História A Companheira do Supremo Alpha II - Capítulo 2


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Palavras 1.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - 01


Fanfic / Fanfiction A Companheira do Supremo Alpha II - Capítulo 2 - 01

Aidan Narrando:

A habilidade de suportar a dor, controlar suas emoções, é a arma de um guerreiro. Domine isso, e nada terá poder sobre você.

Porém, acredito que quando se ama alguém e é recíproco, você se torna um pouco... vulnerável. Eles têm o poder de te machucar de um jeito que ninguém mais pode.

Tirar sua amada...

A dor de te-la longe de mim me consome em cada instante de minha existência. Oito longos infernos, longe de minha prometida. Oito longos meses sem suas carícias e beijos.

Estações já se passaram... Problemas vieram e se foram. O que me mantém firme e de pé diante de toda população, é o fato de saber que em algum lugar desse grande e extenso mundo, minha amada se encontra em algum lugar.

O laço que nos torna companheiros de alma. O laço que nos torna um. O laço que compartilhamos diante da Deusa da Lua, se mantém em pé. Sinto sua dor e sofrimento e transmito força e poder, para que continue viva a cada instante.

No penhasco mais alto da alcatéia, em plena madrugada, uivo diante da lua. Sendo extremamente temido e violento longe de minha companheira, meus inimigos diminuíram.

Sonho com seu lindo rosto angelical a cada dia. Sinto através de nosso laço a dor que sente dentre de si. E eu te prometo que caçarei e matarei cada existência que lhe fez mal.

A saudade eterniza a presença de quem se foi. Com o tempo está dor se aquieta, se transforma em silêncio que espera, pelos braços da vida um dia reencontrar. Vou te achar meu anjo... onde quer que você esteja!

Volto a alcatéia, me transformo em homem e coloco uma calça jeans, que estava escondida entre os troncos de árvore. Caminho em direção a porta, onde a abro. Ao abri-la me vem a mente o esforço que minha princesa fazia ao tentar fazer isso.

Sorrio ao lembrar disso. Uma garota doce, mas marrenta. Uma garota inocente, mas esperta. Uma garota angelical, mas agressiva. Uma garota sensível, mas forte. Um anjo, mas uma diabinha. Isso a descreve.

Nunca vou esquecer daquele dia. O dia em que eu havia terminado de marcar o território. Havia acabado de chegar ao castelo, e fui ao nosso quarto fazer uma surpresa a ela, que dormia. Porém recebi três chutes direto em meu rosto, quando ela se assustou ao acordar.

Começo a subir em direção ao nosso quarto, enquanto relembro as coisas que passei com ela. Como no dia em eu estava treinando com alguns lobos e ela começou a observar o treinamento. Me lembro de te-la chamado para lutar comigo e ela me acertou em cheio.

Uma coisa é certa; Aquela Bela, linda, angelical e doce mulher, sabe dar uns bons golpes de artes marciais...

Uma linda rosa, sempre tem seus espinhos. E os espinhos da minha linda flor, são mais feroz que um lobo traído pela companheira, que fugiu com um amante.

Chego ao nosso quarto e entro. Sinto um vazio em minha alma, ao ver nossa cama vazia. Sem vê-la em seu sonho amável, como o doce anjo que é. Meu lobo uiva de tristeza toda noite por não sentir seu corpo junto ao nosso. Por não sentir e ver seu sorriso sempre que chego de uma caçada. Mesmo quando ela faz manha porque demoramos.

Sinto falta até de suas artimanhas para me irritar.

Me deito na cama, relembrando de quando eu a via dormindo. Relembrando de como ela se remexia para se aconchegar, assim que eu a envolvia em meus braços. Até de seu sorriso de satisfação ao se aconchegar.

Me viro na cama, relembrando de quando eu não dormi por causa dos problemas na alcatéia. Nesses dias, eu não dormia abraçado à ela. Pois pela ligação de companheiros, ela sentia minha insônia, e eu sentia que isso a deixava desconfortável. Eu fazia isso para que ela pudesse dormir tranquilamente. Já que sou um híbrido, não tenho tanta necessidade de dormir, como ela, que é humana. Mas, as vezes ela acordava, sentindo minha falta e me abraçava por trás, me fazendo esquecer dos problemas.

Fecho os olhos para dormir, relembrando de quando eu ficava tenso, e ela subia em mim e me fazia massagem. Ela pegava no ponto certo, conseguia me acalmar e me relaxar.

Sorrio a lembrar de quando ela sentava no meu colo para fazer massagem. Ela fazia movimento involuntários para a massagem ser agradável, e nem percebia que muitas vezes cavalgava em meu colo, me dando outro tipo agrado.

