História A casa da rua 7 - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens Jackson, Jinyoung, Mark
Tags Casa Assombrada, Got7, Jackson Wang, Jinyoung, Mark, Suspense, Terror
Visualizações 23
Palavras 2.009
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello everyone my name is Lee. How are you? *voz de Youngjae*

Essa é minha primeira fic gente, então me mandem criticas construtivas e perdoem os errinhos hehe. sz
Ela foi uma inspiração de outra fic que li aqui, que era bem parecida, mas eu não encontrei de novo. Então eu decidi fazer essa versão.

Essa fic é apenas uma ficção e não tem intuito de denegrir ninguém.

Boa leitura sz

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

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Há uma lenda diferente de qualquer outra que muitos podem não acreditar, mas ninguém quer ir lá verificar.
Em um dia super clichê como a sexta-feira 13, dois garotos estavam parados em frente à velha casa da rua 7.

 

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-Por que eu topei uma coisa dessas? Só você pra me convencer a fazer isso Jackson Wang.
-Relaxa Park Jinyoung. Mas foi você que perdeu a aposta.
-Se você não ficasse toda hora falando pra aceitarmos a aposta eu não teria perdido néh gênio.
Jackson era muito orgulhoso pra admitir ter sido culpa sua de aceitarem a aposta que fizera com seus amigos em um jogo de Gonggi, mesmo sabendo que Jinyoung não era tão bom quando se tratava das "pedrinhas".
E lá estavam os dois. Parados feito estátuas de frente com a temida "casa assombrada" que tanto seus amigos falavam.
Era velha, aparentava ter 3 andares, os cantos continham limo, possuía grama ao redor, mas estas já estavam secas e amareladas e era possível observar teias de aranha na parte de cima próximo as telhas. Era de madeira, mas possuía um tom de tabaco desbotado e velho com uma porta grande e antiga em um marrom acinzentado. Manchas de mofo eram presentes em algumas madeiras, dando um ar de abandonada por muito tempo.
Ninguém sabia a história da casa, nem sabia quem morou lá, nem de quem era o terreno. A única coisa que diziam é que era mal assombrada e ninguém entrava nela.
Estando parados naquela rua deserta, tudo que passava pela cabeça do Park era que estavam ferrados. Sabe se lá por que falavam isso, poderia ter fantasmas, monstros, demônios, quem sabe até o pé grande não tirava umas férias naquela casa.
Jinyoung sempre foi um garoto que acreditava no sobrenatural. Jurou até ter visto um fantasma uma vez na sua colônia de férias. Por acreditar nessas coisas, ele sempre adorou ouvir e assistir sobre histórias assustadoras. Mas é aquele ditado: "Longe de mim". Quando a coisa vinha para o lado dele o negócio era diferente. O garoto morria de medo até de uma luz piscando.
Já o Wang era o "machão", o bambambã, o mais corajoso de todos. Nunca acreditou em nada que não conseguissem provar. Ria na cara de quem dizia ter passado por alguma experiência sobrenatural. Adorava Scooby Doo e dizia que na vida é como um episódio de Scooby Doo, "monstros não existem" é apenas alguém querendo assustar outras pessoas. Topou na hora a aposta de entrar na casa e ficar por uma hora, porque dizia que era besteira, que só era uma casa velha e que conseguia ficar até uma noite inteira lá dentro. Mas de cara a cara com a casa era diferente, Jackson não dizia que era medo o que sentia, e sim um sentimento de apreensão. Só que não podia demonstrar isso nem um pouco, tinha que ser confiante e orgulhoso como sempre foi.
-Eae, que horas são?
-18h59
-Ótimo. Só um minuto e entramos. Já ta escurecendo mesmo. Vamo pagar essa aposta de boa.
-Droga Jackson, uma hora lá dentro, UMA HORA. Não quero ficar lá tudo isso. Se a gente sobreviver tudo isso.
-Qual é Jinyoung, é só uma casa velha, ta tranquilo. Eu ficava até uma noite inteira ai dentro.
-Eu sei, eu sei. Você já disse isso. E quase fez eles aumentarem o tempo de ficarmos ai dentro. Idiota. Sorte que eu disse que íamos vir quando tivesse escurecendo só pra eles não aumentarem o tempo. Sorte nada néh, porque foi outra burrada que poderíamos ter feito.
-Relaxa cara, ta de boa. E quem disse que, se existissem, monstros ou fantasmas só apareceriam de noite? Eles por acaso tem fuso horário diferente das vítimas é? Besteira hahahaha. Como sempre dizem nos episódios de Scooby Doo...
