História A Caminho Da Vingança - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Palavras 3.832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


enfim consegui postar kkk então eu espero que vocês gostem desse cap <3
Bjs da Vick ^^

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction A Caminho Da Vingança - Capítulo 14 - Capítulo 14


Adam " on "
Terça-Feira 00:40 da madrugada.
Eu queria saber da outra história, a história que fez com que eu estivesse aqui com ela agora, mas eu não iria fazer isso com ela, eu iria esperar, esperar ela estar enfim pronta para confiar em mim e me contar. Tomo iniciativa e então eu a abraço de lado com o meu braço esquerdo, ela fica surpresa, mas depois ela abraça a minha cintura e pousa a sua cabeça sobre o meu peito, seu corpo era quente e o seu toque era mais ainda, apago o meu cigarro e então eu e ela ficamos em silêncio vendo o céu, acaricio os seus cabelos e então eu digo baixinho:
-Tudo está prestes a acabar Anne.
Ela não responde nada e eu suponho que ela havia dormido, um forte vento bate contra o meu rosto, e ela aperta a minha blusa, já estava tarde e não era hora de eu ou ela estarmos ali, á pego em meus braços e então eu á levo para dentro, vou até o seu quarto e a deito em sua cama, a cubro e lhe dou um beijo na mão, ela se move um pouco, mas não acorda então eu vou em direção ao quarto de hospedes.
Terça-Feira 08:00 da manhã.
Acordo com alguns barulhos na cozinha, sem força de vontade eu vou em direção ao banheiro para tomar um banho, assim que saio eu me arrumo e vou em direção a cozinha, mas assim que eu estava prestes a adentrar o local eu paro no batente da porta, volto e me encosto na parede, pois Anne estava no telefone com alguém e eu não iria atrapalhar.
-Michael? 
Ela diz e eu estranho.
-Anne?
Uma voz masculina diz do outro lado, ela falava no autofalante.
-Como vai?
Ele pergunta.
-Pelo jeito estou melhor que você.
Ela diz.
-Respeite um velho como eu.
Ele diz.
-Como estão as coisas por aí?
Ela pergunta rindo.
-Nada aconteceu até agora, Anne eu estou entediado, quando você me disse que eu teria que ser segurança de uma família inteira eu pensei que eles estavam de fato em perigo, mas o único perigo que eles correm é de serem atropelados por um bêbado na hora de atravessar a rua, Anne eu não sou o Superman, eu sou um ex detetive, sou quase um soldado por conta do meu treinamento, e eu não quero passar a merda da minha velhice sendo babá de uma família que não está passando por perigo algum.
O homem diz um pouco exaltado.
-Eu fiz uma promessa Michael, e eu não posso deixar que nada aconteça a família do Adam, por isso você está aí, porque você é a única pessoa que eu confio e também porque você me deve uma, e fala sério, velhice? Você ainda está inteiro para um cara de 45 anos.
Ela diz e então eu começo a entender a conversa dos dois, quando ela me afirmou que nada iria acontecer a minha família era porque ela já tinha um plano em mente.
-Eu nunca pensei que você fosse usar essas palavras um dia.
Ele diz.
-Você me deve uma.
Ele repete rindo.
-Mas eu não te julgo...
Ele pausa.
-Quando seus pais morreram eu decidi cuidar de você e te ensinar tudo o que eu sei, você é assim graças a mim.
Ele diz e eu arqueio uma sobrancelha.
" O que está acontecendo? "
-Você se arrepende? 
Ela pergunta.
-Não, Mas e você? 
Ele pergunta.
-De absolutamente nada.
Ela responde fria.
-Ótimo.
O cara diz do outro lado.
-Então me diga, como vai o plano?
Ele pergunta.
-Quando menos aquele desgraçado esperar, terá uma faca pressionada contra a garganta dele.
Ela diz e o cara ri do outro lado da linha.
-Então não terá erros? 
Ele pergunta.
-O que você quer dizer com não terá erros? 
Ela pergunta em um tom sério.
-Anne, você está trabalhando nisso com o maior assassino em série de Londres, justamente para não ter erros, quando eu comecei a te treinar para que um dia você pudesse se vingar eu lhe ensinei que a confiança se ganha com o tempo, te ensinei que pessoas como nós não podem ficar intimas de ninguém e não podem criar afeto, porquê isso será a nossa morte caso o inimigo descubra. 
Ele é cortado.
-Chegue ao ponto Michael. 
Anne diz alterada.
