História A Cilada - Capítulo 3


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Malena "Malena0202" Nunes, Marco Tulio "AuthenticGames", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felipe "Febatista" Batista, Felps, Malena0202, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Celps, Malena, Mitw, Youtubers
Exibições 36
Palavras 1.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então, essa história é um flash back do passado do Pac então... Espero que gostem!

Capítulo 3 - Memórias


Ele corria sem fôlego, sua vila pegando fogo atrás dele, lágrimas se jogavam ao vento enquanto suas pernas machucadas procuravam abrigo, havia perdido tudo, sua família, seus amigos, tudo por causa dessa guerra estúpida, ele sentia tanta raiva, ele queria vingança, qualquer coisa que fizesse ele se sentir melhor, o barulho do fogo e dos gritos havia parado, ele pausou sua corrida, respirou fundo ainda com lágrimas no rosto, sentou no chão e não conteu o choro, gritou alto em dor, queria ir de volta para sua família, que família? Ele não tinha mais nenhuma, todos seus pensamentos foram dessipados com o barulho de música e uma luz que vinha da floresta, levantou com suas pernas magras e apenas cobertas com seu calção e blusa que antes branca agora estava cheia de sangue e cinzas, chegou perto da luz e se escondeu nos arbustos, observou e viu uma grande mansão, parecia estar tendo uma festa, ele achou irônico e depois ficou com raiva, como eles podiam estar numa festa quando o mundo inteiro estava em guerra? Ele viu os montes de comida nas mesas, sua boca salivou e seu estômago roncou, ele notou uma passagem pela parte de trás da mansão onde não precisaria enfrentar todas aquelas pessoas, se dirigiu lentamente e furtivo para a porta, ora se escondendo embaixo da mesa, ora se esgueirando pelas paredes, ao abrir a porta e tentar entrar se deparou com uma mulher, com a força do impacto foi jogado para trás, a mulher com seus cabelos loiros então falou:
-Oh! Você está bem?
A mulher passou seus olhos rapidamente pelo garoto notando então seu estado, ela ouviu alguém chegando e então falou o puxando:
-Vem!
Ela o arrastou até uma porta que em seguida ela abriu, o botou rapidamente no que parecia ser um closet e falou fechando a porta:
-Se esconda aqui!
Logo o quarto ficou escuro, Pac não sabia se devia mesmo esperar, mas confiou na mulher, apenas sentou na escuridão e esperou.
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A porta se abriu, o barulho havia parado, a mulher dessa vez estava acompanhada de um homem alto e com os cabelos tão loiros quanto os dela, ela apontou para Pac que estava encolhido e com medo, o homem tirou seu paletó e cobriu-o logo o pegando nos braços, a moça começou a alisar os cabelos de Pac enquanto falava algo, ele não conseguia ouvir pois se sentia ficando inconsciente, logo dormiu.
          Dias se passaram, desde aquele fatídico dia, Pac havia sido acolhido pelos Packagnan, os considerava seus pais adotivos, em um desses dias, uma garota bateu na porta deles, estava em uma condição horrível, ela era mais velha que Pac, parecia ter uns 13 anos, Pac tinha apenas 7, ele ao ver a garota congelando na porta da mansão por extinto tirou o moletom que sua "mãe" havia lhe dado e cobriu a menina, puxou ela para dentro de casa fechando a porta da frente, na mansão não havia empregados, Pac nunca entendeu porque pois pelo que pareciam eles tinham muito dinheiro, Pac então gritou:
-SENHORA PACKAGNAN!
Ela desceu as escadas rapidamente e foi acolher a garota também, puxou ela dos braços de Pac e falou para ele:
-Espere aqui, querido!
Ele parou, por mas que quisesse ajudar, ela o deu uma ordem, pensou: "Não tem problema deixa-la com ela.", Pac resolveu ir para seu quarto, mais um dia se passou.
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Era hora do almoço, a garota estava sentada em uma das milhares cadeiras, o seu nome era Mari, ela tinha um lindo sorrisso, eles estavam comendo, logo a Sr.Packagnan perguntou:
-Então, o que aconteceu com você, docinho?
Ela se encolheu, ainda estava com o moletom que Pac havia lhe dado, ele então falou muito baixo, seria imperceptível se aquele lugar não fosse tão silencioso:
-Eu... Eu não quero ser rude... Eu não... Não me sinto confortável...
O Sr.Packagnan então retrucou:
-Tudo bem mas... Você não confia em nós?
Ela ia falar algo quanta a Senhora falou a cortando:
- Acho que ela tem esse direito, amor.
Ele levantou bruscamente e se direcionou para ela, se curvou para falar no ouvido dela algo, Pac não conseguiu ouvir o que era, ele nunca havia visto este lado deles, o Senhor saiu da sala bufando, a garota começou a chorar, botou sua cabeça entre as pernas e soluçou, a Senhora correu para seu lado e a ajudou a levantar, ela olhou para Pac e disse:
-Pac, termine de comer epara seu quarto.
Ele não entendeu porque mas foi o que ele fez, ela o acolheu, o mínimo que podia fazer era obedecê-la.
                        Era noite, Pac acordou com a Senhora o balançando, ela exclamou:
-Acorda, Pac! Temos uma surpresa para você!
Ele se levantou animado, a Senhora começou a puxá-lo, ela o levou para frente da porta do porão e em seguida a abriu, tudo que ele viu foi as escadas que o levavam para a escuridão, ele notou um líquido vermelho no chão, achou que era tinta e começou a imaginar a surpresa, desceu as escadas com a Senhora, chegou no final, ele não via nada, até que ela ligou a luz. Oh meu deus, ele estava tão errado sobre aquela família, as luzes ligaram e ele conseguiu ver a carnificina, humanos decepados, pendurados de cabeça para baixo, mortos, alguns sem pele, o cheiro fútrido invadiu suas narinas, ele se chocou, olhou e viu no fim da sala Mari com o Senhor Packagnan ao seu lado, ela estava amarrada numa cadeira, armodaçada, como se fosse um animal, ele tampou sua boca para não vomitar, a senhora tocou em seus ombros e sussurrou em seu ouvido:
-Coma-a.
Ele se chocou, sua nuca arrepiou e sentiu algo em seu corpo, seus dentes começaram a ficar grandes e afiados, seus olhos amarelos, sua boca salivou, não controlava mais o seu corpo, pulou na garganta de Mari e começou a destroça-lá, começou a chorar, sentiu nojo de si mesmo, terminou de despedaça-la, abaixou sua cabeça chorando e sentiu a mão em sua cabeça, liga a voz do Sr. Packagnan:
-Bom menino.


Notas Finais


e.e não confiem em estranhos crianças.


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