História A Contagious Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gotham
Exibições 15
Palavras 1.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Essa é a primeira vez que escrevo uma Fanfic e não sei se está boa.
Enfim, se divirtam, espero que gostem.

Capítulo 1 - Minha Chegada a Arkham


Fanfic / Fanfiction A Contagious Love - Capítulo 1 - Minha Chegada a Arkham

Eu já estava cansada de tanto corre, não sabia para onde ir. Corri e entrei em um beco, esperando sair no outro lado e fugir. Não sei pra onde eu iria, talvez até mesmo sair de Gotham. “Matei muitas pessoas” pensei dando uma leve e fraca risada em minha cabeça. De repente a risada se foi, não havia saída naquele beco. Então procurei como escalar aquele prédio o que foi uma tentativa em vão. Não tinha como escalar, não havia onde me esconder. Era o fim.
 Me entreguei me rendi. Ajoelhei-me naquele beco imundo e fedorento e por segundos pensei “Arkham me espera...”. Meu pior pesadelo se torna real.
 Eu escuto os carros de policia parando em frente ao beco com as sirenes ligadas e bem barulhentas, mas entrei em um novo mundo que me desligou de tudo ao meu redor. Meu coração batia rápido e novamente minha cabeça diz “Arkham me espera...” e repetia cada vez mais alto, até que uma voz me acorda do transe:

__ RUBY! Está presa em nome da policia de Gotham. __ Era Jim Gordon gritando com a arma na minha cabeça e tirando as algemas de seu cinto __ Sua próxima parada é em Arkham.

__ Ola, Jim. __ disse eu mantendo calma para que ele não notasse meu pavor ao ouvir aquela palavra que se repetia mil vezes na minha cabeça__ Depois de tanto tempo me achou. Parabéns! __ Dei uma gargalhada para irritar Gordon. Sentia ódio dele.

Ele me algemou e, com muita rapidez e violência, me leva até o carro dele, onde Harv estava sentado no banco do motorista:

__ Iai, garotinha. Pronta pra ir pra sua nova casa? Aposto que irá se divertir.

__ Se você estiver lá, com certeza. __ Eu disse sarcasticamente olhando para o retrovisor e rindo escandalosamente da cara dele

Jim entra e senta no lugar do passageiro no carro, esquecendo-se de colocar o cinto de segurança. Então, quando o carro começa a andar, pensei porque não brincar com ele:

__ Eu vejo com meus olhinhos, um policial fazendo algo errado. Não é perigoso andar sem cinto de segurança James? __ Adorava aquela cara de que desejava me dar um soco. Irrita-lo era meu passa tempo preferido.

__ Mas isso nem rima... __ Disse Harv em tom baixo, como se conversasse sozinho, mas eu pude ouvir, assim como Jim, que disse logo em seguida olhando para frente:

__ Você vai se entender muito bem com seus novos companheiros em Arkham.

___ Você adora esse nome. Arkham Arkham Arkham! __ Gritei enquanto repetia esse nome.

Ele me ignorou. Bati a cabeça com força no banco de trás, e me virei para o lado, esticando minhas pernas no banco.

______________________________________________________________________

O caminho até Arkham foi longo, e depois de tanto “brincar” com Jim e Harv acabei me calando no meio do caminho.
Quando chegamos no portão principal meu coração começo a acelerar. Por alguns minutos eu tinha me esquecido, e no momento em que chegamos e passamos pelo portão ainda dentro do carro as vozes voltaram.

“VOCÊ VAI APODRECER EM ARKHAM”

Essa voz se repetia varias vezes, umas mais altas, outras vezes mais baixas. Eu não tinha notado meu caminho até dentro de Arkham, só fui perceber quando já estava em meu quarto, sentada na cama e me entregaram minha roupa.
A enfermeira, como muita educação, o que me espantou, me orientou sobre o que eu deveria fazer.

__ Eu sou Amélia, sua enfermeira provisória até te avaliarem e decidirem o que farão com você. Você devera me obedecer e me respeitar. Para começar quer...  

