História A Cidadela (Interativa) - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente acabei o capítulo 1 meus dedos estão doendo ;-; em breve eu lanço o capítulo 2 com os personagens que vocês criaram e é pela ordem, quem enviou antes e quem enviou depois, porque preciso bolar uma história boa.

Capítulo 4 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction A Cidadela (Interativa) - Capítulo 4 - Capitulo 1

Começando mais outro dia, porque eu vou ter que ir pro inferno da minha escola, acordo com a minha querida mamãe berrando aos meus ouvidos me dizendo que eu estava atrasada de novo, me levanto antes que ela invente de jogar um copo de água gelada na minha cara (você não vai querer acordar assim) me arrumo e visto minha roupa casual, que por sinal não agrada nem um pouco minha mãe.

A minha mãe é aquele tipo de pessoa muito religiosa, e odeia a atitude de meninos rebeldes, principalmente a minha, mas como ela viu que não tinha mais jeito, ela resolveu deixar pra lá, mas ela ainda me lança umas reprovações, principalmente quando eu quero me encontrar com minhas amigas na cidadela.

Se você se sente renegado ou injustiçado com o mundo que te rejeita toda hora, vá pra cidadela, lá você é livre pra fazer o que quiser, às vezes essa liberdade é tão grande que hoje em dia você encontra tudo por lá, e quando eu digo tudo é TUDO mesmo.

Todo tipo de gente vai pra lá, prostitutas, pessoas bissexuais, homossexuais, eles vão pra lá porque a sociedade atual não aceita o seu jeito de ser, e eu estou no mesmo pacote de açúcar, não passo de um mero grãozinho no meio de tantas pessoas renegadas.

Eu não gosto da ideia de ter que ir pra escola, mas eu tenho que ir, até porque não quero passar a vida inteira dependendo da minha mãe, ela já tem coisa de mais pra se preocupar, mesmo a gente brigando por bobagens, eu ainda a amo muito, eu não sei o que eu seria sem ela.

Mas chega uma hora que ela passa dos limites, ela acha que se eu não usar um vestido rosa e usar aquelas coisas de menininha, vou acabar virando um homem, ela odeia gays e principalmente lésbicas, ela odeia todo esse tipo de pessoas, mesmo eu achando minha mãe muito preconceituosa, eu não falo nada, até porque ela fala que homem tem que estar com mulher e blablabla e a bíblia disse isso e aquilo.

Desço rapidamente pra não levar outro sermão, eu não quero chegar na escola mais emburrada ainda, assim que eu piso naquela escola, eu começo a atrair todo tipo de energia negativa e às vezes chega até ser insuportável ficar ao meu lado.

Minha única amiga se chama Jackeline, ela não vai mais a cidadela devido a um trauma que ela teve durante uma festa que ela participava, agora ela é toda certinha, e não quer mais saber de curtição, e eu não crítico isso, mas essa não é minha praia, ela era super popular por sempre estar em várias festas, mas hoje ela é conhecida como "A nerd festeira dos livros" vai saber o que se passa na cabeça do pessoal, mas isso é história pra outro dia.

O melhor é quando o dia acaba, eu  sempre posso ir pra cidadela sem pedir autorização da minha mãe, ela sabe que eu não sou de beber ou fumar e muito menos de me prostituir, essa é a melhor parte do meu dia INTEIRO, e logo hoje que é sexta e vai rolar uma festa e eu quero ir, mesmo se a minha única amiga não for, eu sei que eu vou conhecer alguém cedo ou tarde.

Eu tomei meu café da manhã e fui pra escola, já estava realmente atrasada, mas eu nem me importava, uma aula a menos era como ganhar no cassino, chego na escola e já vou pra minha sala e coloco meus fones de ouvido, não me interesso por nada daqui, e não estou me fazendo de emo e vou dizer que a vida é uma merda, eu realmente já sei todo esse conteúdo e vou passar de ano brincando.

Quando acabou a aula, já comecei a me animar, mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo que iria pra cidadela pois haveria uma grande festa lá, eu gosto de avisar antes porque não quero minha mãe invadindo a cidadela com o FBI, e ela realmente faria isso, mesmo se a cidadela fizer parte do governo.

Nem troquei de roupa, não ligo pra esse tipo de coisa, meu rosto estava apresentável, e eu só tirei meu moletom e guardei na mochila, fui no banheiro retirar a base fortíssima do meu corpo.

Minha mãe não pode jamais saber que eu tenho uma tatuagem e que muito eu uso piercing falso no nariz, em casa sou uma mocinha um pouco rebelde e a noite sou só rebelde.

Depois de 2 horas de viagem chego finalmente na cidadela, e o que eu vejo primeiramente é apenas uma parte da cidadela, que pegou uma enorme parte de uma praia, e de longe você podia ver várias barracas com bebidas, barracas de jogos e várias outras coisas, tinha um local que era propio pra estacionamento, os donos desse local devem estar nadando na grana, eu entro e vou logo me sentando em umas das barracas e peço um copo de guaraná, e começo a mexer no celular e vejo uma mensagem da Jackeline.