-"Monstros não existem" blá blá blá. Não acredita no sobrenatural, mas fica ai se baseando em desenhos animados. Idiota.
-Você adora ficar me chamando de idiota néh?
-Talvez seja porque você é mesmo um idiota?
-Tá tá, mas eai? Já são 19h?
-Droga. Já.
-BORA PRA AÇÃO.
-Para de gritar gralha! Ta com as lanternas ai?
-Estão bem aqui.
Estando próximos da porta era possível perceber um Wang super animado e destemido seguido por um Park assustado e de mãos tremendo.
Enquanto abriam a porta, a mesma fazia um barulho horrivelmente agoniante de um rangido de uma porta que precisava urgente de um óleo nas dobradiças.
A casa era um breu. Pouquíssima luz conseguia iluminar o interior da casa, pois já estava escurecendo rápido lá fora.
Do lado de dentro havia móveis muito velhos e empoeirados. Teias de aranha cobriam o grande candelabro no centro do teto. Castiçais espalhados por cima de prateleiras e cômodas presentes no local, deixando o lugar com cara de mansão da família addams. Haviam janelas pequenas e empoeiradas, nenhuma possuía cortinas e mesmo assim parecia que a luz não entrava. As paredes eram de concreto, com algumas rachaduras espalhadas, fazendo Jackson e Jinyoung perceberem que ela apenas fora revestida com madeiras do lado de fora. O chão continuará a ser de madeira, pequenas tábuas compridas e mal colocadas que a cada passo fazia um "nhec", "nhec". Nas paredes alguns quadros estavam pendurados, variando de pequenos e médios, redondos e quadrados, molduras marrom e dourada.
-Cara dá só uma olhada nessa espelunca. Agora eu sei porque dizem que é assombrosa. Assombrosamente horrível, isso sim. Deve fazer séculos que alguém não passa uma vassoura aqui.
-Jackson, eu não gosto desse lugar, ta muito escuro e frio. Minha lanterna não da conta de iluminar muita coisa.
-Fantasmas deveriam aprender a passar pano. Olha o pó dessa mesa. Capaz de ficar grudado no meu dedo.
-Você não ta prestando atenção no que eu to falando Jackson? Tem algo errado nessa casa. Não estava tão frio lá fora, por que aqui ta tão frio.
-Uou, olha só quanta poeira. Mesmo assim essa poltrona é confortável. Será que tem ratos dentro dela? Se não tiver vou até levar pra casa.
-Jackson seu idiota! Me escuta!
-Ai Jinyoung. Para de ser medroso. Ta só frio só, bota uma blusa ué.
-Não é isso. Ta um ar estranho. E esses quadros parecem que pioram tudo. São assustadores.
-Quadros? Eu nem tinha reparado.
-Olha esse.
-Sinistro. É uma família? Não da pra ver quase nada, a cara deles ta com um borrão preto.
-Todos estão assim.
-Poh, assim não da nem pra saber quem são. Vai ver são os fantasmas que assombram essa casa, buuuuh.
-Sai Jackson.
-Hahahahaha.
De repente um barulho muito forte tomou conta da sala. Um "BAM" foi ouvido fazendo com que os dois garotos se virassem assustados em direção à porta. Ela havia fechado sozinha e quando Jackson foi verificar, ela não abria.
-Vamos sair daqui Jackson, rápido. Vamos ligar pra polícia.
-Relaxa Jinyoung. Os meninos devem ter feito uma brincadeira. Eu consigo abrir. Aaaah. Abreee.
Wang tentava puxar a porta de todo jeito. Parecia que algo segurava e não deixava a porta mover um centímetro.
- Jinyoung, vem me ajudar. Os caras devem estar lá fora segurando a maçaneta. Anda cara me aju... Jinyoung?
Ao se virar Jackson encontrou o local vazio. Jinyoung, que a segundos estava logo atrás dele, não estava mais.
Algo estava errado. Jackson sabia que Park Jinyoung não sairia, por nada, do lado dele, mesmo se houvesse um tsunami, ele iria grudar nas pernas do Wang e custaria muito até solta-lo.
-AAAAAAAAHHHHHHH! SOCORROOOO!
O grito de Jinyoung fora ouvido vindo de algum andar de cima. Jackson não sabia de qual. Estava totalmente assustado para diferenciar de qual andar era, apenas sabia que veio de cima.
Sem pensar duas vezes subiu depressa a grande escada de madeira, que ficava no lado esquerdo da sala, que dava no andar de cima. Mas ao pisar em um dos degraus com força, devido aos passos pesados por estar correndo, o mesmo acabou quebrando, fazendo-o cair embaixo da escada.
-Coff, Coff, Coff. Merda. Eu disse que esse lugar era uma espelunca. Ai minhas costas.
