História A Companheira do Supremo Alpha - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Ciumes, Companheira, Companheiro, Conflito, Fuga, Guerra, Lobisomem, Lobos, Luna, Sobrenatural, Suprema, Suspense, Vampiros
Visualizações 1.115
Palavras 1.858
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - 06


Fanfic / Fanfiction A Companheira do Supremo Alpha - Capítulo 6 - 06

Hannah Narrando:

_ Como sabia que eu estava aqui?! - Pergunto séria.

_ Você não levou nada do castelo. - Fala ele, sério. - Se fosse viajar, precisaria pegar suas coisas. - Fala dando a volta na poltrona - Ou viria para sua casa.

Era óbvio que eu faria isso. E ele foi esperto e deduzir isso. Na próxima vez, será diferente. Vou ser mais cautelosa.

_ Vamos voltar - Fala calmo e sério. Ele sempre é sério assim?

_ Não vou a lugar nenhum com você! - Falo séria e com raiva, enquanto o enfrento.

_ Ha você vai - Fala ele sério - Nem que eu tenha que usar a violência, você volta comigo.

_ E o que você vai fazer? - Pergunto séria, o enfrentando. - Me bater?

_ Não fale asneiras - Fala caminhando lentamente até mim - Só se eu estivesse totalmente descontrolado para bater em minha companheira.

_ Então o que vai fazer para me obrigar a ir com você? - Novamente o enfrento.

_ Coloco fogo nessa casa, com tudo aqui dentro - Fala ele, sério.

_ Não faria isso! - Falo chocada. As coisas de minha avó estão aqui dentro. Objetos com valor sentimental. Lembranças. Ele não pode fazer isso!

Aidan estala os dedos duas vezes. Os homens que estavam sentados no meu sofá se levantam, pegando uma caixa e a abrindo.

Nessa caixa tinha alguns galões de gasolina, e uma caixa de fósforo.

_ Não pode fazer isso! - Falo com raiva dele.

_ Será? - Pegunta com ironia na voz - Venha comigo e não farei nada. - Fala ele apoiando o joelho no encosto do sofá, enquanto segura em sua sinta, com uma de suas mãos. Com a outra mão, ele meche no bolso de sua calça, e pega um papel. Ele virá a cabeça, me olhando sério e calmo.

_ Que perdição... - Falo a mim mesma em meus pensamentos. Balanço levemente minha cabeça, para afasta esse pensamento - Foco Hannah, foco.

_ Acho que isso é seu. - Fala me estendendo o papel que havia tirado - Estava em sua roupa quando eu a encontrei.

Era uma conta que eu tinha que pagar com uma consultora de cosméticos. Ela estaria na balada, e eu queria aproveita para paga-la. Mas acabei esquecendo. Nessa conta havia meu endereço. Talvez seja assim que ele descobriu onde moro.

_ Lhe dou cinco minutos para arrumar suas coisas - Fala ele sério - Se, quiser levar algo.

_ Eu te odeio. - Falo com raiva e subo para o quarto. Que ódio desse cara!!

Pego minha mochila e coloco as coisas mais importantes para mim. Coloco algumas peças de roupa que eu adoro, enquanto tento achar uma forma de fugir.

_ O celular - Falo a mim mesma. Começo revista o quarto a procura dele. - Que droga!

_ Já está pronta? - Ouço a voz do Aidan.

_ Porque não vai tomar naquele lugar e me deixa tem paz?! - Pergunto com raiva e volto a arrumar minhas coisas.

_ Talvez, se você vier tomar comigo. - Fala sério. Essa seriedade já está me irritando. 

_ O que eu fiz para merecer isso, meu Deus...? - Pergunto sussurrando.

_ Não diga isso. - Fala ele calmo. - Pode me odiar agora, mas ira me amar um dia.

_ Jamais irei te amar! - Falo com raiva e me jogo na cama, depois que termino de arrumar minhas coisas na mochila.

_ Terminou? - Pergunta ele, sério. - Se sim, antão vamos.

