História A common dream - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Beijada Por Um Anjo
Tags Romance
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Palavras 736
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Cap. 2


- Então, acho que vai ser legal na nova cidade, né?! Tudo novo, bem emocionante. -falo sem pensar nas palavras, apenas digo para acabar com tal assunto

- Pois é, mas de deixa continuar? Eu quero falar sobre nós dois.

- Nós dois não! Nossa amizade, não existe e nunca existiu nós dois!

- Nossa desculpa, não sabia que ficaria irritada com essa minha tentativa de me declarar para você…-fala parecendo desanimado

- Não, não. Me desculpa, é só que passei 2 anos gostando de você e você nunca sentiu nada por mim, agora me aparece com essa história, parece que só ta falando essas coisas pra me convercer a ficar.

- Lógico que não, eu gosto de você. Bom, não posso te prender aqui contra sua vontade, mas se quisesse ficar eu te adotava. -ele fala e começa a me fitar com os olhos.

- Acho que seria legal ser sua enteada. -falo e começo a rir

- Óh não! Não era esse tipo de adoção que eu estava sugerindo. -fala com um sorriso malicioso brotando em sua face

- Aah sim. -falo sem graça

- Você é bonitinha, sabe?! Mas acaba ficando linda com as bochechas avermelhadas de vergonha. -fala e sorri logo depois

- Obrigada, eu acho. -começo a fitar seu rosto e cara, como ele é lindo.

- Bom, como não posso te mater em cativeiro por aqui, eu quero me despedir direito.

- Como as… -ele me interrompe selando nossos lábios, envolvendo minha cintura com uma de suas mãos e elevando a outra até minha nuca, em um beijo envolvente. Acaba mordendo meu lábio inferior e me olha com um sorriso no canto da boca, deixando-me sem graça.

- SOPHIAAA! -Camila grita ao me procurar

- AQUI! -grito já em pé com os braços levantados para chamar a atenção dela.

- Aah, ai está você! Vamos! Já está na hora de ir pra casa.

- Mas já?! -Eduardo arregalou seus belos olhos

- Sim, ela vai embora amanhã! E eu como boa amiga que sou tenho que ajuda-la a se acordar, se preparar, etc..

- Você quer se livrar de mim mais rápido isso sim! -falo fazendo uma carinha de choro e com a mão em meu coração para enfatizar o falso drama.

- Eeeeu?! Lógico que não! Por mim você nem iria embora! -Camila disse parecendo um pouco irritada com minha acusação a ela.

- Mas é ela…

- Seus pais não estão aqui, lá você vai conhecer novas pessoas e poderá ter novas e várias oportunidades para o seu futuro. Nós já sabemos! -fala revirando os seu olhos, mostrando que o único sentimento agora é frustração.

- Camila nos deixa a sós, por favor! -falo juntando as mãos em gestos como se estivesse suplicando a ela.

- Arg, beleza! -fala revirando os olhos

- Obrigado. -falo e abro um pequeno sorriso para Eduardo enquanto ela sai

- Então, sobre o que vamos falar agora que ela acabou de sair?

- Bom, queria falar sobre minha mudança sem que você reclame… Pode ser?

- Claro! Pode ir falando, percebi que o máximo que posso ser pra você é um psicólogo.

- Saiba que já pensei em você como algo a mais que amigo, lembra?! Eu gostava de você, seu bocó! Bom, eu vou viver outra vida, melhor ou pior que a de agora. Talvez eu tenha bons, ótimos, maravilhosos, perfeitos amigos ou então, ruins, péssimos, horríveis, tenebrosos inimigos. Mas de qualquer forma eu vou sentir falta de vocês todo dia me enchendo o saco e falando que eu sou nazista, embora eu não tenha culpa por gostar tanto da Segunda Guerra Mundial… bom o que eu estou tentando falar é que, por mais que eu ganhe ou perca coisas nessa mudança, eu sempre vou te amar.

- UAU! Você está se declarando para mim?! -fala alto e impressionado

- Eei! Primeiro: fala baixo e segundo: não estou me declarando!

- Ok! -revira os olhos- Mas disse que me ama…

- Amo! Mas como um amigo! -sorrio e faço um coração com as mãos.

- Abom, mas ao menos me ama como amigo, isso já é um começo! -ele sorri, mas mal sabe aquele belo rapaz que, na verdade, isso é meio que um fim.

- Não confunda nada!

- Tudo bem! Nada de falsas esperanças!

-Bom, acho que já vou indo. Até qualquer dia, semana, mês, bimestre, trimestre, semestre, ano ou sei lá o quê.

- Antes de ir, quero me despedir novamente…

Ele me encara e sorri, envolve-me em seus braços e e sela nossos lábios.



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