História A Cry Baby Life. - Capítulo 3


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Categorias Melanie Martinez
Personagens Melanie Martinez, Personagens Originais
Tags Álbum, Cry Baby, Dollhouse, Família, Melanie Martinez, Teoria
Exibições 29
Palavras 322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Leiam:
Esse capítulo também é dublado pela Cry Baby!
Espero que gostem 

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 3 - Sippy Cup (Dollhouse II)


Fanfic / Fanfiction A Cry Baby Life. - Capítulo 3 - Sippy Cup (Dollhouse II)

Ainda sabe o que fez mesmo quando lava os lençóis sujos de sangue. O que você fez não sai da sua mente mesmo quando você dorme.

Você continua depressiva mesmo colocando a sua mascara falsa. Você continua sendo aquilo que se tornou mesmo que não deixe que os outros vejam.

Ele ainda está morto mesmo quando você vira outra garrafa. E é claro que você escondeu isso na sua própria mente suja

Não importa o que você diz pela sua boca, sabemos o que você tem em mente. Você fala que é verdade. Sabemos que é mentira.

Ele ainda está morto quando você vira outra garrafa.

E você toma uma pílula que te indicaram, tentando esquecer. Se eles falarem para você se matar, você também vai tentar?

E você se esconde através das máscaras, esconde as verdades dolorosas com maquiagem, mas sabemos: Toda a maquiagem do mundo não te deixa menos insegura.

Você diz que não fez nada, mas sua cara demonstra a podridão. É por isso que não acreditamos em você.

E eu vi o que você fez. Você matou os dois, eu disse que um dia veríamos o que acontecia na cozinha. Só não esperava que fosse tão rápido. Sabia que você iria enxergar de uma vez.

Nada apaga o passado. Nem a garrafa, nem a pílula, nem a morte e nem os lençóis que você lavou. Muito menos as desculpas esfarrapadas. A gente planta o que colhe, a vida nos devolve na mesma moeda.

Xarope ainda é xarope em uma mamadeira, você ainda é o que é. Mesmo tentando cobrir o que fez. Mesmo tentando consertar o que já foi feito, mesmo sabendo que não tem volta, nunca vai ter. Você tenta apagar os seus erros com o xarope que vai me dar, pra fazer com que tudo suma. Mas nem isso apaga o passado, nem isso concerta o que você fez.

Mas espera; o que você fez mesmo?


Notas Finais


Essa é uma das músicas do albúm que eu mais gosto. Por que mostra que você não pode apagar o passado, e paga sempre por suas ações.

Em quanto ao final, eu espero que tenham entendido. Se não eu vou explicar: No clipe, a mãe da Cry Baby dopa ela para que ela se esqueça de que viu o pai morto na cozinha junto a amante, por isso ela disse aquilo. Enfim, é isso.


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