História A cristã - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Amor, Possessão
Visualizações 31
Palavras 1.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


<3 Boa leitura <3
obrigadoooo pelos comentários do capitulo anterior e pelos 17 favoritos <3
Gente me perdoem se tiver alguns erros de escritas , é minha primeira fanfic entendam porfavor <3

Capítulo 2 - Chapter 2


              

- Sr. Justin sua avó esta em caso grave , ela esta sendo encaminhada para outra cirurgia ,  agora -- falava a voz do outro lado da linha , o coração acelerava a ponto de sair pela boca , eu só conseguia pensa o que seria da minha vida sem aquela veia , porra só tenho ela , não e possível que Deus seria tão injusto assim comigo , essa porra , levantei daquele sofá jogando a primeira coisa que visse na parede , e explodi com a mulher .

-- EU ESTOU INDO PRA IR , MAS EU TINHA AVISADO QUE EU QUERIA ELA BOA , ME GARANTIRAM  QUE ELA IA FICA BEM , SE ELA MORRER EU VOU MATA TODOS DESSE HOSPITAL , ME ENTENDEU ? - Gritava e a voz do outra lado parece que ficou muda .

-- Faremos o possível sr. Justin , eu eu que - ria a - vi - sa -- Ela gaguejava me irritando .

-- FALA DIREITO PORRA -- Gritei com a vadia .

-- Me desculpe sr , tem uma menina aqui dizendo que amiga de sua avó , o senhor disse que ninguém pode a ver , más ela ta aqui implorando dizendo que a conhece do culto , ela pode te permissão de visita a mesma ? -- Falava rápido apavorada 

-- NÃO PORRA , JÁ DISSE QUE NÃO -- gritei .

-- Tudo bem sr , faremos o possível para a melhora da sua avó , era só isso -- Ela terminou e eu desliguei .

 Rapidamente liguei para André .

-- Você vai me leva pra los angeles o mais rápido possível , entendeu ? --Disse .

-- Jb e clandestino não podemos fazer isso -- ele dizia e a raiva subia de todas as maneira , mas o mesmo continuo a fala -- la não temos lugar para pousar , entenda amigo -- Sua voz suor passiva , mas a minha não tava nada disso .

-- VAMOS É PRONTO PORRA , MINHA VÓ TA EM UMA CIRURGIA É EU QUERO TA LÁ QUANDO ELA ACORDA -- Ele não falou nada -- Lá damos um jeito de pouso , teja aqui em 30 minutos -- terminei e desliguei .

Peguei minha mala que ainda tava do mesmo jeito e botei em cima do sofá , tomei um banho e me vesti , botei meu cordão e sair do apartamento subindo para a large .

o vento que vinha através do jatinho me vinha só as lembranças da minha avó , ela e muito forte , eu sei , ela vai escapar dessa .

Demorou mais ou menos duas horas pra chegamos , mesmo de jatinho demorou muito , André tava preocupado como iríamos pousar mais tava de madrugada não tinha ninguém na rua , então pousamos ali mesmo na frente do hospital , o jatinho pousando atraiu os olhares dos seguranças mas nem dei trela pra eles .

Estava na recepção a um bom tempo , já era de manhã o sol lá fora tava rachando , mas ali era um frio , dizem que e pra as bactérias não se instala no hospital , saia várias vezes pra fumar e olha um pouco o movimento daquela rua , nada que fosse impressionante , de vez em quando passava algumas gatas mas nada que me fizesse para de pensa na minha veia , me disseram que não era pra mim entra agora para ver a mesma , pois ela ta frágil é seria uma emoção muito forte me ver agora , mas mesmo assim continuei ali , esperando para entra e olha ela pode saber que ela ta bem , olhava o horário que passava na televisão e era exatamente 10:30 , aquela recepcionista não parava de me olhar , ou ela gostou do que viu ou foi com ela que falei no celular , loira , sorriso bonito , fortizinha mas dava o caldo , ri com o meu pensamento .

-- Oi Valesca você sabe se o neto dela deixou eu a visita ? -- uma menina perguntou , parecia ter 16 anos , acho que o neto sou eu , pensei pela conversa no celular com a recepcionista , no momento tive duas afirmativa , o neto era eu e aquela recepcionista foi com quem falei no telefone , a loira olhou pra menina e assentiu pra me , então rapidamente a garota veio na minha direção , eu não tou com saco pra pirralha pensei , ela sentou do meu lado mas continuei olhando pra frente vendo a mesma me olhar já abrindo a boca .

-- Oi ? -- parecia uma pergunta .

-- Qui é? -- Curto e grosso , olhos dela se arregalaram , mas a mesma foi direto ao ponto .

-- Eu sou muito amiga da sua avó , eu sou da mesma igreja que ela -- percebi pela roupa (pensei) -- você não deixa eu a ver , por que ? Ela me adora -- bonitinha até , mas e crente nem pro caldo da , e deve ser de menor , eu não iria deixa ela ver e pronto .

-- Menina ela esta doente , quando ela estiver melhor em casa , você a pode ir visita -- Falei e seus olhos mostraram tristeza , ah que pirralha . -- Por favor , se ela não me receber bem eu vou embora juro -- insistiu.