-A questão é que você está trabalhando com ele para não ter erro, para você não acabar criando afeto e por conta disso acabar criando uma fraqueza, você deveria oferecer para ele dinheiro, poder, algo do tipo, mas em troca dos seus serviços você fez uma promessa, uma promessa de proteção, onde eu estou encarregado, então me diga isso não é estar muito íntimo?
Ele diz em um tom de sarcasmo.
-Michael.
Ela rosna nervosa.
-Eu vou perguntar uma última vez Anne.
O cara diz agora sério.
-Terá erros?
Ele pergunta e eu me controlo para não estragar tudo entrando lá para discutir com ele no telefone.
-Vá para o inferno Michael. 
Ela diz e então eu ouço algo se quebrando no chão.
-Merda.
Ouço ela xingar.
-Pelo jeito alguém começou o dia com o pé esquerdo.
Digo ao entrar na cozinha.
-Pelo jeito sim.
Ela diz recolhendo alguns cacos de vidro do chão.
-Era a minha caneca favorita.
Ela diz ao se levantar com os cacos na mão.
-Está tudo bem?
Pergunto e ela me olha.
-Sim esta, eu só esbarrei na caneca sem querer.
Ela explica ao colocar os cacos no lixo.
-Pelo o que eu escutei você parecia falar com alguém.
Digo me encostando na parede.
-Sim eu estava.
Ela diz pegando uma vassoura para varrer os restos dos cacos que haviam ficado.
-E eu posso saber quem era?
Pergunto e ela não me olha.
-Era a pessoa que está responsável pela segurança da sua família, não tem com o que se preocupar mais.
Ela diz e eu sorrio, pois ela não estava ocultando nada de mim.
-Ok não irei fazer mais perguntas.
Digo e ela varre os restos dos cacos.
-Está bem.
Ela joga os cacos no lixo, me sento na mesa e então eu coloco um pouco de café na xicara, observo a Anne enquanto eu tomo um pouco do meu café, ela vai até a geladeira e então ela a abre pegando dois potes de geleia, ela fecha a geladeira com o pé e então ela deixa os potes sobre a mesa.
-Com a minha nova “ dieta ”, eu terei que mudar alguns hábitos.
Ela se senta à minha frente na mesa.
-Então você pode fazer bom gosto dessa geleia com 13g de açúcar.
Ela diz passando para mim um pote e eu rio.
-Pode deixar.
Rio ao abrir o pote e passar a geleia no pão.
-Falando nisso....
Começo e ela me olha.
-Depois do hospital você passou a sentir tontura novamente?
Pergunto e ela passa a mão pelo cabelo.
-Eu ainda estou me acostumando.
Ela diz e eu fico sério.
-Quando?
Pergunto inquieto.
-Ontem.
Ela me olha nos olhos.
-Droga Anne.
Abaixo o olhar.
-Eii.
Ela pega em uma mão  minha e eu a olho.
-Eu estou bem agora não estou? Estou aqui e é isso que importa, está sendo difícil para mim me acostumar assim como está sendo para você aceitar, mas a gente consegue.
Ela sorri para mim.
-Você é admirável Anne.
Digo a olhando nos olhos e ela ri.
-Não, não sou não.
Ela sorri e então eu sorrio para ela de volta.
“ Esse sorriso ”
Anne “ On ”
Eu e o Adam comíamos tranquilos enquanto conversávamos sobre coisas aleatórias, mas somos interrompidos pela campainha.
-Eu vou.
Digo me levantando.
-Ok.
Ele diz lendo algo no jornal.
Vou até a porta e então eu a abro.
-John?
Digo surpresa.
-Que bom que você está em casa.
Ele diz entrando.
-Está tudo bem?
Pergunto ao perceber que ele estava um pouco alterado.
-Não.
Ele diz sincero.
-Eu passei a noite toda no departamento.
Ele diz passando as mãos sobre o rosto.
-É visível que você não dormiu nada.
Digo fechando a porta e me encostando nela ficando de frente para ele.
-Eu sei, eu devo estar parecendo um lunático agora.
Ele cruza os braços.
-Um viciado em abstinência eu diria.
Digo e ele ri.
-Efeito do café puro.
Ele se encosta na parede.
-O que temos?
Pergunto sendo direta.
-Temos o nome.
Ele me olha.
-James Carter quer que esse caminhão saia essa semana ainda.
Ele suspira e eu me controlo para não demonstrar ódio.
-Então eu suponho que você saiba o que isso significa.
Ele diz.
-Significa uma guerra, uma guerra entre a polícia e o Carter.
Digo.
-Os civis irão acabar se envolvendo.
Passo as mãos pelo cabelo.
-Assim que eu soube eu avisei o Morgan justamente para isso não acontecer.
Ele diz e eu o olho.
