História A Caminho Da Vingança - Capítulo 17


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey mais um para vocês ^^

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction A Caminho Da Vingança - Capítulo 17 - Capítulo 17

Anne " on "

-A mãe dele ?

Pergunto sem entender.

-Sim.

Ela assenti.

-Creio que você ja saiba que o Victor tem esse câncer a um bom tempo, e devido as circustancias ele não podia fazer uma transfusão de pulmão, com o tratamento conseguimos fazer o câncer não se espalhar eliminando uma parte dele, ele esta bem agora e isso é otimo porque significa que ele ja pode fazer a transfusão, e com a transfusão ele vai viver mais que o previsto se tudo der certo.

Ela explica e eu olho pela janela vendo o Steven e a Diana conversarem com ele.

-E o que esta impedindo vocês de avançarem com isso ?

Pergunto voltando a encarar ela.

-A mãe dele todo mês deposita dinheiro para o tratamento e os remédios dele.

Ela começa.

-Ela vem ver ele ?

Pergunto.

-Não.

Ela engole em seco.

-Ele acha que ela morreu em um acidente de carro , ela quis assim.

Ela explica e eu sinto nojo ao ouvir isso.

-Tudo isso porquê o pai dele morreu de fato em um acidente.

Ela diz e eu fico indignada a cada palavra.

-Bem...

Ela suspira.

-Ela esta a dois meses sem depositar nada na conta, tentamos ligar para ela, mas não conseguimos, pedimos a ajuda da policia antes mas não nos ajudou em muita coisa.

Ela diz e eu olho para o quarto mais uma vez.

-Me passa o numero dela, eu vou ver o que consigo fazer.

Digo dando um sorriso fraco.

-Obrigada.

Ela Agradece e eu volto para o quarto.

Adam " on "

Estavamos terminando de arrumar a bagunça que acabou acontecendo, falavamos sobre o assunto quando escutamos as crianças chegando.

-Adivinhem Adivinhem.

Eles dizem juntos enquanto entravam correndo pela porta.

-O que o que o que ?

Marcos diz pulando e eu rio.

-A Anne comprou doces para a gente.

Diana que geralmente era calma com as coisas agora estava pulando.

-Como è?

Natalie pergunta enquanto minha mãe ria.

-Vocês subornaram a tia de vocês?

Marcos pergunta pegando Steven no colo que por sinal estava mais agitado que a Diana.

-Ok não nós orgulhamos disso?

Ele diz.

-E onde está a Anne agora?

Pergunto agora pegando a Diana no colo.

-Ali.

Ela diz apontando para a porta e eu a vejo chegar.

-Oi.

Ela diz dando um sorriso fraco.

-Anne você vai nós acompanhar no almoço hoje ? Pedimos comida chinesa.

Minha mãe diz sorrindo.

-Eu não posso ficar Dona Laura peguei um caso dificil hoje.

Ela explica.

-Vim saber como as coisas estão.

Ela sorri e eu coloco a Diana no chão.

-Um desastre.

Natalie bufa e ela ri.

-Mas a gente resolve.

Marcos diz.

-Eu vejo vocês no jantar.

Ela diz me olhando e eu vou até ela.

-Até mais Anne.

Minha familia se despede.

-Porquê eu sinto que você esta com problemas?

Digo assim que saimos da Wines.

-Eu não estou com problemas.

Ela diz pegando do bolso a chave do carro.

-Você foi ver o Victor?

Pergunto.

-Sim.

Ela cruza os braços, geralmente ela fazia isso quando algo a incomodava.

-E ele esta bem?

Pergunto colocando as mãos no bolso.

-Sim, ele esta muito bem agora.

Ela diz e eu sorrio.

-Acha que ele vai sair logo de la?

Pergunto e ela assenti.

-Quando menos esperar.

Ela diz.

-Ótimo.

Digo e ela sorri.

-Eu tenho que voltar agora.

Ela diz passando a mão pelo cabelo.

-Tudo bem.

Digo e ela abre a porta do carro.

-Nem um beijinho?

Digo assim que ela entra no carro.

-Não Leve isso a sério.

Ela ri.

-Quando você volta?

Pergunto apoiando o braço sobre a porta.

-Volto antes de você provavelmente me ligar para saber onde eu estou.

Ela diz me olhando.

-Ok.

Coloco uma mecha do seu cabelo atrás da sua orelha.

-Tchau.

Ela sorri fraco e então ela liga o carro.

-Tchau.

Digo preocupado e ela sai com o carro.

....

Anne " on "

A partir do numero que aquela mulher havia me dado eu consegui rastrear para saber onde ela morava, e aparentemente era uma casa suja, bato na porta e ninguém atende, olho pelas janelas

E pelo jeito não havia ninguém ali, conto até três mentalmente e então eu saco a minha arma em mãos.

-Policia de Londres.

Digo ao arrombar a porta com um pé.

