História A Casa Sakamaki - 2 Temporada - Capítulo 7


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers
Visualizações 10
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, me perdoem a demora pra postar, dessa vez foi demais né >-<
Aconteceu muita coisa nesse um ano...espero que entendam

Foto do capítulo e revisão de erros ortográficos serão feitos mais tarde

Espero que gostem ^^

Capítulo 7 - A verdade da visita


-Isso é verdade, mas tenho certeza que esse chá não saíra de graça, vai querer respostas em troca, certo?

-....Sim. -ele disse arrumando os óculos

-Bem, eu também vim para fazer isso...e para outra coisa.

-O quê?!

-Quero fazer umas experiências com Yui Komori.

-Experiências?! -Ele disse me olhando torto

-Sim. -Eu disse tomando um gole do meu chá

-Por que pretende fazer experiências com ela? -Ele disse sem tirar os olhos de mim

-Você ainda não percebeu? Ou não está perante seus conhecimentos? -Eu disse sorrindo

Ele continuou a me olhar sem responder, coloquei a xícara no pires e o olhei.

-Ela é uma Komori! Já ouvi a história do clã Komori?

-Clã? Ela é só uma adolescente qualquer.

-Não, você está subestimando ela. O Clã Komori, não tenho certeza se ela é realmente descendente desse clã, por isso pretendo fazer experiências para comprovar.

-......-Ele continuava a me olhar desconfiado- Pode ser mais clara?

-A muitos séculos atrás, antes de qualquer vampiro existir, tinha um clã, o clã Komori. Eles eram fracos e simples...mas escondiam um grande poder. Com o tempo o clã foi extinto, mas dizem que sobrou alguns. Quero verificar se ela é mesmo uma Komori ou uma descente mestiça.

-Eu entendi, ela pode morrer? Ayato gosta muito dela, se ela morrer, você que vai encarar ele depois.

-Talvez, depende se ela é resistente ou não.

-Então ela vai morrer.

Depois disso o silêncio reinou, peguei minha xícara e voltei a tomar meu chá em silêncio, quando Reiji fica de pé e vai em direção as prateleiras. Termino meu chá colocando a xícara com o pires na mesa de centro.

-Entendo que queira fazer experiências com ela. Darei minha permissão, mas ficara responsável por tudo que acontecer com ela. E quero que me conte tudo sobre o clã Komori, quero também acompanhar tudo e que me diga os resultados caso eu não esteja presente.

-Estou de acordo –eu disse o olhando

-Agora...quero saber o por que veio nos visitar....se realmente veio somente por visita.

Olhei ele por um tempo, enrolar não vai adiantar, melhor eu falar logo e...

A porta foi aberta bruscamente, como se fosse chutada, Ayato entrou, ele vestia uma calça preta, um tênis vermelho, uma camiseta branca abotoada até a altura do peito, dai para cima era desabotoada mostrando um pouco de seu peitoral. Ele me olhou bravo e depois foi até Reiji.

-Ei, Reiji! -Ele disse gritando, escandaloso como sempre

-Tenha modos ao entrar em um lugar. -Reiji respondeu calmamente como de costume

-Isso não importa.

-O que quer?

-A Panqueca saiu para fora da mansão nessa chuva.

-E o que eu tenho haver com isso? -Era Reiji falando secamente

-E se ela fugir?

-Não tem como, mais para frente fica o cemitério, onde provavelmente Kanato está.

-Mas se for assim, ele vai morder a Panqueca.

-Isso não me importa.

Ayato olhou furiosos para Reiji, ele esperava que Reiji fizesse algo? Ele nunca se importou com as noivas do sacrifício, isso não seria diferente agora.

Ayato saiu irritado batendo a porta ao sair.

-Tem coisas que nunca mudam –Eu disse olhando a janela, em seguida levantei e fui em direção a ela.

-Ayato tem apego a essa humana.

-Apego? Eu diria fome. -Eu disse parando do lado da janela e olhando por ela.

-....Acho que agora conseguiremos conversar sobre o assunto de você ter vindo.

