História A consequência de uma idiotice - Capítulo 3


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Matheus Neves "Pk Regular Game", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Matheus Neves, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange
Tags Alan, Cellbit, Cellps, Felps, Gravidez Masculina, Rezende, Sasa
Visualizações 172
Palavras 1.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 3 - Grávido


Fanfic / Fanfiction A consequência de uma idiotice - Capítulo 3 - Grávido

-Grávido de dois meses. Eu serei pai? -sussurrou para si mesmo, ainda em estado de choque. 

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Já em casa, Rafael se trancou no quarto e chorou a tarde inteira. Não podia está acontecendo! Nunca achou que isso fosse acontecer algum dia. 

-Maldito seja Felipe Zaguetti! -esbravejou atirando contra a parede um copo de vidro que ficava sempre em sua mesinha

-Filho, seu pai chegou. Ele quer te enxaminar um pouco mais. -a voz de Deya soou calma

-Estou indo, mãe. 

Levantou da cama com a sua calça moletom cinza apenas, desceu as escadas e se sentou no sofá da sala. 

-Está se sentindo melhor? -o homem com camisa e calça branca perguntou

-Estou sim. Só não consigo acreditar que isso esteja acontecendo. -falou cansado

O pai do garoto abaixou-se perto dele e passou uma pomada no ferimento da boca e das bochechas. 

-Eu consegui marcar uma hora com o doutor Lucas, daqui duas semanas será a consulta. 

-Obrigado, pai. -olhou para baixo, com olhar de culpa. -Desculpa.. desculpa por engravidar assim. Eu sabia que sou diferente, que por fora tenho órgão masculino, mas que por dentro tenho útero. Desculpa por mesmo sabendo, ter feito o que fiz. -se desculpou já chorando

-Eu só não entendo como você foi deixar isso acontecer, Rafael. -a mãe colocou a mão na testa 

-Eu estava bêbado, foi um erro ter me deixado levar pelo álcool. Acabei nem pensando em preservativo. -se encolheu no sofá

-Rafael, eu já não tinha te falado para não beber?! -o pai elevou a voz. -Você só tem dezessete anos, as consequências do álcool sempre vêm uma hora ou outra. 

-No meu caso veio logo pela manhã quando vi com quem tinha passado a noite. -chorou mais ainda

-Quem é o outro pai? -Deya perguntou séria

-Não precisam ficar sabendo, eu não quero ele perto do meu filho. 

-Querendo ou não. Ele tem direitos e deveres como você. Se foi os dois que fizeram a criança, os dois vão cria-la. -Cláudio falou firme 

-Eu não quero Felipe Zaguetti perto do MEU filho. -gritou indo correndo para o quarto

O estrondo da porta sendo fechada foi ouvida, em seguida, silêncio. 

-Felipe Zaguetti? -a mulher se jogou no sofá. -Ele não é aquele garoto com quem o Cellbit brigou ano passado? 

-Sim. Os pais deles têm planos de saúde no hospital, aliás, o tal garoto foi quem levou o nosso filho para o hospital. -suspirou nervoso

-Temos que conversar com os pais dele e contar o que está acontecendo. 

-Iremos fazer isso. Vou procurar nos meus papéis, acho que ainda tenho o número de telefone deles. Quando os dois brigaram ano passado, o senhor  Zaguetti me deu o número caso precisasse se houvesse outra briga. 

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O loiro se jogou em sua cama macia e alisou sua barriga que estava se formando. E ele achando que era gordura. Riu ao lembrar que comeu a salada crua de Sasa por achar que estava gordo. 

-Eu irei cuidar de você, meu amor. -sorriu

A noite de sábado que tinha gerado aquela criança tinha sido confusa e repleta de instintos animalescos. Desde o primeiro ano os dois garotos se odiavam. Não era novidade para ninguém quando os dois saiam no braço. Socos para cá e para lá, pais sendo chamados no colégio, suspensões, hematomas e olhares mortais. Tudo começou com uma piadinha sem graça que o moreno dirigiu ao loiro. 

"Bundinha gostosa, heim?! Já deve ter engolido muita rola" 

O loiro não estava em um bom dia, tinha brigado com Sasa e por azar tinha tirado nota baixa em matemática. Essa frase foi a gota d'água. E o tapa deferido no rosto de Felipe ardeu, seu sangue serveu e o soco veio. Depois foi soco atrás de soco. A partir daí, sempre que se encontravam faíscas saiam dos olhos e ofensas das bocas. 

Na festa dada na casa de um colega de classe, os dois acabaram bebendo demais.

*Flash*

-Vamos brincar de jogo da garrafa. -alguém gritou

Sentaram-se em uma roda mal feita e giraram a garrafa. 

A cada partida, os participantes devia tomar uma dose de whisky. Ao final, todos estavam bêbados demais para continuarem com a festa. Três da manhã, Rafael ia sozinho pela calçada, bêbado e cambaleante. A casa da festa era duas quadras da sua casa, a vizinhança não era perigosa, então foi andando mesmo. Sasa tinha ido embora cedo, ele estava sozinho. 

-Olha se não é a barbie.. -Felps aparece bêbado

-Vai se foder, Zaguetti. 

-Se quiser, eu posso te foder também. 

Os dois estavam na rua, sozinhos, bêbados e de madrugada. 

-Você não tem coragem o suficiente para isso. Aposto que nem me iria satisfazer. -o loiro riu 

Antes de continuar falando, sentiu o corpo ser jogado contra a parede mais próxima. O corpo moreno prensou o loiro e o beijo urgente os fez perder a vergonha. 