-Temos uma reunião com ele hoje, e eu não sei como vai ser daqui em diante.
Ele me olha nos olhos.
-Olha John.
Me desencosto da porta e então eu vou até ele.
-Não importa o que aquele velho covarde vai dizer, eu não vou deixar as coisas se agravarem mais, uma atitude tinha que ser tomada assim que ele fez esse acordo com o Carter, se ele ainda acha que somos incapazes de bater de frente com ele então essa reunião será para dizer exatamente isso, será para dizer que devemos recuar, mas eu não vou, eu não posso.
Digo de frente para ele e então ele se desencosta da parede.
-Eu também não cheguei até aqui para recuar Anne.
Ele diz me olhando.
-E é bom saber que você também pensa assim.
Ele diz sorrindo e acabo sorrindo de volta.
-Ótimo, então se for preciso vamos bater de frente com o Morgan, impossível que sejamos os únicos a ter atitude, vamos ganhar essa guerra.
Digo e ele sorri de lado.
-Com certeza vamos.
Ele diz e então eu sorrio.
-Vou te servir algo descente para comer, ninguém vive só de café.
Digo e então vamos em direção a cozinha.
-Adam?
Digo assim que entro na cozinha e o encontro de costa para mim.
-Temos companhia para o café. 
Digo e o John cruza os braços o olhando.
-Mesmo? E quem seria…
Ele se vira.
-Você?
Ele diz sem humor.
-Surpresa.
O John diz irônico.
-Ok.
Digo olhando para os dois.
-Eu irei me arrumar.
Digo ainda olhando para os dois e eles começam a se encarar a todo momento.
-Ok.
Digo de novo e então eu vou em direção ao meu quarto.
" O que há com esses dois? "
Adam " on "
Assim que a Anne sai eu e o John nós sentamos na mesa e então nós começamos a comer em silêncio, a gente se encara, e era como se a gente fosse brigar a qualquer momento.
-Então quando você me disse que era uma pessoa próxima da Anne você então estava querendo dizer que vocês são…
O corto.
-Namorados?
Rio sem humor.
-Pode se dizer que sim.
Digo e eu vejo um pouco de raiva em seu olhar.
-Eu e ela pegamos um caso complicado...
Ele começa.
-E você como o parceiro dela tem que saber dos riscos que não só ela corre, mas que você também está correndo justamente por estar com ela.
Ele diz e eu sorrio sínico.
- Desde que a minha relação começou com ela eu soube dos riscos, e se eu estou aqui hoje è justamente porque eu sei.
Digo e então escutamos passos pelo corredor.
-Ótimo.
Ele termina de tomar o seu café.
-Eu recebi uma ligação do Oliver, precisamos ir logo para o departamento.
Anne aparece fardada.
-Eu já terminei. 
John se levanta me olhando.
-Ok, então vamos?
Ela pergunta e ele assenti.
-Eu acompanho vocês até a porta.
Olho para o John e então nós vamos em direção a porta.
O John abre a porta e então ele caminha até o seu carro a Anne para no batente da porta e eu paro também.
-18:00 horas? 
Ela pergunta me olhando e eu assinto.
-Eu vou te buscar.
Digo olhando para o John que estava encostado no seu carro.
-Tudo bem.
Ela diz e então eu me aproximo.
-A atuação começa a partir de agora Miller. 
A olho com o meu rosto próximo ao seu, seguro a sua cintura e beijo a sua testa, me afasto e então eu a olho.
-Tchau Coleman. 
Ela sorri sem mostrar os dentes e então ela se afasta.
Anne " on "
Entro no carro do John e então ele da partida, ele começa a conversar comigo, mas eu só consigo pensar na minha manhã completamente agitada.
-Anne?
Ele me chama.
-Sim.
O olho.
-Eu perguntei se você sabe onde fica as boates que são do Carter?
Ele me olha.
-Sim.
Respondo o olhando.
-Você acha que eles irão pegar a droga em algumas dessas boates?
Pergunto.
-Acho.
Ele me olha.
-È como diz o ditado, se você quiser esconder algo de alguém esconda bem debaixo do nariz deles, acho que esse caminhão ira sair de uma das propriedades do Carter e não de um lugar obvio como um galpão ou algo do tipo. 
Ele diz atento olhando para a rua.
-Faz sentido, teremos que organizar tropas ainda hoje para irem até essas propriedades.
Digo e ele assenti.
-Acho que já podemos começar.
Ele para o carro e assim eu percebo que já tínhamos chegado ao departamento.
Desço do carro com a minha mochila em mãos e então eu e o John entramos no departamento.
-Ainda bem que vocês chegaram.
