História A Concubina do Rei - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Rukia Kuchiki
Visualizações 64
Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eita demora!

Desculpe qualquer erro.

Capítulo 27 - Conflitos


Fanfic / Fanfiction A Concubina do Rei - Capítulo 27 - Conflitos

—O que será que está acontecendo? –Rukia perguntou para Yoruichi. A mesma parecia mal humorada, e Rukia não queria perguntar para saber o porquê do mau humor da amiga.

—Mugetsu imobilizou alguns guerreiros na sala do trono. –Yoruichi disse seguindo ao lado de Rukia pelo amplo corredor com acesso a sala. Ao virarem o corredor Rukia deu de cara com Mugetsu, a expressão em seu rosto não era nada amigável, em seus braços o corpo de uma mulher que lhe pareceu adormecida, seus longos cabelos ruivos fazendo contraste com o quimono escuro dele. Rukia olhou da mulher para Mugetsu, mas não teve retribuição no olhar pelo homem visivelmente transtornado. Passando por ela, ele seguiu pelo corredor sendo acompanhado por alguns guerreiros incluindo Renji que sorriu de forma confortante para Rukia que parecia não aguentar mais ficar ali.

—Aquela era...–Yoruichi tapou a boca perplexa. —Não pode ser.

Rukia a escutou cabisbaixa.

—Aquela é...–Rukia não conseguiu terminar a frase, seu coração doía demais.

—Para ser tão parecida daquele jeito...mas ela certamente está morta... —Yoruichi olhou os últimos guerreiros dobra no corredor. —...Então quem é aquela?

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No quarto mofado Aporro sentia-se extasiado com a recente pesa adicionada pelo seu mestre. Movendo as peças no tabuleiro Aporro gostou da jogada, rindo em voz alto não tardaria em ir contemplar a mulher que virará o jogo.

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—Poderia me dizer o motivo de tanto alvoroço? –Nelliel perguntou a servical. A moça fez uma breve reverência e lhe respondeu.

—Uma mulher foi traga para o castelo e sua semelhança com a falecida rainha está mexendo com o rei.

—Onde está Mugetsu?

—Eu não sei senhorita.

Nelliel franziu a testa sem entender. Agradeceu a moça e seguiu o reiatsu em desordem do amigo. Correndo pelos corredores e subindo escadas com facilidade ela chegou no corredor dos quartos de hóspedes logo percebendo o alvoroço frente a uma das portas.

—Ninguém entra, senhorita. –um guerreiro disse, o outro olhou para ela com autoridade.

—Quem pensa que é? Como ousa falar assim com…

—Deixe-a entrar. –a voz de Mugetsu soou através a madeira pesada da porta permitindo sua entrada. Nelliel entrou fechando a porta atrás de si, olhou para Mugetsu que atentamente observava a mulher forminha na cama onde ele sentado na beira segurava a mão esquerda da bela adormecida acariciando com o dedo a palma da mão da mulher.

—O que é isso? –ela quase gritou. Mugetsu a olhou de relance.

—Sempre barulhenta. –ele disse.

—Essa mulher…

(...)

—O que está acontecendo... maldição. –Yoruichi levantou-se rapidamente do banco no jardim frente o lago.

—Uma mulher identificada a Inoue. –Rukia sussurrou ao se lembrar do quadro na parede da sala de estar. —Nelliel-san…

O som do tapa ecoou pelo jardim iluminado. Rukia arregalou os olhos, a dor a fazendo lagrimar. O choque da reação repentina de Nelliel a pegou de surpresa. Nelliel mordeu os lábios com raiva os olhos lacrimejando de raiva e frustração.

—O que está fazendo, Nelliel? –Yoruichi gritou evitando outro ataque contra Rukia que as olhavam de forma perdida.

—Foi você! –Nelliel apontou para Rukia ao gritar. —Eu soube que foi você que falou para ele ir. Ninguém entra no castelo sem o consentimento do rei, e você o convenceu a deixar aquela pessoa entrar.

—Se Acalme. –Yoruichi segurou os braços de Nelliel prendendo-a. Ela gemeu de raiva. Renji fez menção em se aproximar, mas Yoruichi o olhou.—Acalme-se, sabe que não é culpa da Rukia.

—Me solta!

—Renji tire Rukia daqui. –Yoruichi ordenou. Renji rapidamente envolveu a cintura da amiga sumindo dali em segundos.

—Agora tome postura de princesa que você é. –Yoruichi a soltou ordenando. —Você nunca explodiu assim. Inoue está morta. Aquela pessoa deve ser apenas muito parecida.

—Yoruichi-san você a viu morrer? –Nelliel a olhou tão atordoada que Yoruichi engoliu em seco. —Você viu com seus próprios olhos?

(...)

