História A Companheira do Supremo Alpha - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Ciumes, Companheira, Companheiro, Conflito, Fuga, Guerra, Lobisomem, Lobos, Luna, Sobrenatural, Suprema, Suspense, Vampiros
Visualizações 484
Palavras 2.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - 01


Hannah Narrando:

_ Hi, my name is Hannah, and you? - Aqui estou eu, na minha aula de inglês. Fica aqui entre nós. Sou considerada uma das melhor aluna daqui e só tenho um único mês aqui.

Tenho um tamanho normal, sou morena com cabelos ondulados, que batem no meio de minhas costas. Tenho olhos azuis e pele clara, sou nerd porque, eu querendo ou não eu aprendo rápido as coisas, prestando ou não atenção. Vai entender...

Gosto de esporte, minha nota em Ed. Física é 10,00. Minhas amigas dizem que eu não mereço 10,00, e sim 10,05...

Eu gosto tanto de esporte que pratico quatro artes marciais; Kung Fu, Jiu Jitsu, Judô e Capoeira. Por isso tenho um corpo de dar inveja, mais não ligo para isso, contanto que tenha saúde. A capoeira é minha preferida, eu faço desde criança.

Faz apenas 2 meses que tou no Kung Fu, ou seja sou novata e vou indo muito bem.

Fala sério escola é um saco neh? Não vejo a hora de sair daqui. Aff cadê o sinal do intervalo enh? Terminei meu exército de Inglês o prof corrigiu, e eu volto para meu cantinho na janela. Tou quase pegando no sono quando o sinal bate fazendo eu pular da cadeira. Mais dou aleluia que seja o sinal e não a Mônica.

Me desperto, pego meu material, sigo para o corredor e depois para os armários e o guardo. Assim que fecho a porra do armário alguém tromba em mim e eu caio no chão. Muito bem, quem foi o engraçadinho?

Olha para cima e vejo o Nathan, um cara problemático que não larga do meu pé. Não ha um jacaré, que gruda no pé, como ele.

_ Olá gatinha. - diz ele acariciando meu rosto.

_ Fala logo! - digo sem paciência tirando a mão dele do meu rosto.

_ Nossa que agressividade. - fale ele. Levanto a sombrancelha com ironia. Coitado não sabe de nada inocente - Muito bem gatinha, quero que faça meu trabalho de história e me entregue segunda.

Se ta bem? Faz você, folgado - hoje é sexta, e esse folgado acha que vou desmarcar meu encontro de final de semana com minhas amigas. E deixar de ir no treino da minha sagrada capoeira, só para fazer um trabalho de historia para esse folgado. Até parece - Você acha que não tenho nada melhor para fazer não?

Me viro para ir ao refeitório, mais ele segura meu braço e me prensa na parede.

_ Você vai fazer ou... - Diz ele, mas eu o corto.

_ Ou o que?! - Digo com um sorriso convencido, o provocando.

_ Ou... - ele chega perto do meu ouvido e diz sussurrando - Eu a levarei a um hotel. E poderei ter o prazer que seu corpo tem a me oferecer, junto de meus amigos.

Então ele sai/desgruda de mim e some. Isso realmente me arrepiou. Então é isso. Melhor eu me cuidar, eu posso lutar bem, ser rápida e tal mas eu sempre tenho três regras básicas de um combate. E a primeira regra diz: Nunca subestime seu inimigo/oponente. Sabe se lá o que esse loco fará. Mais uma coisa é fato; eu não farei trabalho nenhum, para folgado nenhum.

Dois dias depois:

O final de semana foi tranquilo, treinei muito para estar em boa forma. Caso aquele babaca venha me incomodar de novo. Não fiz o trabalho dele e nem vou fazer. Quero ver se ele é homem.

Acabo de entrar na escola, pego meus materiais no armário e sigo para sala de aula, que estou atrasada. Chego Bato na porta e pergunto se posso entrar.

_ Posso saber o motivo do atraso senhorita - Pergunta o professor de Matemática Antônio.

_ Desculpa, eu tava fazendo um trabalho escolar antes de vir para a escola, e perdi o horário - Sim eu tava fazendo um trabalho, mas é o meu  trabalho de ciências. Olhei para o Nathan e ele tava com um sorriso satisfeito no rosto, coitado...

_ Tudo bem. Entre senhorita - Sou praticamente uma das alunas preferida dos professores. Não gosto de estudar, mais tenho minhas responsabilidade e meus deveres, que sempre dou o meu melhor. Porque se você for fazer alguma coisa, faça bem feito.

Horas depois:

As aulas passaram rápidas e chegou a hora do intervalo. "O intervalo", onde o Nathan sem duvidas vira me pedir o trabalho. E sempre que penso nisso sinto um arrepio nas espinha...