Oliver diz nós barrando assim que entramos.
-O que está acontecendo?
Pergunto.
-A reunião irá começar daqui á...
Ele olha no seu relógio no pulso.
-Agora.
Ele me olha.
-Ok.
Digo mais para mim mesma e então vamos em direção a sala do Morgan.
Terça-Feira 10:00 da manhã.
Todos aqueles que acabaram se envolvendo no caso do Carter estavam agora na sala de reunião, todos permaneciam tensos e não paravam de falar sobre o porquê de estarem aqui agora, o Morgan entra e todos ficam calados.
-Creio que não falte mais ninguém.
Ele diz indo até a sua cadeira.
-Então vamos começar.
Ele se senta em sua cadeira e então ele encara cada um de nos.
-Acho que vocês devem estar se perguntando o porquê de estarem aqui.
Ele limpa a garganta antes de começar a falar.
-E eu já vou dizendo que a situação é séria.
Ele abaixa o olhar por alguns instantes.
-Todos aqui sabem do acordo que a polícia fez com o James Carter.
Ele suspira nos olhando.
-Vocês estão aqui porque vocês precisam saber que ele não está cumprindo com a palavra dele, e que é ele quem está querendo levar 500kg de droga para a Califórnia.
Ele volta a nos encarar.
-Então isso significa que essa não é a primeira vez, ele deve estar fazendo isso a um bom tempo.
Oliver se pronuncia.
-Não podemos deixar ele achar que está no controle de tudo.
Um dos policias que está no caso diz um pouco alterado.
-Sim até porque estamos falando de James Carter e não de um traficante qualquer.
Um dos policiais mais velhos do departamento diz.
-Vocês têm razão.
O Morgan diz juntando as mãos sobre a mesa.
-E saibam que isso não irá ficar assim.
Ele se levanta e todos o olham sem entender.
-Eu irei falar diretamente com o Carter, e enquanto isso eu deixo o John no comando para poder liderar uma nova missão que eu irei dar a vocês.
Ele diz olhando para o John e enquanto isso eu e o John estávamos perplexos.
-Que...
O John se engasga com as palavras.
-Que tipo de missão?
Ele pergunta.
-Eu irei sair para deixar claro ao Carter que a polícia está disposta a fazer tudo para o impedir, e enquanto isso eu preciso que você fique na liderança das emboscadas em que você irá organizar para apreender todos os bens do Carter, isso até apreendemos ele.
O Morgan avisa e todos ficam atentos as suas palavras.
-Ok.
O John diz sem acreditar.
-E por que ele?
O policial mais novo daquela sala questiona.
-Porquê até agora ele demonstra ser o mais capaz para fazer isso.
O Morgan responde o encarando.
-Mais alguém quer questionar as minhas decisões ?
O Morgan aumenta o tom.
-Não chefe.
Dizemos e então ele sorri de lado.
-Ótimo.
O Morgan diz indo até a porta.
-Fiquem bem até eu voltar.
Morgan diz antes de sair e então todos voltam a respirar normalmente.
-Acho que já podemos começar.
John limpa a garganta antes de começar e então ele se levanta.
-Vamos começar a organizar as tropas.
Ele diz confiante e eu assinto com um sorriso para ele, pois ele merecia esse posto.
Adam “ On ”
Depois de tudo eu me arrumei fui para a Wines e ajudei a todos com os preparativos para a festa que iriamos dar, o tempo passou voando e o que me fez ter noção do horário foi uma ligação da minha irmã.
-Alô?
Falo ao atender.
-Adam seu Gay.
Escuto minha irmã gritar do outro lado.
-Natalie.
Digo ao ouvir a sua voz.
-Eu espero que você esteja pronto para vir buscar a gente, a cada segundo parece que os seus sobrinhos irão explodir de ansiedade.
Ela diz rindo de algo.
-Mas o porquê da pressa? São apenas...
Olho no relógio.
-Já estou indo.
Me levanto rapidamente da minha cadeira.
-Não se atrase por favor Adam ou a mamãe ira enfartar.
Ela diz.
-Ok.
Digo pegando as minhas coisas para sair.
Anne " on "
Depois da reunião eu ajudei o John com as tropas e fui com algumas delas até as propriedades do Carter. Quando retornei ao departamento eu fiz um relatório das missões e outro onde dizia detalhadamente quando o Carter começou com a exportação de droga para o exterior, deixo todas essas papeladas com a July e então eu vou até o vestiário me trocar, separo a minha roupa e então eu começo a me despir, mas um hematoma na região da minha barriga me chama a atenção.