Eu, óbvio, não comentava nada...

Me lembro claramente quando a Karolinne me enfrentou para não entregar o celular. Ela havia dido algo sobre minha princesa, que me tirou do sério. Eu estive a ponto de mata-la por tal insolência, e por medo ela me deu o celular. Mas eu só consegui me acalmar de verdade quando minha Luna teve a ideia de subir sensualmente​ em meu colo, enquanto rebolava em cima de meu amiguinho aqui em baixo.

Mesmo pelo tecido da minha cueca, minha calça e de sua calcinha nos separando. Foi maravilhoso sentir sua intimidade rebolando daquele jeito, bem em cima do meu pênis. E foi melhor ainda, quando ela me permitiu que eu passasse a mão nela e a aumentasse a intencidade seus movimentos.

Perdido em vários pensamentos dela, eu pego no sono aos poucos. Não tenho insônia, pois sempre que durmo, sonho com ela. E na maioria das vezes, esses sonhos são agradáveis. Isso me faz querer dormir, pois é meu refúgio para ficar com ela.

_ Não importa o que aconteça... Nós encontraremos a companheira! - Diz meu lobo em meu interior. São suas últimas palavras antes que eu durma.

_ Aidan! - Ouço sua voz distante me chamar em meio a essa densa floresta escura. - Aidan!!!

Escuto sua voz mais forte. Por isso corro em direção a esse som que me chama, desviando de tudo em meu caminho.

_ AIDAN!!! - Escuto sua voz mais perto, o que me motiva a correr ao seu chamado. - AIDAN!!!

Quando finalmente chego ao local, a vejo caindo de um penhasco. Sem perde tempo eu pulo também. Vejo as lágrimas caindo de seu rosto enquanto tento pega-la.

_ Eu te amo... - Ouço sua voz fraca, antes de vários cortes e hematomas aparecer em seu corpo.

Acordo encarando o teto, enquanto sinto meu lobo inquieto e irritado. Sei o motivo por isso e saber tal motivo me irrita. Mas o que mais me irrita é saber que não posso fazer nada.

Respiro fundo e junto minhas forças enquanto fecho os olhos.

_ Ande! - Ouço uma voz forte de homem - Faça sua vadia desgraçada!!

Sinto minha garota ficar com raiva e isso me facilita. Eu nunca desejei tanto que ela estivesse com raiva. Pois, posso manifesta meu lobo nela e ver pelos seus olhos.

Os caçadores sabem disso, por isso não tentam irrita-la. Mas infelizmente ela não sabe disso e tenta se manter calma.

_ Melhor pararmos por um tempo. - Ouço a voz do desgraçado. - Não a queremos morta... - Ouço ele dizer e sinto um pequena montada no pescoço. - Por enquanto...

A ligação se encerrou com a calmaria repentina dela. Devem ter injetado um calmante em seu pescoço, pela pequena pontada que senti.

Solto um suspiro de frustração e me levanto, indo até o banheiro, onde tomo um banho gelado e pensativo.

Minha rastreadora está caçando os caçadores. As Sub-Lunas estão conseguindo ampliar os sentidos dos melhores rastreadores da alcatéia.

Se Héctor encontrasse sua companheira, deixaria os lobos mais fortes e facilitaria. Mas ele não a encontrou, o que chega a ser frustante.

Após termina o banho, saio nú do banheiro. Não estou com paciência para colocar roupa, e é dessa forma que vou a cama adormecer.

Dia seguinte;

_ Em que posso ajuda-lo? - Pergunta o Héctor ao entrar no meu escritório.

_ Como vai a caçada? - Pergunto frio.

_ Bem. - Fala ele calmo. - As alcatéias estão com os melhores lobos caçadores, atrás de algum sinal deles.

_ Incompetentes... - Sussurro sem emoção. - Para um lobisomem é necessário 8 meses para rastrear um simples objeto de um humano?

_ Não...

_ Então o que está errado? - Pergunto ríspido ao Héctor. - Por acaso perderam o olfato?

_ Não, mas...

_ Mas o que? - Pergunto sério. - Hannah foi sequestrada quando uma alcatéia de Alphas se mantinha atento em protege-la.

Falo analisando as expressões físicas de meu beta.

_ Realmente não faz muito sentindo. - Fala o Héctor pensativo. - Mas estamos fazendo de tudo...

_ Faça melhor. - Falo frio o interrompendo. Me levanto de minha cadeira e vou até a janela, olhado para a alcatéia no lado de fora. - A um traidor entre nós. Descubra.

_ Vai dar entrada agora, não é? - Pergunta meu lobo em minha alma. 



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