História A Criada - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Criada, Empregada, Lysandre, Madeline, Mansão, Nathaniel, Romance, Rosalya
Exibições 66
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoinhas! Como vão? Mais um capítulo, espero que gostem... Deixem suas sinceras opiniões, se o capítulo não estiver bom eu o refarei com todo o prazer :3 ...

Bem, boa leitura...

E desde já: Me desculpem qualquer erro. (Darei uma revisada depois, juro.)

Capítulo 2 - Capítulo I


Debruçado no parapeito da janela, aparentemente, admirando a bela vista privilegiada que sua riqueza lhe oferecia, estava Nathaniel Lamartine, o vento bagunça de leve seus cabelos, enquanto o jovem bebericava uma taça de vinho. Seus pensamentos se prendiam em um passado não tão distante. Apesar do que todos pensam, a morte da mãe o afetou muito, tanto que ele havia se isolado ainda mais, já que sua relação com o pai, agora, não era uma das melhores. O loiro se sentia sozinho; seu pai só tinha tempo para atender os caprichos de sua irmã.

Deu um último gole, bebendo o vinho que restava na taça de uma vez só, deixando-a sobre o parapeito, entrou no quarto e olhou em volta; tudo extremamente limpo, vazio, escuro: Deprimente. Suspirou.

Ouviu-se então o barulho das gotas de chuva caindo lá fora, uma brisa fria adentrou pelo quarto, fazendo com que o loiro fechasse as portas que davam á varanda, sentou-se em um poltrona próxima a uma estante de livros e pegou um qualquer, mas não o leu, apenas, foleou as paginas; já havia lido todos aqueles livros, uma centena de vezes, tinha muito tempo livre.

Uma inquietação invadiu o seu corpo, passou a mão pelos cabelos loiros os jogando para trás, se levantou e saiu do quarto. Todos da casa já estavam dormindo aquele momento, desceu as escadas, a casa escura fazia com que sentisse um aperto em seu coração. Se direcionou a entrada da casa, lembranças da sua infância vieram a sua mente, algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto. Um gemido de insatisfação saiu de seus lábios, direcionou suas mãos aos seus cabelos os puxando, não queria chorar... Queria ser forte. Saiu de casa, se deparando com as gotas de chuva do lado de fora, todavia não se importou com isso, caminhou pelo jardim e suas lagrimas se misturaram com a chuva, que agora, também escorriam pelo seu rosto.

Se auto depreciava por ser tão fraco, por sua vida ser cheia de riquezas, mas nenhuma felicidade, aquele clichê básico: Dinheiro não traz felicidade. Mas, nesse caso as coisas só apontavam para isso; a mãe havia morrido e ela, segundo ele mesmo, era única pessoa que se importava de verdade com ele; o pai não se importava, não tinha tempo; a irmã era caprichosa e arrogante de mais, para dar atenção á dor do irmão. Ele não tinha com que contar.

Uma bela melodia o tirou de seus devaneios, se voltou para onde vinha o som, era a casa dos criados. Normalmente, não se interessaria em algo assim, mas naquele momento, ele precisava saber de onde vinha aquele magnifico som e quem o estava fazendo, foi caminhando com as mãos nos bolsos até próximo da casa dos criados. E então avistou quem produzia aquele som, era Madeline, tocava violino na varanda. A jovem estava em mais uma de suas aulas, onde Lysandre Fontaine era seu tutor. Para Nathaniel, que já havia ido há vários eventos e festas de gala, aquilo deveria ser normal, mas não foi apenas isso que o encantou, a emoção da jovem ao tocar fez seu coração palpitar e bater no mesmo ritmo da melodia.

Enquanto observava, maravilhado, o jovem distraiu-se e esbarrou em uma caixas que haviam próximas a varanda, fazendo a Madeline parar de tocar assustada. Nathaniel correu para debaixo da varanda, de forma que ela não pudesse o ver.

“Mas porquê diabos eu estou me escondendo?”  Pensou, seu coração palpitava alertando-o sobre o infarto que sustos como aquele poderiam causar.

– Tem alguém aí? – Perguntou Madeline olhando para os lados, não avistando ninguém, voltou-se para Lysandre com uma expressão confusa no rosto.

