História A Cobaia- Jungkook - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 20
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um pra vocês :3

Capítulo 2 - Vou descobrir quem é você


Fanfic / Fanfiction A Cobaia- Jungkook - Capítulo 2 - Vou descobrir quem é você

Ao chegar no Galpão ja havia homens trabalhando, principalmente na sala dos computadores, onde os melhores Hackers colocavam "a mão na massa" monitorando os carregamentos de drogas, órgãos para o Mercado Negro, Pedras e joias preciosas roubadas, dinheiro roubados de banco, o dinheiroque que rodava nas Boates, etc. Tudo era monitorado por meio de via Satelite, e comunicação com equipes especializadas de cada ação.

Quem entrasse na sala diria que eram aquelas pessoas que trabalham como telemarketing.

Haviam outras salas na que eram para treinamentos, combates corpo a corpo, armas brancas, pesadas, etc.

Tinha uma sala que ficava na parte de cima, para reuniões. Outras tinham tinham guardado armas, drogas, dinheiro.

Esse eram só um, de vários galpões que continham neles a mesma coisa daqui.

Entretanto, esse era o Galpão principal da cidade. A diferença do principal para os outros é que os outros ficavam afastados das cidades, esse daqui, só tinha o nome de Galpão, aparentemente ele era um prédio moderno localizado numa das ruas pricipais de Seoul,  quem entrasse acharia que é uma mera empresa. No entanto, uma das salas tinha uma passagem secreta para o subterrâneo, onde ficava o "Verdadeiro Galpão ". É aqui que eu estou.

Os seguranças que guardavam a porta de entrada acenaram pra mim de cabeça recebendo em resposta o mesmo aceno.

Entrei olhando tudo. Estava tudo em ordem.

Fui andando ,na minha habitual postura militar, para o meu escritório, no caminho esbarrei com um dos Hackers, Anna, uma mulher de estatura média, pele branca e cabelos negros e curtos. Seu andar era apressado.

- Te achei ! Onde estava ? - perguntava de forma histérica.

- Não te devo satisfação- respondi simplista.

Ela revirou os olhos com minha resposta grosseira e começou a me empurrar em direção a sala de reuniões. Pelo menos tentava, eu não movia um músculo.

- Vamos ! O Chefe quer falar com você!- Anna me olhou irritada com minha teimosia. Comecei a me mover andando devagar até a sala enquanto a mesma tentava me puxar pra ir mais rápido.

Ao chegar lá, a sala estava vazia, sentei numa cadeira e suspirei me preparando psicologicamente para escutar o meu chefe. Kim Jaejong.

A Mesa soltou um suave som de notificação, aparecendo um ponto branco piscando a minha frente .

Com um simples toque revelou o holograma de uma vídeo chamada, mostrando a imagem do meu Chefe de terno, com seu habitual cabelo arrepiado.

- Como vai senhor? - perguntei por educação, acenei com a cabeça formalmente. Eu não estava nem aí pra ele.

- Helena, tenho uma tarefa pra você. Na verdade, um problema.

 - A dois dias, a exatamente 02:45 da manhã, houve um desvio de carregamento de dinheiro. Mais de 10 milhões. Não conseguimos descobrir como aconteceu, porque houve um bloqueio no sistema e os Hackers não conseguiram mais monitorar. Mandei um grupo de busca na mesma hora, porém não voltaram mais. E até agora o sistema de rastramento da Van está bloqueado por um vírus maligno.

- Tem ideia de quem Seja?- perguntei pensativa.

- Não, as Máfias não são loucas de se meter com a gente...- Ele parou um pouco e arregalou os olhos como se tivesse achado o problema, sua expressão mudou para ódio.

- Os Bangtan- Sussurou entre dentes, só faltava espumar de ódio, suspirou tentando se controlar - não vou fazer tempestade num copo d'agua, não ainda. Mas se eu descobrir que foram eles, vão pagar. Quero que investigue isso pra mim. E quando encontrar o dono dessa bagunça. Mate-o.

A chamada foi encerrada e eu me levantei prontamente, indo para a sala de armas, pegando duas Pitolas e uma Rifle de longa distância, caso de eu precisasse.