__ Eu não recebo ordens! __ disse eu virando meu olhar, que estava fixo no chão, para ela. __ e não me venha dizer que tenho que vestir esse trapo.

__ Como eu disse terá que me respeitar. __ Disse ela mudando seu tom de voz. __ Agora vista essa roupa, te espero do lado de fora para começarmos o “tuor” por Arkham.

“Tuor”? Fiquei pensando o porquê desse tuor.
Eu estava assustada demais para pensar em alguma resposta, mas em momento algum quis eu demonstrar isso no meu rosto.
Depois de me vestir com o vestido velho e listrado reparei que havia números e letras, como um código. Acho que os guardas eram ignorantes a ponto de nem se quer decorar alguns nomes. Mas não os culpo, são muitos loucos nesse lugar. Mas com certeza eles iriam saber MEU nome. Mas pelo visto queriam que eu me chamasse A-15, já que era o código que havia no meu vestido.
Logo que termino de me vestir, a enfermeira bate na minha porta, e, antes que ela dissesse algo eu falo em um tom de voz doce e cantarolando:

__Quem é?

__ Espero que não fique com gracinha durantes todo o trajeto. Terminou de se arrumar?

__Sim. __ Respondi com um tom de voz bem irritado e cansado.

__ Pois bem. Hoje irei te mostras um pouco de Arkham, e depois te levarei para o refeitoria, onde os detentos ficam algumas horas do dia para trabalhar o modo como reagem a mais pessoas.

______________________________________________________________________

Depois de andar por todo os lugares que me diriam respeito nesse lugar que considero imundo, fui levada ao refeitório.

__ Bem, aproveite esse últimos 15 minutos para entender como funciona a parte do refeitório alem das suas horas para refeição.

Reparei que haviam jogos de tabuleiro em alguns grupos, outro só estavam reunidos, e alguns detentos preferiam ficar sozinhos.
 

Eu sentia calafrios só de ver os guardas, e as outras enfermeiras. “Quantos remédios irei tomar por dia? Por que eu matei tanta gente? Por que eu tinha que vir pra cá?”
Entrei em transe de novo. Só acordei quando o barulho do portão do refeitório se abrindo tocou. Era um corredor pequeno feito com grades de arame até chegar até a segunda porta.
Acompanhei a enfermeira e enquanto andávamos até a segunda porta olho para o lado para observar alguns detentos, ou onde eu ficaria.
Me dei de cara com uma pequena mesa, com algumas revistas velhas e rasgadas. A maioria das pessoas daquele lugar não sabia nem ler, então pensei em me sentar ali. E fiquei me perguntando o porquê daquela mesinha não ficar na área recreativa, e durante esses meus pensamentos, que não consegui concluir, me deparo com olhos verdes me encarando. Eu senti uma mistura de medo, arrepio, atração e desejo. Congelei e o encarei de volta. Me entreguei por segundos demonstrando medo daquele lugar, medo dele. Eu conhecia de algum lugar... Cabelos ruivos...
Então a enfermeira me chama me tirando do transe. Olho para ela rápido, e mudo minha expressão de medo para nojo e desgosto em um instante.

Depois de entrar vejo que o ruivo já não me encarava mais, então sento-me na mesa com revistas e começo a folhear a mais inteira que encontrei.

Percebi que o garoto de olhos verde, que até então eu não sabia o nome, estava perturbando um dos detentos, e nenhum guarda fez algo para impedir, o que me fez concluir que isso era normal.
Ele estava começando a me irritar de longe. Era metido a sabe tudo, queria mandar em todos ali. Então finalmente coloquei algo para ocupar minha mente para me esquecer de futuros remédios e tratamento de choque. Ninguém naquele lugar iria mandar em mim. EU iria ter o controle de tudo, era só uma questão de tempo. Esse lugar irá conhecer seu maior pesadelo. 


Notas Finais


Obrigada por ler até o final.
Espero que tenha Gostado :3
Ainda tem mais (só não sei quando)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...