_ Vai pro inferno - Falo de mal humor.

_ Se ele existe, estou condenado a ele. - Fala sério. - Agora vamos.

_ Sempre uma resposta... - Sussurro.

_ É. Agora vamos. - Fala ele sério. Ele ouviu o que eu disse?

_ Não! - Falo. - Não vou a lugar nenhum! - Falo, e ouço ele rosnar. - Saia da minha casa!

_ Vou sair, mas você vêm comigo. - Fala ele firme. - E se não vier, já sabe o que acontece.

_ Quer colocar fogo em minha casa? Então coloca! - Falo o ameaçando. - Eu. Não. Saio. Da. Qui! - Falo pausadamente - Nem que eu morra queimada.

_ Já que não quer ir por bem. - Fala sério - Vai vir por mal.

Ele usa sua velocidade sobrenatural e vêm até mim, me pegando pelo braço.

_ Me solta! - Falo com raiva.

_ Não. - Fala ele me puxando. Ele pega minha mochila e sai do meu quarto me puxando.

_ Me solta seu troglodita!! - Falo me debatendo. Ele parece não me ouvir. Por isso, com raiva eu chuto seu traseiro.

Ele para de andar e se vira, me olhando. Ele me prensa na parede, colando nossos corpos.

_ Se quer encosta em minha bunda. É só pedir. - Fala sério, me deixando com mais raiva.

_ Prefiro o elemento surpresa - Falo no mesmo tom que ele. - Como esse!

Falo dando uma joelhada em seu "ponto fraco". Ele se afasta de mim, com a mão em seu "ponto fraco". Aproveito isso e pego minha mochila, voltando a subir para o quarto.

Quando estava prestes a fechar a porta, sinto alguém a segurar. Olho e vejo ele, com os olhos vermelhos. É impressão, ou ele se recupera rápido?

_ Me deixa em paz!! - Falo tentando fechar a porta. Porém ele a empurra, e a abre. Já que é muito mais forte que eu. - Vai em bora!

_ Só quando vier comigo - Fala ele sério. Eu me afasto dele, dando alguns passos para trás.

_ Não! - Falo firme. Me sento na cama e continuo a me afasta dele.

_ Você não tem escolha. - Fala ele se aproximando de mim.

_ Me deixa em paz! - Falo sentindo uma lágrima solitária cair pelo meu rosto. - Me deixa em paz... - Falo baixo sentindo mais lágrimas cai em meu rosto.

_ Não chore meu anjo... - Ouço sua voz em um tom sereno, perto de mim. Me assusto ao percebe a distância que está de mim. Nem percebi sua aproximação - Não gosto de vê-la triste.

_ Então me deixa em paz. - Falo olhando em seu rosto.

_ Nunca vou deixa-la. - Fala com seriedade em suas palavras. - Não resista e volte comigo.

_ Não quero volta com você! - Falo com raiva

_ Então você não me deixa escolha. - Fala ele sério. Ele segura minha cabeça com ambas as mãos e olha fundo em meus olhos - Durma...

Aidan Narrando:

Sinto seu corpo ficar mole. E as poucos seus olhos se fecham, a fazendo cair em sono.

Antes de sua cabeça e corpo cair na cama, eu a seguro, fazendo ela apóia sua cabeça em meu ombro.

_ Quando acorda, recebera a punição por me desobedecer. - Falo enquanto acaricio seus cabelos. - Bons sonhos minha Luna...

Pego ela em meu colo, no estilo noiva. Pego sua mochila e a carrego de volta ao andar a baixo de sua casa.

Sua casa é de tamanho médio, mas é bem arrumada e bonita.

Depois de descer as escadas com ela no colo, avisto dois de meus betas e alguns homens.

_ Luck, você dirige - Falo a um de meus betas.

Luck não diz nada e sai da casa. O sigo com minha Luna no colo, até chegar a minha BMW preta, e entrar.

Então Luck volta a dirigir de volta a alcatéia.