Peguei tudo, colocando dentro de uma bolsa e pegando um carro no estacionamento subterrâneo do prédio. Seja lá quem foi que fez isso, mexeu com fogo.

Entrei dentro da lamborguini aventador preta e fui para o endereço do último local monitorado do carro da entrega.

Peguei o Ipad, olhando onde a rota parou, ele ainda seguia o seu destino quando perderam o contato. Cheguei no último ponto, parei o veículo num canto da rua e analisei o lugar.

Era uma rua com pouco movimento de carros e pessoas. No outro lado da rua havia uma cafeteria. Que estava pra ser aberta, olhei a hora no relógio, do carro e eram 05:40 . Provavelmente apartir das 06:00 h ela abriria. Eu podia enxergar nitidamente o movimento por dentro do estabelecimento.

Sai do carro colocando meu óculos esportivos, andei calmamente,  respirei fundo, foi aí que eu senti, fragmentos do cheiro de povora. Olhei ao redor minuciosamente encontrando uma cápsula de bala vazia. Peguei uma luva no carro e um saquinho coloquei a bala dentro e guardei. Voltei para o "local do crime" olhei a pista, encontrando pequenas marcas de pneu. Se eu estiver certa, A Van havia freado bruscamente. Algo os impediu de continuar o trajeto, então ouve tiros. Atigiram os homens de forma certeira, se livraram dos corpos e pegaram o caminhão. Tudo calculado, eles sabiam que esse trajeto iria ser percorrido para levar uma das cargas. Só alguém infiltrado para saber dessas informações. Se Hackeassem o sistema, seriam descobertos.

Franzi o cenho com a enxurrada de pensamentos, minha mente trabalhava a mil.

Voltei para perto do carro me enconstando no mesmo, observando o movimento lento da Rua enquanto pensava em como alguém conseguiria essa façanha.

Até que algo me chamou atenção. Olhei a hora, no pulso, marcavam 06:00 h olhei para a Cafeteria, estava aberta. Não demorou muito, chegou um carro, Mercedes Z4, dele saiu um Moreno de cabelos castanhos, usava óculos e uma faixa na cabeça , as roupas eram um uniforme de pizzaria, esquisito. Ele entrou distraído na cafeteria, estreitei os olhos. Por que alguém com uma Mercedes usaria um uniforme de pizzaria ?. O Celular tocou no banco do passageiro, desviando minha atenção, entrei no carro e atendi a ligação, era do galpão.

" Agente 179! Precisamos de sua presença urgente" - um dos soldados do galpão falou. Pela voz parecia ser algo sério. Escutei barulhos de vozes discutindo no local.

- Estou indo Aí- desliguei o telefone, liguei o carro e arranquei dali.

De volta no Galpão, encontrei uma bagunça, pessoas andavam de um lado pro outro, Homens estavam se armando. Fui até Anna que teclava rapidamente no computador.

- Qual a Situação?- peguntei.

- Atacaram um galpão que fica na zona Leste da Cidade.

- Atentado ? - perguntei analisando o que estava fazendo, olhando o sistema de câmeras de segurança do Galpão.

Só a da rua estava funcionando, e mostrava o prédio destruído e pegando fogo.

- Volta a imagem 30 minutos antes.- Falei.

Anna começou a voltar. Enquanto ela voltava, mostrou motoqueiro chegando.

- Para! Volta uns minutos depois.

Assim que ela voltou, parou na imagem de um motoqueiro chegando na porta do prédio.

Pedi para que aproximasse revelando um homem de boné e uniforme de pizzaria, sua moto era personalizada. Lembrei do cara que eu vi na porta da Cafeteria.

- Merda !- Bati na mesa com raiva. Anna se assustou com meu ataque, pulando da cadeira.

- Isso ! Quebra ! Eu ainda gosto dessa mesa, ta!?- ignorei seu comentário.

Olhei para a tela do computador que tinha a imagem pausada do rapaz.

- Quero que descubra quem é esse Cara- apontei para a tela- O que conseguir. - sai de perto dela e peguei minha moto de volta. Iria voltar aquele lugar, talvez ainda esteja na Cafeteria. Ele também pode ser responsável pelo desvio do carregamento de dinheiro.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ;)


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