História A Clínica - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Kibaneji, Leegaa, Narusasu, Saiino, Sakuhina
Exibições 312
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!

Mais um capítulo.
Nesse veremos a resposta deles à proposta da Shizune.

Capítulo 12 - Trocando o Trabalho


Fanfic / Fanfiction A Clínica - Capítulo 12 - Trocando o Trabalho

Naruto Uzumaki:

 

            Depois que nós concordamos com a proposta da Shizune, ela mandou nós nos trocarmos e nos levou até a sala dela, nos mandando sentar e logo indo até uma gaveta e tirando quatro fichas de lá, que eu acho que são dos pacientes.

 

- Aqui. Essas são as fichas dos meus quatro pacientes mais graves. É claro que qualquer coisa vocês podem perguntar pra mim. – ela falou, mostrando os papéis na mão dela – Vocês já ouviram o que eles falaram, então vai ficar mais fácil. Naruto, como você disse que queria cuidar do Sasuke, eu vou deixar ele com você. Aqui tem a ficha dele. – ela falou, me entregando uns papéis.

- Sasuke Uchiha, 16 anos, nascido no dia 23 de Julho de 2000. Aqui diz que ele estudou até o primeiro ano do Ensino Médio... – falei e ela me interrompeu.

- Sim. Depois disso ele ficou internado no hospital e depois veio pra cá. Ele não chegou a concluir o Ensino Médio, o que é uma pena, porque esse garoto é extremamente inteligente. – ela falou e eu me senti mal, a vida dele foi tão difícil e ainda assim, depois que sair daqui, provavelmente também vai ser difícil – Naruto, eu vou deixar você cuidar dele, mas se o tratamento dele regredir ou se acontecer algo a ele, ele volta pra cá e eu não vou permitir que você se aproxime desse garoto. Só estou fazendo essa loucura, porque eu quero que eles tenham uma vida normal.

- Shizune, pode ficar tranquila, eu vou ajudá-lo. Vou fazer ele se recuperar. – falei e ela assentiu, séria.

- Bom, quanto aos outros, os casos deles são um pouco mais simples e eles estão um pouco melhores que o Sasuke, o problema é que todos são anti-sociais e não permitem que ninguém se aproxime e é nisso que eu quero que vocês os ajudem. – ela falou, mostrando três fichas – Aqui, Gaara Sabaku, Hinata e Neji Hyuuga, juntamente com o Sasuke são os meus pacientes mais difíceis. Hinata e Neji não se misturam muito com os outros, eles são muito dependentes um do outro e não se desgrudam e isso não é muito saudável. As únicas pessoas que eles realmente permitem se aproximar é a irmãzinha da Hinata, Hanabi e a tutora deles, Kurenai. Gaara é ainda pior, assim como o Sasuke, ele prefere se isolar, nem mesmo os irmãos ele permite que se aproximem muito. Eu quero que vocês passem o tempo com eles, os ajudem a se misturar com as outras pessoas.

- Tudo bem, pode deixar que eu cuido do Gaara. – Lee falou e ela o olhou desconfiada.

- Vou dizer o mesmo que eu disse ao Naruto Lee, se você fizer esse garoto regredir no tratamento, eu não vou permitir que você se aproxime mais e se você fizer algo a ele, vou arrumar um jeito de que a próxima vez que você aprontar algo, não consiga fazer serviço comunitário, entendeu? – ela falou ameaçadora, entregando a ficha pra ele, que assentiu, com uma cara apavorada – Quanto a vocês dois, sobrou os primos Hyuuga. Como são uma menina e um menino, acho melhor a Hinata ficar com você Sakura e o Neji com você Kiba.

- Ok. – os dois disseram em uníssono, pegando as fichas das mãos dela.

- Podem ir agora e boa sorte. – ela falou e nós nos despedimos e saímos da sala e fomos todos pra minha casa.

- Então... o que faremos? – Sakura perguntou e ninguém respondeu nada, todos estávamos meio perdidos.

- Será que isso foi uma boa ideia mesmo? Quer dizer... e se nós acabarmos prejudicando mais o tratamento deles? Eu não sei o que fazer, nunca estive em uma situação como essa e não sei como minha mãe vai reagir quando eu contar que tenho que levar um desconhecido pra nossa casa. – Kiba falou e eu suspirei, também não sabia como meus pais iriam reagir.

- Eu tô empolgado. Vocês vão ver, vai ser legal. É um desafio. – Lee falou e Kiba rolou os olhos.

- Por que será que eu achei que você diria algo desse tipo? – Kiba falou irônico e recebeu uma careta em resposta e nós acabamos nos empolgando na conversa e nem vimos quando a porta foi aberta e meus pais entraram e ficaram nos olhando desconfiados e irritados, até que finalmente se pronunciaram.

- Muito bonito. Vocês não deveriam estar no serviço comunitário a essa hora? – minha mãe perguntou e nós a olhamos nervosos.

- Deveríamos mãe, mas fomos liberados pra nos prepararmos pra amanhã. – falei e ela me olhou ainda desconfiada.

- O que você quer dizer com isso? Se prepararem pra quê? O que você tá aprontado agora Naruto? – ela perguntou e eu olhei nervoso para o meu pai, que me encarava e respirei fundo, antes de terminar o que tinha que falar.

- Mãe, pai... tem algo que eu preciso falar com vocês. – falei e minha mãe me cortou.

- O que você aprontou agora? – ela falou e eu olhei para os meus amigos pedindo socorro, mas eles não falaram nada, também tinham medo da minha mãe, então respirei fundo novamente e falei de uma vez.

- Mãe, pai... nós vamos ter visitas essa semana. Na verdade visitas não, visita, uma pessoa só. – falei e eles me olharam ainda mais desconfiados.

- Que história é essa Naruto, você está de castigo esqueceu? – minha mãe falou e eu juntei toda a coragem que tinha antes de continuar.

- Eu sei, mas é justamente por isso. Faz parte da nossa punição. Uma das psicólogas lá da clínica, que também é a assistente da diretora resolveu trocar o nosso trabalho e agora ao invés de pintar a clínica, nós vamos ter que cuidar dos pacientes, andar com eles e ajudá-los. E bom... um deles vai ficar aqui em casa. – terminei de falar finalmente, meio receoso e olhei a expressão de espanto dos meus pais, que ficaram paralisados. E agora, o que será que eles vão dizer? Será que eles vão deixar?


Notas Finais


É isso.
E agora, será que eles vão deixar?


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