– Deve ter sido o vento... – Sugeriu ele, a outra apenas concordou. – Bem, acho que não precisa de mais aulas, não é?

– Sério? – Indagou espantada, para ela ainda era, apenas, uma iniciante. Lysandre sorriu, assentindo com a cabeça.

– Você ao menos se escuta tocar? – Perguntou Castiel Chevalier, entrando na varanda. – Vou começar a pensar que está se fazendo de boba...

– Não, não é verdade. Só não acho que sou boa o suficiente, quando escuto o Lysandre tocar, sinto que ainda tenho muito a aprender! – Respondeu e o albino corou.

– Você já toca muito bem, Madeline. – Afirmou Lysandre, observando-a guardar o violino no estojo.

“Madeline? Onde eu havia escutado esse nome antes?” Perguntou-se o loiro, que ainda escutava a conversa. Não se lembrava de Madeline, pois não eram do mesmo mundo. Depois que Marlise começou a cuidar dela, Madeline não frequentava a casa de Francis. Nathaniel não sabia o que havia acontecido com ela e nem ao menos se importava. Quando ela começou a trabalhar na casa da família, o loiro nunca prestava atenção ou tinha contato direto com os criados. Por ironia do destino, ele havia a encontrado novamente – em um dia de chuva – só que agora quem estava frustado era ele.

– Está fazendo frio aqui fora. O que ainda fazem aqui? – Perguntou Rosalya Etienne, se juntando aos outros.

– Eu estava tendo as aulas de violino que eu te falei, lembra? – A platinada assentiu. – Mas, já terminamos por hoje! – Anunciou Madeline, sorrindo.

– Então vamos entrar, não quero que fiquem doentes... – Disse ela.

– Já te falaram que você parece uma mãe? – Perguntou Castiel.

– Sim, uma mãe linda e estilosa. – Brincou ela, entrando na casa, sendo acompanhada pelos rapazes. Madeline deu uma olhada em volta, sentindo que havia, sim, alguém ali.

– Boa noite, seja lá quem você for... – Disse antes de entrar, deixando o loiro desconcertado.

O rapaz rumou para casa, assim que confirmou que não havia chances de ser visto por alguém. Já no quarto, depois de ter tomado um banho quentinho, o loiro pois-se a pensar na jovem. “Madeline... Eu te conheço de algum lugar, tenho certeza.” Esses foram seus únicos pensamentos, antes de cair na inconsciência.

No dia seguinte, acordou com algumas batidas na porta. Pestanejou em abrir os olhou, ou ao menos, responder.

– Sr. Lamartine? – Escutou uma voz familiar do lado de fora. Um voz insistente e chata.

– Hm...? – Murmurou, ainda baixo demais para se ouvir. – Entra... – A porta se abriu, mas Nathaniel sequer olhou para saber quem era, estava sonolento demais. – Fala...

– O sr. Lamartine, seu pai, deseja vê-lo agora. – Anunciou ela e ele finalmente reconheceu a voz, levantou-se instantaneamente e fitou a moça; Madeline, em carne e osso, na sua frente. – O senhor está bem?

– Nathaniel...

– Quê? – Indagou a de cabelos castanhos.

– Sou muito jovem para ser “senhor”, me chame de Nathaniel. – Respondeu em tom indiferente.

– Ah... Claro, como desejar... Nathaniel. – Sorriu. – O sr. Lamartine o aguarda em seu escritório.

– Sim, diga a ele que estou á caminho. – Pediu se levantando.

– Bem, com licença. – Disse, fazendo uma breve reverência e girando os calcanhares para sair.

– Madeline...

– Senhor? Digo, Nathaniel... Deseja, mais alguma coisa? – Perguntou voltando-se para ele.

– Não, nada. Apenas faça o que eu pedi, rápido. – Respondeu e a outra assentiu, saindo rapidamente do quarto.

 

 

 


Notas Finais


Espero que esteja bom e que tenham gostado.
Novamente me desculpem por qualquer erro... Não se esquecem de deixar seus comentários, me incentivam bastante a continuar! Obrigado aos comentários do capítulo passado.
Até o próximo capítulo.

KISSUS!


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