História A Cidadela (Interativa) - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como a Nathalie foi a primeira ficha criada, ela vai aparecer no próximo capítulo, com a sua amiga Rose (e o namorado dela) porque esse capítulo foi mais uma continuação do capítulo anterior.

Capítulo 5 - Capitulo 2


Fanfic / Fanfiction A Cidadela (Interativa) - Capítulo 5 - Capitulo 2

Mas que droga tá acontecendo?

Eu me arrependo amargamente de ter ido nessa festa, a Jackeline tinha razão, tem certas coisas que não valem a pena e eu não sabia quase nada da cidadela, se eu tivesse feito uma festa do pijama, mesmo se eu só tivesse a Jackeline de amiga, sem dúvidas, tudo isso seria um pesadelo, minha mãe estaria me acordando e dizendo : "tá tudo bem foi só um sonho" e a Jackeline estaria rindo da minha cara dizendo que eu parecia uma lombriga tendo uma convulsão de tanto que eu mexia desesperada na cama, como eu realmente queria que fosse um pesadelo.

E aquelas duas garotas que eu vi morrer? O que vão acontecer com o corpo delas? Será que a polícia não vai nem sentir falta delas? E a minha mãe, ela deve estar preocupadíssima comigo, por não ter voltado no horário, eu nem sei em que lugar eu estou, mas se eu estiver realmente viva, assim que eu me acordar, eu vou meter o pé daqui e foda-se o Amon, foi mal querido "amigo" mas ainda me resta dúvidas se depois do que aconteceu você ainda esteja vivo, e com certeza absoluta, eu nunca mais na minha vida vou colocar os pés de novo na cidadela.

Eu começo a ouvir vozes, amém eu não vou tentar ouvir, não me interessa o que eles dizem, o importante é que eu estou viva e de acordo com as várias fanfics que as garotas acabam sofrendo um acidente, escutam vozes e acordam depois, está confirmado que eu estou viva e meta da minha ressurreição e sair de onde eu estou o mais rápido possível, sem me importar com merda nenhuma.

Eu começo a acordar e vejo duas pessoas, uma que eu não consigo identificar e a outra possivelmente o Amon, que milagrosamente estava de pé na minha frente sem quase nenhum ferimento, o cara só pode ser Deus pra escapar quase ileso daquele acidente, esse é o verdadeiro milagre.

Eu me acordo completamente e vejo que estou em um tipo de hospital, tá tudo tão branco que estou seriamente pensando se é mesmo um hospital ou uma igreja e estão pedindo pra Deus curar meus ferimentos, assim como fizeram com Amon, comecei a pensar um pouco em relação de como eu sairia daqui, e sem perceber, começei a gesticular com as mãos e fazer uns movimentos, então Amon se pronunciou um pouco preocupado. 

Amon : você está bem?

Eu : eu tenho cara de quem está mal?

Amon : calma azedinha, só estava preocupado.

Eu : eu fiquei preocupada a toa com você, parece que Deus chorou em cima de você e curou completamente seus machucados.

Amon : que nada, eu ainda estou um pouco dolorido, e eu saí quase agora do hospital pra vim te ver.

Eu : uii, vou pensar que você está apaixonado por mim falando isso.

Amon : nossa, é preocupação de amigo.

Eu : tá, tá, onde estamos?

Amon : hmm... é sobre isso que eu queria te falar, estamos no hospital da cidadela.

Eu : Ah ok, diga que eu estou muito agradecida, mas no momento estou sem dinheiro então eu enviarei depois pra pagar as minhas despesas.

Amon : você não está entendendo.

Eu : então querido explica pra mim porque eu quero ir embora, a minha mãe deve estar muito preocupada comigo e eu não quero passar o resto do ano sem internet, então colabora aí vai.

Amon : você não vai mais sair da cidadela..

Eu : PERAI "COMEQUI" É? QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA DIZER ONDE EU DEVO FICAR OU NÃO?

Amon : calma não grita comigo, a culpa não é minha e sim dos meus pais...

Eu : o que seus pais tem haver com isso?

Amon : eles são um dos líderes da cidadela e essa parte é toda nossa.

Eu : então quer dizer que você é filho de pessoas ricas e ainda por cima que são donas de uma grande parte da cidadela?!

Amon : olha eu posso explicar eu só....

Eu : olha Amon eu pensei que você estivesse tentando fazer um amigo e não tentando prender uma pessoa a força.

Amon : a culpa não é minha, as pessoas se relacionam comigo por interesse, então eu tive que mentir, me desculpa mesmo.

Eu : tudo bem, mas como eu faço pra sair daqui?

Amon : você não entendeu, a partir de hoje você mora aqui.

Eu : olha Amon suas piadas não estão me fazendo rir, e já que você é o filho de um dos donos da cidadela, não pode fazer uma exceção pra mim?

Amon : eu ainda sou de menor tenho apenas 17 anos e ainda não herdei o lugar do meu pai, e eu não posso quebrar as regras.