-- Ela ainda não pode receber visita , nem eu entrei ainda -- Fui claro quem sabe ela desiste .

-- Eu espero -- se alegrou -- obrigado mesmo -- não lembro de ter dito sim , enquanto isso ela ia embora pra outra cadeira , fiquei tipo " hãn? " 

 Era 15:45 da tarde , eu esperava ali , a menina me deu todo apoio , meio dia ela foi em casa rápido trouxe almoço e tudo , não troquei muita ideia com a mesma , menininha assim (crente) você da uma palavra e ela já conta a história dela , digo isso porque minha vó e assim , então não acho que ela seja diferente , o rango tava bom , ela disse que foi ela que fez , mas acho difícil , achei muito simpática , muito educada , acho que ela ta se jogando pra me , juro que da próxima vez que ela vim com papo vou pergunta se ela ta fazendo o ato , ri com o pensamento .

 Uma enfermeira veio em minha direção e logo me levantei em sua frente .

-- Como você ta aqui a muito tempo , irei deixa entra , a paciente Tereza está dormindo , você pode da uma olhada nela e fica lá no quarto , pois a qualquer momento ela ira acorda , vamos ? -- Falou é escutei atentamente .

-- Sim , agora -- Disse seguindo a mesma , olhei um pouco a atrás é vi a menina , ela parecia esta em um ótimo papo com um senhor de idade , não iria chama aliás nunca disse que ela poderia entra , seguir atrás da enfermeira , andando por um corredor enorme , ouvi como se alguém tivesse correndo é olhei pra trás era a menina , conseguiu me alcançar e me fuzilou com o olhar , pensei que crente não sentia raiva , soltei uma risada por isso .

-- Eu sinceramente não acredito que você não me chamou , eu fui em casa busca almoço pra você , fui gentil com você é você faz isso eu ia fica lá achando que você foi no banheiro ou algo do tipo , você é um péssimo rapaz -- A menina não parava de fala , tava bem irritada , foi injusto da minha parte eu sei , mas vamos dizer aqui a real eu nunca fui justo porque iria ser agora , só me acabava de ri a deixando vermelha de raiva , entramos em alguns corredor , não parecia mas aquilo era grande pra caralho vey , vi várias pessoas que passava por mim , algumas passava chorando (lamentável mesmo) a menina quando via passa alguém chorando , parava abraçava falava baboseiras lá é depois sempre me alcançava , chegando no quarto a enfermeira mandou a menina calar a boca pois parecia um papagaio falando sozinha pois eu nem dava atenção , menina idiota sério , entramos e a veia tava dormindo , a enfermeira falou alguma coisa e foi embora , o quarto era grande bem aconchegado , bom  , pois tou pagando e ela merece todo o luxo de um hospital bom , sentei na cama de hospital perto dela, depositando um beijo em seu rosto fiquei ali a olhando , seu rosto parecia cansado , mas ela dormia tranquilamente , sua respiração tava bem aliviada , é a alegria de sabe que ela tava bem consumia o meu peito , obrigado Deus pensei .

-- Eu gosto tanto dela -- A menina se pronunciou baixinho depois de um tempão calada , juro que até estranhei , nós dois tavamos olhando a veia , ao contrário dela eu a amo . -- uma vez na semana eu sempre durmo lá na casa de sua avó , acredita que já íamos colocando fogo na casa -- olhei confuso -- assim , não fogo só queimamos a panela mas a casa toda ficou cheia de fumaça , fora o susto que ela me deu que ... -- ela entrou em uma gargalhada tão alta que eu ri de canto .

-- Nem me conte , ou irei proibi você perto dela , você é novinha pode ser um perigo perto de uma veia alma , que nem ela -- Ri daquilo , ao contrário de mim ela se jogou no sofá morrendo de ri .

-- Aí ... -- ela suspirou apontou pra barriga se acalmando -- a sua avó e como se fosse uma mãe pra mim , sério -- Continuo a fala , se sentando normal no sofá .

-- É a sua mãe o que acha disso ? -- Disse .

-- Ah ... Eu não​ conheci a minha mãe , ela morreu assim que eu nasci -- Falou triste .

-- Pelo menos você sabe que ela tá morta -- Falei rindo é a mesma me olhou incrédula .

-- Nossa ... Você é frio -- Ela falou baixinho .

-- hum.. -- murmurei , é tudo ficou silêncio , por minutos , pois o assunto não morre perto da menina.

-- E , o seu nome eu já sei , mas você tem quantos anos ? -- perguntou .

-- 22 -- respondi a olhando nós olhos , deve ter ficado afim de mim .

-- Você deve ser algum empresário né ? , pois Valesca disse a mim que você chegou em um helicóptero -- Ela perguntou , procurei alguma coisa no seu olhar , mas não achei , não tinha ambição , ela realmente só queria puxa um papo .

Sou -- ela riu com aquele ar de acertei , antes dela pergunta do eu era empresário respondi -- Empresário do crime -- Ri pela cara que ela fez , acho que foi de susto  .

-- Você e um criminoso ? -- ela perguntou , com certeza ela estava assustada ...

 

 


Notas Finais


Espero que gostem !!


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