-Quero te foder aqui mesmo. -abriu o ziper da calça de Rafael.

-Vamos pra minha casa. -sugeriu o loiro

-A minha é mais perto. -beijou o outro novamente

Os beijos molhados iam sendo trocados pelo meio da rua. 

-Eu te odeio tanto. 

-Eu te odeio mais. 

Cairam duas vezes até conseguirem chegar na casa de Felipe. Abriu a porta com pressa e entraram no quarto, nem acenderam as luzes, foram se esbarrando pelos móveis e encontraram a cama. As roupas foram tiradas e jogadas pelo chão, o celular e carteira acompanhou as roupas. Camisinha? Nem lembraram dela. Apenas foderam gostoso. No outro dia a ficha caiu. Tinham feito a pior idiotice da vida. 

*Flash*

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A tarde já estava no fim, o sol começara a se pôr, Rafael não saiu do quarto, repassava pela memória a cada dez minutos que nunca mais iria beber. Estava conversando com Sasa sobre a conversa com os pais quando ouviu a mãe o chamar. 

-Cellbit, desce aqui na sala, por favor. -mandou 

Sem pensar, jogou o celular na cama, saiu do quarto com sua calça moletom cinza, sem chinelos, com os cabelos despenteados e rebeldes, suas marcas roxas pelo rosto e costas. Ia descendo as escadas sem preocupação, até ouvir vozes estranhas. Parou dois degraus acima do chão da sala e olhou atônito três figuras paradas na sua sala. Uma delas era conhecida, infelizmente. 

-O que esse idiota está fazendo na minha casa? -perguntou grosso sem dar importância às outras visitas

-Rafael, seja educado. Não foi assim que te educamos. -Deya o repreendeu

-Desculpa mãe. Mas alguém me explica o que está havendo aqui? -olhou para as outras pessoas.

Já havia visto essas pessoas, ele lembrava vagamente, os pais de Felps. 

"Então, essa barriginha é meu filho?!" -pensou o moreno parado olhando o Rafael sem camisa parado na escada.

-Nós viemos aqui porque seu pai nos chamou. -a mulher de cabelos compridos e castanhos falou

-Como já disse ao telefone, meu filho está grávido do seu filho. -Cláudio falou

-No telefonema, você falou que o garoto tem útero e pode engravidar, certo? -o homem moreno perguntou

-Certo. O Rafael é especial nisso, são poucos os homens que podem gerar um filho. 

-Que ótima hora para esquecer de usar camisinha. -o moreno rolou os olhos

-Mas esqueceu,e isso não vai mudar em nada. Arrependimento não adianta agora. -o moreno mais velho falou firme

-É o seguinte, Eduardo, os nossos filhos erraram, mas essa criança não tem culpa de nada. 

-Eu sei, Cláudio. E eles devem saber também, até porque vão ter que cuidarem dessa criança. 

-Eu irei criar meu filho. -o loiro acabou de descer as escadas

-Nosso filho. -Felps rebateu

-Meu filho. -repetiu

-Nosso. Se bem me lembro, você não fez sozinho. Eu quero ajudar a criar essa criança e você não irá o afastar de mim por mero egoísmo, deixe de ser moleque e aprenda que nem tudo depende só de você. -elevou a voz e fez todos na sala ficarem boquiabertos.

-Ele tem razão, meu filho. -Deya ditou

Rafael apenas bufou e se sentou no sofá. 

-Aliás, eu percebi as marcas no seu corpo. Você não pensou na criança quando estava brigando, garoto? -Renata o olhou sério.

-Opa, espera aí, minha senhora. Eu não estava brigando, estava sendo espancado. -gritou com a mãe do moreno

-Espancado? 

-O Rafael chegou no hospital desmaiado devido as pancadas que levou. Por pouco não perdeu o bebê. -o médico pai contou

-E qrue foi que te bateu? -a mulher perguntou preocupada

-Alan Ferreira, mais conhecido como o melhor amigo do seu filho. 

-Alan? Felipe, você tem alguma coisa para me dizer? -Eduardo olhou sério para o filho

-Não tenho nada a ver com isso. -levantou os braços.

-Ah, claro que não, Zaguetti. O fato de me insultar, me perseguir e deixar seus comparsas que ousa chamar de amigos me baterem não tem nada a ver com você. -gritou as palavras frias.

-Felipe Zaguetti! -a mãe o chamou pelo nome

-Mãe..

-Cala a boca! Conversamos sobre esse teu amigo, achei que tinha parado de andar com esse garoto.

-O Alan é meu amigo,mãe. -tentou explicar

-Belo amigo. -ironizou. -Ah, dona, acho que a senhora não sabe que o líder do grupo é seu filhinho, não é?! -sorriu de lado

-É o quê, Felipe? -o pai se alterou

-Filho, está bem? -Deya chamou a atenção ao chegar perto do loiro sentado

-Se me dão licença, vou colocar meu almoço para fora. -levantou correndo e foi até o banheiro

Os convidados podiam ouvir o barulho do grávido no banheiro. 

-Quando chegar em casa, teremos uma conversa. -Eduardo falou friamente ao filho.

O silêncio na sala já estava constrangedor, até ouvirem a porta do banheiro sendo aberta e o garoto vim se segurando pelas paredes.

-Está tudo bem? -Cláudio perguntou

-Pai, é normal um grávido ver bolinhas pretas?

-Não..

-Então, acho que vou... -não terminou de falar, apenas caiu no chão.

-Cellbit! -o pai correu para socorrer o filho


Notas Finais


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