Vasculho todos os lugares como cozinha, sala e banheiro. Todos estavam vazios, subo as ecadas em passos lentos, ouço alguém conversando em um dos comodos e então eu simplesmente chuto a porta ao entrar, havia um homem e uma mulher la dentro, encaro bem a mulher e vejo que ela tinha os traços e os olhos do Victor.

-Policia de Londres.

Aponto a minha arma para os dois.

-Que novidade.

Ela diz e eu encaro o homem que estava terminando de subir a calça.

-Vaza.

Digo apontando para a porta.

-Agora.

Engatilho a arma e então ele sai correndo.

-Porquê você não diz logo o que você veio fazer aqui.

Ela diz se sentando em uma cadeira de madeira que ficava na frente de uma janela.

-Eu não vim aqui por você.

Digo e ela pega um copo que ficava em uma comoda do lado da janela.

-Eu vim aqui pelo o Victor.

Digo e ela toma um gole do liquido que estava no copo que ela havia pegado.

-Mesmo?

Ela diz irônica.

-Como você consegue ser tão desprezivel?

Digo e ela me olha.

-Meu elogio favorito.

Ela diz colocando o copo de volta no lugar.

-Agora chega disso.

Praticamente grito.

-Como uma mãe consegue sair por ai transando sabendo que tem um filho prestes a morrer em uma cama de hospital?

Digo com raiva.

-Você realmente acha que o fato dele achar que você esta morta è o melhor? Você realmente acha que so depositar o dinheiro na conta vai melhorar a situação dele lá?

Começo a me alterar.

-Você não pode ser tão podre como eu acho que você é, então por favor me diga que eu estou errada.

Digo e ela enfim me olha nos olhos.

-Você está certa.

Ela diz friamente.

-O pai do Victor morreu em um acidente de carro apos descobrir o câncer do filho.

Ela começa depois de limpar a garganta.

-Ele ficou tão pertubado com a noticia que ele acabou perdendo o controle na hora em que ele estava dirigindo.

Os olhos dela começam a lagrimejar.

-Eu perdi o meu marido e estava prestes a perder o meu filho, então em uma atitude egoista eu decidi que o melhor era ele achar que eu estava dentro daquele carro.

Ela ri sem humor.

-Eu tomei essa decisão porquê eu não podia viver cada um dos meus dias vendo ele sofrer e sem o apoio que o pai dele me dava eu simplesmente desmoronei e não consegui me reconstrui.

Lagrimas começam a rolar pelo seu rosto.

-Você è uma fraca.

Cuspo as palavras.

-VOCÊ NÃO È DIGNA DE SER CHAMADA DE MÃE.

Grito.

-E VOCÊ ACHA QUE EU NÃO SEI?

Ela diz no mesmo tom.

-Eu juro por Deus...

Ela soluça.

-Eu tentei recuperar as minhas forças, mas eu não consegui.

Ela diz e eu passo as mãos pelo cabelo.

-Você não entende.

Ela diz e eu rio sem humor.

-Mas è claro que eu entendo.

Digo fria.

-Entendo mais do que ninguém a dor de estar sozinho no mundo so que a unica diferença è que meu pai e a minha mãe estão de fato mortos.

Digo e ela abaixa a cabeça.

-Sim, acredite eu entendo.

Digo e ela me olha de novo.

-Nada o que eu disser ou fazer ira adiantar.

Ela diz.

-Ele precisa de você.

Digo.

-Então encontre um jeito de adiantar.

Ela sorri fraco.

-Não, não adianta.

Ela se levanta e pega uma arma que estava na comoda.

-Coloca no chão.

Digo secando a minha arma.

-Eu não aguento mais tudo isso.

Ela se senta de novo na cadeira.

-Coloca no chão, agora.

Digo me aproximando dela.

-Ele tem sorte...

Ela começa.

-Coloca no chão.

Digo com a voz falhando.

-Ele tem sorte em ter você.

Ela sorri e então ela aponta a arma para a cabeça dela.

-Não.

Minha voz falha.

-Cuida dele.

Um disparo é dado e não foi da minha arma, fico ali paralizada, vendo o sangue que havia se espalhado por toda a parte, mas isso não era o pior de tudo, o pior de tudo era o fato dela ainda estar olhando para mim com aqueles olhos que eram indenticos ao do Victor.

-Não.

Seus olhos não tinham mais cor.

-Não.

Tudo nela não tinha mais vida.

-Porquê?

Lagrimas ousaram descer pelo meu rosto.

-Porquê?

Saio dali o mais rapido possivel e ao chegar no meu carro eu tento voltar a respirar normalmente, o telefone toca e eu atendo ainda pertubada.

-Anne onde está você?

Ouço o John do outro lado da linha.

-John.

Digo para ter certeza.

-Você está bem?

Ele Pergunta.

-John eu tenho um orbito na avenida principal.