Saio da sala rumo ao meu armário. Depois de algum tempo, chego. O abro e guardo minhas coisas. Assim que fecho dou de cara com um bicho

_ Haa - dou um grito leve pelo susto, mais é só o Nathan - Quem me matar do coração, me fazendo ver de perto uma cara como essa?!

_ Ra,ra,ra. Muito engraçado - Fala ele fingindo uma cara de sarcasmo. - Agora me de meu trabalho - diz ele estendendo a mão.

_ Que trabalho? - digo fazendo uma cara de desentendida

_ Meu trabalho. O de história. - Fala ele sério - você disse que fez. Me da ele - fala ainda estendendo mão.

_ Eu nunca disse que fiz. - Falo com um sorriso. - O trabalho que eu fiz foi de outra matéria. É o meu trabalho - digo destacando o meu

_ Você não fez? - pergunta ele

_ Obvio que não - digo séria.

_ Então você sabe o que ira acontecer não é - diz ele me olhando maliciosamente. O que, me causa arrepio.

_ Se tiver coragem de cumprir com sua ameaça. Talvez - digo e saio andando rumo ao refeitório.

Sento junto a minhas amigas Natalia, Letícia, Alice, Pedro e Júlia. Ficamos conversando. até que a Mônica aparece com suas seguidoras.

Eu mereço...

_ Oi Rã. - diz ela. Ela me chama de rã, porque meu nome e Hannah e as primeira sílaba "Ha" se fala Rã. Ou seja, embora meu nome se escreva "Hannah" se fala "Rãnnah"

_ Oi dentuça - digo eu. Por causa de seu nome "Monica" - o que faz aqui, perdeu algum dente? Ou quer perder algum dente?

_ Quero que você faça meu trabalho de historia - diz ela. Como assim? De novo esse tal trabalho de historia?

_ Você também! Afinal do que se trata esse trabalho? - pergunto

_ Compensação de falta - diz ela

_ Não! Vou fazer sua folgada - digo. Mônica uma garota patricinha, folgada e metida. Ela gosta de se agarrar com os meninos mais nunca vai para cama com eles, o que é estranho considerando a personalidade dela.

Ela é estranhamente forte, rápida, ágil e luta bem. Não sei como.

_ Vai fazer você mesmo! - digo e o sinal bate, então dou as costas para ela e volto para sala.

Aidan Narrando:

Bom aqui estou eu na minha forma lupina, patrulhando o perímetro do meu território e marcando ele. Todo mês tenho que remarcar meu território. Isso, para que outros lobos de outras alcatéia, não cheguem ultrapasse meu território.

Gosto de patrulhar o perímetro sozinho, sem ninguém me incomodar. Fico em paz, só eu e meu lobo.

Cada patrulhamento demora três dias, e nesse tempo meus Betas ficam cuidando da alcatéia.

Estou voltando ao castelo, pois já terminei a algumas horas. Meu nome é Aidan Adams, sou Soberano Rei dos Vampiros e Supremo Alpha dos lobisomens. Os Soberanos vivem em castelos, e os supremos em casas de luxo ou até castelo.

Sou alto tenho cabelos castanhos escuro, sou forte e Robusto e minha cor é um morena. Meu lobo é totalmente preto e maior que qualquer outro, e se chama Scoot.

Ao avistar o castelo eu volto a minha forma humana. Como estou nu, vou atrás de uma arvore e pego uma bermuda. Nós lobos escondemos roupas por todo o território para podemos nos vestir, depois que voltamos a forna humana.

Volto ao meu castelo e vou para meu quarto que é na torre mais alta de todas, se pensar em conto de fadas ou princesa, você morre!

Chego lá e me deito na cama, estou entediado, acho que vou numa balada na cidade hoje. Pego uma qualquer transo e volto para casa.

Hanna Narrando:

As aulas acabaram e agora estou saido da academia onde treino jiu jitsu. Vou para casa e no caminho eu vejo o Nathan e seu amigos me olhando maliciosamente.

Ele começa a se aproximar, mas para ao perceber que sou barrada pela Natalia, toda doida, me puxando para casa.

Ao chegar em casa, sou puxada para as escadas, rumo ao meu quarto.

_ Da pra dizer o que foi? - Pergunto, enquanto tento, não tropeçar em algum degrau. Ao chegar em meu quarto, encontro todos os meus amigos se arrumando

_ O que ta acontecendo aqui? - digo batendo o pé fazendo pose de raiva.

_ VAAMOS HA UM BALADA!!! - diz o Pedro gritando. Pedro tem cabelos pretos, olhos pretos e um corpo malhado. Porém, é grande desperdício ele ser gay.

_ Se eu falar não. Não vai adianta neh? - falo já sabendo a resposta.

_ Óbvio - Diz a Júlia me empurrando para o banheiro. Mais antes olho no relógio e vejo que são 20:00 horas.