Flashback " on "
Estávamos em frente a uma das boates mais famosas do Carter e estávamos prontos para invadir quando um novato entra em desespero.
-Eu não posso.
Ele diz tremendo.
-Está bem, não precisamos de você.
Digo pronta para sair do carro, mas o John segura a minha mão.
-Não podemos ariscar deixar você aqui, nenhum policial será deixado para trás, então você vira com a gente e se for preciso você morrera com a gente.
O John diz encarando o novato.
-Você pode sentir medo até porque todos aqui estamos sentindo o mesmo que você, o que você não pode fazer é demonstrar.
Ele diz e o novato assenti.
-Estamos entendidos soldado? 
Ele brinca.
-Sim senhor.
O novato aperta a arma em mãos.
-Então vamos logo com essa merda.
Digo engatilhando a minha Glock 17.
Saímos do carro e então nos aproximamos da entrada.
-Quem são vocês? 
O "guarda" que estava na frente pergunta.
-Somos as pessoas que você mais ama querido.
Digo irônica e então o cara saca a sua arma.
-NÃO SE MEXE. 
Oliver grita ao sacarmos as nossas armas.
-Você sabe contar?
Pergunto sarcástica para o cara.
-Sei muito bem e também sei que um de vocês ira comigo.
O cara engatilha a arma e quando eu ia atira em sua mão um tiro è dado pelo novato fazendo a arma do cara voar longe e então eu penso rápido.
-VÃO.
Digo ficando à frente deles com a minha arma apontada para o cara.
-Está bem.
Ouço o Oliver e o novato dizerem e então eles adentram o local.
-Anne...
O John começa.
-Você não achou que eu iria deixar a diversão toda para você não é mesmo? 
Digo sorrindo.
-Aqueles dois precisam de você agora vai.
Digo e então eu ouço passos.
-Eu volto antes disso tudo acabar. 
Ele diz.
-Não tenha pressa.
Digo e então eu o ouço se afastar. 
-Agora o que você vai fazer?
O cara pergunta e eu sorrio.
-Eu vou acabar com você de uma maneira "justa".
Digo desengatilhando a arma e a colocando de volta na minha cintura.
-Então você gosta de jogar?
O cara pergunta ficando em posição de luta.
-Eu amo.
Me preparo em posição de luta e então o cara sorri.
-Pode vir.
Ele diz sorrindo e então eu vou para cima dele, ele tenta me acertar um soco, mas eu desvio do seu golpe, me agacho e com isso eu consigo lhe acertar um soco na barriga, o cara se afasta um pouco por conta da dor, mas rapidamente ele agarra a minha cintura e então ele se inclina para trás fazendo as minhas costas baterem no chão, arfo de dor por causa do impacto, mas logo eu me levanto.
-Você é dura na queda. 
Ele brinca.
-Não é nada ético falar durante uma luta.
Digo voltando a ficar em posição de luta e então eu dou alguns pulinhos por conta da dor.
-Ok, assim será mais rápido. 
Ele vem para cima de mim e eu seguro a sua perna após ele tentar me acertar com um chute, giro a sua perna e ele cai no chão de costas para mim, ele se levanta e eu pulo em suas costas o enforcando, ele estava cada vez mais sem ar, então ele começa a andar, ele bate contra a parede e eu acabo soltando o seu pescoço, ele me dá uma cotovelada na barriga e eu acabo caindo no chão.
-Já acabou?
Ele pergunta recuperando o ar.
-È preciso mais que isso para acabar comigo.
Digo me levantando.
Flashback " Off "
Esqueço o hematoma e então eu começo a me trocar.
Adam " on "
Terça-Feira 18:00 da tarde.
Saio do da Wines e vou direto ao departamento onde a Anne trabalhava, eu havia trocado de carro a algum tempo pela mudança de plano repentina, eu iria buscar a minha família em um ponto de taxi, mas acabou que eu decidi buscar eles na casa da minha mãe, eu não estava acostumado ainda com a Pajero Dakar, então assim que eu cheguei ao departamento e resolvi estacionar eu quase arranquei o hidrante do chão. “ Arrumei ” o carro e entrei no departamento, logo avisto a Anne andando em minha direção, mas ela é barrada pelo o idiota do John, eles conversam por um tempo e logo ela vem até mim de novo.
-Vamos?
Ela pergunta.
-Claro.
Digo saindo da frente da porta e então eu encaro o John, ele sorri para mim e eu sorrio de volta colocando a minha mão em volta da cintura da Anne, me viro e então de costas para ele eu mostro o meu dedo o meio, saio daquele lugar e então eu e a Anne vamos em direção ao carro.
“ Otario ”
Adam “ off ”


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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