?

- Aqui – passo o jornal e indico a reportagem – lê a resposta do Oficial na primeira pergunta.

- Tá

- Vou pegar um café pra mim, quer um?

- Claro, obrigado

- Não há de quê – me levanto da cadeira e caminho até o balcão, faço meu pedido e aguardo, observo Sam lendo a noticia de longe, franzindo a sobrancelha de leve, acho que ele concorda comigo.

- Aqui está – a garçonete me avisa e me entrega os dois copos, pego o dinheiro e a entrego.

- Obrigada – agradeço e me viro para voltar a mesa, quando o sininho da porta faz barulho, anunciando um novo visitante, viro o rosto em direção a porta, e avisto Dean entrando, nossos olhares se cruzam, e ele para, me encarando.

Desvio o olhar, e volto a mesa, entrego o café á Sam, e me sento em sua frente.

- E ai? – indico o jornal com a cabeça

- Bom, este caso de inicio, parece ser normal, como qualquer outro, mas pela resposta do Oficial Jones ás perguntas, tá muito longe da normalidade – ele beberica um gole de seu café

- Então vamos i.. – tento perguntar, mas Dean me interrompe, chegando na mesa.

- Vamos aonde?

- Investigar um caso numa cidadezinha aqui perto – levanto o olhar para ele (gif do capitulo) e bebo meu café depois de responde-lo

- Qual caso?

- Leia – aponto para o jornal.

Aguardo alguns segundos, enquanto ele termina de ler e olha para nós.

- É uma noticia normal

- Lê a baixo, a resposta que o Oficial dá á entrevistadora – Sam diz e Dean volta o olhar para o jornal novamente, voltando a ler.

Dou mais uns goles no meu café enquanto Dean ainda lê o jornal, estava quase no fim, quando ele finalmente olhou para nós

- Bom, vamos então para Ocean Springs – ele se levanta, pego meu café e minha mochila e acompanho os irmãos até o carro.

Me sento no banco de trás e Dean no volante, Sam no banco do passageiro.

 

[...]

 

Saio do banheiro do posto e jogo minha bolsa no carro, ajeito meu cabelo e a saia social, alisando os dois.

Me viro para Sam

- Que tal? – ele me analisa

- Tá ótimo

- Pareço uma agente do FBI? – arqueio uma sobrancelha e coloco as mãos na cintura

- Tá mais pra uma modelo mesmo – reviro os olhos e rio

- Cadê seu irmão? – pergunto olhando em volta

- Tá terminando de colocar o terno – assinto – você tem distintivo?

Enfio a mão pela janela do carro e pego no bolso da mochila, e mostro para ele

- Agente Talbot – ele diz ao ler

- Aham – guardo o distintivo no bolso do blazer no instante em que a porta do banheiro se abre e Dean sai de lá.

Seu cabelo estava alinhado, e o terno era muito bem alinhado em seus ombros e tronco, a parte de baixo lhe caia bem, bem até de mais, meu olhos percorreram cada canto daquele corpo, parando em um pequeno – okay, talvez grande – detalhe. Desvio o olhar corando, para o seu rosto, que exibia um sorriso malicioso.

- Até quem enfim, demora mais que mulher pra se arrumar, pelo amor em – digo pra disfarçar

- O que eu posso fazer? É muita beleza pra se arrumar em meros dez minutos – ele dá de ombros, balanço a cabeça negativamente, rindo

- A casa de Jenna não é muito longe daqui, vamos? – Sam nos interrompe

- Vamos – afirmo e entro novamente no carro.

 

[...]

 

Não demoramos muito para chegar, tal como Sam havia dito, a casa de Jenna era perto, e o caminho foi rápido e silencioso.

Desço do carro e puxo minha saia para baixo, alisando o tecido.

Vou até a porta acompanhada dos irmãos e bato três vezes. Não demora muito para que alguém atenda

- Sim?