Dia seguinte:

Nesses últimos dias, o tempo está chuvoso. Vai permanece assim até amanhã. Meu lobo sente isso.

Estou no meu escritório trabalhando, enquanto penso na minha fêmea.

Meu lobo está irritado com a fuga da Hannah. Ele quer dar uma punição a ela, para ela não fugir mais. Não sou contra. Ela deve ser punida por fugir de seu macho, me desobedecendo.

A Lua sempre faz os companheiros serem compatíveis um para o outro. Se o macho gosta de determinado tipo, corpo ou personalidade de uma mulher. A Companheira dele, terá essas características.

Que homem não gosta de mulher bonita? Por esse motivo, todos as nossas companheiras são lindas.

Eu sempre quis uma mulher linda, extrovertida, esperta e principalmente, com dignidade. Sempre desejei que minha companheira fosse uma mulher forte, que nunca fosse submissa a ninguém, exceto eu. Uma fêmea, que apesar de forte, precise de minha proteção. Uma fêmea com dignidade, que não corre atrás de outros macho, exceto eu. Uma mulher difícil, entretanto, carinhosa, gentil e delicada. Uma linda rosa com espinhos, com um protetor, que seria eu.

Hannah, minha companheira, é exatamente assim. Contém uma beleza de dar inveja, um corpo totalmente em forma. Pelo seu olhar, se nota que ela é extrovertida.

Para ela fugir dessa forma tão engenhosa, se nota que é esperta. Do jeito que ela lutou contra aqueles vermes depois de sair da balada, se nota sua força e dignidade. Entre tanto, apesar de forte, ela precisou de minha proteção.

Eu queria uma mulher difícil de ser conquistada, mas não imaginei que isso se aplicaria a mim também. Nunca liguei se minha companheira fosse humana ou loba. Porém, nesse caso, se ela fosse uma loba, seria muito mais fácil conquista-la. Pois ela sentiria nossa ligação.

Sendo mais fácil ou não, vou conquista-la e ela será minha por vontade própria. Ela ira me procurar quando estiver carente. Ela dividirá tudo que a incomoda comigo. Ela fará amor comigo. Ela irar acasalar comigo e terá um filhote comigo.

Hannah fará tudo por vontade própria, e eu farei de tudo para deixa-la feliz. Quem ousar se meter com minha fêmea, sentira minha ira. Sentira na pele, a ira do macho Alpha!

Ouço alguém bater na porta de meu escritório, me tirando de meus pensamentos.

_ Entre. - Falo. Pelo cheiro sei que é um de meus lobos.

_ Com licença senhor. - Fala Bruno, um dos meus lobos que deixei de guarda no quarto de minha companheira.

_ Ouve alguma coisa com minha companheira? - Pergunto sério.

_ Não meu senhor - Fala com a compostura adequada para falar com um Alpha. - Vim informa que a Luna acordo.

_ Ótimo. - Falo levantando de minha cadeira giratória. - Dispensado.

Ele me reverência e se retira de meu escritório. Dou a volta em minha mesa indo até a porta, por onde saio.

Caminho por minha sala de espera, indo em direção a um corredor, que da origem a outra sala. Ao chegar, subo as escadas indo em direção ao andar do quarto de minha Luna.

Depois de três andares, chego ao corredor de seu quarto temporário. Ao chegar em frente ao seu quarto, encontro dois de meus lobos o guardando.

Eles destrancão a porta e o abrem. Entro em seu quarto e a vejo na cama.

_ Sei que está acordada - Falo ouvido seus batimentos cardíacos e respiração. Ela se senta na cama e me encara.

_ Como sabia? - Pergunta séria.

_ Um de meus lobos me avisou. - Falo olhando em seus olhos. Olhos de anjo. O meu anjo. - Além de que, consigo ouvir sua respiração e batimentos cardíacos.

_ O que quer? - Pergunta de mal humor. Eu cruzo meus braços a altura de meu peito.

_ É hora de sua punição - Falo calmo e sério.  


Notas Finais


O que acharam?


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