História A Cidade Amaldiçoada - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Ficção, Romance, Sobrenatural, Teen, Terror
Visualizações 12
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, essa história será um teste. Vamos ver até aonde chega.

Capítulo 1 - A Mudança


Fanfic / Fanfiction A Cidade Amaldiçoada - Capítulo 1 - A Mudança

```Querido diário... hoje é meu último dia aqui em casa. Meus pais estão sofrendo muito com a crise atual no país e resolveram vender nossas coisas na cidade entre outros bens materiais para mudar de cidade. Amanhã vamos pra nova casa em São Martinho RS, fiz pesquisas sobre esse lugar e nossa, será muito chato. Tenho vontade de fugir mas seria pior, deixar meus amigos pra trás será o mais difícil. Eu odeio meus pais.```

O dia seguinte começa com correria, os pais de Yohan o acordam fazendo palhaçada tentando animar o filho. O casal estava consciente que seu filho não teria aprovado a mudança mas tentava deixar o clima mais leve, afinal hoje era o dia de conhecer a casa nova, amigos novos, uma vida nova.

– Eu tenho 15 anos! Parem com isso por favor ! – O menino irritado por toda agitação grita com seus pais apontando o dedo para a porta, o casal imediatamente perde o olhar brilhante e dá as costas para o filho que ainda com um semblante furioso apontava para dedo para a porta.

– Seu café está pronto lá na cozinha, amor. Nós saímos em 50 minutos. – A mãe avisa seu filho sem olhar para trás e logo fecha a porta do quarto com força exagerada podendo ouvir o estalo das madeiras se encontrando. Yohan jogou seu corpo na cama tapando os olhos com as mãos, estava controlando a respiração para não chorar. O som do celular chama sua atenção ao lado do travesseiro, logo ele o pega, haviam mais de 99 mensagens dos seus antigos. Ele franziu o cenho estranhando mas decidiu ignorar jogando o celular para um canto qualquer.

– Droga. – O celular começa a vibrar sem parar até que ele decide pega-lo novamente abrindo as mensagens.

– Que...– As mensagens eram sobre a nova cidade que Yohan iria morar. Seus amigos loucamente falavam sobre uma lenda antiga que existe na cidade. Uma lenda que iria arruinar a família de quem lá vive.

O tempo passa e Yohan já estava dentro do carro com seus pais. Ele pensou em perguntar sobre a tal lenda mas o orgulho era maior, não queria puxar assunto com seus pais. A viagem se inicia e Yohan observa pelo vidro traseiro sua casa ficar pra trás até desaparecer.

— Você vai gostar de lá, é calmo, filho. – O pai de Yohan fala olhando pelo retrovisor, seu filho vira pra frente encarando os olhos do seu pai pelo mesmo espelho sem falar nada.

Horas depois eles chegam em frente à sua nova casa, Elizabeth, mãe de Yohan chama pelo seu filho que estava dormindo até o mesmo acordar.

– Chegamos. – ele esfrega os olhos e abaixa o vidro do banco traseiro podendo ver sua nova casa. Não pode conter o sorriso, a casa é maior que a sua antiga. Ele abre a porta sem tirar os olhos da casa de cor azul e dois andares.

— Pode ir filho. – Ao ouvir sua mãe, Yohan sai correndo em direção a porta ansioso para ver seu novo quarto, ao adentrar a porta da frente como um louco se depara com detalhes lindos de madeira por todo canto e uma escada a sua esquerda, ele subiu correndo olhando para todos os cantos contente com oque via, no final do corredor uma porta de cor preta, diferente das outras que seguiam o padrão da casa.

— Que estranho. – Seus olhos fixados a porta no fim do corredor o ficaram a perder o sorriso no rosto e tomar uma aparência curiosa. Com passos lentos sobre o piso de madeira ele se aproximou da porta e tocou a maçaneta gelada, seu coração pulsava com força deixando visível a tensão. Aos poucos vai girando a maçaneta até ser interrompido por seu pai no corredor.

— O que está fazendo, filho ? – Yohan deu as costas a porta e foi até seu pai tentando disfarçar a tensão que estava.

— Ah.... Queria achar meu quarto pai. – O pai de Yohan o olha sério analisando seu filho como se estivesse desconfiado de algo e logo abre a porta ao lado que fica localizado no meio do corredor.

— Esse é seu quarto. – Yohan agradeceu seu pai um tanto sem jeito e entrou no quarto vazio mas muito maior que o antigo.

— É... posso me acostumar ! – Sorrindo o menino levou a mão ao bolso traseiro da bermuda sentindo seu corpo gelar ao perceber que havia esquecido o diário.

— Não, não ! Droga ! – Ocorrendo ele desceu as escadas esbarando nas paredes até o carro do seu pai, entrou no carro e começou a procurar por tudo, mas sem sucesso.

— Mãe ! – Ele grita correndo até sua mãe que estava entrando na casa.

— Mãe. O caminhão da mudança chega em qual horário ? — Ela assustada pela atitude do seu filho leva a mão a testa dele pensando que poderia estar doente.

— Eles devem estar pegando nossas coisas nesse momento filho.

A equipe de mudança já estava com quase todos os móveis nos caminhões mas faltava apenas um, a cama do quarto de Yohan. Dois homens de aparência jovem subiram até o quarto e com habilidade pegaram a cama, um objeto cai e eles olham. Era um pequeno diário, o homem mais novo e menos experiente pega o diário e guarda em seu bolso, logo voltam ao trabalho. Já com os dois caminhões na estrada o homem sentado no banco do carona pega o diário e sem questionar abre na última página escrita.

— Hey ! Carlos. Pra onde está indo essa mobília ? – Ao ler a localização que o menino havia escrito lembrou do seu passado na mesma cidade. O motorista apenas pegou um papel onde havia o nome da cidade e outras informações jogando para o homem no carona, ao ler viu que era a cidade que passou a sua infância, a cidade amaldiçoada.

Algumas horas depois os caminhões chegaram, Yohan foi de imediato ao encontro dos homens perguntado de seu diário. Até chegar no homem que havia achado.

— Você tem que sair desse lugar ! – O homem falou deixando o diário nas mãos de Yohan que o olhou estranhando as palavras dele. — Aqui tudo é do mal, tudo ! – Yohan sem resposta apenas viu o homem sair de sua frente e começar a descarregar a mobília. Olhou seu diário ainda com cara de quem estava tentando entender tudo aquilo. Quando foi se virar pra entrar em sua casa esbarrou em um senhor de idade que parecia estar ali atrás de propósito.

— Oh. Desculpa senhor. — Yohan estendeu a mão para cumprimentar o senhor de idade mas o mais velho Apenas deu as costas e entrou em sua casa, Yohan de início não perceberá que haviam muitos vizinhos. Ele começou a olhar casa por casa e teve um susto, em todas havia uma pessoa olhando direto nos olhos de Yohan, ele sentiu um cala frio percorrer seu corpo é entrou correndo em sua casa com o diário em mãos.



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