- Olá, nós somos do FBI e gostaríamos de saber um pouco mais sobre o caso de Jenna, se não for incomodo para a senhora, claro. – Pego o distintivo e levanto mostrando-a – eu sou a Agente Talbot, esse são os Agentes Eddie e Bennie – indico os garotos para ela, que levantam o distintivo

- Eu já falei tudo para os outros policiais

- Sim senhora, mas receio que eles possam ter deixado passar algo, ou até mesmo a senhora, será que poderia nos contar detalhadamente?

Vejo o receio em seus olhos, e torço para que ela concorde e nos deixe entrar.

- Tá, podem entrar, mas eu não deixei passar nada, tudo que eu sei, eu contei para os policiais

- Obrigada senhora O’conner – sorrio simpática e entro na casa, acompanhando a moça até o que acho ser a sala de estar, ela se senta em uma poltrona e eu, Dean e Sam, nos sentamos no sofá em sua frente.

- A senhora notou algum comportamento anormal em Jenna, durante esses dias, antes de seu desaparecimento? – Sam pergunta, e eu pego meu bloco e minha caneta, já começando a anotar

- Jenna nunca foi uma menina rebelde sabe? Ela sempre tirava notas boas, sempre foi uma garota simpática e doce, que fazia de tudo para ajudar os outros, a umas semanas atrás, umas cinco semanas antes de seu desaparecimento, Jenna conheceu umas pessoas, umas amigas da escola, e seu comportamento mudou demais depois disso, ela se isolava  cada vez mais, não me contava as coisas, e suas notas estavam caindo cada vez mais, em um dia, quando eu limpava seu quarto, eu encontrei um cigarro, mas ela me disse que não era dela, era de uns amigos, eu não apoiava essas amizade dela, mas o que eu podia fazer? Mantê-la trancada no quarto? Não. Então ela foi se aproximando mais e mais dessas pessoas e se afastando cada vez mais de mim, Jenna começou a ter comportamentos anormais, começou a se cortar, e começou a comer carne crua, tomar todo o sangue que estava ali.

Viro o rosto e encaro Sam e Dean com a sobrancelha arqueada.

- E esses amigos dela? Também eram assim?

- Eu nunca realmente cheguei a conhecer esses amigos da Jenna, ela só me contou deles uma vez, mas nunca chegou a me apresentar pessoalmente nenhum deles – assinto

- Há quanto tempo Jenna estava desaparecida?

-Há umas três semanas. – anoto no bloco cada uma de suas respostas

- Quando foi a última vez que a senhora viu Jenna?

- Nós havíamos brigado, por causa desses amigos dela, e ela arrumou uma mala e foi para casa de uma amiga, eu achei que ela fosse voltar no dia seguinte, mas ela nunca mais apareceu – ela coloca o rosto entre as mãos e curva o corpo pra frente, soluçando e deixando as lágrimas rolarem.

Me levanto do sofá e me ajoelho em sua frente.

- Eu sinto muito, e eu juro, que vou fazer de tudo para encontrar quem fez isso com ela. – Pego sua mão e aperto em consolo

- Obrigada agente – ela diz com a voz fraca, vejo um movimento pelo canto do olho, e uma sombra do meu lado

- Esse é o nosso número senhora, qualquer coisa que você precisar ou que acontecer de estranho, pode nos ligar – Sam estende um cartãozinho branco na direção da mulher.

- T-tá – a mulher soluça, me levanto e acompanho eles até lá fora rápido, chego no quintal da mulher e procuro uma lata de lixo, quando avisto, corro até a mesma, segurando a ânsia, me curvo dentro da lata, despejando todo meu café.

Sinto mãos segurarem meus fios em um rabo de cavalo, até que eu terminasse de vomitar.

- Você está bem? – Dean pergunta

- É só... difícil ter que lidar com caso de crianças, a garota não tinha nem 18 anos, tinha tanto pela frente – limpo o canto da boca com as costas da mão, e me endireito – obrigada por se preocupar Winchester

- Sempre, suicida.


Notas Finais


DEMOREI MAS O CAPITULO ESTÁ AI
VAI TER CONTINUAÇÃO SOBRE O CASO JENNA
E VAI TER REVELAÇÕES SOBRE A VIDA DE KYLIE
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO


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