Tomei um banho demorado, depois sai e fui ao closet. Coloquei um vestido curto e justo, de cor preto. Uma meia causa meio transparente, de cor marrom, e um sapato de salto alto preto.

O Pedro fez minha maquiagem deixando meu olho em em esfumaçado preto. Segundo ele, é para ornar com o vestido.

Coloquei um brilho labial de morando. A Júlia fez chapinha no meu cabelo e beybyliss nas pontas. Com tudo pronto partimos para balada.

Aidan Narrando:

Aqui estou eu na balada, estou no andar de cima na área VIP, vendo as garotas dançarem e rebolarem. Estou analisando para ver qual é a mais gostosa para mim hoje. Até que entra uma que me chama a atenção. Estava toda de preto. Um vestido curto e justo preto, salto alto preto, olhos maquiados de preto.

Vendo essa mulher meu amiguinho aqui em baixo deu sinal de vida.

_ É ela - Falo a mim mesmo em meus pensamentos - É ela que eu vou fude hoje...

Eu sempre consigo o que quero, se ela não quiser eu posso e hipnotisa-la. Mais eu gosto de ameaçar e fazer a força. É mais divertido.

Vejo ela beber um pouco e ir dançar, não da para sentir seu cheiro, pois tem muita gente. Mais não a perco de vista assim que ela sair da boate vou leva-la a um hotel

Horas depois:

A hora passou e agora estou com uma humana puta, rebolando no meu colo. Eu poderia fude-la mais já escolhi e algo me diz que será divertido.

Vejo aquela garota finalmente sair, tiro essa mulher de cima de mim e vou atrás da minha presa, sem me importa com os pedidos de número telefônico da puta.

Sou um híbrido, com isso facilmente subo no telhado e fico olhando ela. Vou segui-la até ela se afastar um pouco da boate, daí eu pego ela.

Vejo cinco homens se aproximando dela. Eles começão a agarra-la.

Não sei porque isso irrita tanto meu lobo. Talvez seja, porque eu a vi primeiro... não é outra coisa.

Ela começa a se debater e a lutar com eles. Levanto uma sombrancelha ao ver os golpes que ela usa. Até que ela luta bem.

Porém, bate uma corrente forte de ar e sinto o cheiro dela. Um cheiro de terra molhada com morando silvestre. Esse cheiro me enlouquece, me faz ficar duro e me faz ter imaginação pervertida com ela. Ao senti esse cheiro, tenho uma visão.

_ Meu - Ouço sua voz em minha mente.

_ Minha - Falo ao sentir seu cheiro mais forte.

--*--

_ ... A Luna da alcatéia, Lua Sangue de Lobo - Falo ao apresenta-la como Suprema Luna.

Depois de apresenta-la. Eu a viro, deixando-a de frente para mim. Aproximo nossos rostos, enquanto olho para seus olhos e boca. Até que finalmente sinto seus lábios no meu.

Após ter essa visão, e sentir seu cheiro. Sinto meu lobo acordar, em seguida, sinto meus olhos vermelhos, então meu lobo grita

_ COMPANHEIRA!!! - grita meu lobo, não acredito. Ela é minha companheira...

_ Minha... - disse eu por puro extinto. Após todos esses séculos eu a encontrei... Finalmente a encontrei

Olho para eles tentando agarra-la e meu sangue ferve. Vou matar todos por ousar tocar com essa brutalidade na minha mulher!

Vejo um deles chegar por trás e colocar algo na boca e nariz dela, a fazendo desmaia. Isso foi a gota d'água.

Em um piscar de olhos chego até eles, e arranco a cabeça do desgraçado, que a desmaio.

Vejo seus amigos surpresos e me olhando. Vou ate um deles e arranco o coração enquanto corto a cabeça de outro. Olho para os dois que sobrou.

Com minha velocidade sobrenatural chego até um deles, pegando sua cabeça e a arrancando vagarosamente. Ele grita de dor, me dando o prazer que quero. Depois de arranca a cabeça, a jogo no chão.

Olho para seu amigo, e o vejo fugindo.

_ Covarde. - Falo e depois uso minha velocidade e chego até ele, pegando em seu pescoço.

Rapidamente mordo seu pescoço, bebendo seu sangue. Com uma mão, perfuro sua barriga, pegando em seu sua tripa e a arrancando.

Depois de deixa ele cair morto no cão. Novamente, uso minha velocidade sobrenatural e chego até minha companheira.

Apoio sua cabeça em minha perna e a observo.

_ Tão linda... - Sussurro ao ver sua linda beleza. Acaricio seu rosto, macio e perfeito, sem me importa com os rastros de sangue, que meu dedo faz.

Pego minha Luna em estilo noiva, en meu colo, e começo a voltar ao castelo.

_ Minha Luna... 



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