Eu : olha Amon, vou ser bem sincera, foda-se se a sua família é dona de uma parte da cidadela, eu não importo se a sua família é rica e vive no luxo, não vai ser fulaninho de tal e sicraninho de num sei o que, que vai obrigar a ficar aqui, então por bem ou por mal eu vou sair daqui Amon.

Amon : me desculpe, mas não é assim Kamilla.

Eu : Jessie...Jessie Noware

Amon : o que?

Eu : Kamilla não é meu nome verdadeiro, é Jessie Noware.

Amon : então você mentiu sobre o seu nome verdadeiro?

Eu : acha mesmo que eu iria falar meu nome verdadeiro pra um desconhecido?...que seja, agora estamos quites.

Me levanto normalmente e vou até a saída do hospital, Amon não diz nada, se ele acha que eu vou ficar presa aqui e começar a trabalhar como garçonete de um boteco, ele tá muito enganado, e quando eu consigo achar a saida, eu saio e tenho uma enorme surpresa.

Eu : MAS..QUE..PORRA.EÉ.ESSA?

O "diaxi" do hospital ficava em uma colina bem alta que dava visão de um enorme cidade, cheia de habitantes.

Perai a gente não estava em uma praia, como em menos de 24 horas viemos parar em uma colina?

Amon : você não dormiu por 24 horas.. -falou como se tivesse lido a minha mente.

Eu : eu dormi por quanto tempo -falei preocupada.

Amon : por três dias.

 Puta que pariu agora ferrou, minha mãe já deve estar internada em um hospital psiquiátrico de tanto ter surtos de preocupação, a Jackeline nem se fala, ela deve estar se embebedando de Coca-Cola, deve ter turbilhões de mensagens e chamadas não atendidas no meu celular.

Eu : Amon onde estão minhas coisas?

Amon : no quarto onde você estava

Subi sem olhar pra tras, eu tinha que telefonar pra Jackeline e principalmente minha mãe pra avisar que eu estava bem, vi que minhas coisas estavam tudo em cima de um enorme criado mudo e eu já fui logo vasculhando a bolsa, quando me dei conta que meus documentos e meu celular não estavam mais aqui. Nem me importava com os documentos o essencial mesmo no momento era meu celular, ele era o único meio de comunicação que eu tinha.

Eu : Amon.....onde estão as minhas coisas?

Amon : você está segurando elas agora...

Eu : vou perguntar a última vez...CADE.MEU.CELULAR?

Amon : eu sinto muito, eles levaram seu celular, pois você poderia contatar com o exterior.

Eu : e você deixou Amon? Aquele celular era tudo que eu tinha pra falar com a minha família e você deixa eles levarem?!?!

Amon : eu sinto muito Jessie, por favor, não fica com raiva, a culpa não é minha.

Eu : A CULPA É SUA SIM, NÃO ENTENDE QUE EU TENHO FAMÍLIA, EU NÃO VOU PASSAR O RESTO DA VIDA TRABALHANDO COMO GARÇONETE EM UM BOTECO DE MERDA.

Amon : olha, eu entendo que você está com raiva, e com razão, mas você não vai trabalhar de garçonete, você vem comigo pra minha casa, lá você pode ter tudo que quiser.

Eu : VOCÊ NÃO TA ENTENDENDO, EU NAO QUERO PORRA DE DINHEIRO, EU QUERO MINHA FAMÍLIA, EU MINHA AMIGA, EU QUERO MINHA MÃE COMIGO- Eu jamais pensei que iria dizer isso mas eu estou com saudades dos sermões que eu levava dela, com certeza é bem melhor do que isso.

Amon : me desculpe Jessie me desculpe mesmo...

Eu : PARA DE PEDIR DESCULPAS MERDA, NÃO VAI MUDAR PORRA NENHUMA, EU NUNCA DEVERIA TER VINDO A ESSA MALDITA FESTA, DEVERIA TER FICADO EM CASA, ASSISTINDO AS BESTEIRAS QUE PASSAM NA TV.

Amon : Jessie...

Eu : JESSIE É O CARALHO, SE NÃO VAI ME AJUDAR, CAI FORA.

Amon : tudo bem...

Depois que Amon sai do meu quarto, eu me jogo na minha cama, estou com tanta raiva que nem consigo chorar de tristeza, a raiva e bem maior, mas eu vou deixar barato, Amon mentiu pra mim e eu vou mentir pra ele também, vou fingir ser amiga dele, e quando ele menos perceber já terei dado o fora desta maldita cidadela, mesmo que custe anos, eu vou sair daqui, eu jamais vou me render e apodrecer aqui, depois de refletir um pouco, eu finalmente adormeço e começo a sonhar com o melhor dia de todos chamado : "o dia em que eu saí da cidadela"





Notas Finais


Mais um capítulo concluído e mais dor no dedo pra compensar :V ;-;


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