Fiquei olhando a floresta fixamente com um pouco de dificuldade pelas gotas de chuva e embaçavam o vidro, quando vi Subaru andando pelas rosas, mesmo na chuva ele cuida delas. Ele ergueu a cabeça me olhando, ficamos uns minutos nos olhando quando ele sumiu. Abracei meu braços um pouco...triste. Eu ainda me lembro de tudo, e sinto falta do Subaru...daquele Subaru que me amava, mas acho que ele não gosta mais de mim....a pergunta é, eu ainda gosto dele? Ou é só saudade dos velhos tempos?

-Gabriele, está me ouvindo?!

Ouvi Reiji levantar o tom de voz, me virei e ele me olhava sério, estava sentado no sofá me olhando fixamente. Sai de perto da janela e me sentei ao seu lado.

-....O por que voltou?

-Serei direta, preciso da ajuda de vocês novamente

Ele me olhou pelo canto do olhou esperando uma explicação.

-Lembra a alguns anos, quando entramos em luta com os caçadores de vampiros e bruxas?

-Sim, meses depois assinamos o Tratado de Cerberos. O que tem?

-Preciso da ajuda de vocês novamente.

-Por que?

-.....-Eu olhei para baixo e suspirei fundo. Olhei para Reiji e comecei a falar- Naquele dia, não matamos todos os caçadores de bruxas, matamos uma porcentagem, o resto que sobrou durante esses anos treinaram e criaram novas armas para ir atrás de nós. Um dia um grupo de bruxas saiu pelos arredores da vila para colher frutas silvestres, e encontraram um grupo de caçadores que matou duas delas, o resto fugiu para uma lagoa longe da vila e despistaram eles e depois voltaram. Começamos a fazer feitiços e colocamos em volta da vila para camuflar ela. Mas uma anciã, a mais velha da vila, ela é conhecida por nunca errar as previsões. Ela previu nas cartas de tarô, que o feitiço não duraria nem um mês e que eles entrariam na vila e a carta treze seria jogada.

-Carta treze?

-Sim, a carta da morte. Significa que os caçadores vão atrás de nós e vão nos aniquilar, você sabe que se as bruxas morrerem o mundo mágico vai ficar de pernas pro ar. Precisamos da ajuda de vocês novamente.

-Não podem cuidar disso sozinhas, a final as bruxas são poderosas não? -Era Reiji me olhando sério

-Na visão da anciã lutamos sozinhas e morremos...e também tem os lobos...-Eu disse olhando para o lado

-Mas se lutarem acompanhadas talvez consigam mudar o futuro –Era Reiji- Mas o que tem os lobos?

-Exatamente. Lhe explicarei dos lobos mais tarde, temos que falar dos caçadores agora. -eu disse olhando o chão- Por isso vim aqui pedir ajuda a vocês, a final sua familia que comando o mundo dos vampiros, se eu conseguir ajuda de vocês, talvez outros vampiros ajudem.

-...vai ser complicado, vampiros são orgulhosos demais, você sabe

-...Eu sei.

-...Sinto que a historia não está completa.

-...-Eu olhei o chão pensativa e suspirei- É isso, preciso da ajuda de vocês para ir atrás de TODOS os caçadores e matar todos eles, assim o mundo mágico pode viver em paz. Mas pelas visões sozinhas só vamos morrer, precisamos de ajuda, já que vocês nós ajudaram a anos atrás pensei que se ajudassem de novo, iriamos conseguir.

-Como sabem que eles andarão treinando?

-...Mandamos uma bruxa espiar e ela nos disse que eles aprenderão novas técnicas, foi quando vimos na visão que se morrermos o mundo mágico vai ser dominado por caçadores e nenhuma raça mágica vai sobreviver.

-Eles não desistem fácil não é? Mas por que as bruxas primeiro?

-As bruxas que comandam o mundo mágico e dão a devida ordem a ele, além de serem umas das mais poderosas, se elas sumirem eles terão a passagem livre. Vai nos ajudar?

Reiji virou o rosto olhando a parede.

-Reiji?!

Continua.......


Notas Finais


Obrigada por ler ^^

Até mais...


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