-Jackeline : Sua mãe me disse que você foi na cidadela, porque tinha uma GRANDE festa como sempre não é, olha, não repita o mesmo erro que eu cometi, as festas são legais mas tem coisas que acontecem na cidadela que você nem faz ideia, mas como eu sei que você não vai ouvir vou te desejar uma boa festa, mas por favor saia antes que os portões se fechem, é apenas isso que eu tenho a falar.

Não respondi mas admito que me deu um pouco de medo, essa é a minha 3° vez na Cidadela e eu sempre ia embora cedo, porque tinha medo das broncas da minha mãe e principalmente dela inventar de me deixar sem internet, Ah isso não dá de jeito nenhum.

Sem perceber, distraída com meu celular, um rapaz muito bonito senta ao meu lado e o dono da barraca dá uma vodka pra ele, sem mesmo ele pagar, estranhei um pouco mas não falei nada já que isso não é da minha conta, mas ele do nada começa a puxar papo comigo.

???- Primeira vez aqui?

Eu- 3°... *Porque esse cara quer saber quantas vezes eu vim aqui?*

???- hmm...qual é seu nome?

Eu- Kamilla- menti, não ia falar meu nome verdadeiro a um desconhecido.

???- prazer Kamilla, me chamo Amon, não precisa ficar com medo, sou seu amigo agora.

Eu- já que você é meu amigo porque não me paga uma latinha de fanta?

Amon- mas é claro que sim- não precisou nem acenar e o dono da barraquinha já me entregou uma latinha.

Muito estranho..... 

Eu- você é amigo do dono dessa barraca?

Amon- podemos dizer que sou amigos de todos por aqui.

Eu achei ele legal, diferente dos outros, não porque ele me pagou uma latinha de refrigerante e sim pelo seu jeito carismático, conversamos por várias horas sobre assuntos aleatórios, dançamos, jogamos em algumas barracas e fomos descansar em um lugar não muito longe de um local que parecia ser um restaurante de rua.

Eu- você é muito legal para um estranho que pode ser um pedófilo.

Amon- e seu jeito carismático também não é mal.

Conversamos mais um pouco e eu liguei meu celular e vi que era 2:58 puta que pariu já é muito tarde e esse é o horário onde os boatos ganham vida, eu nunca fiquei tão tarde assim, estava começando a ficar com medo e Amon percebeu isso e logo perguntou : 

Amon : aconteceu alguma coisa?

Eu : É que está muito tarde e você sabe que existem vários boatos aqui.

Amon : hm... Eu sei..

Eu : é melhor eu ir pra casa....

Amon : tudo bem foi bom te conhecer azedinha -ele me deu esse apelido escroto

Eu : você não sabe dar apelidos para as pessoas

Antes que ele pudesse falar alguma coisa todas as luzes dos estabelecimentos se apagam, nada está aceso e começa uma imensa gritaria e várias pessoas começam a correr pois alguém ou várias pessoas estavam atirando pra todo lugar.

Eu : AMON?!?? 

Amon : Estou aqui calma.

Eu : QUE PORRA TA ACONTECENDO?

Amon : não sabia, os boatos são reais....

Fiquei em total desespero, não sabia o que fazer, resolvi ligar a lanterna do meu celular quando eu ouvi uma voz feminina me impedir.

??? : NAO FAÇA ISSO, ELES ATIRAM EM QUEM ELES VÊM.

No mesmo lado vejo duas garotas, acendendo a lanterna do seus celulares, pra que meu pai, pra quê??? Foi questão de segundos para as duas caírem sem vida no chão com a testa perfurada por uma bala, eu queria gritar mas o desespero era maior , que me fez ficar calada.

Amon obsrvava tudo sem medo como que ele já soubesse que isso iria acontecer.

Eu : você tem carro? -perguntei ainda com medo.

Amon : tenho sim porque?

Eu : vamos entrar nele e dar um fora daqui.

Amon : mas os portões se fecharam a muito tempo e não dá pra arrombar eles.

Eu : foda-se quem disse que eu iria arrombar aquela merda, se eu soubesse que isso iria acontecer teria ido embora mais cedo, então amigo copera e liga a porra do carro porque eu ainda quero ver o sol nascer mais uma vez.

Amon : o farol vai ligar e eles vão ver onde a gente está.

Eu : ligue o carro bem rápido deve dar tempo pra gente sair daqui, e eu dirijo.

Amon liga o carro super rápido e partimos pra dentro dele, eu piso fundo no acelerador e levo a gente pro lugar mais distante dali.

Amon : pra onde estamos indo?

Eu : estamos saindo do inferno.

Amon : você quis dizer "estamos entrando no inferno"

Eu : você queira ficar lá?

Amon : não mas você não sabe o que está fazendo...cuidad..

Eu só sinto meu corpo ficar leve e a minha visão turva, algo atingiu com muita força o carro fazendo ele capotar 3 vezes e cair de pé e depois dessa eu apago literalmente.

Em que droga eu fui me meter?....



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