História A Culpa É Das Estrelas - Markson Version. - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags A Culpa É Das Estrelas, Adaptação, Drama, Got7, Reescrita
Visualizações 54
Palavras 666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Beeeem galerinha. É, uma longfic adaptada de A Culpa É Das Estrelas com Markson. Porque eu resolvi escrever ela? Simples, quem me conhece sabe que eu sou viciada em livros e que o titio Green é um dos meus autores favoritos , fora que A Culpa É Das Estrelas é sem dúvidas meu livro favorito dele. Markson é meu OTP, só atrás de 2Jae porque 2Jae é 2Jae, né? E foi ai que deu a louca e eu resolvi escrever a versão markson dessa historia liiiinda 💙 Sejam bem vindos e eu espero que gostem 💙 é isso, Birds, vamos á leitura. Até as notas finais!

Capítulo 1 - Parte 1


Fanfic / Fanfiction A Culpa É Das Estrelas - Markson Version. - Capítulo 1 - Parte 1


Faltando pouco para eu completar meu décimo sétimo ano de vida minha mãe resolveu que eu estava deprimido, provavelmente porque quase nunca saía de casa, passava horas na cama, lia o mesmo luvro várias vezes, raramente comia e dedicava grande parte do meu abundante tempo livre pensando na morte.

Sempre que você lê um folheto, uma página na internet ou sei lá o que mais sobre o câncer, a depressão aparece na lista de efeitos colaterais. Só que, na verdade, ela não é um efeito colateral do câncer. É um efeito colateral de se estar morrendo. (O câncer também é um efeito colateral de se estar morrendo. Quase tudo é, na verdade.) 

Mas mamãe achava que eu precisava de tratamento, então me levou ao meu médico comum, o Bambam, que corcordou que eu de fato, estava nadando numa depressão paralisante e totalmente clínica e, portanto, ele trocaria meus remédios e, além disso, eu teria que enfrentar um grupo de apoio uma vez por semana - la vamos nós para o martírio.

O grupo era formado por um elenco rotativo de pessoas com várias questões psicológicas desencadeadas pelos tumores. A razão do elenco ser rotativo? Efeito colateral de se estar morrendo.

O Grupo De Apoio era megadeprimente, óbvio. A reunião acontecia toda quarta-feira no porão de uma igreja episcopal - uma construção no formato de cruz com paredes de pedra. Nós nos sentávamos em uma roda bem no meio da cruz : onde os dois pedaços de madeira um dia se cruzaram, onde esteve o coração de Jesus.

Sabia disso porque o Park, o líder do Grupo de Apoio e único naquele lugar com mais de 18 anos, falava sobre o coração de Jesus todo raio de reunião, sobre como nós, jovens sobreviventes do câncer, estávamos sentados bem no sagrado coração de Cristo, e tal.

Bem, era assim que acontecia no coração do Senhor : os seis ou sete ou dez de nós chegávamos lá em pé/de cadeira de rodas, comíamos um pouco de biscoitos velhos com limonada, sentávamos na Roda Da Esperança e ouvíamos Park contar pela milésima vez a história ultradeprimente e superinfeliz da sua vida - sobre ter tido câncer nas bolas e acharem que ele ia morrer, mas não morreu, e ali estava, já adulto, no porão de uma igreja na centésima trigésima sétima cidade mais linda dos Estados Unidos, divorciado, viciado em Videogames, quase sem amigos, levando uma vida total-sem-graça explorando seu fantástico passado com câncer, ralando para terminar um mestrado que não ia melhorar em nada sua perspectiva de progresso na carreira e esperando, como todos nós, que a espada de Dâmocles traga para ele o alívio do qual escapoou muitos anos atrás, quando o câncer levou seus testículos para o espaço e lhe deixou algo que só a alma mais generosa poderia chamar de vida.

E VOCÊ TAMBÉM PODE TER ESSA SORTE!

Aí nós no apresentávamos : Nome. Idade. Diagnóstico. E como estávamos no dia. Meu nome é Mark, dizia na minha vez. Dezesseis anos. Tireóide, originalmente, mas com uma respeitável colônia satélite a muito tempo instalada nos pulmões. E está tudo bem comigo.

Depois do último da roda, Park sempre perguntava se alguém queria se abrir. E aí começava a punheta grupal de apoio múltuo : todo mundo falando de lutar, combater, vencer e bla bla bla. Para não ser injusto com o Park, ele nos deixava falar da morte. Mas a maioria ali não estava morrendo. A maioria viveria até a idade adulta. Como o Park.

(Isso significa que havia muita competição, com todo mundo querendo vencer não só o câncer, mas também as outras pessoas da roda. Tipo, eu sei que não faz o menor sentido, mas quando você ouve que tem, por exemplo, vinte por cento de chance de viver cinco anos, e faz as contas e descobre que isso é uma chance em cinco... Você olha em volta e pensa, como qualquer pessoa saudável faria : Eu preciso durar mais do que quatro desses desgraçados.)


Notas Finais


Então, só deixando claro, talvez tenha algumas participações especiais ao longo da fic, beeeeijos !


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