Jackson passou a mão no rosto para limpar um pouco da poeira que incomodava seus olhos, até que olhou para frente e estremeceu ficando estático.
Um garotinho estava em pé parado a sua frente, o observando caído no chão em meio aos pedaços de madeira que pertenciam ao degrau agora quebrado. Devia ter no máximo 12 anos, era do tamanho da idade que parecia ter. Sua pele era bem branquinha como um papel, tinha olhos castanhos caramelo sem brilho e seus cabelos eram um tom de bordô, que fez com que o Wang pensasse como um garoto tão novo poderia já ter o cabelo pintado. Estava vestindo uma camisa xadrez vermelha e preta, uma calça jeans escura quase preta e tênis brancos, que por incrível que pareça, estavam limpinhos mesmo estando no meio daquela poeira que pairava após Jackson ter despencando da escadaria.
-Quem... QUEM É VOCÊ? NÃO ENCOSTA EM MIM. EU LUTO BOXE EM.
-Achei que gostaria de ajuda, mas se vai me bater já vejo que não precisa.
-Ei espera. Quem é você garotinho? Ta perdido por aqui? Você por acaso viu meu amigo?
-Agora precisa da minha ajuda?
-Como entrou aqui? A porta não abre...
-Você perguntou se vi seu amigo?
-O Jinyoung! Você sabe onde ele ta? Eu ouvi o grito dele lá de cima.
-Eu ajudo você a encontra-lo. Vem.
O garoto pegou um castiçal já aceso, que Jackson nem tinha reparado estar ali em cima da prateleira. E assim começaram a subir a escada.
-Como sabe onde ele ta? Por que você parece tão calmo? Seu nome, você ainda não disse seu nome.
-Preste atenção onde pisa.
-Hã?
Jackson quase acabou pisando em um degrau podre que o faria cair novamente.
-Meu nome é Mark.
-Uou. Como você sabe de tudo isso Mark? A propósito, essa casa é mal assombrada mesmo?
-Qualquer casa velha tem fama de mal assombrada, não acha?
Apesar de o garoto ser um completo estranho, Jackson só queria encontrar seu amigo Jinyoung. Não tinha tempo de se preocupar com um garotinho que por acaso sabia onde seu amigo estava. Apenas o acompanhava perguntando coisas que às vezes nem obtinha respostas.
-Você sabe quem morava aqui?
-Uma família rica que morreu tragicamente há 280 anos.
-Nossa. Sabe como foi? Tem alguma coisa haver com os borrões pretos nos quadros?
-Vê aquela porta no fim do corredor? Seu amigo deve estar lá dentro.
O maior não pensou duas vezes, correu logo até a porta.
Assim que pegou na maçaneta um vento gelado passou pela sua nuca o arrepiando. E quando Jackson abriu a porta, encontrou um quarto que continha uma pequena cama de solteiro no centro, apenas uma cômoda marrom e desbotada encostada a direita da porta, paredes de cor acinzentada, e ali, caído sobre o velho chão de madeira, estava um Park Jinyoung totalmente pálido e ensanguentado, com diversos cortes no pescoço e no peito, e visível em sua mão direita um pequeno pirulito redondo e colorido.
Foi ai que o Wang percebeu. Aquele tempo todo, o detalhe mais chamativo, mas que ele mesmo deixou passar, fora o pequeno pirulito redondo e colorido que Mark segurava em sua mão direita desde a hora em que ele aparecera a sua frente.
-E então Jackson, você ainda não acredita em fantasmas?
Jackson foi se virando lentamente para o garotinho e a última visão que teve foi de um Mark com um olhar completamente insano cortando cada parte do seu peito com um palito de um pirulito redondo e colorido. E assim que seus olhos se fechavam a visão de um quadro pendurado à esquerda do cômodo foi revelando o rosto, antes coberto por um borrão preto, de um garotinho de cabelos bordô com um pirulito nas mãos e sua família morta no chão ao redor dele.

 

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Você pode até não acreditar em monstros, fantasmas ou até mesmo em lendas. Mas lembre-se: Cuidado em olhar para trás, o garoto com um pirulito redondo e colorido pode estar te observando.
Ou, até mesmo, te contando essa história.

 

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Notas Finais


O que acharam? Quem será que estava contando a história huh? Olharam para trás? Me contem nos comentários.

Quero agradecer a minha amiga Mila que me ajudou com a capa e me deu coragem para postar essa fic (ela ainda não leu hihi). TE AMO MILAA. sz

Um beijinho pra vocês com sabor de pirulito 🍭


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