Digo tentando a similar tudo.

-Qual foi a causa? Anne você está bem.

Ele pergunta.

-Suicidio.

Digo e então eu desligo o celular,

encontro as minhas forças de novo e então eu ligo para a medica que havia me falado da mãe do Victor.

-Sim?

Ela diz ao atender.

-O que è necessário ser feito para a transfusão do Victor?

.....

Adam " on "

Ja estava na hora do jantar e tudo estava pronto, eu ia ligar para a Anne mas não foi necessário, pois ela chegou bem na hora. Tinha algo de errado com ela, eu sabia que tinha, mas eu também sabia que ela não iria me falar.

-Bem na hora.

Minha mãe comenta.

-Pelo jeito sim.

Ela diz dando um sorriso.

-Amanhã vamos a um parque.

Diana comenta ao pular no colo da Anne.

-Isso è ótimo.

Ela diz.

-Eu consegui dois dias de folga.

Ela comenta e eu sorrio para ela.

-Perfeito.

Natalie diz e então nós sentamos a mesa.

-Marcos?

Minha mãe o chama.

-Sim.

Ele diz a olhando.

-Gostaria de agradecer?

Ela pergunta e ele sorri sem jeito.

-Passo essa para o Steven.

Ele olha para o filho que ri.

-Tudo bem.

Ele diz e então eles dão as mãos, encaro a Anne e então eu coloco a minha mão sobre a mesa, ela sorri fraco e então ela coloca a sua mão sobre a minha, entrelaço os meus dedos nós dela e então eu abaixo a cabeça com um sorriso no rosto.

-Deus eu e a minha família gostariamos de agradecer o nosso jantar de hoje, obrigado pelo frango de hoje mas principalmente pelo bolo com cobertura de chocolate, amém.

O Steven finaliza a sua oração e então todos começamos a nos servir.

.....

Anne " on "

Chego em casa ainda pertubada com tudo o que havia acontecido, todos estavam felizes e radiantes mas o Adam, o sorriso dele não se comparava, eu queria poder contar tudo para ele, mas eu não iria tirar esse sorriso do rosto dele. Me sento a mesa com eles mas eu não estava ali, minha mente estava dando voltas no acontecido de hoje, o Adam me encara por um momento e eu volto a terra e o que estava acontecendo ali, a sua mão estava sobre a mesa e todos estavam de mãos dadas, ponho a minha mão sobre a sua e a outra eu seguro a mão da Diana que estava do meu lado, sinto o calor familiar quando o Steven começa a sua oração.

Comemos e depois conversamos enquanto arrumavamos a bagunça do jantar, fui a primeira a me retirar, tomei um banho gelado e eu pus o meu pijama, ao terminar eu fui para debaixo das cobertas e minha mente voltou mais uma vez aquela cena horrivel, depois daquilo tudo eu depositei todas as minhas economias para a transfusão do Victor, ele enfim iria ficar bom de vez eu sabia disso.

-No que você tanto pensa?

O Adam me desperta dos meus pensamentos ao sair do banheiro sem camisa apenas com um shorts.

-Nada de mais.

O olho.

-O jantar foi ótimo.

Mudo de assunto.

-E a oração do Steven foi o melhor.

Ele ri e eu sorrio.

Eu não culpava Deus e também eu não deixava de acreditar nele, eu apenas acho melhor ele com as preocupações dele e eu com as minhas, eu não envolvia ele nos meus assuntos eu não me sentia no direito.

-Sim.

Concordo.

-Amanhã vai ser um dia em tanto. Ele comenta se deitando ao meu lado.

-È.

Digo ainda de costas para ele.

-Como foi na Wines?

Pergunto e ele desliga a luz.

-Demos um jeito em tudo.

Ele diz se virando para o mesmo lado que eu.

-Eles so tem mais dois dias aqui comigo.

Ele diz tranquilo.

-Vamos resolver tudo depois da festa da Wines.

Ele diz e eu entendo o recado.

-Ok.

Digo e ele enlaça a minha cintura.

-Você de fato nao vai me dizer o que está acontecendo?

Ele me puxa mais para si e eu sinto a sua respiração.

-Eu estou cansada.

Digo colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. -Entendo.

Ele me puxa mais para si.

-Tudo vai se resolver, assim como o Steven conseguiu colocar as cores do cubo no lugar.

Ele diz perto do meu ouvido.

-Ele conseguiu?

Pergunto surpresa.

-Sim.

Ele responde.

-Esse è o meu garoto.

Digo sorrindo.

-Eu não sei o que você disse para ele, mas funcionou.

Ele diz e eu coloco a minha mão sobre a sua.

-Obrigado.

Ele agradece e ja era a segunda vez que ele estava me agradecendo.

-De nada.

Ele entrelaça a sua mão na minha e eu deixo o sono me tomar.

...

Contínua? 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado ^^


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