História Transcend Game - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Yu-Gi-Oh!
Exibições 21
Palavras 718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 03


Quando Aika depois de muito tempo abre seus olhos logo percebe que está em um hospital, fato que a assusta, e devido a sua agitação e susto seus ferimentos doem. Sua voz não saia e ela ainda contorce-se na cama mas seu coração vai se acalmando ao ter aquela imagem novamente – de “Akemi”, como descobrira o nome dela. Por algum motivo não queria mostrar fraqueza na presença de Akemi – sim, sabia que ela estava ali do seu lado, sentia sua presença e sabia também que não estava alucinando, embora estivesse meio desnorteada ainda –, contudo, não pôde evitar e tossiu um pouco, gemendo de dor e sentindo os músculos tensos. Realmente, estar no hospital era horrível, mas era aonde ela iria melhorar. E tudo isso pareceu ser dito com apenas o olhar que a Akemi lhe dirigia. Por um breve momento pensou em ter visto um sorriso gentil em seu rosto, só que seus espectro sumiu de forma rápida, logo não dando para confirmar. Por fim, Aika fechou as pálpebras e dormiu, ouvindo antes de entrar na escuridão passos apressados até ela.

–––––––

Akemi não apreciava muito o ambiente dentro daquele artefato antigo do milênio, mas também não odiava. Contudo, ele era cheio de espécies de portais, outros escuros, outros tão brancos com suas luzes que quase chegavam a cegar e lhe levavam até um outro lugar, só que sendo o mesmo, como um maldito labirinto. Lá dentro era confuso, seu “mundo” era confuso, e se eles eram então ela também era. Só que ao ir até uma sala diferente das outras que já havia perambulado, percebeu que era daquela menina que fora colocara seu Colar do Milênio. Dentro havia flores em cada parte do teto, era frio, nevava mas a neve nunca chegava ao chão. As paredes cheias de corações e árvores que pareciam reais. Ao adentrar mais aquela sala Akemi encontrou-se com um espelho, um espelho saltitante que voltava ao seu lugar que também era o teto. Além de rosa em algumas partes era cheio de bichos de pelúcia também, só mostrando a inocência da menina Aika e seu coração carinhoso.

Akemi suspirou cansada do lugar e passou a observar o que ocorria do lado de fora. Via os novos amigos de Aika conversando animadamente com a mesma, felizes. Em seus rostos outras horas via preocupação com a menina que repousava na cama daquele ambiente branco e de cheiro de desinfetante. Era estranho. Tinham se conhecido em apenas um breve dia mas já se importavam muito com ela. Akemi sentiu um pingo de inveja, só que descartou-se destes pensamentos achando tudo bobagem. Só fechou os olhos e ficou de braços cruzados por longas horas, até Aika fazer-lhe uma visita, já dizendo:

– Obrigada.

– Pelo o quê, menina Aika?

– Naquela hora você apareceu sem hesitar e o salvou. Se fosse eu, teria ficado ali paralisada com medo do que viria a seguir.

– Medo do que viria a seguir, huh? Se estava com tanto medo poderia ter tomado logo uma atitude então, Aika. Você viu, não foi? O futuro daquele menino...

– Eu vi sim. Mas você impediu! Mudou o futuro! E mesmo assim ainda tinha dito que...

Akemi a interrompeu: – As coisas poderiam ter sido melhores se eu não continuasse com minha infantilidade de não querer usar as visões. E se eu não tivesse lhe mostrado a tempo?

Aika a fitou, esta percebendo que ela carregava culpa em suas palavras. – Mas não é isso que importa agora... Meu amigo está bem, e graças a você.

– Mesmo assim....

– Não se importe com essas coisas, e apenas aceite minhas... – Teria continuado, se Akemi não tivesse a interrompido com um “Até mais ver, Aika” e sumido sem mais nem menos.

Yugi, que encarava as estrelas pela janela de seu quarto no hospital começou a falar:

– Naquela hora você estava mencionando uma tal “Akemi”, Aika. – Ele virou a ela. – Disse que era meu anjo da guarda...

– Hã... – Pensava no que dizer. Yugi aproximou-se esperando-a continuar, sentando na beira da cama. Quando ia falar Aika encostou-se até não poder mais na cabeceira da cama, levando um susto. – Meu Deus!!

– O que foi?? – Yugi indagou.

– A-Ali. – Apontava na direção de Yugi, quase ao seu lado. – E-eu estou alucinando! Tem dois de você!?

– Ah. – Yugi fitou Atem, que estava tão surpreso quanto ele. – Então você pode vê-lo??



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