—Não se preocupe com o que a Nelliel-hime disse. Você apenas queria ajudar a mulher e tenho certeza que ela irá te agradecer quando acordar. –Renji disse olhando o céu pela varanda de Rukia que ainda atordoada não conseguia pensar no que fazer para não se culpar. A expressão pavorosa no rosto de Nelliel indicava que sua escolha não faria bem a ninguém.

—Renji eu sou ruim por pensar dessa forma?

—De que forma está falando? –ele se virou para olhá-la. Rukia parecia nervosa.

—Eu me arrependi de ter pedido a Mugetsu para ir até aquela mulher assim que vi a semelhança entre ela e a rainha. –ela respirou fundo soltando o ar tentando manter a calma. —Sou egoísta em pensar dessa forma. E ela ainda nem acordou. –ele riu nervosa.

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—A mulher acordou. –Aporro em forma de Urahara disse a Mugetsu que sentado em frente a pintura de Inoue quase não sabia o que fazer em relação ao acontecimento. —Resumindo, ela está bem, apenas assustada e...

—Ela sabe dizer como chegou até aqui? –Mugetsu perguntou sem olhá-lo. Aporro sorriu internamente.

—Hum! Ela não fala. Não sei se ela nasceu assim ou se foi ocasionado por algum trauma. Em todo caso ela precisa de descanso e precisamos achar alguém que fique com ela para ajudá-la.

—Eu farei. –os dois homens olharam surpresos para Rukia parada na ampla porta aberta. Mugetsu levantou-se e andou até ela. Rukia sentiu o coração acelerar.

—Sim, a kuchiki-san poderia ajudar muito. As duas são novas no reino então podem se dar bem. –Urahara disse contente.

—Eu também posso ajudar...Eu quero ajudar. –ela falou fingindo um sorriso quando Mugetsu parou a sua frente.

—Faça o que quiser. –ele disse seco, e logo saiu da sala deixando Rukia chocada.

—Venha comigo, kuchiki-san. –Urahara segurou sua mão a puxando para fora.

(...)

Rukia empurrou a cortina para o lado abrindo o pano para poder observar a mulher na cama. Inoue franziu a testa ao virar-se para olhá-la. Rukia sorriu.

—Desculpe, meu nome é Rukia. Acho que você deve ser a mulher que me ajudou na floresta aquela vez.

Inoue pareceu irritada. Rolou os olhos em desdém.

—Vim ajudar você enquanto estiver aqui. –Rukia sorriu pequeno. —Espero que possamos nos dar bem.

—Cale-se. –Inoue disse a encarando com superioridade.  

—O que disse? –Rukia pensou ter imaginado.

—Eu disse para calar a boca. –Inoue suspirou. —Não preciso de nenhuma ajuda sua, por isso vá embora.

—Eu só pensei que…

—Pensou errado. Estou enojada com essa sua atuação, fingindo ser boazinha.

—Está sendo rude! –Rukia gritou enraivecida. Inoue riu. —Eu pensei que poderia ajudar, mas pelo visto você é uma p…

—Cale-se! –Inoue afastou a mão para Rukia não tocá-la. —Não toque em mim!

A porta do quarto se abriu com rapidez, Rukia se afastou da cama quando Mugetsu correu para a mulher que fingia choramingar ao ser abraçada por ele.

—Por que estão brigando? –Yoruichi disse sem entender a reação exagerada de Inoue. —O que está errado Rukia?

—Ela não quer que eu a ajude então...–Rukia tentou explicar.

—Não pode ser, essa mulher não pode falar. –Mugetsu disse ao se separar de Inoue.

—Ela falou agorinha pouco. –Rukia disse irritada. Todos a olharam com discórdia. —Ela falou claramente pra mim.

—Pare de inventar coisas kuchiki-san. Não irrite a paciente, poderá atrapalhar a melhora dela. —Urahara disse ao entrar no quarto e ir até Inoue para examiná-la.

—Urahara-san eu não estou inventando nada. –Rukia disse aflita. Andou até a cama e agarrou os ombros de Inoue a chacoalhando no processo. —Vamos diga algo, não me faça de mentirosa...fala logo.

Inoue a encarava com susto. Mugetsu agarrou o pulso de Rukia com força a puxando para longe de Inoue.

—Pare. –ele disse.

—Estou falando a verdade, ela falou claramente para mim segundos atrás...–Rukia puxou o braço se libertando do aperto dele.

—Eu disse para parar!–ele gritou para ela.

—Mugetsu acredita em mim...–Rukia o encarou, seus olhos se enchendo de água. Mugetsu virou o rosto. Inoue rapidamente desceu da cama se jogando nos braços de Mugetsu. Para a surpresa de todos ele a acolheu com carinho e possessividade.








Notas Finais


😐

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