História A Criada - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Criada, Empregada, Lysandre, Madeline, Mansão, Nathaniel, Romance, Rosalya
Exibições 105
Palavras 813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoinhas! E aí?

Estou com uma fanfic nova!! \0/ XD
É minha primeira fanfic, amor doce, que se passa longe dos arredores de sweet amoris. Também estou me aventurando na narrativa em terceira pessoa.

É só um pequeno prólogo, para vocês entenderem o que virá daqui para frente.

Eu realmente espero que gostem!
Boa leitura!

Ps:. Desculpem-me por qualquer erro!

Capítulo 1 - Prólogo.


Paris, França.

 

 

Uma chuva grossa caia sobre a cidade, os despreparados chamavam por táxis desesperadamente e os que já tinham seus belos guarda-chuvas em mãos, continuavam a andar despreocupados enquanto regressavam para casa. Essa regra valia para aqueles que tinham um lugar para voltar, claro. Outros como Madeline – nome que havia dado a si mesma, já que nunca conhecera seus pais ou alguém que pudesse dar-lhe um nome –, apenas tentavam achar um lugar para se abrigar, até que a chuva cessasse. Era uma pena que por morar na rua, não importava onde ela ficasse; era expulsa, apesar de ser apenas uma pobre criança. Frustada, decidira rumar para lugar nenhum enquanto as gotas grossas de chuva caiam sobre seu corpo magro, sem nenhuma piedade.

Um carro luxuoso passou pelo lado de pobre garota e foi diminuindo a velocidade como se quisesse acompanhar os , lerdos, passos de Madeline. A garota assustou-se e pensou em correr – apenas por instinto, afinal, nunca tivera alguém que a ensinasse como agir em um situação dessas –, a janela do carro abaixou-se lentamente e então viu-se um homem adulto, com a barba bem aparada dentro do carro e ao seu lado um loira com um sorriso amigável no rosto, no banco de trás, não que ela pudesse ver, haviam duas crianças que a olhavam curiosos pela janela do carro. O homem então se pronunciou:

– Menina, está tarde para ficar na rua, ainda mais com essa chuva. Onde estão seus país? – A menina cabisbaixa, apenas abaixou a cabeça. Suas roupas rasgadas e acabadas, já não demonstravam sua situação? – Compreendo. – Finalizou, finalmente entendendo, apesar de ser um homem culto e inteligente, pestanejou em descobrir o que se passava ali. – Como se chama?

– … M-Madeline. – Respondeu timidamente, diante do olhar do mais velho.

– Está com fome? – Perguntou ele. Sim, ela estava com fome, não comia algo decente desde que nasceu. A mais jovem maneou a cabeça assentindo envergonhada. – Venha entre aqui!

Madeline recuou alguns passos assustada.

– Não lhe faremos mal, queremos apenas ajudar-te! – Essa foi a loira. Seu sorriso convenceu Madeline, parcialmente.

– E-eu estou toda molhada por causa da chuva... – Sua voz saiu embargada, tinha medo que concordassem com ela e fossem embora. Mas ao invés disso, escutou uma risadinha da loira, que murmurou algo para as crianças que estavam atrás e em seguida a porta se abriu. Meio acanhada Madeline entrou e deu de cara com as duas crianças antes citadas, apenas a garota sorria; seu irmão, que estava ao lado, mantinha uma expressão séria que intimidou Madeline, esta se encolheu no banco.

O carro rumou para uma das parte mais nobres de Paris; onde ficavam as mansões das pessoas mais importantes da cidade. O carro parou em frente a um portão dourado com um “L” no centro, o portão se abriu dando passagem para o carro, logo após tinham um lindo jardim que os levaria até a porta da mansão. Em frente a mansão haviam dois mordomos e duas criadas, cada um com um guarda-chuva em mãos, assim que o carro parou em frente a grande porta de madeira, os criados se apressaram e foram em direção aos patrões, os trazendo até a porta com os guarda-chuvas. Uma criada voltou para, então, levar Madeline. Todos entraram na casa, ficando no Hall de entrada, e então Francis, o homem que havia a trazido para cá, disse:

– Marlise, por favor, cuide dela.

– Sim, Sr. Francis. – Foi sua reposta. – Venha criança.

Marlise a levou para uma casa fora da mansão, lá era onde todos os criados moravam, era menor que a mansão, mas tão bonita quanto. Lá Marlise ajudou a mais jovem a se secar e aquecer-se, também deu-lhe comida e roupas secas e quentinhas.

Enquanto Madeline comia, a mais velha perguntou:

– Então, como se chama?

– Madeline. – Respondeu, enquanto mastigava um pedaço de carne.

– Você não tem modos? Não se fal... – Marlise parou de falar, lembrando-se de onde a pequena havia vindo. – Bem, não me resta nada a fazer, a não ser te ensinar, não é mesmo?

 

Paris, França – Alguns anos depois.

 

 

Madeline havia se tornado um jovem culta, inteligente e bem educada, claro, que para chegar a esse nível, deu muito trabalho para Marlise – que era para ela como uma mãe –, havia crescido e se tornando mais uma das serviçais da casa. Também havia acompanhado alguns dos piores momentos da família Lamartine, como a morte da esposa de Francis; a Adélaide, que era uma mulher bondosa e sempre que podia conversava com Madeline e auxiliava em seu crescimento; a rebeldia dos filhos de Francis ou melhor dizendo: a rebeldia de Ambre, ela estava sofrendo com a morte da mãe. No entanto Nathaniel se mantinha frio, como sempre. E apesar de tudo, havia uma relação de gratidão mutua entre Francis e Madeline, já que a mais jovem sempre o apoiou em tudo, e Madeline por ele tê-la a tirado das ruas.

 


Notas Finais


E então? Gostaram?

Beijos, o próximo capítulo, sairá em breve!

KISSUS!

Ps:. Eu sei que a capa é uma... capa feia, se alguém se voluntariar a fazer uma, aceitarei com todo o prazer!


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