História A casa do fantasma - Ronny - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Visualizações 3
Palavras 865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Lemon, Magia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 11 - Doente - Peter


Se passaram alguns dias da nossa caçada a besouros, mais alguns animais idiotas. 

Eu estava arrumando a sala, mesmo não tendo mais que fazer isso é um bom jeito de se distrair afinal de contas, eu ainda tenho que viver aqui com um fantasma. 

De repente eu comecei a tossir e o fantasma me viu fazendo isso, mas não desconfiou que eu estava me sentindo mal ou algo do tipo. 

Mais tarde, eu estava mais pálido que antes, parecendo um floco de neve o fantasma mantia um olhar fixo para mim, parecia estar preocupado talvez eu não tenha limpado a casa direito? Me puxou para o quarto, me colocou em cima da cama. 

- Oque? Mas porque ainda é de dia não preciso dormir 

Disse Peter, ainda mais pálido que um floco de neve até parecia meio tonto e gelado, com certeza está com algum tipo de doença. 


Ronny 

Droga! Porque isso tinha que acontecer agora? Ele estava bem até ontem mas se ficar de pé vai piorar para ele, precisa descansar. 

- Precisa sim! 

Disse quase gritando, mas tentando não falar tão alto para não assustar ele o menor parecia estar cansado, exausto, frio. Um monte de coisas que não significam coisas boas, fiquei segurando a mão dele alisando ela. 

O menor parecia ter até ficado mais calmo, então eu resolvi falar uma coisa que no final das contas seria uma péssima ideia, não está pronto para ouvir isso. Não é algo agradável. 

- Se você piorar, te sacrifico e você virá um fantasma como eu .... 

Disse de uma forma insegura, realmente eu não tinha pensado no que disse na forma que ia o assustar, o menor ficou me encarando assustado. 


Peter 

Eu me sentia bem depois de me deitar, talvez estivesse com a pressão baixa demais para ficar de pé, meus labios estavam roxos não rosas avermelhadas como normalmente são, segurar a mão dele é meio estranho. 

É como segurar um gelo, da para notar que ele não é um vivo, mas acho que normalmente eu noto isso pela temperatura mesmo. 

Assim que ouvi aquelas palavras, tentei me levantar assustado mesmo com o maior tentando me manter deitado não quero isso. 

- O-oque? NÃO ESTOU PRONTO PARA ISSO! 

Gritei mais alto que consegui, ele me derrubou na cama ficando por cima fiquei corado e encolhido. O maior ficou massageando meu cabelo, isso realmente me deixou mais calmo, mais tranquilo. 


Ronny 

Okay eu entendo, dessa vez eu extrapolei, ainda é jovem demais para morrer, talvez esse menino ainda tenha uma vida ótima mas eu tenho receio. 

De um dia perder ele, nunca senti isso com nenhum escravo. Porque para mim são apenas servos, não servem para nada além de arrumar as coisas para você, mas tinha algo de diferente nesse garoto algo que em uma multidão acharia o menor em apenas um segundo. 

Algo que o faz brilhar na escuridão... 

- Hey, calma tudo bem okay? Eu vou preparar um banho quente para você 

Como temos banheiros antigos nessa casa onde teve um assassinato não é de se esperar ter que preparar um banho, colocando baldes de água quente dentro da velha banheira ou coisa do tipo. 

Continuei passando a mão no cabelo dele, até sentir que o mesmo já estava calmo o bastante para eu o deixar sozinho. Então caminhei para o banheiro, pegando baldes de agua quente e colocando na banheira, estava perfeito! Nem tão quente mas digamos que nem tão frio. 

Quando fui o buscar para ir na banheira, estava dormindo se quer saber esse menino precisa de um banho, então eu não me importo o peguei no colo, colocando dentro da banheira esfregando ele, o mesmo já tinha acordado no meu colo. 

Até que tive uma ideia idiota mas genial, algo bem malicioso do jeito que eu gosto sai de lá voltando em alguns minutos com um sabonete líquido, encarando o corpo majestoso do menor, coloquei um pouco de sabão na minha mão. 

Fiquei sentado do lado dele, fora da banheira então passei sabonete no membro do menor que corou imediatamente, assim que tentou me impedir de fazer algo, prendi os braços dele com uma camiseta. 

Praticamente estou masturbando o menor com sabonete, que genial...

Peter 

Meu banho estava quentinho, eu amo água quentinha, nao me importo dele passar shampoo no meu cabelo, me lembra minha infância, sempre me ajudavam a lavar o cabelo... 

Tudo estava bem até que ele começou a mexer no meu membro, droga eu fiquei gemendo de forma vergonhosa assim que tentei tirar as mãos dele de lá, em um movimento rápido ele tinha me prendido. 

Não quero dar esse gostinho de estar gostando para ele mas droga, é muito bom, eu estou duro, gemendo de forma vergonhosa, até finalmente chegar no ápice e gozar. Ele me soltou, colocando uma toalha em cima de mim, eu saí da banheira. 

Bem corado, droga isso foi muito vergonhoso, mas  foi esperto em me prender, não sei como o maior me prendeu em cinco segundos. 

Então, esperei o maior sair e me vesti, fui até o quarto. Assim que entrei ele me abraçou por trás e me jogou na cama. Se achou que algo aconteceu? Não, eles apenas dormiram. 



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